Poesias de Gregorio de Matos Guerra
Assim, uma anomalia humana vem sido alimentada por nós mesmos, que enxergamos sem ver, que escutamos sem ouvir, que repetimos sem refletir, lutando sem saber em que guerra entramos.
Não há como negar que as técnicas da oratória podem mesmo servir tanto para o bem como para o mal. Foi a palavra que promoveu a paz, fazendo com que povos que viviam digladiando passassem a conviver em harmonia. Foi a palavra também que levou povos a iniciarem guerras que dizimaram populações inteiras.
Lutar contra o invisível e o inexistente; buscarmos forças em nosso interior nunca serão suifientes para ganharmos uma batalha, quiçá a guerra.
Não há luz sem que exista trevas, não há felicidade sem que exista dor, não há amor sem que exista ódio, não há paz sem que existam guerras, não há vida sem que exista morte, não há paraíso sem que exista inferno e não há um EU sem que exista você.
De um lado, um Estado omisso, acovardado, cúmplice e fiador de tudo. De outro, as facções que ditam as regras, promovem barbáries, mantêm o controle de tudo (dentro e fora das "prisões") e ainda exigem proteção e privilégios... Esse é o Brasil e sua estrutura (sem vergonha) de poder.
Ó Senhor, pela força que tu me deste, sairei à guerrear, perseverando, até que alcance, eu, a vitória.
Todos os sábios tem muitos medos. Por isso são sábios. Tão sábios a ponto de combater e derrotar todos eles.
Se eu juntasse toda raiva que eu encontrasse no mundo me destruiria primeiro antes de encostar em alguém.
Veja o caso das infindáveis interpretações dadas a Deus. Em seu nome, pessoas foram salvas e pessoas foram mortas; fez-se a guerra e promoveu-se a paz; fez-se a miséria de muitos e a riqueza de uns poucos. E tudo isso, nunca é demais repetir, em nome de Deus, a entidade suprema, infinita no tempo e no espaço e que, singelamente, poderíamos identificar como a Existência em si mesma. Este mesmo Deus, cuja essência, ao longo dos séculos, vem sendo repetida e indevidamente apropriada por profetas, visionários, bem-intencionados, mal-intencionados, empresários da fé, malucos e vigaristas em geral. E pelos meios de comunicação, no final das contas.”
Somos apenas um pequeno planeta na imensidão do universo, para que fazer guerras para descobrir quem controla um pequeno pedaço de terra?
A maioria dos amigos, caíram em batalha e estão nos Campos Santos. Eu ainda,estou aqui, lutando nessa guerra contra a matéria, contra esse mundo. Temos História para contarmos uns aos outros um dia!
A verdadeira leveza tem a força de uma tormenta. Para conquistar um estado de paz, é preciso percorrer um caminho de guerra.
Odeias aquilo que eu sou, a dócil leveza da queda, volto ao vazio do teu corpo regresso à beleza da guerra!
Sou como um soldado, vou atrás do meu objetivo até conseguir minha vitória, só desisto quando chegar a minha hora.
sou ódio inveja sou morte sou fome sou ganância sou arrogância da tua ideologia sou quente sou fria sou tua agonia blasfêmia da terra eu sou a guerra.
Quantas catástrofes homíneas e naturais ainda virão para que o homem acorde e sinta que há neste planeta lugar para todos e que o dinheiro gasto com guerras, se utilizado em nome do bem, pode erradicar a fome e a miséria. Acordemos! Ainda há tempo
...as guerras sempre começam por motivos idiotas. E continuam pelos mesmos motivos, ou por outros ainda mais absurdos
Prefiro uma sociedade que acredita em utopia, do que uma sociedade que acredita no poder das guerras.
Se você for persistente irá ver que quanto maior a batalha, mais gratificante é a vitória. Ainda que só se possa ver isso depois de tanta guerra, só depois de tanta guerra!
