Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Século XXI
A minha maior tristeza foi à morte da moralidade,
Neste século adiantado de democracia e vaidade.
Houve desmoronamento de toda nossa integridade,
A população está em pavor, sofre a grande sociedade.
Sentimento comum de valor básico e profundidade,
Combate com muito fervor essa tal modernidade.
Esses grupos se unem para destruir com profundidade,
O povo que luta contra eles, numa linda fraternidade.
Acusam os seus contrários com a rude elasticidade,
Diz ser o povo insignificante e cheio de incapacidade.
Vivem digladiando com muita firmeza e mutabilidade.
Eles não têm princípios, nem tão pouco a legitimidade.
Não pensam no bem do povo, só vive de popularidade,
Hipnotiza a grande massa com mentiras e liberalidade.
Mas vai tomar o tiro de misericórdia esta bestialidade,
Que acredita nada perder nesta cruel e fria oportunidade.
"Alguns supostos 'homens de Deus' ainda hoje, em pleno século XXI, estão apedrejando as pessoas que acreditam e professam religiões e credos diferentes daquilo que os mesmos acreditam e professam. A intolerância é realmente absurda e lamentável, e deve ser repudiada e denunciada pelos homens de bom senso. Melhor que ser um 'homem de Deus', é ser um homem de bem. Todo homem de bem, certamente é de Deus. Mesmo que ele não acredite no criador."
(Austri Junior)
Entre o final do século 19 e início do 20, ter o corpo tatuado era mal visto pela sociedade — era algo que só marinheiros faziam. Mulheres, então, não podiam sonhar em fazer tatuagem sem serem consideradas atrações bizarras, que poderiam ser exibidas dentro de uma jaula de circo. Mas uma desses mulheres fez história e se tornou a primeira tatuadora reconhecida nos Estados Unidos: Maud Wagner.
Maud Wagner com braços cruzados e flor no cabelo
Maud Wagner 1877 – 1961
Em 1904, mulher não tinha o direito de fazer muitas coisas, nem usar saia curta, votar e andar pela rua desacompanhada quando bem entendesse. Neste mesmo ano, Maud, que era trapezista de circo, conheceu seu futuro marido, Gus Wagner, conhecido como “o homem artisticamente mais marcado na América”. Ele a convidou para sair, ela aceitou e mais tarde os dois se casaram.
Gus foi quem ensinou Maud a tatuar. Ela aprendeu a técnica handpoked, que é o desenho feito de forma totalmente artesanal, no qual o artista cria ponto por ponto sem o auxílio de máquinas. A tatuadora desenhava em seus clientes figuras patrióticas, além de imagens de animais, mulheres, frases e nomes.
Não podemos viver em mundo com tanto preconceito onde um ser humano em pleno século XXI precise trocar a cor da pele para não ser discriminado .
D.A
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Autora : Gislene Pascutti
Em pleno século XXI, vejo mulheres dando golpe da barriga e golpe do baú. Depois não queiram exigir respeito, fidelidade e amor!
Já está de bom tamanho envergonhar essa geração de mulheres incrivelmente FODÁSTICAS!
O crack fez a revolução do século na periferia
é a desgraça dos fins dos dias que não foi prevista pelo Messias.
Mas a estrela honra juras pela presença deste século e ainda está fora de todo o caos da escuridão com sua luz azulada
ardósia clara,
areada, inesperada, celeste,
celeste brilhante,
furtiva, viva
azul cobalto,
por entre o asfalto,
a flor de milho;
hirta em brilho.
Sentimentos
Hoje em dia vivemos no mal do século, onde expor nossos sentimentos se torna tolo, inviável, pelo simples fato das pessoas estarem usando armaduras contra tais sentimentos e quando eles surgem custam acreditar ou não acreditam, tem uma visão de sentimento incomum, não os reconhecem, então apontam como falsos por medo de sentir. E quem lança esse sentimento é visto como alguém fraco, sentimental de mais, tendem a brincar com tais sentimentos. Por isso que hoje em dia as pessoas preferem escrever o que sentem; por no papel, pelo simples fato que lá não haverá julgamentos, se são verdadeiros ou realmente falsos.
Não conheço nada mais devastador para a mente humana do século XXI do que um politico e uma rede social .
D. A
By
Autora : Gislene Pascutti
Será mesmo que não existem mais jovens que desejam ser protagonistas da história deste século?
Até quando viveremos de aparência, flexíveis, tentando ser aprovados por nossos pares?
Continuaremos resistindo à fazer as coisas para qual fomos criados com receio de receber críticas? E no fim? Vamos morrer sem ter feito nada? Sem ter lutado por nada? Sem ter convicção alguma?
Eu não! E você?
É um século cheio de informações, mas todos escrevem histórias que não podem contar. Sou avesso, poeta, minhas palavras são feitas para voar.
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Novo mundo
O silêncio
Hoje com Meio século de vida.
Relembro de tudo que aprendi.
Cheguei à conclusão!
Ainda não é o suficiente.
Na minha memória estabelece.
Tudo aquilo que escutei.
E do que ouvi!
O que pude colocar em prática.
Mas o silêncio foi, sem dúvidas.
Um dos maiores aprendizados.
Com ele tive a mais cruel surra.
Vivenciado na vida.
Pois, entrava em minha alma, em meu coração, em minha mente.
Arrancando um pedaço de mim e deixando sequelas.
Apanhar do silêncio mexe com as emoções
Te mostra o quanto é culpado dentro da consciência.
Mostrando em absoluto e único, o seu erro.
Portanto, o silêncio, muitas vezes, é a maior arma para a ignorância.
... sivi...
Século XXI??? Nossa em pleno ao século da tecnologia, da virtualização é incrível como a crueldade humana vem tomando as principais manchetes de todos os jornais do mundo, pessoas matando por vinte e cinco centavos, pais matando filhos, gente matando mãe de seus filhos, tudo isso por dinheiro...
Sim eu sinto vergonha por pertence a esta raça humana.
Pequenas epifanias " Extremos da Paixão"
No século XX não se ama. Ninguém quer ninguém. Amar é out, é babaca, é careta. Embora persistam essas estranhas fronteiras entre paixão e loucura, entre paixão e suicídio. Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira:compreendo sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe,berrando de pavor para o mundo insano, e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó. O que ou quem cruzo entre esses dois portos gelados da solidão é mera viagem: véu de maya, ilusão, passatempo. E exigimos o terno do perecível, loucos.
O Estado de S. Paulo, 8/7/1986
Agora é a era da conexão na palma das mãos.
Haja inteligência século XXI.
Acerca das guerras,
como humanos imponentes em inteligência, lançam guerra entre nações?
Só por hoje cansei das doses de inteligência,
tem coração pulsando
e muitos outros sangrando em solidão em toda multidão.
Quero ver, quero ouvir, noticia diferente na TV...
' Vício '
Ei você... Adulto do Século XXI
Largue esse cigarro...
Tua saúde não pode ser de ferro,
Se você transforma teu corpo em barro...
Não se queixe, sobre o que levar da vida
Despreocupe-se, e deixe que a vida te leve
Dos primórdios do tempo ao fim dos dias...
Você deixará a marca com o que escreve...
E abençoado seja, o caminho repetido no fim do dia...
Rindo dos desagradáveis olhares...
Transformando indiferença em melodia.
Não castigue os calos dos teus pés...
Com o peso da tua consciência.,..
Idolatre suas cicatrizes ...
E volte a adolescência..
Tecnologia X Realidade
Hoje século XXI, técnologias novas a cada instante.
Interessante.
Serve para aproximar pessoas distantes,
mas também afastas as que estão por perto.
Prefiro, olhar na tela dos teus olhos,
Acessar suas palavras ao vivo.
Guardar recordações em minha memória e não em um HD.
Prefiro dar um beijo, em vez de enviar um "smile".
Prefiro tocar em você em vez de teclar pra você.
Sou fã do link direto, olhos nos olhos, sem servidor.
Adoro receber em vez de um email,
um simples "Como vai?", que saia de sua boca.
Adoro mensagens, mas áquelas ao vivo.
Procurar amigos, em suas casas.
Receber convites de eventos, de boca.
Compartilhar, curtir, comentar de frente pra você.
Não sou contra a tecnologia ou antiquado.
Também sou adepto a tudo isso.
Apenas acho que poderíamos em vez de usar uma sala de bate-papo poderíamos usar a sala de casa.
Sites de relacionamento substituidos por uma bela roda de amigos.
"Posts", por conversas.
Assim quando abrir minha caixa de e-mail e não encontrar nada, não ficarei triste se ao olhar ao meu redor e estiverem apenas áqueles que amo.
O que acha?
Vamos dar mais crédito ao real do que o virtual?
SÉCULO XXI
Não olhem para essa moça mulher
Ela só quer ser amada
Deseja chegar em casa
Atravessar a ponte
Do estresse e da esperança
Não a julguem mal
Ela não é moderna
Eu até a entendo
Ela só quer se deliciar no amor
Xícaras e moinhos
Ela quer depositar a vida dela
Unicamente num outro coração
Ela sorri em todas as tardes de estresse
Pois ela deseja ser amada
Quem ama uma mal humorada?
Mas ela ainda te liga
E você já ultrapassou a velharia dela
Você é modernizado, baby
Que pecado!
Não quer sorrisos forçados
Mesmo que no fundo verdadeiros
Você quer alguém pra te escarniar
Te cuspir e te fazer voltar para o tumulto
O seio do seu amanhecer de todo dia
Pobre moça, deseja tanto ser amada
Que eu até me vi voltando no tempo
Só de imaginar moça mulher
Em sorrisos, vestidos amarelos esverdeados
Em gangorras, no gramado
SÉCULO XXI
Onde são raras as conversas produtivas, o perdão, a originalidade e a quebra do orgulho. A população fala do próximo mas não toma as dores, não conhece as histórias e pensamentos.
O futuro caminha em passos incertos... cada vez mais invejoso, falador, globalizadamente normal e dividido em dois.
Difícil é compreender que a vida não se resume ao um momento, a esse tempo, ao presente século. Mas, existe algo que ainda está por vir e nossas escolhas contarão bastante no que se seguirá; a humanidade estando apercebida ou não!
Pr Erivaldo Lucena
