Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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A verdadeira arte no seculo XXI não é só fantasia e imaginação. Ela é vida e realidade, plataformas de oralidade para dentro da sociedade.

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O Brasil do seculo XXI, índio-descendente ainda pouco se reconhece como resistência, arte e cultura.

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O maior laboratório natural de bioquímica do planeta para o século XXI é a Amazônia e ainda se encontra adormecido e muito pouco conhecido. De lá ainda há de vir as mais completas respostas e melhores soluções para nossa desafiante bio-diversidade.

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A nova pedagogia integral do século XXI hoje é muito menos formar pessoas segundo uma metodologia padrão e muito mais gerar opções reais e verdadeiras para que cada estudante possa, por sua própria vontade, liberdade e individualidade optar de forma clara e madura por suas escolhas.

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Ofuscada e marginalizada pelo egoismo de Rodin e pelo machismo, finalmente no século XXI, Camille Claudel ganha seu próprio museu. A historia hoje em liberdade realizando correções de imposições machistas criminosas, erros e muita inveja....Eterna Camille Claudel, de coração rogo que Deus queira que o mundo da arte lhe conheça tao esplendorosa como você sempre foi dentro de seu particular sofrimento criativo. Guardando todas as devidas proporções, em outra época e por razões bem diferentes, nem tanto pelo machismo mas por questões de austeridades, temos no Brasil uma grande artista mulher que ainda não foi reconhecida pelo seu mérito de inventividade, criatividade e genialidade. Refiro me a a pintora, cantora, atriz e pianista caricaturista brasileira Rian - Nair de Tefé. Nair de Tefé Hermes da Fonseca foi a primeira-dama do Brasil de 1913 a 1914, como esposa do marechal Hermes da Fonseca. Notabilizada como a primeira caricaturista mulher do mundo mas sua obra precisa de uma profunda pesquisa e uma revisão histórica para que o Brasil e o mundo reconheçam todo seu esplendorosismo e genialidade nas belas artes no século XX .

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O ser humano nas maiores cidades e periferias do mundo, acorda no seculo XXI em uma gigantesca crise cotidiana existencial. A hiper exposição digital mesmo que ficcional lhe trás diminutivos que não conhecia , avança então em uma desigual possibilidade tecnológica que o atrofia e distancia da realidade, de funil desce aquosamente para uma invisibilidade social própria dos que sofrem calados e não demonstram dor. Os resultados disto são catastróficos em termos de uma vida que sonha, que quer ser, dentro dos limites possíveis vazios e meios inadequados do que não é e fecunda ser isolado, até o desesperado momento que se implode, por alguns minutos tudo pode mudar, de vitima contumaz a ser eloquente protagonista da virada em loucura, sem volta e começa o inicio da revolta, não mais escarnecer e caminhar a deriva para o seu triste fim.

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⁠O grande cientista, profeta mecânico e visionário na defesa do ocidente para este século é Nikola Tesla, que os inimigos imperialistas orientais não conheceram e não acreditou.

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⁠Nas modernas sociedades urbanas do século XXI, o absurdo, o bizarro e as transgressões comportamentais crescem assustadoramente. As múltiplas personalidades antes travadas por sistemas elaborados de mentiras e duplicidades, com a internet ganham a liberdade por meio de perfis falsos pois o anonimato entre os pares é sempre garantido. O sigilo gera um propicio meio e uma blogosfera de abrigo. A escassez das oportunidades e a exigência da concorrência de mercado de ser sempre o melhor, o mais preparado e o mais espetacular, geram em silencio danoso submissões e masoquismos cada vez mais íntimos e atrativos. Poucas pessoas e muitos personagens. Afinal a perfeição em tudo distancia da verdadeira realidade humana.

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Na contemporaneidade do século XXI o mundo está ⁠cada vez mais em preto e branco, como impactantes curtos documentários de ficção. De um tempo para cá, só consigo ver as cores nas obras de arte.

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⁠Triste século onde a loucura, o egoísmo, a intransigência e a individualidade, não próprias só dos mais jovens, se espalha como perversão na mente demente dos mais maduros poderosos.

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⁠Neste nosso século a vitima social se torna carrasco impetuoso e não respeita valor algum para revidar na vida seus doentes objetivos.

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⁠A crise humanística e valorização das imagens do século vinte um consegue e prefere super valorizar a arte primitiva e ingênua do que revisar e valorizar a arte moderna e acadêmica.

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⁠O velho patriotismo por si só com a globalização morre no final do século XX, logo migro para o patriotismo cultural, que é um conceito menos pátrio de origem e mais de todos de qualquer lugar via comprometimento com o local que escolhemos para viver, ser seu e por isto lutar por melhoras. Acredito no civismo, histórico, étnico e cultural como viés de identidade que se baseia nos símbolos e ritos do folclore popular. Creio que seja o antidoto singular da nefasta uniformidade virtual propagada e que é a base da dominação universal pelos grupos econômicos poderosos na sublimação das diferenças.

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⁠O artista mais vanguardista brasileiro do século XX, foi sem duvida Oswaldo Goeldi que com a técnica da xilografia, modus operandi da arte mais popular da literatura de cordel elevou a técnica para a temática da melhor inspiração expressionista, para a historia da arte no Brasil e no mundo inteiro.

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A nova diplomacia do século XXI⁠ prega a supremacia pela imparcialidade. Todos os antigos tratados e alianças tradicionais, por convicções culturais e religiosas ou mesmo polarizados interesses, deságuam em novas ações e posições necessárias de adequação frente a nova geopolítica, os novos conflitos e as atuais relações de produção, demanda e consumo frente a paz e ao desenvolvimento. As soluções tendem a serem mais criativas, menos emotivas do que simétricas. Todas as regras do jogo politico nacional e internacional, mudaram e os novos agentes interlocutores das novas mudanças, também.

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⁠Todas ciências e doutrinas espiritualistas igualitárias e fraternas na modernidade do século XXI, se destroem quando passam indevidamente a se glorificarem pelo egoísmo banal social, interesses financeiros das lideranças e uma fraternidade privilegiada para alguns escolhidos, regidas pelos políticos interesses de seus inaptos administradores.

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⁠Em pleno século XXI nem toda fauna e flora amazônica foi devidamente catalogada, existem muitos mitos dentro das lendas e do folclore amazônico que encobrem espécimes desconhecidos pela ciência natural universal.

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⁠A arte contemporânea do século XXI se torna mais vibracional e dinâmica do que colorista. Algumas se valendo de movimentos físicos e experimentais de rotação e mutação perante as freqüências e interferências ainda muito pouco conhecidas e exploradas pela criatividade humana.

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⁠Às vezes a sacada do século seja fazer marketing com humor. Negociar com os tristes nunca foi uma boa ideia, às vezes nem eles se toleram.

Inserida por ATeodoro72

"Meu tempo de vida coincide com a maior parte da época de que trata este livro", "por isso até agora me abstive de falar sobre ele". Com linguagem simples, mas envolvente, a história da "era das ilusões perdidas"...assim se pronunciou William Waack, na Revista Veja, sobre a Era dos Extremos, de Eric Hobsbawn.

Inserida por ajotage