Poesia sobre Arte
A modernidade burra brasileira, quer destruir a medíocre e pobre língua portuguesa, que nos resta, substituindo alternadamente números por letras.
Toda atração artística e cultural internacional no Brasil tem que ter por meta obrigatória uma produção entrelaçada com atores, historia e valores sociais brasileiros
Quanto mais miserável é o povo, mais milionários são os shows internacionais, mais luxuosos são os templos de louvor e a maior quantidade dos endinheirados políticos por corrupção.
Chegamos a contemporaneidade desgovernados e mau acostumados, com os amores líqüidos. Diante da assertiva inteligência artificial e a internet 5G, flutuamos por sombras em uma avalanche de informações falsas e verdadeiras, diante de todas insensibilidades do mundo. As transgressões são aceitas como a terceira mão indigna, de vida. A falência da família tradicional distanciam conceitos morais de sobrevivência, a religiosidade sem pudor venal mas se cala que responde e o patriotismo partidário polarizado, reaparece como um destorcida facção politica. A desordem e o medo no caos. Infelizes dias hão de vir.
Pela vida acadêmica presencio sempre um orgulho burro e uma torpe vaidade de quem não sabe. Toda vez que explico e ensino sobre qualquer assunto, quem recebe o aprendizado replica depois, eu já sabia.
Iniciei meus estudo nas artes, diante a obra magnifica de Gustave Eiffel mas não foi em Paris, muito menos diante a torre que leva seu nome. Foi diante ao mercadão, as margens do rio Negro, no centro da cidade de Manaus, Amazonas, Brasil, na obra de ferro fundido arte nouveau de Eiffel inaugurado em 1883.
Sempre gostei dos números pares, me dão a impressão que a matemática é uma ciência difícil no objetivo de encontros com os semelhantes.
Para transitarmos de forma profissional e madura no universo das artes, devemos romper com todo especulativo processo mercantilista do mercado, onde de forma mentirosa diz que o que é verdadeiramente bom sempre tem um grande valor.
Cabe ao bom marchand resgatar boas obras perdidas e esquecidas no passado, e trazer para mercado de arte, re significando com dignidade e construindo novos paralelos com a cultura e seu tempo. Distante disto, só ávidos vendedores de panos pintados como poderiam também vender laranjas.
Salvo algumas exceções mas geralmente o herdeiro de um grande legado artístico, é por si só um infeliz e um grande idiota.
Por mais que a criação como manifestação humana seja muito antiga e infinita. A expressão artística geral é uma coisa mas verdadeiramente uma obra de arte, é outra, totalmente diferente, independente de valores, técnicas e assinaturas.
Se eu fosse um poeta, teria aprendido estar sempre, em solta liberdade, a navegar entre as nuvens, a sonhar, a amar e a voar.
Muitos bons artistas brasileiros, não tem o devido reconhecimento que merecem, sobretudo os pré modernistas dos séculos XVIII, XIX e inicio do XX. Vários freqüentaram grandes escolas européias e grupos, e se tivessem ficado por lá, hoje com suas pinturas estariam nos mercados internacionais e valeriam milhares de euros.
A colonização da América Latina se deu de forma incomparável entre portugueses e espanhóis. Do lado espanhol a catequese de forma leve gradativamente se mesclou a iconologia das culturas originais pelas artes enquanto do lado português a catequese foi imposta aos selvagens sem alma, aniquilando por completo as primitivas e hereges culturas originais.
A antropofagia e o canibalismo devem ser constantes, nas artes e na cultura nacional brasileira. Importante acharmos nosso verdadeiro hemisfério, atmosfera e nosso meio para que algum dia, um pouco mais a frente, sejamos inteiro.
A soberania cultural brasileira depende exclusivamente de plataformas, cartilhas e acompanhamentos dos Ministérios da Cultura e da Justiça, para orientar e salvaguardar os direitos autorais dos artistas vivos e dos herdeiros legais, na forma da Lei de Direito Autoral em vigor.
Só o espirito consegue navegar no sentido contrario do rio, terra originaria dos ancestrais. Todo ser vivo segue cautelosamente a favor da correnteza, sem saber o que tem na próxima curva.
Depois de tantos anos invisíveis e servindo apenas para mão de obra barata da maioria dos enredos esbranquiçados, para toda indústria da festa carioca, as agremiações e carnavalescos mais tradicionais do samba, redescobrem os ícones artísticos e culturais da tão esquecida cultura negra brasileira. O carnaval e o samba, encontram hoje em 2025, uma cultura que já existe desde o inicio desta cultura criativa milionária originário das favelas e periferias. Enfim, antes tarde do que nunca, isto é o Brasil, inovando com o que sempre existiu.
Mesmo afirmando que meu saudoso grande amigo e professor amazonense Manoel Santiago, Manoel Colafante Caledônio de Assumpção Santiago 1897 - 1987, tenha executado um grande numero de obras originais, desde a década de 1960, começaram a aparecer no mercado de arte nacional brasileiro, um grande numero de falsificações grosseiras e chapadas, com excesso de cores, bem diferentes de suas obras originais. A grande maioria aparecem em leiloes organizados por comerciantes aventureiros, que não possuem qualquer tipo de assessoria especializada e o pior a preços e valores irrisórios. Logo antes de adquirir qualquer obra de arte deste artista, certifique com quem sabe, se não está sendo ludibriado e comprando gato por lebre,
A natureza e a joalheria se completam entre o belo efêmero e a perpetuação harmônica do belo para eternidade.
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