Poesias de Dor

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Dor clandestina.
No desatinos de outras horas eras atravessaram.
Bem querer momentos bons no infinito.
Espalho a semântica no desconhecido...
Atroz requisição da inquisição.
Aplausos de telespectadores na espera de desfeixo emblemático.
O pedido de mais profundo atos insanos.

Euforia e realizações notáveis.
A mente subjugada pelo prazer.
A dor termina a alegria da existência se inicia.
No abraço da morte se comemora a vida...
Resiliência é um ponto de existência
No fracasso de ideias somos copilidos a ser poeira guarda num jarro de ouro.
Simples a refletir num estado de clareza num momento de prazer...
A mesma droga que intorpese o torna lucido dentro a perspectiva atual.

"Reflexão Psicanalítica"


"A cura começa quando deixamos de ser refém da dor e rompemos com as algemas
da culpa."


@Suédnaa_Santos.

"Frase Psicanalítica"


“Toda dor ignorada é uma brecha para a amargura.
A cura começa quando deixamos de ignorar o que sentimos.”


@Suédna Santos.

Reflexão Psicanalítica

“Chore hoje, sofra hoje. Tudo bem sentir dor. Só não esqueça; que recomeçar também faz parte da cura.”
@Suédnaa-Santos

Reflexão Psicanalítica
“Nem toda dor faz barulho. Tem gente sorrindo enquanto está gemendo.”
@Suédnaa-Santos

Existem diferentes tipos de dor; algumas abrem abismos profundos na alma, fazendo sumir o chão da certeza e da confiança. Contudo, no interior desse vazio surgem esperanças nutridas pela paz e pela fé.
Isso é a vida!

Mãe é o verbo que se faz proteção,
A voz que acalma o pranto e a dor,
É ter o universo num só coração
E dar o sentido real ao amor.
​Pois em cada Maria, em cada mulher,
Habita a coragem de ser o que for,
Seja no riso ou no que o destino trouxer,
És a eterna guardiã do maior esplendor

*Dor de amor passa!*

Porque coração é músculo.
Machuca, cicatriza e fica mais forte.
Colo de mãe cura porque tem diploma que
nenhuma faculdade dá.
É curso intensivo de colo terapia.
É especialização em abraço que conserta.
Doutorado em eu estou aqui!

_Van Escher_

Atravessei tanta dor
que minha voz calou pra Deus.

Foi aí que eu descobri:
Ele falava comigo o tempo todo
em cada linha que eu escrevia.

Me calei pra ouvir
o que Ele já tinha dito.

Van Escher

NO SILÊNCIO DA DOR, NASCI DE NOVO

No silêncio da dor,
Meu corpo gritava.
Minha boca se calou.
Meu olhar cansado,
Minha alma cansada.

Mas é no silêncio de um útero que nós somos gerados,
E é no grito da dor que nasce uma vida.

Quando até a alma dói:
Um gemido que não sai.
Um grito que silencia.
Uma lágrima que não cai.

No silêncio da minha dor,
Eu me encontrei com Deus.
Ele me diz olhando pra mim:
"Eu vou refazer a tua alma, sua erupção.
Fica aqui comigo agora, eu te guiarei,
Pegado em tua mão."


Van Escher
Leoa 3:55

“O eu não nasce pronto ele se constrói no corpo, na dor, na relação e na linguagem.”
O Ser Humano como Sistema Integrado
Nina Lee Magalhães de Sá

“A dor não é apenas um sinal do corpo é uma experiência que atravessa toda a existência.”
O Ser Humano como Sistema Integrado
Nina Lee Magalhães de Sá

“A mente nem sempre mente por maldade; muitas vezes, mente para proteger uma dor que ainda não encontrou palavra.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“Aquilo que pensamos ser realidade, muitas vezes, é apenas a interpretação que nossa dor conseguiu construir.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“O sofrimento se repete quando o observador interno permanece condicionado à mesma dor.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O brincar é uma das primeiras formas que a criança encontra para transformar dor em linguagem.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A escola que apenas pune o sintoma pode aprofundar a dor que deveria ajudar a compreender.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A medicalização sem escuta pode silenciar o comportamento sem tocar a dor que o produziu.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O sintoma infantil pode ser uma tentativa extrema de organização diante de uma dor sem palavra.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.