Poesia sobre a Importância da Leitura

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Falando pessoalmente, você pode levar a minha arma, mas você só vai levar o meu livro quando arrancar os meus dedos frios e mortos da capa.

Uma boa biblioteca nunca vai ser muito arrumada, ou muito empoeirada, porque alguém vai estar sempre lá, tirando livros das prateleiras e ficar acordado até tarde para lê-los.

A literatura possibilita uma instropecção muito mais profunda às pessoas do que qualquer outra ciência o pode fazer.

Você é responsável pela sua intimidade com Deus. Ninguém pode se relacionar ou conhecer ele por você. Por isso, seja fiel em buscá-lo diariamente em oração e na leitura da Bíblia.

Leia, leia, leia. Leia tudo – bobagem, clássicos, bom e ruim, e veja como são feitos. Assim como um carpinteiro que trabalha como um aprendiz e estuda o mestre. Leia! Você irá absorver. Então escreva. Se for bom, você descobrirá. Se não, jogue pela janela.

William Faulkner
Lion in the Garden: Interviews with William Faulkner 1926-1962 (1980).

Nota: Conselho dado em 1947, quando falou sobre a escrita para os alunos do Departamento de Inglês da Universidade do Mississippi.

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Em muitas noites, eu adormecia com sua voz grave lendo um livro de estratégias de batalha. E apesar de tudo, apesar do que fizera conosco e do que era, eu passei a amá-lo. Eu o amo. Só não é um tipo muito confortável de amor.

⁠Toda boa história precisa de um vilão, mas os melhores vilões são aqueles de quem você gosta secretamente.

O poder pode ser inebriante, mas também pode ser ilusório, minha criança. Nunca se esqueça de que a verdade e o amor são tão poderosos quanto qualquer outra fonte de energia. Não fomos feitos para destruir. A natureza nos ensina a resistir, reinventar e recomeçar, mesmo quando as esperanças parecem perdidas

A literatura é essencialmente solidão. Escreve-se em solidão, lê-se em solidão e, apesar de tudo, o ato de leitura permite uma comunicação entre dois seres humanos.

⁠Pelo resto da minha vida, eu procuraria uma biblioteca como alguns procuram pela luz suave de uma capela no escuro.

Qual de nós nunca sentiu que a personagem que está lendo na página impressa é mais real do que a pessoa que está do nosso lado?

Não leia, como fazem as crianças, para divertir-se, ou como os ambiciosos, com a finalidade de instrução. Não, leia a fim de viver.

Meu leitor ideal é um leitor vagaroso, que lê em pequenos e lentos goles. O mundo não pode ser descoberto numa leitura rápida.

Não sou espelho, não reflito, não repito. Sou um bom livro, páginas envelhecidas e uma boa história.

Ela passou a maior parte do dia lendo e estava se sentindo um pouco fora da realidade, como se sua própria vida se tornasse insubstancial diante da ficção em que ela foi absorvida.

Deixe que os outros se orgulhem do número de páginas que escreveram. Eu prefiro me gabar das que eu li.

Ao lermos um bom livro, destravamos as portas e janelas da alma, deixamos as palavras nos levarem para mundos encantadores e fazemos descobertas sem fim.

Viver é uma questão de estado de espírito.
Não importa o quão ajustada esteja sua forma, um espírito sem vontade de viver transfigura qualquer arte.

Inserida por Isadoraleitura

Apesar desta decadência literária, muitos escritores perseverantes continuam a embrenhar-se por esse caminho, mostrando que o Brasil pode sim elevar o interesse pelos livros não só nacionalmente, mas a níveis mundiais.
‘Comprem livros, incentivem seus filhos, amigos e parentes no hábito da leitura.’

Inserida por CintiaRosa

SENSAÇÕES.
Éramos assim, fazíamos tudo, ou quase tudo juntos. Compartilhávamos dos pequenos aos grandes prazeres, coisas que os casais já não o fazem. O jogo se chamava sensações, se colocar no lugar do outro para sentir.
Não há como se obter respostas sem agir assim.
Desde o início estava combinado, surgiu espontaneamente, quando a primeira pergunta foi feita. Diante de uma imagem o questionamento veio, daí para frente foi ping pong.
O divertimento nunca é planejado, a graça está na surpresa. Passou assim a ser algo secreto, um código entre duas pessoas, só elas saberiam o que estava por trás das respostas.
Os livros eram iguais, cada qual lia um trecho, ao menor silêncio, era a dica para que o outro continuasse, hora sim, hora não, teciam comentários, como se ao livro agregassem páginas ainda mais interessantes.
A leitura era cadenciada pelas batidas do coração, frente aos fatos mais intrigantes, o peito arfava, a respiração se apressava, escapando algumas interjeições, um “nossa” aqui, outro “e agora”?, acolá.
Os mundos ficavam pequenos, cabiam dentro do abraço e o livro por testemunha.
Haviam trapaças sem maldade alguma, enquanto um lia, o outro corria o olhar pelo capítulo seguinte, sem perder o fio da meada, apenas risos baixos, abafados.
_Volte aqui, não se adiante.
_Voltei, foi só um pulinho.
A risada era geral, harmonia sem igual.
Quando o livro acabava, sempre havia aquela sensação de vazio.
Ela se perguntava, antes de abrir uma nova página...
...Será que ele virá?
Ou terei que ler sozinha e imaginá-lo de novo?
_Livros são assim, sempre nos despertam a imaginação.
_Ou imaginamos e os criamos?
_Eis a questão...

...Sua vez de ler.

Inserida por Izabel1957