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Poesias sobre a Cultura Indigena

Cerca de 39711 frases e pensamentos: Poesias sobre a Cultura Indigena

"Tem gente que confunde cultura com pobreza, mas há uma diferença.
Por isso, temos que preservar a cultura, não a pobreza."

Inserida por jilmarsantos

BraZil
Não existe amor em São Paulo.
Oque é a cultura?
Oque é a educação?
Oque importa é sempre estar la em cima!
Vamos armar, matar, tirar a sociedade.
O erro da ditadura foi torturar, não matar!
A pátria amada deixou de amar!
A pátria deixou de acreditar!
O pobre clama o rico!
Más o rico despreza o pobre?
Um bilhão na conta de quem derruba lama não é nada!
Más de quem perde uma vida, pode até ser muito...
Quem liga?
Horas pátria amada, até você
Querendo fazer-me acreditar no amor?

CRITICA SOCIOPOLÍTICA

Sou novo no mundo dos poemas!

Inserida por rafa_banks

CULTURA
Eu semeio, cultivo e colho (agricultura), essa foi à primeira atividade de trabalho planejada pelo homem, que permitiu a sua fixação em um só lugar, possibilitando sua vivencia em sociedade.
Eu pinto, escrevo, canto e danço (arte), expressões artísticas do homem que o mantem conectado com o meio em que vive.
Ambas são essenciais a nossa vida, pois são ações que dependendo de nossa relação com elas, nos sentiremos mais ou menos realizados na sobrevivência (trabalho) e existência (convívio).

Inserida por fabio_nery

Não existe cultura pop. Toda cultura, por pior que seja, ressalta o particular. O pop pasteuriza e homogeneíza. Trata-se da pop anticulture.

E não importa q tipo de degeneração ela promova. Se você não lhe der importância e consistência, ela perde toda a força. Ignorá-la é vencê-la.

Inserida por Rockland

O Japão é abundante em curiosidades. E, sem dúvida, a ética presente na sua cultura é o que mais me fascina, pelo seu sentido de luta, perseverança e superação, pois o caráter real de um povo revela-se perante as calamidades que assolam o seu país.

“Se eu cair sete vezes, oito me levanto.” – Nanakorobi Yaoki.

“Não importa quantas vezes é derrubado, você se levanta de novo.” – Nana korobi okiya.

Possamos seguir este exemplo único de resiliência, quer connosco próprios, quer relativamente aos outros, em forma de cooperativismo, solidariedade, benevolência e bondade.

Sonho com um mundo assim.

Inserida por MariaAlmeida

Imprima sua marca. Deixe seu legado.
Crie uma cultura de serviços baseada em padrões de serviços e processos.

Inserida por agapedobrasil

Num país que tem no berço o samba e a bossa nova, reina o funk. Justamente a cultura apanha da falsa idealização de vida prenha e bruta.
Depois a culpa é toda do governo.

Inserida por RomuloOddo

Um dia quem sabe eu aprenda, a amar por cultura, aceitar as ignorâncias fazendo de conta que não me atingem, a caminhar de mãos dadas com pessoas que te derrubam a cada inicio de batalha, a não se sentir envergonhado de ser derrubado por aqueles que você nunca esperaria tais atitudes, quem sabe eu aprenda a ser uma pessoa má, talvez seja isso mesmo, num mundo feito de pessoas rasas de sentimentos, ter sentimentos é ser doente psicologicamente, as vezes ser sozinho é melhor do que estar rodeado de pessoas vazias, quem sabe eu aprenda que mesmo lutando pelo melhor sem querer pisar em ninguém, vou ser tachado de ruim, que meus deslizes foram tentando acertar, quem sabe eu aprenda que por mais que eu queira ser uma pessoa boa, quem me enxerga por fora nunca vai saber o que ocorre dentro de mim, das minhas guerras interiores, das lágrimas contidas, do coração despedaçado.
Quem sabe eu aprenda a ser um bom filho um dia, um bom irmão, uma boa pessoa, por enquanto estou nessa escola chamada vida, e enquanto eu estiver nela, terei que aceitar as matérias do dia, terei que responder as questões sem respostas, terei que viver esperando que as pessoas mudem quando sei que não irão mudar, que essa escola me ensina que mesmo com uma batalha perdida ainda não perdi a guerra, que superar é preciso, que esquecer por mais que seja difícil, é necessário para seguir em frente, que a vida segue seu rumo, um dia eu aprendo a aprender com a vida...

Inserida por VilmarBecker

⁠"A Cultura da Descentralização permite que a individualidade de cada pessoa se torne protagonista em uma construção disruptiva, mantendo o total equilíbrio. Cada um cumpre seu papel com maestria, independentemente da posição. A unidade se estabelece através do conhecimento pleno do propósito e da identidade de cada indivíduo."

Rafael Serradura, 2024

Inserida por Serradura

⁠A BELEZA DO NORDESTE

A beleza do nordeste
É saber comemorar
Na cultura do forró
Aqui vai encontrar
As festas juninas
Cada um em seu lugar.

Durante o mês de junho
Não falta atração
O nordeste é mais forte
Essa é tradição
Praças enfeitadas
Dando viva a São João.

E não pode faltar
A voz do Gonzagão
Parte da nossa cultura
Mestre do xote e baião
Que alegra os festejos
Em toda a região.

Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠"A cultura urbanística fundamenta as disciplinas administrativas, econômicas e sociais que visam ao desenvolvimento racional e humano das cidades, promovendo uma cosmovisão criativa que valoriza de forma atemporal seus princípios e propósitos de viver."

Rafael Serradura, 2024

Inserida por Serradura

⁠A cultura é essencial para expandir os horizontes da nossa alma, e não se trata de uma questão de elitismo ou presunção. É, antes, uma maneira de crescer, de rasgar as paredes do nosso pequeno mundo e de nos entregarmos ao universo. Fechar os olhos ao que nos rodeia é limitar-nos a uma vida estreita e sem cor. Procurar cultura não nos torna arrogantes; é uma forma de iluminar o espírito e enriquecer a existência.

Viajar, mesmo que seja até ao fim da rua ou até ao fim do mundo, é essencial para que o mundo nos mostre mais do que a nossa redoma. Encontrar novas paisagens, cruzar olhares desconhecidos, tudo isso alarga o horizonte do coração e da mente. Permanecer em casa, a ver televisão ou a navegar no tablet, pode restringir-nos do mundo e empobrecer a nossa experiência. Sair, explorar, deixar que o vento e as palavras nos toquem, isso sim, é viver. É na cultura e na experiência do mundo que encontramos a verdadeira essência de ser, a plenitude de uma existência rica e verdadeira.

O poeta brasileiro Mário Quintana disse que "o verdadeiro analfabeto é aquele que sabe ler, mas não lê." E aqui se passa o mesmo: o verdadeiro cego é o que tem visão e se recusa a ver. Pássaros com as mesmas penas voam juntos, mas é preciso querer voar. Não presumo estar certo, nem ditar aos outros como viver. Esta é apenas a minha maneira de entender a vida e de como procuro melhorar como pessoa. Cada um tem o seu caminho, e o meu é este, guiado pela curiosidade, pela sede de conhecimento e pela vontade de ser mais, de ser melhor.

me visto de floricultura
de flor e cultura
de amor e armadura
de dor e atadura
de alma e aura
de emoção e aventura
de fé e benzedura
de boa vontade e boa-ventura
de luz e brandura
de cor e brancura
de medo e bravura
de gentileza e candura
de liberdade e censura
de qualquer jeito e compostura
de relento e cobertura
de trapos e alta-costura
de espírito e criatura
de circunstância e desconjuntura
de mal humor e de doçura
de pavor e de tortura
de confiança e estrutura
de egoísmo e de fartura
de calmaria e de fervura
de mim mesma e de figura
de casca grossa e de finura
de glamour e formosura
de não me toque e de frescura
de ignorância e de leitura
de sensatez e de loucura
de pintura e de escultura
de classe e de postura
de doce ou travessura
de frieza e de quentura
de carinho e de ternura
de vida e de sepultura!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

relógio que conta
a cultura
a leitura
a floricultura
a postura
a cura
a censura
a doçura
a fartura
a feitura
a lonjura
a loucura
a pintura
a procura
a ventura
a ternura
a aventura
a fulgura
a abertura
a criatura
a compostura
a escultura
a formosura
a belezura
a partitura
a releitura
a brandura
a clausura
a travessura
a mensura
a figura
a mistura
a nervura
a espessura
a cobertura
a pendura
a rasura
a assinatura
a secura
a textura
a estrutura
a temperatura
a literatura
a tontura
a alma pura
a minha jura
a quem atura
a noite escura
a mente impura
a dor que tortura
a amargura
a atitude imatura
a responsabilidade prematura
a sepultura
que me tomará porventura!!!

Inserida por fernanda_de_paula_1

Ser feliz...
Busca real de todas pessoas,
em todos os lugares do mundo.
Sem distinção de cultura, nível social, nível intelectual ou etnia.
A verdadeira busca de todo ser humano!

Inserida por DaianaRaymondi

⁠INCELENÇAS NA SENTINELA

Muita cultura nordestina
A Bahia está incluída.
Urandi também faz parte,
Pois sua terra está inserida.

Todo povo tem a cultura
De como enterrar defunto.
Urandi também tinha a sua,
Veja como era o assunto.

Velório antigamente
Era muito traumático,
Porque ficava angustiante
Com o ritual dramático.

Bebia muita cachaça
E cantava o tempo inteiro.
Batucava fazendo caixão
E o povo era um desespero.

Na hora que morria
Colocava vela na mão;
Abria porta e janela,
Ainda fazia muita oração.

Dava banho dentro de casa,
Enchia boca e nariz de algodão,
Estendia o corpo no banco
E atava a cara e pés com cordão.

Cobria o corpo com lençol,
Acendia do lado um candeeiro.
Até a mortalha ser costurada,
Saia a procura de um coveiro.

Só enterrava com 24 horas,
Não preocupava se ia feder.
Se o caixão ficasse pesado,
Caçava uma vara pra bater.

Muitas vezes transportava na rede,
Atava cordão de São Francisco,
Carregava também em escada
Embrulhado com pano de risco.

Só enterrava com sete palmos
E a família toda vestia luto;
Chamava quem morreu de finado
E hoje esse nome nem mais escuto.

⁠CULTURA EXTINTA

Durante a escravidão
fazia cerca de pedra;
carregava pedra pesada
que nem trator arreda.
Fazia cerca de madeira,
tão junta, que chega veda.

Fazia casa de enchimento,
dormia em cama de jirau,
cobria casa com palha
ou com casca de pau,
fechava porta com vara,
rezava pra livrar do mau.

Dormia em couro de boi
ou em colchão de palha,
bebia água de cabaça
ou de pote numa galha,
cozinhava em panela de barro
e fazia renda sem uma falha.

Antigamente não tinha carro,
Iam pra São Paulo a pé.
Iam à Lapa de pau de arara
ou caminhando pela fé.
Comia farinha com rapadura,
pagava promessa e cheirava rapé.

O gado era criado solto,
vaqueiro tocava boiada,
passar perto de arco-íris
tinha sexualidade trocada,
acreditava em superstição,
a mulher vivia confinada.

Dançava forró de sanfona,
fiava linha pra tecer,
cantava cantiga de roda,
fazia penitência pra chover,
jejuava na Sexta-Feira Santa
e dava da comida pra peixe comer.

Moça tinha que casar virgem,
senão ninguém queria ela.
Se galo cantasse fora de hora,
tinha rapaz raptando donzela.
O pai escolhia o noivo da filha,
e na última, quebrava a panela.

No outro dia da fogueira,
rodava a cinza com coroa.
Fazia simpatia pra saber
se as águas seria boa.
Fazia compadre e batizado;
e apagava o fogo com garoa.

Usava pedir a benção,
tinha confissão de pecado,
fazia muito benzimento,
mulher quebrava resguardo,
mascava fumo e pitava cachimbo,
havia arataca e mundéu armado.

A cultura mudou muito
com a chegada da televisão.
Em Urandi começou na praça
com Diógenes, na sua gestão.
Ficava na parede da prefeitura
e o povo sentava até no chão.

⁠LAPINHA DE URANDI

A arte de fazer presépio
é uma cultura popular.
Imitar o morro da Lapa
é uma inspiração secular.
Narra o nascimento de Cristo,
fazendo a maquete do lugar.

Faz morro de papel
com pintura artesanal.
Essa tradição católica
comemora o Natal.
Coloca areia, enfeites
e planta pequeno arrozal.

Tem o tempo de armar
e o tempo de desmanchar,
mas o Dia dos Santos Reis
sempre precisa esperar.
Recebe muita visita,
até reiseiro pode chegar.

Tem gente que solta foguete,
um sinal de lapinha no lugar.
Acende vela toda noite
e até reúne pra rezar.
Coloca imagem pra frente
e depois vira para voltar.

O reisado de antigamente
cantava na porta ao chegar;
fazia ritual ao Menino Jesus,
o dono da casa mandava entrar;
oferecia bebida e comida
e uma prenda tinha que dar.

Essa cultura está acabando,
ninguém quer continuar.
Está ameaçada pelos jovens
que não gostam de apreciar.
Os idosos vão todos embora
e a cultura gosta de acompanhar.

A desvalorização da escola pública e dos profissionais de educação, arte e cultura é nítida, manifestando-se na diminuição de salários e na ridicularização social.

Atribuir a culpa exclusivamente à população é uma simplificação capitalista.

Inserida por I004145959

A felicidade atrelada à satisfação dos desejos é um paradoxo numa cultura obcecada pela busca constante por mais e mais.

Nenhum objeto traz plena gratificação.

Inserida por I004145959