Poesia ou Texto Amigo Professor
Quem é Pai presente em todas
as circunstâncias tem
o mesmo espírito de Sumé,
que nesta Terra sem males
deixou pegadas no Caminho do Peabiru,
merece ser sempre lembrado;
O seu legado é um ensinamento
que todo o Pai é necessário,
até para aqueles que por alguma
razão não têm o seu lado a lado.
Esculpidas no interior
as Vênus de Valdivia
para cantar o amor
sempre que for preciso,
Embalar o espírito,
a mente e o corpo,
Para abrir o caminho
coincidente para que
o melhor e o irresistível
brindem com a gente,
Crescente tem sido
infrene o desejo por
este encontro com
o quê há de inevitável
avassaladoramente.
Percorrer uma estrada
Wari de mãos dadas
em direção a Via Láctea,
Não querer mais nada
na vida a não ser tudo
que tudo aquilo que
enleve e coincida
de maneira infinita
no ritmo do Universo
a viver a história
romântica mesmo
que tentem nos convencer
que isso não mais exista,
Porque sabemos que não
existe outra melhor coisa na vida.
No reflexo emocionante dos seus olhos, vejo um fragmento da sua verdade, a expressividade de ternura, de um ar de mistério, de muita intensidade e de um pouco de travessura,
atributos de um espírito livre e sincero, uma composição sedutora, abençoada, feita de amor, fogo e desejo, uma arte de muitas camadas, que merece toda atenção e o merecido respeito,
Instigante como um livro de suspense, onde nem tudo está explícito, é preciso se atentar aos detalhes, contextos e entrelinhas, sendo uma mulher de muitas qualidades, uma atraente poesia.
De sabor incomparável
os abacaxis são nativos
do Sul da América do Sul
foram por mãos guaranis
cultivados e espalhados,
Deixando memórias
e paladares encantados.
Não é à toa que admito
que neste continente
tenho inspirações
do nascente ao poente.
Em mim vive sempre
a vontade de render
todos os dias uma
grata poesia diferente,
dar graças a vida por
amar intensamente
belezas, sabores e perfumes
que fazem o mundo
todo de nós morrer de ciúmes.
Não cultue o ego
e nem se sente
com quem cultua,
melhor plantar
uma Sete Folhas.
Não espere nada
nada de ninguém,
A real salvação
só de ti provêm.
A despreocupada
Sete Folhas em flor
em agosto diz tudo
que por onde for,
assim se deve viver.
Não pague para ver,
e sim eleja viver,
Não se aventure
onde não tem domínio.
Fechar os olhos,
contigo deixar
que me conduza
para Chan Chan.
Ser toda tua
no dia de Ni,
e na noite de Si:
o acalanto para ti.
Simplesmente
contigo deixar
que me conduza
pela herança Chimú.
Neste tempo
que pede fortaleza,
e exige de nós só:
o quê a alma serena.
Não permitir que ao redor
nada embruteça o seu ser,
Para que nada leve a esquecer
o quanto é belo e sagrado
o berço que te viu nascer,
E que nele por razão
nenhuma ninguém deve tocar;
Lição inefável de fortaleza
com a Sapuva se deve aprender
do nosso solo amado manter,
e sempre que preciso for refazer.
Fica
Quando eu flor
Me beija-flor
Quando eu mar
Me ame por favor
Quando eu menos pedir
Me abrace sem perguntar
Há dias que sou poesia
Há dias que sou brisa
Há dias que sou vendaval
Há dias que sou sorrisos
E há dias que só sou...
Pois meu silêncio grita
E meus olhos declaram
Sou uma loucura imperfeita
E é na minha imperfeição,
que mais quero ser desejada
Só quem aceita o imperfeito
Merece que eu me demore
Pois meu silêncio grita
E meus olhos declaram
Meu sorriso confirma
Que só o amor é capaz de superar
Quando eu flor e tu amor
Beija-flor ama-me como for
Porque é no momento em que eu disser
(Não é nada)
É que eu mais precisarei de abrigo
Querido me faça acreditar
Que o amor é o sentimento mais nobre na existência
Que só ele é capaz de transformar
meus caos em um pequeno grão de areia,
quando envolvido no seu coração quente
E me ame.... Ame tanto
a ponto de não desistir,
por mais difícil que possa ser
Meu eu em você
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 22/04/2020 às 13:00 horas
Manter créditos de autoria original Andrea_Domingues
❀༺LINHAS TORTAS♥
Linhas tortas
Misterioso cemitério
Antigos fantasmas
Candeeiro luminoso
Gritos surdos
Triunfante sacrifício
Amor humilde
Pessoa virtuosa
Futuro esperançoso
Casa especial
Lembranças vividas
Formas escuras
Olhar perdido
Solidão sentida
Trevas revoltas
Tumulto sombrio
Inferno alucinado
Mar adormecido
Mudo adeus
Vergonha escondida
Vento forte
Verdadeira saudade
Tempo esquecido
Despedida cruel.
Chuva de líridas
caem nos meus
cabelos castanhos,
Mesmo distante
como a Lua lírica
no teu pensamento
a cada instante
e em ritmo do tempo,
Passo minhas noites
tentando imaginar
o próximo inefável
passo que venha
a nos aproximar;
Ocupei a gala fina
de ser a estrela
para você no teu
íntimo espacial,
E assim me fiz
acima dos séculos
melodia atemporal:
Sempre que escuta
o meu nome o teu
sorriso não oculta
diante de ninguém
que a gente se tem,
Numa vontade una
irrefreável de tudo
a todo momento
e o tempo todo,
E aquela crença
que no final irá
dar tudo certo
para todo mundo,
e tudo acabará bem.
Paraty dos passarinhos,
Da Capelinha,
Da Pracinha ha qualquer hora,
Paraty do paratiense e dos indio que ja foi e do que aqui chegou,
De todos que se encatam e migram numa história de amor por existir,
Das ruas de pedra dos bairros que cerca
Paraty da área rural vendo a baía
Paraty dos Quilombos onde orgulho é beleza,
Da sua natureza absoluta!
Paraty das cachoeiras brutas
Das Ilhas e grutas.
Paraty é o salto do peixe e o rio desaguando
Paraty do fjord, da península
Paraty das Cirandas encantadas
É remar sua rede nas canoas de kumaru
Paraty de Trindade até Perequê
Paraty é protegida pela Serra Verde
É a mare alta que se espera
É humida e fresca feito a vida
Onde os passarinhos gostam de cantar
Onde o amor de tanta gente ve o mar
Paraty é a alegria de estar aqui.
André Luz
Acasos
Hoje me entrego ao que me espera
Não te espero mais
Andarei abraçado com o desconhecido
A venda em meus olhos me mostrará tudo que preciso ver
A escuridão me revelará com clareza meu caminho
Meu destinado e monótono caminho
Caminho este que já se desviou da trilha
As árvores ao meu lado são as mesmas a minha frente
Olho para trás tentando lembrar seu último adeus
E ainda me vejo lá
Olhando pra você
Sumindo lentamente com o pôr do sol
O alaranjado que cobre o céu me acalma por um instante
Já não sinto meus sentimentos
Talvez já não existam mais
Sao só lembranças em preto e branco
Imagens rasgadas e vazias
Guardando o que já fomos um dia
E que por um acaso não seremos mais
A última Luz Azul de Uma Alameda Chamada Esperança. O poema.
Ja quase no final de uma alameda chamada Esperança, um grande poeta jazia morto ao lado de uma figueira que já não dava mais frutos. Um místico passou por ali e afirmou que aquele era um sinal dos tempos que estavam por vir, um crítico comentou a falta de intervalos na narrativa, um pesquisador descobriu a ignorância do poeta, um político recomendou a execração pública do poeta, um jornalista se prontificou a ridicularizar o poeta, alguém disse que nunca tinha lido poesia, muitos poetas ignoravam o poeta e nunca tinham passado naquela alameda, uma mulher afirmou ter sido amante do poeta, uma outra disse que o poeta sentia enorme paixão por ela, algumas outras desdenharam todas estas narrativas, os historiadores sentenciaram: este poeta nunca existiu. Uma bela mulher que olhou o corpo com perturbadora intensidade durante um longo tempo sussurrou pra si mesma: Eu já suspeitava que tudo isto não passava de puro charlatanismo de poeta menor. Todos os curiosos que estavam em torno corpo concordaram silenciosamente.
Um bêbado que oscilava bem próximo do corpo declarou: Hoje cedo, quando a luz do dia ainda não havia chegado, tinha um intensa luz neste lugar, então eu vim ver o que era. Era só um farolete que ele segurava apontado pro céu. Tinha uma intensa luz azul, e mesmo já no final da noite, parecia um refletor. Repetiu quase num murmúriu: Parecia um refletor. Depois fui andar por aí, voltei agora pra pegar o farolete. Constatei, pra minha decepção, que alguém já tinha levado o farolete... A mulher bela interrompeu o bêbado rispidamente. Durante dia ninguém precisa de um farolete. Todos concordaram silenciosamente.
Um anão, com os olhos furados, que estava entre os curiosos em torno do corpo, com uma voz muito grave disse em alto e bom tom.
La lumière invisible de la nuit
Todos, inclusive a bela mulher que mantinha o senho franzido e um olhar furioso, balançaram as cabeças afirmativamente.
É Você
É engraçado como tão pouco me trás tanta paz,
Só preciso do teu sorriso,
Só preciso do teu abraço,
Só preciso do teu beijo,
É teu cheiro que sinto quando fecho os olhos,
É o teu calor que aquece minha alma,
São teus olhos castanhos que me hipnotizam,
é o teu toque que inflama o amor, o desejo e o amor em meu coração.
DRUMMOND
Sentou-se numa pedra que havia
No meio do caminho.
E passou o José todo triste;
sem saber pra onde ia.
Logo depois passou um anjo,
E disse: "Vai, Carlos! ser gauche na vida".
E disse Drummond: "Eu não serei poeta de um mundo caduco..."!
E Drummond, saiu recitando: " Eu também já fui brasileiro..."!
Ser diferente é normal
Tenhas cabelos lisos e loiros,
Crespo ou algo igual,
Cacheado, negro ou ruivo
Rastafari, Black power é radical,
Seja careca ou cabeludo,
Com cachos bolinha ou parafuso
Ser diferente é normal.
Seja branco, índio ou negro,
Seja Cosplay ou real,
Goste de vermelho ou preto,
Seja anti-social.
Tenho sempre a consciência
Que não importa a crença
Ser diferente é normal
Não importa a religião
Ou seu costume matinal
Se pensa fora da casinha,
Se é recluso ou liberal.
O que importa é que só a gente
Sabe o que a gente sente
Ser diferente é normal.
Roubei-me de mim
Eu tinha um par de olhos azuis,
Os roubaram achando que eram diamantes.
Eu tinha dois fios de cabelo loiros,
Os roubaram achando que era ouro.
Eu tinha uma barba bem feita,
Também levaram e não disseram o porque.
Eu tinha duas noites de sono perdidas,
Me levaram por conta do sonho acumulado.
Descobri que eu era o ladrão
E só não tenho nada disso
Por que roubei-me de mim...
Ser e Amar
Difícil para um poeta não pensar no amor,
Impossível sobre esse dom não escrever,
Num misto de alegria, tristeza, saudade e dor,
As palavras surgem nas linhas com muito prazer.
Por vezes revela por completo o seu autor,
Alguns são só viagens de um sonhador,
Por vezes viram melodias na arte de um trovador,
Poesia, ô poesia não me abandone por favor.
Que cantem minhas palavras, que recitem para multidão,
Que encontre amor nas poucas linhas que ouso poetizar,
Que a poesia não se silencie, pois é alegria para o coração.
Que aumente o brilho no olhar e que entendam que é bom amar.
Pés no chão, areia quente
Vento bate indicando a direção
O remo ajuda a conduzir a liberdade de escolher para onde o barco vai.
Quem dera fosse fácil toda terra à vista. Mas que graça teria navegar sem emoção?
Às vezes o remo quebra, o barco vira
Mas de uma forma ou de outra ele sempre chega a terra firme. Se o barqueiro não desistir de prosseguir ou ter sabedoria que algumas tempestades não precisamos enfrentar correndo o risco do barco afundar.
Sejamos corajosos para seguir, e sábios para, quando necessário, saber atracar.
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