Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
O feedback é e contínua sendo uma ferramenta poderosa em pleno século XXI, o seu uso corretamente pode silenciar os homens mais poderosos.
Ignorar a Matemática no século XXI não é uma escolha de estilo de vida, é aceitar o analfabetismo funcional em um mundo escrito em código. Dominar essa linguagem universal é mais do que resolver equações: é o exercício da cidadania plena. Quem não lê os números é lido por eles; quem não entende a lógica dos dados abre mão de interpretar a realidade para ser programado por ela.
O que leva alguém a desejar ser discípulo e a seguir os ensinamentos do século I, submetendo-se ao Senhorio de um Reino invisível? (Hb 11:1; 2 Cor 5:17; Rm 14:17; Mt 4:19; Jo 3:16).
Network verdadeiro é ser amigo de um Rei soberano, coroado desde o primeiro século, o autor mais lido de todos os tempos e com a maior quantidade de seguidores que qualquer celebridade.
Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
A britânica Susan Boyle levou quase meio século para ser reconhecida como cantora. Quando for pensar que é tarde demais, repense: ainda dá tempo!
“Há quase um século que a Parapsicologia desafia dois médiuns a psicografar, cada um, cinco linhas alternadas de um mesmo texto. Um escreve a primeira linha, o outro escreve a segunda, depois o primeiro escreve a terceira linha, e assim sucessivamente, até que cada um tenha escrito cinco linhas.”
Em pleno século XXI, infelizmente não podemos negar que grande parte da "casa grande" ainda pertence aos povos de pele branca. Mas aos poucos a escravidão explícita e gritante existente no mundo contemporâneo está sendo destruída.
Estamos no século XXI! E daí? Agora o certo e o lógico deixarão de ser certo e o errado e o ilógico serão certo? Que eu saiba “evoluir” não é regredir!
Estamos vivenciando um século imoral e inconsequente. A maior crise moral de todos os tempos na nossa frente!
O humanismo do século XIV fora uma corrente filosófica que colocava os seres humanos como os mais importantes numa relação ou escala de prioridades, no centro do mundo. Foi através do movimento humanista que surgiu o Renascimento.
Descrição axiomática dos seres humanos do século XXI: Ilhas de solidão perdidas em um oceano de pessoas.
"A gente se desenvolve pelos campos pouco floridos da sociedade do século XXI, embreando-se nas rachaduras do análogo asfalto cinzento e firme da elite, acreditando que estamos proporcionando uma ruptura. E mesmo assim, saímos ao asfalto da riqueza, entretanto, sem conseguir refrigerar nossos corações, maculando nossas vidas com os gases poluentes da ganância, nos cegando pro que realmente importa, enquanto, ouvimos anestesiados às fábulas otimistas que nos prometem vitória, com o intuito, tão só, de nos criar a sensação de pertencimento e, assim, supostamente nos sentirmos melhores à mesa do jantar. Até que na forja completa, nos guiam a cair tão solenemente numa história de amor. Fazendo-nos acreditar com avidez que esse fruto floresce ao amanhecer."
“A pobreza de muitos neste século é percebida não apenas pela quantidade de dinheiro que possuem, mas também por estarem espiritual e moralmente falidos.”
A inversão da igreja do século XXI, à igreja escolhe os que são, para ser o que eles querem, Cristo escolheu os discípulos não por aquilo que eles eram, mas por aquilo que eles vieram a ser.
Como ser rebelde no século XXI: ser cristão, ter uma família, não culpar os pais por nada, não usar drogas e amar seu país.
No princípio do século o mundo estava sempre à beira da guerra. No fim do século não está nem à beira da paz.
A turma veterana, nascida no século passado, aqui, o escriba, um representante, sente a cada dia que este planeta onde, aparentemente, nasci e fui criado já não é mais o mesmo. Sem entrar em muitas filosofias sobre os motivos, sonho com a possibilidade de ser um alienígena perdido por aqui, e que meus semelhantes logo, logo voltarão para me resgatar.
Daqui a um século como agora, olhar-me-ei no espelho, estupidamente sereno, impávido sem me preocupar com o IRA, O ISLÃ, Israel ou Palestina, a guerra das religiões que tentam impor suas doutrinas através do terror e carnificinas, toda essa complexidade humana que em nome de um Deus que é bom generoso e imaculado e emana luz. Daqui a um século, como todos os dias, olhar-me-ei no espelho procurando qualquer traço desse ser divino, que diz que sou imagem sua e semelhança, no entanto sou indolente, indiferente se na áfrica crianças morrem de inanição, se no Brasil são vítimas de drogas e prostituição e diante do espelho só me incomoda o meu cabelo em desalinho, os meus pés de galinha, as marcas indeléveis deixadas pelo tempo, o reflexo desse vidro enigmático que absorve a minha existência e rouba a minha identidade, tanto que todos os dias me olho no espelho, todos os dias há milênios olho no espelho e me pergunto tendo o silêncio frio e implacável como resposta: quem sou eu?
A Eternidade é o oceano sem limites, sobro o qual passam as frágeis frotas dos tempos, dos séculos, das idades. Diante da Eternidade, um século, um milênio, mil milênios, não chegam a ser sequer um mero segundo. Em face dela os heróis desaparecem, as estrelas perdem seu resplendor e os deuses clamam pela morte...
