Poesias Elogiando o Brasil
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Vou deixar exarado o que, num futuro bem próximo, acontecerá no Brasil: Os EUA, podem até rirem, irão querer anexar boa parte do território Brasileiro, a eles, sob o pretexto de "proteção à Segurança Continental da América". Pois será possível que eles temam que, o Brasil, torne-se um grande quintal da China ou da Rússia, seus principais inimigos Políticos. Assim como Putin fez com a Ucrânia e o Presidente Chinês, pretende fazer em Taiwan! Esse, aliás, é um bom pretexto para irem depois, além disso - tomarem os recursos escondidos no subsolo Amazônico. A OTAN e os próprios Americanos, já andam sinalizando isso. Primeiro, quando um secretário da OTAN, na Europa, disse que incentivará, o desmembramento do Brasil. Segundo quando já se percebe um mega movimento da Marinha Americana, em Águas brasileiras. E terceiro com o mais recente (pedido?) (Conselho?) (ORDEM?) dos Americanos dizendo ao Brasil, para que se afastem da China! Toda e qualquer aliança ou aproximação Política com os Países inimigos dos EUA, não será, obviamente, bem visto por este. A pior notícia ainda, é a de que se realmente isso acontecer, infelizmente o Brasil praticamente, terá de se entregar aos interesses Geopolíticos da maior potência financeira do Mundo. E isso, porque o Brasil sempre brincou de fingir que faz Política séria, preocupando-se apenas em desvios de verbas, não investir em engenharia Bélico-Tecnológica e em se compromissar com a corrupção! Contando apenas com a sorte de que não há de acontecer nada sério neste País. O futuro irá nos dizer se estou errado ou o andamento da "Política" ( Politicagem!!!) Brasileira, certo.
Atentem bem...
Às 19h58 in 24.05.2024
O Brasil foi atacado
Com atos de vandalismo
E atitudes perigosas
Que pra mim foi terrorismo.
E o pior que eu vejo gente
Se achando consciente
Dizendo que a estupidez
Agora é patriotismo.
Santo Antônio do Salto da Onça Onça RN
Terra dos Cordelistas
08 janeiro 2023
Nossa Casa do Cordel
Da Cultura ela faz parte
E em todo o Brasil
Ela é um Baluarte
Uma Casa que tem planos
Com os seus dezoito anos
De muita Poesia & Arte.
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
19 Janeiro 2025
A pessoa idosa.
Uma pessoa que mora no Brasil e acaba de completar 60 anos ,já se torna pessoa idosa,com mais direitos do que deveres.
Se ela passar a frequentar uma ambiente de convivência com idosos,terá os mesmos direitos do que o idoso de 70 ou 80 anos.
Seria como a caçula que acabou de nascer, a "bebê" da turma.
Bacana,essa transformação que viver oferece ao corpo,envelhecer é fantástico.
A casa dia que passa fica mais perto a volta a primeira casa de onde viemos,a casa de Deus.
SOU NEGRA AFRODESCENDENTE, SOU MULHER E SOU BRASILEIRA
No Brasil ser negro(a) é apenas consequência biológica, mas valorizar seus antepassados mudando a maneira arcaica de pensar, e ser consciente do seu papel enquanto cidadão (ã), afirmando-se negro(a), valorizando suas origens. Militando contra este preconceito opressor em favor da causa e dizer; sou negro afrodescendente sim, é uma questão de atitude com uma doze altiva de coragem e ousadia. Muitos acabam desistindo destes ideais e se rendem as pressões acabando por abraçar outras causas em favor de um ideal de sobrevivência, mas também por não conhecer sua historia e ter forças suficiente para resistir à violência do desrespeito e da intolerância que há tantos anos, nos dilacera a alma e limita muitos nesta sociedade.
Em algumas plataformas do Brasil é muita aparência e pouca santidade!
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda a imundícia. Mateus 23.27.
Tereré na Fronteira
Na fronteira onde o Brasil e o Paraguai se encontram,
Ponta Porã, princesinha dos ervais, se destaca.
Histórias gravadas nas memórias dos ancestrais,
Nativos guaranis, bravos guerreiros,
Que através da bebida fresca, o Tereré,
Reverenciavam os antigos nativos,
Cujas memórias ainda vivem nestas terras.
Tereré, símbolo de amizade e cura,
Do corpo e da alma,
Bebida com água pura ou com ervas medicinais,
Os yuyos, plantas nativas que trazem fragrância e cura.
Em cada gole, uma conexão com o passado,
Uma reverência aos que vieram antes,
E uma celebração da vida e da cultura,
Na fronteira onde histórias e tradições se entrelaçam.
As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.
Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.
A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.
Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.
A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.
A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.
A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.
Roda de Tereré.
Sob o sol abrasador da fronteira, onde o Brasil e o Paraguai se encontram como irmãos, o tereré é mais que um simples mate frio. Ele é o fio que tece a identidade de um povo miscigenado, de terras que trocam palavras em português e guarani sem que se perceba a mudança. Em Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, cidades separadas apenas por uma rua, o tereré percorre mãos calejadas, histórias antigas e lendas que se misturam à realidade.
A erva-mate, nativa dessas terras, carrega consigo memórias de tempos que já foram. Conta-se que os antigos povos guaranis a consideravam um presente dos deuses, capaz de restaurar forças e aproximar amigos. E assim permaneceu, atravessando séculos e chegando às rodas de conversa onde os brasiguaios se reúnem para contar causos. Entre goles da bebida refrescante, misturada aos yuyos colhidos no mercado vizinho, passam-se os relatos de tempos difíceis, de conquistas, de saudades e de esperanças.
Aqui, a fronteira é apenas um detalhe geográfico. São países diferentes, mas os mesmos costumes, os mesmos rostos, as mesmas risadas ecoando entre as ruas. A vida pulsa com um ritmo próprio, onde cada encontro é celebrado com um tereré compartilhado. Porque na alma dessas terras, não há divisões que resistam a uma roda de conversa regada a erva-mate e memórias que constroem um povo.
O Ouro Verde da Fronteira
Nas margens da Laguna Punta Porã, onde o Brasil e o Paraguai se tocam com as mãos entrelaçadas, a história da erva-mate floresceu como um elo entre povos, terras e destinos.
Antes mesmo de as fronteiras serem traçadas no mapa, a planta nativa já era cultivada pelos guaranis, que a consideravam sagrada. Com a chegada dos colonizadores e das missões jesuíticas, a erva-mate passou a circular além dos limites da mata, tornando-se mercadoria e símbolo de riqueza.
No pós-Guerra do Paraguai, a economia local foi devastada, mas a erva-mate emergiu como um novo ciclo econômico. A Companhia Matte Laranjeira, fundada por Thomaz Larangeira, explorou o potencial da planta, estabelecendo-se em Porto Murtinho e expandindo suas operações.
A produção e exportação de erva-mate impulsionaram o desenvolvimento da região, tornando Ponta Porã um centro produtor e exportador de destaque.
A erva-mate, conhecida como "ouro verde", desempenhou um papel crucial na formação da identidade cultural da região. O tereré, bebida típica feita com a planta, tornou-se símbolo de hospitalidade e convivência entre brasileiros e paraguaios. As rodas de tereré, compartilhadas em praças e ruas, representam a união e a amizade que transcendem fronteiras.
Com o tempo, a produção de erva-mate enfrentou desafios, incluindo crises econômicas e mudanças no mercado. No entanto, a planta continua a ser um elemento central na cultura da região, presente nas tradições, na culinária e no cotidiano das pessoas.
Assim, a erva-mate permanece como um testemunho vivo da história e da cultura da fronteira, conectando passado e presente, Brasil e Paraguai, em um laço verde que resiste ao tempo.
POR QUE TANTA VIOLÊNCIA NO BRASIL?
PORQUE AO LONGO DOS ANOS, FALTARAM MULTIRÕES DE POLÍTICAS PÚBLICAS, POR QUE, APESAR DOS AVANÇOS ALCANÇADOS, FALTOU VOZ PARA PEDIR UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, FALTARAM PERNAS NA HORA DE CORRER ATRÁS DE INVESTIMENTOS NO ESPORTE, FATOU GARRA NA HORA DE LUTAR POR MAIS SEGURANÇA, FALTOU FORÇAS NA HORA DE COMBATER O CRIME, FALTOU SENSIBILIDADE NA HORA DE ENTEDER O SOFRIMENTO DAS FAMÍLIAS QUE PERDERAM SEUS FILHOS PARA O TRÁFICO, PARA AS DROGAS, ONDE MUITOS TERIAM SIDO SALVOS SE HOUVESSE UM AMPLO PROGRAMA DE CONCIENTIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE JOVENS VICIADOS, FALTOU ENTUSIASMO NA HORA DE INVESTIR EM CULTURA, FALTOU ESPIRITO EMPREENDEDOR NA HORA DE GERAR EMPREGO E RENDA, FALTOU HUMANISMO NA HORA DE SOLICITAR PROJETOS DE UMA DIGNA MORADIA PARA A POPULAÇÃO, FALTARAM CABEÇAS PARA PENSAR NO QUE TANTO DESCAÇO IRIA GERAR PARA O FUTURO, FALTOU ARTICULAR, LIDERAR E SOMAR FORÇAS EM UM TRABALHO DE FORMIGAS OU DE BEIJA-FLOR, AINDA TENTAVAM IMPEDIR O INCÊNDIO DA VIOLÊNCIA DA VIOLÊNCIA EM NOSSO PAÍS
ORISMENDE HOLANDA BRANDÃO
GAÚCHOS BONS DE ESTRADA
Me orgulho do Rio Grande
Pedacinho do Brasil
Com tantos homens ilustres
Pra história contribuiu
Entre eles o Quintana
Pra ele, até Deus sorriu.
Também teve o Veríssimo
Um gaúcho de valor
Encantou os brasileiros
Com poemas de amor
Pai do Luis Fernando
Cartunista e escritor.
Não esqueçam o Lupicínio
Magnífico senhor
Escreveu o hino do Grêmio
Merece grande louvor
Um eterno gaúcho
Cantor e compositor.
De lá de Santa Maria
Embora não ser artista
Merece todo o respeito
Por ser um grande jurista
Eros Roberto Grau
Das leis, um grande cientista.
Dentre tantos lugares
São Borja se fez presente
Terra do Getúlio Vargas
Nosso eterno presidente
Um sábio advogado
De sucesso evidente.
Vitor Mateus Teixeira
Foi casado com a Terezinha
Se pedisse boa música
Com certeza, ele vinha
Gaúcho de muita honra
Lembrai-vos do Teixeirinha.
E terminando os versos
Vou falar da capital
Terra do Gildo de Freitas
Na rima o maioral
Trovador e cantor gaúcho
Que amou a terra natal.
Eu só falei de alguns
Homens bons de estrada
Poderia citar mil
Que honraram a gauchada
Exaltaram o Brasil
Na difícil caminhada
E ficaram na história
Orgulho da pátria amada.
FILHOS DO BRASIL
Eles já foram milhões
Os donos do chão brasileiro
Sem lutas, sem mortes, sem medo
De um mundo com explorações.
Hoje restou a história
E a preservação da cultura
Danças, comidas, pinturas
De um povo que anseia a vitória.
No meio do “descobrimento”
Na rota de uma viagem
À vista de muita coragem
Sem ter mais reconhecimento.
A tribo, a canoa, a oca
O arco, a flecha, o cocar
Tacape, brinco, colar
E o gosto da mandioca.
A força de uma tradição
Que vive para os animais
Perdeu o direito de paz
Pois não é “civilização”.
1968 - AI, Brasil...
Gritos mudos,
Mudos, calados,
De tantos gritos,
Roucos, sem eco.
Olhares cegos,
Cegos sem olhos,
Mirando um sol;
Grande sol apagado.
Ouvidos surdos;
Tapados porque
Não conseguem ouvir
Os morcegos gigantes.
Mortos vivos,
Vidas mortas,
Querendo viver;
Apenas viver.
Significado de impeachment no Brasil por Donizetti:
Ato imposto pelo poder legislativo enfatizado no benefício próprio que ludibria os ingênuos a acreditarem que fazem parte da decisão.
Hoje no Brasil, a diversão é uma diversidade alheia tão quanto falar a verdade é crime, e não liberdade de expressão.
Carlos Alberto Blanc
A solidão da honestidade no Brasil onde tudo é questionável — Tão só a urna eletrônica é inquestionável.
Carlos Alberto Blanc
O planejamento do salário mínimo no Brasil é para equilibrar a liberdade do escravo. Um sistema, onde ir e vir, continua sendo o custo mais caro para esse novo e implacável cidadão.
A ilusão que menospreza o homem quando ele acredita em correntes políticas, é logo após eleger os senhores ao invés dos representantes.
Carlos Alberto Blanc
Questionaram toda e qualquer honestidade na politica do Brasil e, por mais paladino que fosse o homem representante da classe cintilante, encontraram com ele todos os outros canalhas fazendo os efeitos pirotécnicos.
Carlos Alberto Blanc
