Poesia sobre Valores
Se perfeição é o mais alto nível numa escala de valores, por que insistimos em não dar à DEUS o que é de DEUS?
Quando entramos em estado de meditação, somos capazes de neutralizar os valores da mente de “muito bom” ou “muito ruim”. Só uma prática bem feita nos possibilita alcançar esse lugar de neutralidade. A harmonia precisa ser cultivada de dentro, portanto, ao invés de buscar controlar o externo, olhe para o interno.
A vida não é muito complexa, é a mente que cria essa complexidade através dos valores que dá para as coisas do externo. A vida por si só, na verdade, é muito simples.
Quem consegue renunciar a seu apego pelos valores materiais, pode atingir um alto grau de maturidade e consciência, passando a ver a vida de um modo menos rígido, abrindo-se para os outros e transmitindo a sabedoria que conquistou no seu íntimo.
Negar a si mesmo envolve ser guiado não pelos padrões normais da sociedade, mas pelos valores das Escrituras Sagradas. Negar a si mesmo envolve tomar a nossa cruz e derrubar o nosso orgulho todos os dias. É destruir o jeito soberbo do nosso coração de querer reinar e dominar tudo ao redor. (Livro: Minuto de graça. Volume 5)
Só quem já teve seus valores mais sagrados achincalhados pela ignorância alheia consegue entender quão devastadora pode ser a sensação de haver misturado suas jóias mais caras à lavagem que acabara de deitar à pocilga.
Não é raro se acreditar que, para defender valores inegociáveis, seja necessário expressá-lo de forma tão incisiva que dispense preocupação com rispidez ou grosseria. Bem ao contrário: quanto mais elegantes e educados se mostrarem os argumentos, mais respeitados serão, pois que não se atingirá pessoas em seus brios para que usem a emoção em lugar da razão, tornando-as mais aptas a refletir.
É assustadora a crise de valores dos dias atuais, amplamente disseminada entre os mais jovens e cristalizada nos mais velhos de formação desvirtuada. As pessoas confundem conceitos que antes tinham fronteiras bem claras, como amor e desejo, liberdade e libertinagem, e colocam coisas superficiais e essenciais, temporárias e permanentes no mesmo saco. Nunca os estados de ser e de estar estiveram tão misturados nas cabeças e nos sentimentos de tão significativa parcela da população, o que leva os mais conscientes a reavaliar, com cada vez mais freqüência, os próprios referenciais de vida para saber se não estamos perdendo os parâmetros de posicionamento perante tais conceitos.
Usar de preconceito para atacar o esquema de crenças e valores de alguém é sempre lastimável. Sustentar, então, que o faz em nome de Deus já se apresenta com degradante, e depõe contra o caráter ou, no mínimo, atesta o desajuste moral de quem assim se posiciona.
Dentro de um elenco universal de crenças não professo nenhuma fé maior que a dos meus valores, que não me manipulam com culpas, ensinam-me que eu e meu próximo temos livre arbítrio para nossas escolhas e as ações a partir delas só precisam da consciência como guia.
A valores que edificam próspera avança dobra de valores em bondade, também a quem não assume um alto valor por ser ruim de natureza.
Aprendi que valores não determina o caráter moral, mas atitude respeito com o semelhante diz quem você é.
A confiança é um prato cheio de encantos valores e promessas pronto para quebrar, cuidado com a decisão a confiança não oferece uma segunda oportunidade.
O que parece é que as pessoas trocaram mudaram por inversão de valores pensado em ganhar algum benefício, pelo que vejo estão colhendo uma safra de decadência atrasado a evolução moral.
O verdadeiro Cristão se posiciona diante dos valores espirituais, não se acovarda e defende a vida em sua plenitude!
Grandes pessoas são reconhecidas pelos seus acertos e valores... Grandes líderes pelo respeito das respectivas pessoas.
O maior pecado do dizimista é justamente a avareza, o pecado da avareza possui dois valores egoísta sendo a Pobreza e a Abundância, cabe ainda um terceiro valor egoísta, porém mais saudável o valor da negação de todos os pecados.
Deus é uma ideia, um conceito, um parâmetro para distinção do bem e do mal e dos valores morais, uma verdade divina que em geral sobrepõe todas as outras verdades.
"Aprendemos a andar no caminho; o fascínio com os valores e o pressuposto de preços que aprendemos com os caminhantes".
