Poesias de Dor
Desconfie do destino, mas nunca do amor...
Por que embora se tenha frustração em dor
Ainda sim se tem a curo no amor;
Por que te amo?
Ninguém define a força do amor
Seja ele na felicidade ou até mesmo na dor
Não se troca, não se vende
O amor é infinito e com ele se aprende
Por que te amo?
O amor é um sentimento com ele existe a troca de momentos
Momentos afetivos que com certeza não se paga
Porque o amor de verdade é dado de graça
Por que te amo?
Ao vento é semeado, se não há coragem... No coração é guardado
Só sei que nada sei... Mas o meu coração à você eu me entreguei;
Quem aprende com a dor deixa de ser vítima e passa a ser autor da própria história. 🎭
-Jouberth Toffoli
Dor de Dente
Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia a mentira dá dor de dente
Eu sou daqueles menino que pouco fala e não mente
Minha vó sempre dizia mentira dá dor de dente
A minha vó me ensinou e hoje eu sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes
Minha vó me ensinou e hoje sou clarividente
Aprendi ver com clareza a bondade e seus acidentes
FULGOR DA DOR QUE ANIQUILA.
Não havia pensamento.
Não havia linguagem.
Apenas a dor.
Bruta.
Imediata.
Sem forma e sem medida.
O ar pesava.
O peito ardia como se algo estivesse sendo rasgado por dentro, sem cessar.
Os olhos não viam.
E, ainda assim, tudo estava diante deles.
O corpo permanecia ali.
Mas o que sustentava o gesto de existir havia sido arrancado.
O chão não sustentava.
O tempo não seguia.
Tudo se comprimia em um único instante interminável.
A imagem dela.
Imóvel.
Silenciosa.
E o sorriso.
Ausente.
A ausência gritava mais do que qualquer som.
As mãos tremiam sem controle.
Os joelhos cederam.
Não havia decisão.
Apenas queda.
O papel.
As palavras.
Cada linha atravessava como ferro em brasa.
Sem interpretação.
Sem defesa.
Apenas impacto.
O coração batia desordenado.
Forte demais.
Rápido demais.
Como se quisesse romper o próprio corpo.
O ar faltava.
Ou talvez não fosse mais necessário.
Um ruído interno.
Constante.
Insuportável.
Como um eco que não se cala.
Nada fazia sentido.
E, ao mesmo tempo, tudo doía com uma precisão cruel.
O rosto dela.
A quietude.
O fim.
A mente tentava alcançar.
Mas algo recusava.
Não era possível aceitar.
Não era possível negar.
Apenas sentir.
Sentir até o limite.
E além dele.
A dor não diminuía.
Não se transformava.
Ela expandia.
Tomava espaço.
Invadia cada parte.
Sem nome.
Sem pausa.
A memória surgia sem ordem.
Fragmentos.
Sorrisos.
Olhares.
E cada fragmento feria novamente.
Não havia abrigo.
Nem dentro.
Nem fora.
O silêncio esmagava.
O espaço sufocava.
E ali, entre o que ainda respirava e o que já não era, restava apenas isso.
Dor.
Inteira.
Total.
Sem consolo.
Sem explicação.
Apenas a presença brutal de algo que não podia ser evitado.
E que não cessava.
A VIGÍLIA INTERIOR DIANTE DO MAR.
Do Livro: Dor, Alegria Dos Homens.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Ano: 2005.
"Vejo-me sentado à beira do mar,
com os olhos a perscrutar as ondas,
e as ondas a me segredarem um canto antigo,
minha alma em auréola silente,
balouçando entre a areia e o sopro do crepúsculo.
Meus papéis e tintas jazem aos pés da escuridão,
mas ó amada, contempla e sente,
pois das águas ascende o arpão invisível
que fere e consagra, que dilacera e recria.
Uma vastidão de estro arrebata-me
e entrega-me de volta o coração como oferenda.
Então o maestro das dores profundas
toma-me pela voz e pela carne
com o rigor de uma perfeição austera.
Ergo-me desse antro de sombras
e entrego-me à poesia mais pura,
aquela que nasce sem letras,
somente de espírito em brasa.
Das trevas ergue-se tua mão,
e eu te ofereço a flor mais rara do dia,
cultivada no inverno férreo da alma,
no labor severo de meu próprio suplício.
Resta-me, contudo, a onda derradeira
que me instrui sobre o amar,
entre papéis dispersos e o sopro da aspiração.
E de tudo o que me desfolha
ainda me floresces, amada.
As ondas retornam e batem nas pedras,
gravando nelas o testemunho do que fomos,
as marcas decantadas de duas almas consagradas,
errantes, mas unidas na devoção que não se extingue."
Ser homem
Vivemos numa geração que reclama por tudo.
Reclama da dor, reclama das dificuldades, reclama da vida.
Mas deixa eu te dizer algo…
Se você é homem de verdade, você vai sentir dor.
E muita.
Vai doer quando as coisas não acontecerem como planejou.
Vai doer quando as pessoas te decepcionarem.
Vai doer quando o dinheiro faltar.
Vai doer quando ninguém acreditar em você.
E sabe o que isso significa?
Que você está vivo.
A dor não é sinal de fraqueza.
A dor é sinal de crescimento.
O homem fraco usa a dor como desculpa.
O homem forte usa a dor como combustível.
Enquanto um reclama,
o outro trabalha.
Enquanto um se vitimiza,
o outro evolui.
A vida não foi feita para ser confortável.
Foi feita para forjar caráter.
Então pare de reclamar.
Aguente firme.
Respire fundo.
Levante-se mais uma vez.
Porque homem de verdade não é aquele que não sente dor…
É aquele que sente — e continua mesmo assim.
É natural e saudável ficarmos tristes e sentir dor pela perda de alguém querido. Mas, quando não apanhamos os pedaços e continuamos em frente, é como se uma parte da nossa alma, estivesse incompleta, sentimos um vazio, que nada nem ninguém pode ocupar.
Não perca tempo procurando fora de si o que lhe falta dentro. Enquanto não estiver inteiro, só irá encontrar desilusões e mais frustrações.
Não se surpreenda se outra mulher nascer de mim.
A dor mudou meu caminho,
o tempo fortaleceu minha alma,
e as lágrimas regaram a coragem que eu nem sabia que existia.
A mulher que um dia aceitou o pouco
aprendeu o valor de si mesma.
Hoje ela caminha de cabeça erguida,
sem medo de recomeçar.
Não é vingança, é amadurecimento.
Não é frieza, é paz.
Não é orgulho, é amor-próprio.
Helaine machado
Ó mestre, eu permito que tu me persigas.
“Jesus, ó meu Mestre, meu Guia, minha dor amada… eu permito que Tu me persigas, se for na direção da Tua luz.”
Há corações que já não pedem consolo, pedem apenas sentido. E nesse instante sagrado, quando o Espírito se ajoelha diante do invisível, nasce a verdadeira prece aquela que não suplica por alívio, mas por permanência na Vontade Divina.
Há dores que não ferem, purificam. Há lágrimas que não denunciam fraqueza, mas lavam o que ainda é humano demais dentro de nós. Quando a alma pronuncia esse “eu permito”, ela não se entrega à fatalidade, mas à consciência daquilo que a move: o Amor que corrige, que chama, que transforma.
Não é a perseguição do castigo, é a perseguição da graça. O Mestre não vem para punir, vem para fazer de cada ferida um altar, de cada queda uma oportunidade de renascer. A perseguição de Jesus é o toque suave da Verdade que não desiste de nós, mesmo quando fugimos do espelho da própria consciência.
Quem assim se entrega já não busca milagres, busca entendimento. Já não deseja o conforto do corpo, mas o repouso da alma em Sua presença. É o instante em que o “eu” se dissolve e resta apenas o silêncio luminoso de quem ama sem pedir, de quem serve sem pesar, de quem sofre sem revolta.
E nessa entrega sem nome, sem forma e sem recompensa, a alma descobre que a dor, quando amada, deixa de ser dor. Torna-se caminho. Torna-se luz.
"Não foi no rosto que senti o teu beijo, Senhor,
Mas no âmago da alma, onde a dor se faz luz.
Teu hálito de paz dissipou meu desejo,
E a sombra do mundo rendeu-se à tua cruz."
Nossa dor atrozes...
Pois declínio é a ignorância
Virtudes que nadam num mar vazio.
Dias passados foram feitos pelo astros.
Dor daqueles dias passados no paradoxo do tempo e espaço translúcido no estantes que compreender é parte do infinito.
Nos atos do espaço e tempo temos dois pontos no espaço continuo aguardando luz chegar,
O início se torna o final apenas pelo astros que deixamos para trás.
A luz no exterior do micro cosmo.
Ver no absoluto caos possibilidades e oportunidades é extremamente exclusivo para poucos.
Na dor vemos a vitória e resiliência perpétua.
Quando compreendemos o que vivemos e maravilhoso e único pois é ignorância te leva a derrota maior que possa existir.
Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.
Dor clandestina.
No desatinos de outras horas eras atravessaram.
Bem querer momentos bons no infinito.
Espalho a semântica no desconhecido...
Atroz requisição da inquisição.
Aplausos de telespectadores na espera de desfeixo emblemático.
O pedido de mais profundo atos insanos.
Euforia e realizações notáveis.
A mente subjugada pelo prazer.
A dor termina a alegria da existência se inicia.
No abraço da morte se comemora a vida...
Resiliência é um ponto de existência
No fracasso de ideias somos copilidos a ser poeira guarda num jarro de ouro.
Simples a refletir num estado de clareza num momento de prazer...
A mesma droga que intorpese o torna lucido dentro a perspectiva atual.
Às vezes preciso da dor para sentir que tenho sentimentos. Eles estão ausentes e distantes. A dor nos conecta com nossos próprios sentimentos.
28/09/2025
Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.
Há despedidas que não encontram palavras suficientes.
O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.
Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.
Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.
Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.
A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.
Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:
Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!
E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:
Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.
Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.
Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.
E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.
Vá em Paz, amor da minha vida!
Dajolag ✨
A voz do invisível.
Transformo dor em beleza,
memórias em versos
e emoções em eternidade.
Não sigo caminhos — crio-os.
Não imito — sinto.
✍🏾 Josemar Maurício
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