Poesias de Dor

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“Aquilo que pensamos ser realidade, muitas vezes, é apenas a interpretação que nossa dor conseguiu construir.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá

“O sofrimento se repete quando o observador interno permanece condicionado à mesma dor.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O brincar é uma das primeiras formas que a criança encontra para transformar dor em linguagem.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A escola que apenas pune o sintoma pode aprofundar a dor que deveria ajudar a compreender.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A medicalização sem escuta pode silenciar o comportamento sem tocar a dor que o produziu.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O sintoma infantil pode ser uma tentativa extrema de organização diante de uma dor sem palavra.”
Do livro Psicose Infantil: Transtornos e Espectros no Divã, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A dor invisível da mãe atípica não é menor porque ninguém vê; muitas vezes, é maior porque quase ninguém testemunha.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica merece um abraço que não minimize sua dor, não romantize sua luta e não exija perfeição de sua humanidade.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nem toda dor pode ser evitada, mas muita destruição interior nasce da forma como interpretamos a dor.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A sabedoria começa quando aprendemos a separar o fato da interpretação que nossa dor construiu sobre ele.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A língua, o pulso, o sono, a digestão e a dor são páginas de um livro que o corpo escreve todos os dias.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A emoção que não circula pode tornar-se tensão, estagnação, dor e linguagem silenciosa do corpo.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A alma livre não é aquela que nunca sofreu, mas aquela que deixou de transformar a dor em morada.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A alma pacificada não é uma alma sem dor; é uma alma que já não entrega sua dor ao governo do ego.”
Do livro O Espelho da Alma Livre — Amor, Consciência e Dissolução do Ego no Silêncio Divino, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“O Borderline não é excesso de drama; é uma dor emocional que ainda não encontrou um lugar seguro para se organizar.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Entre a biologia e o mistério existe um fio: nele caminham os neurônios, a memória, a dor e a consciência humana.”
Do livro Neurônios — O Fio da Consciência: Neurônios, Ciência e o Limite do Humano, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há palavras que não curam pela magia, mas pelo sentido que oferecem à dor quando o corpo já não consegue explicar sozinho.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando a dor encontra nome, ela deixa de ser apenas caos e começa a se tornar experiência compreendida.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Defender Direitos Humanos é impedir que a dor de uns seja tratada como assunto distante para outros.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A barbárie começa quando alguém decide que a dor do outro não merece o mesmo nome que a sua.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.