Poesias de Pedro Bandeira Mariana
Pedro em Roma
Pedro terá estado em Roma, ao contrário do que se diz que nunca esteve. Na sua primeira carta, ele escreve aos cristãos da dispersão. No fim da carta ele se refere a Roma, como sendo Babilônia "que sauda os cristãos da dispersão, a partir da igreja em Babilônia".
Ele foi presbítero, mas não Papa! Ele terá morrido como Mártir em Roma, no tempo do imperador Nero! Pelo que se diz em outros documentos, foi crucificado de cabeça para baixo! Há vários textos além bíblicos, que se referem que na verdade, Pedro esteve em Roma.
Nós somos vigiado 24 horas no ar pelo SENHOR, pelo diabo e pelos homens pelo Senhor (1 Pedro 3:12) pelo diabo
(1ª Pedro 5 :8) e pelos homens na terra
(2ª Reis 4:8 e 9)
O Legado do Evangelho de Jesus.
João Batista - Decapitado;
Jesus Cristo - Crucificado;
Pedro – Crucificado de cabeça para baixo;
Estevão - Apedrejado;
Paulo – Decapitado;
João – Encarcerado na ilha de Patmos;
Policarpo de Esmirna - Queimado vivo na fogueira;
Inácio de Antioquia - Devorados pelos leões no Coliseu;
Viúva Felicidade e seus 7 filhos – Martirizados;
Jan Huss – Queimado vivo na fogueira;
E todos os outros discípulos fiéis ao Evangelho tiveram o mesmo destino. Eles não foram martirizados por pregarem “Sejam prósperos” ou “vocês são cabeça”, mas por dizerem: "ARREPENDAM-SE"!(Mateus 3.2).
E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo. Mateus 10.22:
Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Apocalipse 2.10.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Um Breve Resumo da Vida e Morte dos Apóstolos de Jesus.
(Simão) Pedro
Conheceu a Jesus em: Lc 5.1-11
Morte: Crucificado de cabeça para baixo em Roma.
André
Conheceu a Jesus em: João 1.29-40
Morte: Preso a uma cruz de onde pregou até morrer em Patras.
Filipe
Conheceu a Jesus em: João 1.43
Morte: Crucificado em Hierápolis
Paulo (Saulo)
Conheceu a Jesus em: Atos 9.1-9
Morte: Decapitado por Nero em Roma
Bartolomeu (Natanael)
Conheceu a Jesus em: João 1.45-51
Morte: Esfolado vivo em Albanópolis
Tiago
Conheceu a Jesus em: Lucas 5.9-10 (possivelmente)
Morte: Decapitado em Jerusalém
Tadeu (Judas)
Conheceu a Jesus em: Sem informações
Morte: Morto em Beirute
Mateus (Levi)
Conheceu a Jesus em: Mateus 9.9
Morte: Ao fio da espada na Etiópia
Matias
Conheceu a Jesus em: Sem informação, mas pode-se ler: Atos 1.21-26.
Morte: Primeiro apedrejado e depois decapitado na Etiópia
Tiago, o menor.
Conheceu a Jesus em: Sem informações
Morte: Foi lançado de um pináculo do templo e depois espancado até a morte.
João.
Conheceu a Jesus em: Lucas 5.9-10 (possivelmente)
Morte: Depois de ter estado preso em Patmos, foi solto e morreu de causas naturais em Éfeso.
Tomé.
Conheceu a Jesus em: Sem informações
Morte: Morto por lanceiros próximo a Madras
Simão, Zelote
Conheceu Jesus em: Sem informações
Morte: Crucificado em Beirute
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
(...) estava Pedro dormindo entre dois soldados (...). Atos 12.6.
E eis que sobreveio o anjo do Senhor (...) tocando a Pedro no lado, o despertou (...). Atos 12.7.
Só um crente genuíno dorme em paz e não se desespera próximo a um julgamento que poderia leva-lo morte!
João Batista: Arrependei-vos...
Jesus Cristo: Arrependei-vos...
Apóstolo Pedro: Arrependei-vos...
Apóstolo Paulo: Arrependei-vos...
Atualmente: “Não julgueis para que não sejais julgados.”
A Peregrinação Cristã na Vida
1º Pedro 2.11: Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois...
Filipenses 3.20: Pois a nossa pátria está nos céus...
A palavra "peregrino" tem como significado alguém que está em peregrinação ou em viagem para um lugar. Já a palavra "estrangeiro" se refere a algo ou alguém que é de outro país. Um indivíduo que não pertence à nação a qual está no momento.
Estamos no mundo, mas não pertencemos a ele (João 15.18-19). Isto significa que este mundo não é a nossa casa.
Jesus disse que essa peregrinação não seria fácil, e para um filho/a de Deus nunca será. (João 15.20).
Ao cristão, esse mundo oferece espinhos, dores, aflições e perseguições gratuitas que devemos por meio da fé superar.
Somos como uma espécie de corpos estranhos que o mundo deseja expelir de si, estranhos demais para os padrões do mundo.
O mundo nos odeia, tal como avisou o mestre (João 15.18-21). E o que esperar de um ente que intrinsecamente nos odeia? Obviamente, somente desprezo, repulsa, apatia, boicotes e perseguição.
O mundo nunca nos amará, porque não amou AQUELE que é amor. O mundo nunca desejará que vivamos, porque nunca desejou AQUELE que é a vida. O mundo nunca aceitará nossas verdades, porque rejeitou AQUELE que é a verdade. E certamente, nossos caminhos não lhe interessam, porque desde o princípio não se interessou por AQUELE que é o caminho (João 14.6).
A promessa de Jesus é: E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século... Mateus 28.20
Pense Nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Cruz é Centro de Tudo!
1ª Pedro 1.18-20; 1ª Coríntios 1.17-18; Filipenses 3.18; Colossenses 1.20; Colossenses 2.14-15.
O significado da Cruz:
A cruz não é uma filosofia;
A cruz não é uma teologia;
A Cruz não é uma regra;
A cruz não é um credo;
A Cruz é o amor de Deus sendo revelado;
A Cruz é o mistério oculto de Deus que nos foi revelado na vinda do Filho de Deus;
A fé sem a Cruz é religiosidade;
A teologia sem cruz é especulação;
A pregação sem cruz é tagarelice;
O ensino sem cruz é heresia;
O discipulado sem cruz gera crianças na fé;
A igreja sem cruz é clube;
A vida sem cruz é morte;
Um líder sem cruz é um falso profeta;
Um Evangelho sem cruz é um outro evangelho;
É a Cruz que dá sentido a tudo!
Precisamos entender definitivamente que sem cruz ninguém pode seguir ou ser discípulo de Jesus (Lucas 9.23).
Pense nisso e ótima semana a todos!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.
Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.
A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.
Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.
A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.
A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.
A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.
Crônica da Linha de Fronteira Seca: Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
A linha de fronteira seca entre Ponta Porã, Brasil, e Pedro Juan Caballero, Paraguai, é uma região única, repleta de histórias antigas e memórias culturais. Este território, que hoje une dois países, já foi palco de inúmeras rotas e caminhos antigos, cruzados por povos indígenas, portugueses, espanhóis e missões jesuítas.
A Formação Histórica.
Desde tempos imemoriais, a vasta mata e as grandes áreas de erva-mate nativa atraíram colonizadores, migrantes e emigrantes de diversos lugares. Os tropeiros e comerciantes viajantes que por aqui passaram deixaram suas marcas, e muitos decidiram fixar-se, dando origem a estâncias e fazendas que, cada uma, conta sua própria trajetória e história.
Lendas e Memórias.
As lendas locais falam de quadrilheiros e bandoleiros que cruzaram a região, mas também das patrulhas volantes, formadas por valentes da região, que expulsaram os bandidos. Essas histórias são contadas através de crônicas locais, lendas e causos de outros tempos, memórias de um passado que deixou gravado na história contos para serem contados.
A Riqueza Cultural.
A riqueza cultural e histórica da linha de fronteira seca é inegável. Cada canto dessa região guarda memórias de um tempo em que a fauna e a flora exuberantes eram observadas com admiração pelos primeiros exploradores. As missões jesuítas, com seu legado de fé e conhecimento, também deixaram marcas profundas na cultura local.
Conclusão.
Hoje, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero são cidades irmãs, unidas por uma fronteira que, mais do que dividir, une histórias e culturas. A linha de fronteira seca é um testemunho vivo de um passado rico e diversificado, que continua a inspirar crônicas e contos, mantendo viva a memória de uma região única e cheia de histórias para contar.
Poema Fronteira sem portão sem porteira.
Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
Na linha divisória, um muro imaginário,
Sem porteira ou portão,
Um passo em Ponta Porã,
Um pulo em Pedro Juan Caballero,
Duas nações, um só coração.
Cidades gêmeas, fronteira seca,
Onde culturas se entrelaçam,
Chipa, tereré, mate e chimarrão,
Sopa paraguaia, parrillada e polca,
Churrasco e a tradição do barbacuá.
Histórias antigas, memórias vivas,
Tropeiros e viajantes,
Estâncias e fazendas,
Erva-mate nativa,
Que ajudou a construir,
Essas cidades irmãs.
Valentes patrulhas,
Expulsaram os bandidos,
Lendas e causos,
Contos de um passado,
Que ecoa na história,
De um povo misturado.
Ponta Porã e Pedro Juan,
Unidas pela tradição,
Onde o Brasil encontra o Paraguai,
E a vida segue em comunhão,
Duas cidades, uma só canção.
Saudade da Infância na fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.
Na simplicidade dos dias passados,
A família reunida, sorrisos partilhados.
Festas e encontros, boa conversa,
Histórias, causos, lendas que a alma dispersa.
Piadas e anedotas, risos sem fim,
Cada um contando sua história, assim.
Do tempo de criança, da juventude vivida,
Saudade de quem partiu, memória querida.
Avós, pais, primos e tios,
Tempo bom de alegria, momentos gentis.
Na memória, gravadas histórias,
De um tempo que passou, mas deixou suas glórias.
Ao divino assassino
[...] Talvez na pressa,
no pânico de Pedro, eu negue um dia
e trate de escapar, mas hoje não;
hoje sofro com fé e, sem poesia,
metrifico uma dor sem solução,
mas não vim negar nada! Faz efeito
essa dor: faz sangrar, mas faz questão
de defender-me como um parapeito
contra a queda e a revolta. Um Botticelli
despedaçou-se todo, mas que jeito,
se por Lear enforcam uma Cordélia
e encarceram a Ariel por Calibã...?
Alvorece, a manhã beata velha
enfia agulhas no Teu céu de lã,
antenas às Tuas cenas de TV,
e eu penso: ela morreu... Hoje, amanhã,
enquanto Te aprouver e até que dê
a palma do prego e o último verso à traça,
vai dor – mas Amém! Não há porque
amar a morte, mas que venha a Taça,
aceito suar sangue até o final,
como não... Tudo dói, menos a graça,
mata, Senhor, que a morte não faz mal!
Paray-le-Munial, 1979
1876
Em 1876
Um registro
Na História
Se fez
Assim
Aconteceu
Dom Pedro
Assumiu
Finalmente
O sonho
Do inconfidente
Em Minas
Uma Escola
Apareceu
A corte
Passou
Um telex
Pra França
Chamando
Gorceix
Verdade
Está
Na História
Assim
Se deu
Cem anos
Sonhando
Ensinar
Que
A vida
É lutar
É
A vitória
Sofrida
Assim
Aconteceu
Verdade
Do amor
É
O eterno
Pra dar
Meu filho Pedro.
Filho melhor que brinquei, que eu posso brincar, que amo sem dúvidas, que protejo sem pensar.
Mas como não cuidar se a mim foi confiado, pelo paí dos pais; que confiou em mim para educar, cuidar e proteger com toda garra do mundo. Filho meu e de meu pai.
Te amo
“Ao negar Jesus por três vezes no ápice da angústia, Pedro provou ser humano, falível e passível de erros. Mesmo assim, Jesus, em sua infinita misericórdia, confiou-lhe a missão de continuar a sua obra.
E você? Confiaria novamente em alguém que o traiu?”
(ver Mateus 26:34 e Mateus 16:18-19)
"Paulo, elogia a voz a fala autêntica das escrituras,
Pedro, ressalta o olhar amplo do escritor,
A iluminação para alguns, às vezes vem!
E quando vem?
Quando vivemos, uma vida de serviço e amor.
POEMINHA PARA O PEDRO
Pedro toda vez que vem aqui
Pede, pra belinha visitar
Insiste que eu vá com ele
No curral do seu Matias
Pra ver se a bela estar.
Às vezes, até resisto.
Noutras permito vá
Ele caminha e corre.
E ao ver sua vaquinha
Alegria em seu olhar.
Ontem não pude ver
Sorriso em seu rostinho
A bichinha não estava
Nem saiu para pastar
- Vovô, ela foi pra floresta!
- Vamos ver se estar lá?
- Não, Pedro, ela se tornou adulta.
E dos filhos foi cuidar!
- Vovô, eu não quero mais crescer.
Ora, por que?
Pra não ter que lhe deixar
Agora sem a belinha
Tenho Britney, John e Nutela
E deles eu vou cuidar.
"A Palavra tem tanto poder que Jesus sabia do amor de Pedro por Ele, mais só deixou Pedro apascentar a igreija depois de confessar seu amor por Cristo, na mesma proporção que antes havia negado."
—By Coelhinha
