Poesia sobre Cidade

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AQUI NA ROÇA

Tem moço da cidade cantarolando
As maravilhas de se viver na roça
Cavalgar pelos campos, nadar no rio
Fogueira, roda de viola e cachaça

Aqui tem tudo isso

Mas aqui também se acorda cedo para trabalhar
Cavalo, porco, cachorro, galinha, gado para alimentar
Lavoura pra plantar, cuidar, colher e vaca para ordenhar
Aqui fim de semana ou feriado não se pode parar

A vida na roça não é fazenda de novela
Peão de roupa limpa, mão sem calo e rosto sem suar
Aqui na roça o trabalho é pesado
Mas pra quem já está acostumado
Essa é a melhor vida, esse é o melhor lugar

Parabéns
Enfim viste eleito,
O prefeito
Da cidade do desproveito
Do estado do desrespeito
E no país do insatisfeito

Amor
Amor é um conjunto de sentimentos intercedida por um grupo de emoções que vem de uma cidade distante chamada “Coração”
Cidade esta que intercepta diretamente com algo ou alguém vista de um ponto que pode ir além.

Aonde eu Cresci
" Quase nada Acontece,
Moro em Caracas..Município Zona Oeste
Cidade dormitório, nada posso esperar...
Pois em cada esquina ,tem uma igreja e um bar

Minha cidade Natal

Natal, cidade de praias lindas,
de lindas mulheres desfilando pelas calçadas,
Provocando paixão aos homens com seus olhares.

Natal capital do sol brasileiro,
Festas de reis e do carnatal, de euforia sem igual,
Reunindo foliões por toda a madrugada de Natal.

Natal de belas praças,
Avenidas, viadutos e a Barreira do Inferno,
Temos o mais belo estádio, o Arena das Dunas.

Natal de grandes prédios,de arquitetura moderna
Bem armados em seu concreto,
De fachadas com arquitetura de causar inveja.

Natal, minha casa,
Longe dela sinto que o tempo passa,
Por desejá-la, gostaria que o passado voltasse.

Logo após começarem a conversar, Clarice chama Julieta para caminhar no parque da cidade, que Clarice vera ver sua família, Julieta aceita sem notar que naquele dia marcado, era aniversário de seus pais e ela não pode ir ao encontro de sua amada. Clarice sentiu-se enganada, mas entendeu. Logo após esse encontro de desencontro aconteceu a fatídica declaração que mudara suas vidas. Passaram-se alguns dias depois da declaração de Julieta a Clarisse, continuavam conversando e a cada dia encontravam mais coisas em comum. Julieta, uma menina sonhadora e romântica, acreditara encontrar sua "princesa encantada". Clarice,por sua vez, já não acredita em romances, mas se envolve cada dia mais nessa história. Depois de dias de conversa Clarice diz que vai a Soledad e que gostaria de encontrar Julieta, e que dessa vez ela realmente aparecesse no encontro. Clarice era esperta, fizera com que Julieta lhe passasse o endereço de sua casa e então quando fosse a Soledad a buscasse para jantar. Julieta sem pestanejar, o fez, passou seu endereço e coordenadas. Chega então o grande dia, Julieta ansiosa pelo cair da noite para encontrar seu amor, não para o dia inteiro, arruma tudo, deixa udo organizado para a grande noite. Clarice liga para avisar que está a caminho de Soledad, que passará na casa de sua mãe para depois encontrá-la. Julieta se anima e fica ainda mais nervosa.
Então chega a hora, Clarice avisa estar indo buscar Julieta. A primeira troca de olhares foi inesquecível e marcara Julieta e Clarice pelo resto de suas vidas.

Cedo ou tarde, quem sabe,
a gente se encontra
Na beira do mar, pelas ruas da cidade
Em algum lugar
Cedo ou tarde, quem sabe,
a gente se encontra
Pela madrugada, em algum fim de tarde

Loirinha linda eu te encontrei por acaso,
Foi bem distante de mim em outra cidade,
Mas o destino fez com que eu te encontrasse,
E trouxesse para mim felicidade...
Sérgio o Cancioneiro.

Nas Minhas Ruas


E nas ruas desertas da minha cidade
No silêncio rompido somente por alguns pássaros
Eu danço e pulo com a liberdade
E me contento com a felicidade pássara

Deixar voar, cantar
Nas ruas da minha cidade
A felicidade vem pra durar
Essa é a sua ambigüidade.

Não há idade nem necessidade
Não há mais paz,
Não nas ruas desta minha cidade
As pessoas acordaram, e essa é a realidade.

As ruas não são mais desertas,
E já não ouvimos mais os pássaros
As pessoas se acham espertas
Mas nunca conhecerão a minha felicidade pássara.

Em todos cantos de americana
Eu me encontro a chorar
Em cada canto desta cidade
Minhas lágrimas puseram - se
A se espalhar.

⁠Fui colorindo minhas esquinas,
pra ter um arco-íris onde eu virar,
pras cinzas dessa cidade
não me apagarem.
Pra eu não me adaptar,
deixei de arrastar correntes.
Dessas, criativamente presenteei-me
com um belo colar.

⁠⁠[…]veja as árvores da minha cidade
estão floridas, coloridas, é primavera
em cada avenida ela, - sua majestade
a árvore, singela, como ela é bela!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
outubro, 2020 - Triângulo Mineiro

⁠Eu sou mais um filho bastardo dessa cidade pecado
Caminhando sempre na sobra e com a Morte do lado

⁠Sem ninguém pelas ruas e as luzes on
Procurando algum bar
Uma ilusão
De rolê na cidade depois das três
Esse carro é um oasis e um harém

A Vida me empurra pela cidade,
navego neste mar de ansiedade
atrás do tempo perdido Os sonhos de minha mente,voam e se despedem,deixando em meu peito,a saudade de uma noite quente. Sou como um pássaro que precisa voar. Mais preciso de ajuda não consigo voltar. sinto-me preso esqueci as palavras. O que me deixou assim ? Não foi a falta de amor e sim excesso dele. Boa noite.

SE EU PUDESSE

Se eu pudesse, pintava todas as paredes do bairro e da cidade com o teu nome
Para que todos soubessem que foi neste dia que to deram a luz.
Se eu pudesse gritava o teu nome no pico mais alto da montanha
Para que todos ouvissem o soar perfeito do seu nome.
Se eu pudesse estampava a sua foto no céu
Para que todos contemplassem a magnitude da sua pulcritude.

Ah, se eu pudesse!

⁠Desabafo de um orelhão
Tudo começou quando fui criado e instalados nas ruas da cidade
Há foi muito lindo eu era útil e todos me procuravam, também eu era jovem e bonito e um excelente ouvinte.
Fui portador de notícias, diminui as distancias, espalhei a voz ao mundo.
Transmiti notícias boas e outras nem tão boas assim.
Foram, milhares de vezes “Mamãe nasceu, nós ganhamos, deu tudo certo e assim vai” porem teve também as notícias tristes nos quais chorei junto “sou muito sentimental”
Foi um tempo feliz e eu era alimentado por moedinhas que todos chamavam de fichas, e assim podiam conversar por três minutos e era sempre uma emoção.
Os tempos foram mudando e começaram a colocar papel ao invés de moedinhas, mas tudo ainda era maravilhoso, mas o tempo sempre cruel, continuou passando e eu fui ficando velho e obsoleto.
Hoje já quase não me encontram nas ruas, perdi meu glamour, perdi minha utilidade.
Meu tempo está acabando só tenho noventa segundos, queria muito me despedir de você,
Queria falar adeus e dizer o quanto eu... TU,TU,TU,TU,TU,TU,TU,TU...

Qual sua graça?
CPF! certidão de idade! de sanidade! de cidade!
dólares em reais.
certidão de morte!
Qual sua desgraça?
Por quem você ora?
Cinco vezes vire-se à Meca.
Com quem você faz ora?
O que te alimenta?
Quantas horas?
bússola orienta!
Em quem você vota?
esbórnia desorienta!
hóstia engorda.
se é que vota.
exilada maria madalena!
Nulo é covardia.
em paredes de banheiro
Anular é dedo.
pra rir: Horário Eleitoral.
Toda bossa é nova.
pra chorar: política.
Toda prosa é trova.
Deixa tudo e vambora!
apresse tua oração
que o Futuro já foi.
sem fazer ora
no lombo do Boi.

É como se voce estivesse num paraiso.
numa cidade cheia de cristais.
e eu aqui bem longe lembrando do seu sorriso.
a mesma distancia que nos separa,
é a mesma que a cada dia mais aumenta essa paixao.
sentimento estranho, mas um estranho bom.
sentimento verdadeiro daqueles do coração.
vem matar essa sede de ter voce.
saudade ta me matando.
volta pra cá, vem viver ao meu lado
quero sentir o teu calor
te dar aquele abraço quente, e o beijo tao esperado.
vem, vem viver ao meu lado.
Princesa minha me tira dessa saudade.
me leva pro teu paraiso.
voce é minha fonte de luz, meu mar de felicidade

Suga me, a teu bel prazer,
Alimenta tua vontade,
Incorpora-me a você,
Aranha negra da cidade.

Devora-me, como queres,
Sinta o gosto da minha carne,
A vida do meu ser arranques,
Canibalizando-me, sua verdade.



Predadora de mim, amor mortal,
Intensidade de prazeres abissais,
Fêmea em transe no amor total,
Faminta, sacia gozos colossais.

Espojando-se, me aprisionando,
Me matando a cada momento,
Nas suas contrações fundindo,
Carne, espírito e sentimento.



Mata-me quando quiseres,
Tira de mim, a minha força,
Deita no meu leito e esperes,
Amar-me, louca, como queres.