Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
A maior conquista emocional e cultural da sociedade universal do seculo XXI é o Direito a Pluralidade.
Na arte e na cultura mundial do seculo XXI vivemos em tempos de multiculturalismos mas é o Brasil em síntese a própria diversidade, nada em essência primal existe por aqui.
Em pleno seculo XXI no Brasil ainda não existe um verdadeiro, realista e livre estudo, pesquisa e investigação real da verdadeira historia, da arte e da cultura negra. O pouco que existe, é um material distorcido por alguns pesquisadores dependentes de verbas politicas e ainda esta muito distante da verdade e da realidade da época, é sim um pseudo-conhecimento romantizado e aprimorado doutrinado a partir de fontes não verídicas, e camuflado de fontes não documentais e muito menos verdadeiras advindos dos próprios interesses retroativos imorais e desumanos das perversas e muito rentáveis politicas escravagistas no período do império brasileiro. Falar em escravidão no Brasil, para um pesquisador de cultura é quase que uma anedota, sem graça. Pois se para a igreja na época, o ser negro não tinha alma, e se na economia rural cafeeira era inventariado e patrimoniado junto com as galinhas e o gado, tratado pelo veterinário, por que falar hoje em escravidão humana. E os absurdos históricos vão alem, como a não historia oficial de Dom Obá no império brasileiro e a escultura em homenagem ao Zumbi dos Palmares, na Praça 11 no RJ, edificado na gestão do meu velho amigo, o renomado intelectual Dr. Darci Ribeiro, que não é. Eu particularmente avisei-o em Copacabana na época, que aquele não era o Zumbi, o herói Zumbi era de etnia Banto de nariz achatado aquele que lá está é um príncipe argelino, com nariz fino e penacho na cabeça, que me parece que tem uma escultura original bem semelhante, que serviu de base para a confecção da escultura que la se encontra e a original em um museu em Londres. Alem da verdadeira historia não ser contada, misturada, romantizada a maioria das parcas fontes de pesquisa que existem não são fidedignas. Infelizmente é um Brasil que não conhece o verdadeiro Brasil ou pelo que me parece, não tem muito interesse em saber.
A capacidade de raciocínio lógico e sistemático do homem do século XXI está relacionado ao que os outros pensaram por você
O seculo XXI imperializa e marginaliza por meio de uma viciante comunicação global digital e uma internet sem limites, toda uma cada vez mais frágil e indecisa sociedade contemporânea de jovens cada vez mais cedo nas grandes metro polis do planeta. A era desta geração mutante social e de gênero bem que atropela as prováveis e previsíveis mutações genéticas e comportamentais, deste novo seculo, torna se cada vez mais um desfile inconsequente do bizarro, alienado e do horrendo, sem predileções e entendimento. Uma população demente, não por uma questão de escolha filosófica e ideológica mas pelo simples errôneo prazer de ser cada vez mais diferente do sistema original.
“No século que a estética predomina é difícil encontrar uma pessoa cujo o caráter não esteja maquiado.”
O deus do século 21 será o deus êxito,em seu altar sacrificar-se-à até mesmo a própria honra, os jovens o terão como premiação por sua astúcia e não pelo trabalho e estudo árduos.
A grande doença do século XXI, só importa o poder, a posse, ganhar, dominar e exibir. Não sou troféu. Não sou uma poodle. Não sou desse tipo de mulher pequena, que se carrega no bolso. Graças a Deus! Sorte a minha. Azar o de vocês.
Em pleno século XXI, milhões de pessoas (...) têm sua vida interior comprometida. São vítimas da incompreensão, da intolerância generalizada e das dificuldades de relacionamento que, paradoxalmente, caracterizam a assim chamada Era da Informação e do Conhecimento. As pessoas se escondem, se refugiam em lares semelhantes a uma prisão, erguem grades que as separam dos vizinhos mais próximos, vivem amedrontadas pela violência, pela superficialidade das relações, pela ausência de ética e pelo excesso de egoísmo, de mentiras e ambições que ainda configuram as estratégias do jogo social.
Completar meio século não é difícil , depois de algum tempo aprendemos que envelhecer é uma serena e intransigente dívida que temos que honrá-la...
Na era da internet fronteiras são como lendas urbanas medievais datadas do início do século XX, todo mundo acredita que sim, mas ninguém sabe se realmente existiu ou até quando prevaleceu.
Brega é em pleno século XXI cujas as pessoas dizem vivermos em uma sociedade livre você se importar com a opinião dos outros. Isso sim é muito brega.
A pior besteira que eu tenho escutado ultimamente é: "em pleno século XXI é normal isso e aquilo (....) temos que aceitar a realidade". NÃO! Eu não tenho que aceitar a realidade. Eu não tenho e não vou me conformar com esse mundo. Como vou experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus dessa forma? Sendo conformado com as aberrações desse mundo? Nunca. Romanos 12:2 diz "Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que possas desfrutar da boa, perfeita e agradável vontade de Deus", então, porque devo achar que essa é a realidade? Não adianta, eu NUNCA vou me conformar com isso, eu NUNCA vou me amoldar a esse mundo. Nada daqui vai me deixar conformado, nada daqui vai preencher meu coração. Meu lar é na nova Jerusalem, eu to nesse mundo só de passagem. O cristão é inconformado com esse mundo, nada aqui irá satisfaze-lo. Nada.
Analiso e chego a uma conclusão que o século 21 se apresenta de uma forma intrínseca, a humanidade atravessa um período negro da sua historia, período esse que chamo de perda de identidade. Olho para o mundo globalizado e reparo que a grande maioria dos jovens de hoje não tem um propósito sobre a vida e pouco ou nada tendem a idealizar sobre a construção de um novo mundo.
O mal do século com certeza é o esquecimento. Esquecer que cor, dinheiro, casas e luxos no final não vão valer absolutamente nada, no final meu querido, ou você vira cinzas ou é enterrado sete palmos do chão.
Um poeta visionário e revolucionário do seculo XXI, do subúrbio, que emprega o idealismo, liberdade, ativismo, sendo impoliticamente incorreto ou correto em seus textos, poemas, pensamentos, frases e poesias, usando gírias e dialetos... Criando uma neologia de expressão própria.
Triste não é saber que a história esta errada, triste é saber que em pleno seculo 21 ainda se publique livros com a história errada!
Acho que nós, homens e mulheres do século XXI, ainda temos um olhar adolescente para as relações afetivas. Queremos que nos caia do céu um romance arrebatador, pronto e completo, sem contradições ou dúvidas. Sem defeitos constrangedores também. Exigimos ser amados pelo que somos, mas estabelecemos condições elevadas para amar. Tendemos, de forma tola, a nos apaixonar pela beleza, pelo charme, pelo riso. Apostamos no clichê e na superfície, mas aspiramos ser tratados de outro jeito: queremos ser apreciados pela profundidade dos nossos sentimentos e por nosso caráter.
Getulistas não se curaram, morreram fanáticos, e o mesmo deve acontecer com os fanáticos do século XXI. Dificilmente um idólatra de político populista muda de opinião ou passa a ter uma visão racional sobre os fatos que envolvem e desnudam os seus ídolos, especialmente aqueles ídolos do poder maior, a fim de que possam liberte-se da dependência das informações cujo o conteúdo lhe convém e não permite que enxerguem os interesses obscuros que adornam o comportamento e retórica do seu idolatrável ator.
Estamos no século XXI onde julgar pela cor da pele pra muitos parece normal,humilhar quem tem menos dinheiro que você é rotina,ver uma pessoa morando na rua e com fome não preocupa os governantes,a miséria é um problema apenas de quem a tem e onde não importa o que nós pobres fazemos,sempre vamos ser vistos como uma peça que pode ser a qualquer momento sacrificada para as máquinas continuarem funcionando a favor dos mais "importantes" para a sociedade
