Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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Século XXV

(leia em: keidylee.blogspot.com)

Deve ser essa a diferença
A tal diferença que a tanto falo:

O que me torna diferente
Da maioria dos humanos
É que eles quando estão apaixonados
Perdem o sentido das coisas,
Eu não!

Não vou dizer que sempre fui assim,
Que nunca fiquei boba,
Eu fico boba sim!
Afinal, essa é a graça do amor:
Deixar-te feliz.

Mas os humanos,
Oh humanos!
Custam a entender
Que por mais forte que seja o sentir
Devem reconhecer os defeitos e fraquezas e,
Não só as virtudes.

Inserida por lee

O exercício do bem pensar constitui uma arte rara em pleno século XXI. Pensar com coerência exige uma alimentação adequada, um descanso reparador, a preservação da boa saúde, a manutenção da sanidade mental e a renúncia ao consumo excessivo de álcool, bem como à utilização de quaisquer tipologias de substâncias entorpecentes.

Humabo, 21 de Julho de 2025

⁠

Inserida por Miguel87

⁠As igrejas do nosso século,
muitas vezes, ferem mais almas
do que Nero feriu corpos na antiga Roma
Porque matam em silêncio,
com julgamentos, orgulho e vaidade,
quando deveriam curar com graça,
verdade e amor.

Inserida por Brunopaz33

⁠As igrejas do nosso século
tornaram-se anárquicas.
O homem, em sua arrogância,
tem subvertido os preceitos imutáveis
da Palavra de Deus.

Inserida por Brunopaz33

⁠Vivemos no século da informação, mas é a emoção que reina, quando a razão deveria liderar.
Falsos profetas e influenciadores se multiplicam — na fé, no dinheiro, nos sonhos fáceis — e espíritos frágeis aplaudem.
Ainda choro, mas não sou ingênuo: meu coração sente, mas é a razão que guia meus passos.
No fim, o corpo revela o que o discurso esconde — e poucos percebem.
Continuamos normais… até quando?

Inserida por rodrigo_araujo_9

⁠⁠Cheguei a meio século de vida e agora? Será que vai mudar algo significativamente? Acredito ser esta a preocupação de muitos, mas eu prefiro acreditar que vai mudar sim! Pra melhor!

A vida, apesar de tantas dores, nos proporciona incontáveis alegrias. São aprendizados diários, vindo de escolhas diárias. Quem garante que fez ou fará escolhas certas? E quem determina o que é certo ou errado? Eu prefiro pensar que qualquer escolha feita, pois faremos quer queiramos ou não, serão degraus em nossa escala evolutiva, como pessoa, como espírito e como parte da Centelha Divina que somos.

Foi preciso viver estes cinquenta anos para contruir o ser que sou hoje, cada momento, cada dor, cada alegria, perdas, conquistas e principalmente o ato de poder gerar seres humanos dentro de mim, somaram na minha alma e me direcionaram para ter um olhar mais direcionado ao que de fato tem valor, as ditas virtudes, tão almejadas por todos, que são: verdade e caridade.

Firmei na verdade que a matéria fica no mundo material e o que levamos ao deixar este mundo é tudo que pudermos doar de nós, de bom, para o bem comum. Assim, creio que estarei levando uma bagagem mínima que seja, sempre com a impressão que poderia e deveria ter feito mais e mais.

Enquanto este dia não chega, sigamos amando ao próximo, fazendo o bem, sorrindo e sendo feliz no que pudermos ser.
13/09/2021

Inserida por Veridianaduarte

Bem vindos ao século, onde ama-se com palavras e não com sentimentos.
Sé bem vindo aos dias que pequenas brigas podem destruir tudo que com sacrifício fora construído.
Já não estais vindo, daqui sóis dos minutos onde o orgulho é a erva de aninha ganhando vida nos corações;
Estão próximas às noites em que as mantas não serão suficientes para matar o frio, algo a mais irá se querer, que proporcione um abraço quentinho, sem falar no dormir abraçadinho, grudadinho, o resto acrescentem vós mesmos

Inserida por Susatel

⁠A degradação dos princípios humanos transcendem o século XXI
Não são apenas acontecimentos atuais que comprovam a tamanha despreocupação com o que o outro sente
O próprio Cristo enquanto encarnado foi traído por 30 moedas de prata, maldito Judas.

Costumamos ouvir hoje em dia que o amor esfriou, que as pessoas não são mais fiéis, mas te pergunto: Quando amaram? Quando foram?
Hitler com sua ideologia, matou milhões de pessoas, isso no século XX.
A falta de compaixão transcende o século XXI

Eu, por ora, opto em esperar o pior das pessoas. Não serei surpreendido enquanto assim pensar.
Não que eu não me decepcione, mas até esperar o mínimo hoje, É MUITO!

A falta de responsabilidade com o próximo transcende o século XXI.

Breno Hir

Inserida por breno_hir

⁠O grande desafio deste século: A construção do pensamento.
“Da Grécia antiga só o pensamento sobreviveu intacto, os demais viraram ruínas”.

Inserida por sergio59

⁠O que no futuro faremos?
Nós do seculo 21 ainda não sabemos!
Será que alguem ai tem a solução
Pros problemas criados por a minha geração?

Inserida por wallacesouzacaldas

A agonia do enigma

O novo diabo do século se mistura, mas não deixa ser visto;
Exerce controle mundial, mas não tem um cargo definido;
Provoca sintomas de angústia profunda, mas o remédio é o veneno e a cura uma incógnita para todos;
Ele turva olhos justos e os lança no calabouço das incertezas;
Silencia bocas corajosas e realça palavras vazias e infelizes;
Faz facínoras lançar pânico ao vento por regalias sociais e políticas;
Seus meios demoníacos uniformizam personalidades e descarta exclusividades;

O novo diabo do século cria e educa seus próprios filhos, e à ti continua não familiar?

Inserida por oFelipeMatos

⁠Sejam bem-vindo ao século XXI.

Onde a fuga de paternidade é normal
Onde os filhos são jogados a Deus dará.
Onde a mulher ou casais pobre tem pouca ou nada de informações sobre planeamento familiar, as poucas que recebem informações sobre encontram dificuldades para ter acesso este mesmos planeamentos.
assim podendo fazer um filho a cada ano para habitar as ruas da cidade.
Infelizmente.
Onde filhos órfãm de pais vivos crescem a cada segundo e a justiça sendo indiferente.
Na minha humilde opinião os Pais que abandonam os seus filhos são ou iguais a bandidos, merecem uma lei mais rígida.
Quem concorda?

Y. Alegria

Inserida por YSYolasilva

Uma mente fechada sempre enxerga a impossibilidade. Não estamos no século errado, mas sim sempre lidando com resmungões, pessoas negativas. Precisa entender que é preciso quebrar o ciclo, há sempre uma saída.
Siga a si próprio, que o restante aplaudirá no momento exacto.

Inserida por Susatel

⁠ERRADO

A emoção de escutar que alguém ainda lia livros no século XXI era enorme.
Os tempos são outros, ninguém mais lê, mas sempre tem a minoria né...
E a felicidade que eram seus poemas que foram lidos e que sua maquiagem esquisitas não era tão esquisitas assim ? Ah não da pra imensurar,
Era a primeira vez que alguém parava pra te escutar
Os labios carnudos comentado algo que nem sabia o que era
Não tinha como escutar, são canções de ninar,
Talvez fosse momentâneo , mas desejava aquela mesma boca a te chupar
Sim...era a coisa que não se podia fazer, mas o desejo não tinha como evitar.

Inserida por Ardiani

⁠Em algum lugar do século passado.



Antes,
Éramos o necessário,
Hoje,
Deixamos de ser o básico.
Os costumes do século em que vivemos,
No cérebro ficaram as marcas dos dias bem vividos e por mim muito bem lembrados.
Em outrora,
Comentava-se, falava-se, amava-se, odiava-se e achava-se.
Achava-se que era jovem;
Achava-se que podia mais;
Achava-se que era culto demais;
Achava-se que não era a minoria.
Achava-se até que sabia mais do que hoje.
Fui usuário de finos tecidos;
Fui voluntário dos versos fransinos,
Mas na verdade,
Em algum lugar do século passado eu era apenas mais um mero menino.
O tempo passou,
As rugas vieram,
As marcas são notáveis.
Guardei no armário da vida
Palavras por mim jamais ditas.
Me sentava debaixo das árvores
E apreciava as lindas paisagens.
As folhas secas caíam lá de cima, Cambaleavam e tocavam em meu rosto renovado.
Me comportava...
E acendia a lareira e deixava a chaleira por horas na chapa forjada.
Era tudo flores
E os espinhos eram poucos.
O quê não faltava era:
-A sua Bênção oh ! minha mãe!
-A sua Bênção oh ! meu Pai!
E assim... foi o tempo primitivo;
Pretérito distante e antigo.
Só sei que um Espírito Divino entrou nesse meu corpo,
E um dia não estará mais aqui.
Costumes?
Os vagalumes foram testemunhas
De uma vida centenária.
O progreso?
Invisível é esse dito esperado por muitos.
No entanto,
Vivos aqui estamos.
E isso já basta para os sábios, que sabem valorizar pelo menos
O básico....


Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

Inserida por JoseRicardo7

⁠Eu não sou como antes. Agora sou o alpinista do século XXI. Pois, tanto
meus sonhos como o Monte Everest, estão cada vez
mais próximos de mim!!!

Inserida por escritorthiagowinner

⁠Da pré-história para o século XXI, é um considerável tempo para uma evolução do homem para com os animais. Já existe um desenvolvimento culto, para compreender que são espécies diferentes, porém, assim como humanos, são VIDAS, têm sentimentos, sendo assim, têm almas, consequentemente, têm o direito à existência e ao nosso dever de respeitá-los.

( Edileine Priscila Hypoliti )
( Página: Edí escritora )

Inserida por ediescritora

Hoje, em pleno século XXI, não sou melhor, não sou mais um, apenas sou um fim para poucos e incógnita para muitos dementes vazios.
⁠Se te prendes na ignorância, morra à distância do meu fim.

Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠Século De Mãos

Cada criança que nasce é um tumúlo,
Que se abre no útero da sepultura,
Da consciência intra-uterina da alma humana.

Nascer é ser parte do fatídico da vida.
Viver é provar que a degradação não é congênita.

Ó caminhos da existência sobre a vereda da morte!
Ah, mãos da minha infância!
Da infância que ainda hoje sou.
Da adolescência que não tive.

Mãos que sustentam outras mãos.
Ah! – Deus! Deus! Deus!
Por que ainda fecunda-nos com mãos infantis?
Mutilações, substituições! – E sempre novas mãos!

E quanto a mim, que sou outra criança?
Então é uma criança a cuidar da outra?
Deus! – Há na terra um pacto de mãos.

As mãos infantis ardem!
O dramaturgo da vida é Deus.
Minhas mãos estão cansadas de tanto rezar! Abro-as!
Renego a tudo – Aos gritos!

– Mãos oriundas da criação do orgulho a dois.
Progenitores de séculos de mãos!
Não, eu não preciso de mãos para me proteger.
Talvez precisasse de Deus...

Mas cadê Deus? Onde está Deus?
As desgraças sempre foram distribuídas entre as mãos humanas.
Eu estou sozinho e o evangelho sumiu.

Inserida por AugustoGalia

⁠Há um quarto de século, Helena e Eduardo compartilharam brevemente o mesmo espaço em uma pequena cidade. No entanto, naquela época, as palavras entre eles eram escassas, e uma relação significativa não floresceu.

O tempo os levou em direções opostas. Helena seguiu em frente, construindo sua vida, casando-se e sendo abençoada com duas filhas encantadoras. Por outro lado, Eduardo enfrentou desafios, mas o breve encontro com Helena permaneceu como uma lembrança significativa em sua jornada.

Duas décadas e meia depois, Helena tomou a decisão de retornar à sua cidade natal. Ao fazê-lo, as memórias do passado ressurgiram, reacendendo sentimentos que estiveram latentes por tanto tempo.

Movido pela curiosidade e pela nostalgia, Eduardo decidiu procurar por Helena. O reencontro aconteceu de maneira inesperada, e as palavras que outrora eram escassas começaram a fluir em uma conversa profunda.

À medida que compartilhavam histórias e experiências, Helena e Eduardo perceberam que o tempo não apagou totalmente a ligação entre eles. Decidiram, então, dar uma nova chance ao destino e ao relacionamento que mal havia começado no passado.

Juntos, Helena e Eduardo embarcaram em uma jornada para redescobrir o significado do amor. A união que antes mal se manifestava agora florescia, e eles encontraram uma nova felicidade ao enfrentar o presente de mãos dadas, prontos para o que o futuro os reserva.

Assim, a história de Helena e Eduardo é um testemunho de como o tempo pode transformar encontros efêmeros em conexões duradouras, revelando que, por vezes, as histórias de amor mais significativas são aquelas que esperam pacientemente para serem contadas.

Inserida por EdvanRodrigues