Poesia sobre Cidade
Portimão! Cidade onde cresci,
Mas em ti não nasci…
Foi por te amar, contudo,
Que eu por ti ainda, canto p’elo mundo.
Canto-te, um poema, como Aleixo.
Que cantava, seus poemas de amor.
Assim, também não te deixo.
Minha alma, te exalta, com clamor!
Em ti me formei,
Nesse teu liceu.
Poeta António Aleixo, onde estudei!
Por ti, choro, por te amar,
Porque esse Arade, teu…
Um dia, vim a deixar!
Eis que voltei! À cidade, que sempre amei.
A Coimbra, onde também, no passado, o amor, encontrei.
Vim à cidade, onde estudar, não o fiz,
Porque Deus, assim não o quis.
Tanto desejei, Coimbra da universidade,
Mas não fui lá estudar, em verdade.
No passado, só encontrei, lá o amor.
Mas também, logo acabou, esse de Camões ardor.
Mas voltei a ti meu amor, à universidade hospital;
Tu minha cidade, do Mondego e do Sobral.
Onde Isabel, pão aos pobres, deu sem medo…
O rei enfrentou, porque teus filhos amou.
Também, oh Coimbra! De nada, tenho medo.
Mesmo doente! Porquanto, em ti, estou!
Viriato
Oh Lamego!
Cidade das partes de Viseu,
Onde Viriato, sem medo,
Morreu, pela sua coragem, mas venceu,
Os algozes romanos,
Ao morrer, sem perder as convicções.
Que não eram emoções!
Nem tão pouco enganos.
Oh terras de além e aquém Douro!
Lutai ao meu lado,
Com nossas espadas de ouro!
Contra a gente daquela terra,
Que como a Viriáto,
NOS QUEREM MATAR NA GUERRA!!!
Hegemonia
Ouvi vós torres altas da cidade do comércio imundo,
vós que dizeis, esta cidade é minha, eu a edifiquei,
todos os altos montes e vós que sois donos de tudo,
que dais passos largos, e dizeis isto fui eu que criei.
Vós que dizeis sou melhor do que tu, não vou à prisão,
sei muito, leio muitos livros e tenho uma boa educação.
Todos vós grandes da sociedade, que ides às festas sociais,
e que pelos homens, sois adorados e considerados especiais.
E vós pobres, de espírito, que sois muito altivos,
E vos considerais sempre, muito desventurados.
Confiais no vosso muito estado diminutivo.
Vós todos diante do rei do universo, que já vem,
vós que diante dele estais nus, sereis julgados.
Vesti-vos das roupas dele, que só ele tem!
Me Mataram
QUE TENS TU CONTRA MIM,
Oh cidade de Lamego?
Que me odiaste assim!
Afinal havia razão para ter medo!
ELES E TU VENCERAM,
Mas eu perdi...
Sonhos meus já acabaram!
E minha luta não venci...
E AQUI VOU EU,
Como quem morreu...
A caminho de Viseu...
DEPOIS VOU MAIS PARA SUL,
Afastando-me do ar teu,
Morrendo sem encontrar o que já não procuro...
AI da rebelde e contaminada, da cidade opressora! 2 Não obedeceu à sua voz, não aceitou o castigo; não confiou no Senhor; nem se aproximou do seu Deus.
3 Os seus príncipes são leões rugidores no meio dela; os seus juízes são lobos da tarde, que não deixam os ossos para a manhã. 4 Os seus profetas são levianos, homens aleivosos; os seus sacerdotes profanaram o santuário, e fizeram violência à lei.
5 O Senhor é justo no meio dela; ele não comete iniquidade; cada manhã traz o seu juízo à luz; nunca falta; mas o perverso não conhece a vergonha.
6 Exterminei as nações, as suas torres estão assoladas; fiz desertas as suas praças, a ponto de não ficar quem passe por elas; as suas cidades foram destruídas, até não ficar ninguém, até não haver quem as habite.
7 Eu dizia: Certamente me temerás, e aceitarás a correção, e assim a sua morada não seria destruída, conforme tudo aquilo porque a castiguei; mas eles se levantaram de madrugada, corromperam todas as suas obras.
8 Portanto esperai-me, diz o Senhor, no dia em que eu me levantar para o despojo; porque o meu decreto é ajuntar as nações e congregar os reinos, para sobre eles derramar a minha indignação, e todo o ardor da minha ira; porque toda esta terra será consumida pelo fogo do meu zelo.
Sofonias 3:1-8
O Senhor também tem contenda com Jerusalém e com todas as nações.
As lâmpadas da cidade apagadas,apenas a luz das estrelas. Imensidão delas que me fazem lembrar de você...
- Uma jovem poeta
Para te esquecer:
Talvez amanhã eu nade pela cidade de Atlântida, ou passeie por Arcádia. E depois de amanhã, eu passe pela ilha de Creta e lute contra o Minotauro, depois voe em um grifo. Semana que vem, eu poderia ver os escudos de ouro em Valhalla, ou pedir conselhos à Atena. E mês que vem, talvez eu fique em casa e dance com as fadas, e depois dê uma volta no ombro de um gigante.
Premeditado e arquitetado, mas não sei porquê, tenho a sensação de que vai dar errado.
O beijo:Em uma pequena cidade da Itália...uma jovem chamada Roberta. Ela era conhecida por sua beleza e bondade, mas um dia, uma doença misteriosa a atingiu. Os médicos não conseguiam encontrar uma cura, e Roberta começou a perder as esperanças.
Um velho sábio disse que a única coisa que poderia curá-la era um beijo de amor verdadeiro. Mas, Roberta não sabia quem poderia ser o seu príncipe encantado.
Um dia, enquanto estava deitada na cama, um jovem chamado Ricardo entrou no quarto. Ele era um amigo de infância de Roberta, e sempre esteve apaixonado por ela, mas nunca teve coragem de dizer.
Ricardo se aproximou de Roberta e a beijou. Mas, não foi um beijo qualquer. Foi um beijo cheio de amor, carinho e sinceridade. E, para surpresa de todos, Roberta começou a se sentir melhor.
Com o tempo, Roberta se recuperou completamente, e percebeu que o beijo de Ricardo havia sido o remédio que ela precisava. E, para sua surpresa, ela também havia se apaixonado por ele.
A partir daquele dia, Roberta e Ricardo estiveram juntos, e a pequena cidade celebrou o poder do amor verdadeiro. E Roberta nunca mais esqueceu que, às vezes, tudo o que precisamos é de um pouco de amor para ficar bem.
"Sim, *Éramos Sete"*
Em uma pequena cidade rodeada por vastos campos e rios sinuosos, uma família numerosa vivia cheia de amor e aventuras. Os pais, figuras centrais dessa história, eram conhecidos por sua bondade e sabedoria. Eles tinham sete filhos, cada um com sua personalidade única e cheia de vida.
A história começa com o encontro dos pais em um rodeio, onde a mãe era a rainha da festa e o pai um vaqueiro corajoso. O amor floresceu rapidamente, e logo eles se casaram e começaram a construir uma vida juntos.
A família vivia em uma casa grande, com um quintal cheio de árvores frutíferas e um jardim colorido. Os filhos passavam os dias brincando, explorando e aprendendo com os pais. No entanto, a vida não foi sempre fácil. Quando a mãe faleceu em um parto, o pai ficou desolado e não sabia como cuidar dos filhos sozinho.
Com a ajuda da avó, os filhos foram distribuídos entre parentes e amigos da família. A protagonista, uma menina de 3 anos, foi adotada por uma tia-avó no Rio de Janeiro. Embora a tia-avó tenha feito o melhor que pôde, a menina sentia falta da família e lutava para se adaptar ao novo ambiente.
À medida que crescia, a menina descobriu sua paixão pela arte e com 14 anos, ela retornou para a casa da avó, onde se reuniu com os irmãos.
Juntos, eles enfrentaram desafios e superaram obstáculos. A avó, que inicialmente parecia severa, revelou-se uma figura firme na educação das crianças e sábia. Os irmãos aprenderam a se apoiar mutuamente e a superar as dificuldades.
A história de "Sim, *Éramos Sete"* é uma jornada de amor, perda e resiliência. É um testemunho da força da família e da importância de se apoiar mutuamente nos momentos difíceis. No final, a primogenita dos irmãos morre e os outros irmãos se reencontram... agora todos já têm seus filhos e muitos sobrinhos e netos hoje estão reconstruindo uma nova vida juntos, cheia de aconselhamentos esperança e amor.
Coitado do povo de Jericó!
Antes dos filhos de Israel darem sete voltas na cidade e seus muros caírem, Satanás "deu uma volta" no povo, pois prometeu segurança total, mas como sempre não cumpriu a promessa.
Pr. Paulo Affonso Generoso
Muzambinho
terra de gente que vive sorrindo
cidade tão pequena
mas com almas tão serenas.
Lugar de gente de bem
quem conhece,vai além
gente simples,de coração nobre
cidade do carnaval,
festa em alto astral
Me diz?!
Quem nunca foi rezar lá na matriz,
ou visitar o chafariz
Quem não sente saudades daquele delicioso doce de leite
temos também o instituto,
um bom lugar para se "colher bons frutos"
É muzambinho ....
para muitos, é lembrança,
de uma doce infância...
Muzambinho:
Terra de gente que vive sorrindo
Cidade tão pequenas
Mas com almas tão serenas.
Lugar de gente de bem,
Quem conhece, vai além...
)))---Cumplicidade e carinho.
)-O que vemos a beira de um ninho?
)))---Não vemos uma cidade inteira!
)))---Por que um só passarinho,
)---Não consegue fazer tanta sujeira.
Este mundo em que vivemos,
é semelhante à barragem da cidade de "Brumadinho", está prestes a rebentar e enterrar vivos todos os humanos.🤔💭😨😱
O amor a ele invade
Mais que o momento.
Conquista toda uma cidade,
Mais que o pensamento.
Quero dizer ao mundo
Que seu amor para mim é mistério profundo,
E assim escrever e assinar,
Que de todo amor faz-me lembrar.
Tua beleza me contagia,
Me desafia a te conquistar.
Com santa paz e alegria,
Ao coração sempre encantar.
Para esta poesia ter efeito,
Basta vir me conhecer.
Saber que sou eu o amor perfeito,
O teu bem querer!
Aqui em Itapuã...
Nasci poeta e compositor,
Aqui em Itapuã
Na cidade de Salvador.
Vim ao mundo com esse legado
E com um futuro promissor
Para encantar as pessoas
Com os meus versos de amor.
Se alguém ler ou dar valor
È como se o mundo estivesse
Regando essa flor
Chamada: poesia
Que quando lemos um verso
Enche os nossos olhos de alegria.
SALVADOR
Salvador é uma cidade
com muitas
riquezas, belezas.
É divina por natureza.
Cidade de mares,
alegrias e cantorias.
Salvador, cidade
das artes, do
sorriso fácil,
do abraço amigo,
de gente que afaga
sem pedir nada.
Salvador rima com calor.
Daí nasceu o sol mais lindo
que chegou até mim,
fez minh'alma
se iluminar.
Salvador rima com amor.
Daí nasceu o amor
mais lindo,
que me inspira
à rabiscar
o pouco que sei.
Por causa de ti,
meu jardim floresceu!
Salvador rima com amor.
Rima com o brilho do
seu olhar que fez meu
coração enfim lhe
encontrar....
Cratera Marginal
Das profundezas da grande e exausta cidade, retalhada pelo descaso, pelos maus tratos e pelos desvios de caminhos, a vergonha re-rompe-se a cada instante. Essa vergonha co-rompe e figura como os baldios terrenos, ruas, avenidas e estradas viscinais ou arteriais de uma pulsante e safenada metrópole.
Enquanto isso, paradas, desvios e rodopios são executados diariamente para escapar das rasteiras e dos tropicões que todos estão sujeitos, seja no início, meio, do trajeto ou no seu final. Um final que nunca cessa a paranóia de estar prestes a cair em uma nova ou qualquer outra velha cratera marginal.
