Poesia sobre Arte
As obras de arte em pequenos formatos são muito mais a síntese da objetividade, a expressividade da complexidade compacta encontrada para estigmatizar uma ideia como um todo do que espontâneos trabalhos de menos valor por diminuição da plataforma como se fosse uma brevidade de um menor processo criativo.
Particularmente gosto muito dos pequenos formatos, pequenos frascos, pequenas pétalas, pequenas poesias com poucas palavras. Parece me que toda grande ideia, magistralmente surge automaticamente de um breve rabisco. Como se a divina inventividade perfeita não tivesse muito tempo ocioso para muitas elucubrações,tentativas e experimentos.O que é, mesmo de forma simples geralmente já nasce feito.
Existem dois principais tipos de consumo de arte O primeiro, o mais saudável e de longo prazo,é o ato de adquirimos uma obra de arte por que gostamos, fazemos por consumo direto por que nos identificamos com a temática, forma de criação, e escolhemos para fazer parte de nosso cotidiano imóvel. O segundo é o menos saudável, é a opção de investimento de risco a médio prazo sem tanta liquidez mas com uma possível e provável oscilação de valores que resultem em ganhos e perdas comparado ao preço do bem adquirido.
Nunca existe, qualquer garantias sobre o retorno dos valores investidos.Esta modalidade de consumo traz as mesmas chances de uma roleta de cassinos, opções de bolsa de valores ou dos jogos de azar.
A arte deve ser encarada como uma plataforma necessária de um espirito livre que vive atormentado pela falta de expressão. A arte não pode ser encarada como um meio de ganhar dinheiro pois o seu valor financeiro da obra de arte, está intimamente ligada a um mercado, que quantifica a originalidade e
qualifica a criação.
Fingir é uma arte.
Mentir faz parte.
A verdade, descarte!
Contraparte...
Você pode até viver melhor!
Quanto ao sentir...
Isso você vai decidir.
☆Haredita Angel
"Feliz ano novo, de verdade!"
O que você precisa é de um retoque total
Vou transformar o seu rascunho em arte final
Agora não tem jeito, cê tá numa cilada
Cada um por si, você por mim e mais nada.
Tenho uma necessidade louca de viver
Mudar de rumo
Explorar novos horizontes
Sentir a arte do mundo
Visitar espaços em que nunca estive
Respirar um novo ar
Sentir o vento balançar os meus cabelos
Tudo o que é estático me entristece, pois
me alimento de novas aventuras
É uma necessidade viver
Canso fácil da rotina
Ela me enfraquece
Sinto que só o estar aqui não me basta
Preciso de mais
Minha alma grita
Descalça me enlaço no universo do desconhecido
Anseio pelo novo
É nele que me renovo.
Que eu possa enxergar a esperança
No sorriso de um velho
Na arte de uma criança.
Que o amanhecer chegue devagar
Para que eu não tenha medo
De viver, de sorrir, de sonhar
Mesmo não tendo lágrimas, eu choro
Com força e coragem sigo em frente
Duvidando da minha fé, eu oro
Deus me forjou focado, resliente
Com fascinação própria,
- arte e luz
Fui agraciada ao ver,
A Lua cor-de-rosa,
- maravilhosa
Beijando o mar.
Aos passos, tateando,
- experimentando -
E exortando a delícia
De contemplar a cena,
Que talvez não se repita,
O mar se deixando beijar.
A Lua ao beijar o mar,
- acabou beijando-me
E seduzindo-me,
Acabou enfeitiçando-me,
E completamente doce:
acabei entregando-me.
Não há como não pensar
em nós dois sem arte
A saudade é tripulante do coração
A noite surge cintilante
Singrando em mim
Não há como não pensar
em nós dois sem sorte
A vontade amante não passa
Desejos constantes
Insistindo sem fim
Não há como não pensar
em nós dois sem norte
Destarte vivemos de amor
Celebrando todos os dias esse fator
Nascemos com sorte
A janela do quarto
com ares de poesia
e arte do espaço:
noite de Superlua
nublada, hipertensa
gelada e impulsiva,
Diz muito mais
do que infinitas
páginas de jornais.
É a tal insônia que
surgiu para pensar
no curso da vida,
E escrever com
o orvalho da manhã
um poema que fale
como oceanografia
e não falhe contra
a desgraça que por
anomia foi espargida.
O amparo poético de
não parar de acreditar
que no final da história
tudo haverá de voltar
ao seu devido lugar
tem sido como uma ilha,
Onde nós dois somos
os ilustres refugiados
deste humano barco
que pelos poderosos
foi naufragado de propósito.
Quem dera dominar
a arte da música,
para me salvar
de um mundo
que só se sabe gritar.
Sei, a poesia salva
mesmo silenciosa,
mas não é a todos
que de fato ela toca.
Ah, se eu soubesse
tocar no meio desta
humana tempestade,
onde uns depreciam
a própria liberdade.
Sei, a poesia me leva
para onde talvez
nunca vou estar:
lá nos raios de luar.
As minhas veias
são as ondas do mar,
e estão as sereias
que fazem você
o tempo todo pelo
meu nome clamar.
Ah, nesta onda ruim
não vou mergulhar!
O tempo vai melhorar
e o céu se abrirá
ao nosso amor que virá.
Seja ela qual for,
arte se responde
sempre com arte,
Censurar jamais
fez ou faz parte;
Preserve a cultura
da tua Terra,
por ser a melhor parte.
Rodeio Sublime
Você me ama em silêncio,
moro com arte em Rodeio
e escrevo poemas diários
soltos pelo Médio Vale do Itajaí
para fisgar o seu coração
com este rodeense poemário.
Sou eu o teu Ano Novo
mesmo que você não me veja,
eis-me como o sussurro
do Rio Itajaí-Açu
e a tranquilidade da arrozeira.
Você me cativa com devoção
moro com poesia em Rodeio,
você por enquanto ainda não
veio e me endereça o coração.
(Sou eu quem escreveu este
Poemário para a nossa Rodeio
sublime e amor mais que perfeito).
Rodeio Serena
Jóia amorosa por excelência
do Médio Vale do Itajaí
que inspira com arte
quem vem e quem é daqui.
Rodeio serena com toda
a poesia nata que encanta,
e eu como poetisa brasileira
apenas repercuto trigueira.
Minha Rodeio amada,
terra catarinense adorada,
cada beleza tua merece ser louvada
e em versos de amor eternizada.
Desta amorosa
América Austral
esta poesia com
chapéu de papel
repleta arte postal
traz convicta a paz
com ideal universal.
Poesia e Arte servem para lidar com os nossos anjos e os nossos demônios.
Ambas auxiliam para a gente lidar com mais sabedoria com os nossos sentimentos e melhorar o nível da nossa comunicação.
"Road Trip Solaris"
O poeta da arte
se foi cedo
em uma road trip solaris
para o mundo misterioso
das cores
que levam o Esequibo
onde o sol nasce
da Pátria Amada;
Filho de oito estrelas
Que se espalhou
fazendo todos
os olhos brilhem porque
é sublime, imenso,
cheio de Humanidade
e eterno trovador
De todas as belezas.
(Tributo ao Artista Plástico e Poeta Visual Manuel Ghijem)
Com o quê você
tem condições
de ter em mãos
você faz a sua arte
e o seu poema,
A sua bagagem
de vida é a poesia.
Meu Beija-flor-de-orelha-violeta,
és minha arte mais rebelde,
Minha ligação entre o Céu e o Inferno,
meu bonito poema de amor secreto,
Quanto mais você me quiser
e será desta forma que também quero.
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