Poesias de Tristeza Pois Perdi meu Avo
Na praça...
Achar que perdi foi ruim, mas depois veio a solução,
no MacDonald's, a entrega de um simples sorvete veio até mim de terno,
depois daquele sorriso a minha expressão de tristeza mudou, um convite foi feito e automaticamente foi aceito para nos vermos após o expediente,
a sua beleza ficou em segundo plano enquanto ela exalava toda a sua pureza,
um carinho no rosto, um olhar de profundidade exposto, a praça silenciosa, um momento que soubemos aproveitar de todo o seu gozo,
no ultimo abraço daquela noite a certeza de uma união firmada, de de uma explosão acontecendo, enfim, a certeza de uma bela história nascendo.
E o Amor Que Calo em Mim
E eu me entreguei a um amor proibido,
Num labirinto de sentimentos, perdido.
E eu me apaixonei pelos seus defeitos,
Que se tornaram para mim, os mais belos preceitos.
E eu me sinto tão confortável em seu abraço,
Um porto seguro, um eterno espaço.
E eu aprendi a ser eu, sem medo ou disfarce,
Porque em seu olhar, a minha alma renasce.
E eu sempre procuro você na minha dor,
Na voz amiga que acalma e traz calor.
E eu me preocupo, mesmo que não veja,
Um cuidado silencioso, uma prece que te alceja.
E eu só quero a sua felicidade plena,
Que encontre um amor que valha a pena.
E serei covarde, guardando esse segredo,
Amigo por perto, ocultando o enredo.
Meu coração te escolheu para um amor sem par,
Mesmo que a distância seja o único lugar.
Prefiro te ter perto, em amizade singela,
Do que a sua ausência, que me faria vela.
E de esperança vivo, de um dia te ter,
Mesmo que em sonho, um instante de prazer.
Já sonhei com nós dois, num eterno abraço,
Nesse amor que vive em mim, e encontra seu espaço.
Primeiro, segundo e terceiro amor se foram.
Perdi o sentido da vida quando te conheci.
Você foi a mais encantadora e a mais bela arte criada neste universo.
Paradigmas, fitas, cromos e moldes estelares.
Você foi o meu desejo mais puro de amar já sentida.
Eu serei a minha companhia e a solidão minha eterna morada.
Repousarei na morada dos eternos poeticamente românticos e apaixonantes.
Onde não existe mais o desejo de esperança.
Onde não há mais expectativas a serem criadas.
Onde não podemos dar pousada ao amor mais puro e sentido.
Todas as cartas de amor são, inevitavelmente, ridículas.
Fragmentos de um resto imortal de ternura e esplendor.
Ali jaz o meu eterno e doce lar de descanso.
A maioria dos meus membros e sentimentos estarão presentes no féretro, cravejadas no pragma do meu coração.
Não escreva com os meus retalhos,
Não deixe detalhes.
Enquanto existir esperança,
A uma estrela a brilhar.
Iluminar a escuridão do teu âmago.
Eu estou ficando velho e preciso de uma coisa em que confiar.
Será que alguém vai perguntar em poucos anos, o que era o amor?
As perdas são necessárias para se valorizar o extraordinário.
Não vou chorar por nenhum amor perdido.
Porque hoje eu reconheço que o amor é o próprio ganho diário contínuo.
Vivendo e aprendendo a se amar
No dia que perdi vc..
eu morri..
morri para o mundo..
esqueci de viver.. submergi. .
ou digamos, afundei...
o mundo parou.. congelou..
me vi sem chão. . sem coração. .
me vi sem vc..
eu que tinha tudo..
sem nada fiquei. ..
Eu me perdi por muitas vezes de você
E quanto mais longe fui mas sentia que deixava a melhor de mim para trás.
Na insegurança me perdi, nas falas falhei e no pensamento sucumbi.
Nossa mente é perversa, cria cenários fictícios que leva o eu a eutanásia.
Errar ou ser manipulado?
Existe a auto-manipulação? Ou seria autodestruição?
Em tempos de guerra, o intelecto pede folga, o sentimento se bloqueia e a visão embranquece.
Como fugir de si mesmo? Como indagar a si próprio?
Sentir... A chave da libertação está no sentir?
Como o florescer de uma flor, o eu volta ao seu estado intrínseco.
Em desespero noturno
busquei a minha alma
que um dia perdi
sem perceber
numa noite fria
quando ouvia Wagner
as notas valquirianas
embriagavam-me
depois de duas taças de Merlot
soube que esta é a sua cota diária
então, quando a poesia não mais me queria
soube que a musa de apolo me olhava
pelas frestas dos buracos de Einstein
de outra dimensão, surgiu o fio de ariadne
assim a poesia se fez verbo em mim
eu, que outrora mudo não sabia
que no amor platônico de amigo
a mante de fato existia.
MONÓLOGO DA FOME
Eu estou com fome, meu senhor.
Perdi meu emprego, fiquei doente
E hoje moro na rua.
A covid matou metade da minha família.
De onde eu sou?
Não sou da Disneylândia, já morei na Ceilândia, na Estrutural,
No lago Azul, em vários lugares, nesses lugares em que as pessoas não desejam morar.
É hoje eu moro aruá, lugar em que muitos desejariam morar, para ter a liberdade que eu tenho, mas para morar na rua a pessoa precisa passar por onde eu passei, viver o que eu vivi.
Meu senhor, por piedade, diga-me, o senhor vai ou não me dar um prato de comida?
LABIRINTO
Andei sem rota,
batendo na porta
que não se abria.
Meu medo sumiu.
Perdi a razão.
Neguei ao oráculo
meu sangue e perdão.
A musa Ariadne
se esqueceu de mim.
Não veio ao encontro
marcado no fim —
no fim da viagem,
da tola miragem
que venderam pra mim.
Eu sei que estou
perdido no caos,
no vácuo do mundo,
sem paz ou redenção.
Sou homem, sou tolo,
vestido de púrpura,
coroa de espinho,
ferida divina,
forjada do barro
que volta ao chão.
tentando me achar
tentando me achar eu me perdi de mim mesma
muitas & muitas vezes
tentando me achar
me coloquei em lugares incabíveis
desfiz de mim, me fiz pequena
pequena demais para ser eu mesma!
tentando me achar pulei de cabeça em lugares rasos
eu estava completamente perdida
e eu aquilo parecia tão certo
tentando me achar
perdi cada pedacinho meu
olhei para o espelho e não sabia mais quem eu era
uma completa estranha
tentando me achar ..procurei em pessoas e lugares uma coisa que só poderia achar dentro de mim!
sigo me reencontrado
me encontrando dentro de mim
juntando pedacinho por pedacinho dessa minha Ilucidez e maluquice total
Eu voei por anos, passei em lugares, me perdi, fixo, em olhares.
Naveguei oceanos, e alguns pintei, nas paredes da imaginação para tentar lembrar das cores que brilhavam teu universo.Café passado pela manhã ainda tem cheiro de varanda, notas e viagens.
Não me fale de algo relacionado a "Maturidade", perdi a Minha quando dediquei a vida confiando nas pessoas erradas.
Daniel Perato Furucuto
Se as pessoas acham que eu perdi as melhores mulheres na minha vida, nunca imaginaram as loucuras da minha mulher actual e o que ela é capaz de fazer por amor.
Daniel Perato Furucuto
Deixa pra lá, segue a tua vida, não tem mais como voltar, já perdi o interesse, cansei de estar na solidão, apesar de estar na tua companhia, não posso mais continuar nesta relação, fingindo que nada está acontecendo com uma decepção atrás da outra e por mais que não percebas, nós dois estávamos perdendo,
Eu havia esquecido infelizmente do quanto que o meu tempo é valioso, isso me fez desperdiçá-lo ao teu lado, aceitando a tua falta de respeito, da reciprocidade, o teu descaso frequente, tu não estavas presente de verdade do jeito que eras no começo, então, deixa pra lá, agora, é o melhor a ser feito
Digo isso sinceramente sem nenhum peso na consciência, nem lamentos, não que tenha sido fácil, é evidente, mas penso que tudo foi necessário e que agora preciso de fato seguir em frente, a propósito, sugiro que faças o mesmo, para pra pensar, não sejas ainda mais inconveniente, portanto, deixa pra lá.
"Havia um jogo de crianças que costumávamos brincar:
Quem ri primeiro perde,
eu perdi, e ainda não parei "
☆Haredita Angel - 21.06.14
Você,
Meu sonho,
trancafiado no fundo do coração.
A chave?
Perdi!
Mas, o sonho está lá...
E eu posso lhe sonhar pela vida inteira...
Haredita Angel
16.06.12
Eu perdi a conta de quantas vezes
metade de mim foi fortaleza
sò porque a outra metade de mim
foi frágil e precisou do meu ombro para chorar...
Ser forte e corajosa sempre,
mesmo quando fragil...
eis a minha sina !
Acordei de madrugada,
e esperei o " Sol" nascer,
perdi o sono ?
perdi o sonho,?
que nada ...!
era vontade de te ver.
Amanheceu, brilhou o "Sol",
e decidi esperar a noite chegar,
e matar saudades da " Lua".
e vê-la linda. a brilhar.
Um texto romântico despretencioso de Gilberto Braga
Tenho a nítida impressão
de que não sabemos, absolutamente
Para onde estamos indo
E rumamos perdidos
Feito barco à deriva
Um dia depois do outro
E outro, e outro...
A Lua se põe no horizonte
Enquanto o Sol se esquiva,
discretamente.
E a gente aqui vai vivendo
Ou vendo a vida passar
Talvez exista alguma diferença
Pouca gente pensa nisso
Temos um compromisso
Muitas vezes mais importante
Em cumprir o expediente
Os filhos crescem
A gente chega lá
No Espaço Sideral
A escola termina
São tantas grandes conquistas
Que eu chego a perder de vista
Algumas coisas muito mais distantes
Nesta comprida Estrada
Como aqueles longínquos laços
Que muitas vezes selávamos
No momento
Em que simplesmente
Nós todos nos cumprimentávamos
Com um arcaico sorriso no rosto
um prosaico abraço
e mais nada
