Poesia os Dedos da minha Mao
Será que um dia ainda te verei novamente, muitas vezes me perguntei...
Na minha lembrança ainda vive seu coração de criança e alma gentil que um dia seus lindos olhos me refletiu naquele dia em que me convidou para visitar alguém que você precisava ajudar, e então pela primeira vez juntos fomos passear.
Sua voz calma me tocava a alma, seu beijo doce como o mel me levava ao mais lindo céu...com seu abraço acolhedor me conquistou com seu mais puro amor!
Válvulas de uma alma inspiradora
Válvulas de minha alma...
Sobem e descem num frenesi desenfreado...
Frustrando meus instintos de homem....
Onde o fel mistura com azedume....
Transformando em uma química...
Anti- degustável...
Lápides de pedras...
Rastros de frases fragmentadas...
Inesquecíveis frustações de um passado que me corroeu...
Pelas colinas...
Deixei meus versos perfumados...
Joguei o que não era para ser jogado...
Ah Poeta...
Tua terra te julgou...
Nas extremas do teu faro aguçado...
Incalculável é o êxtase inebriado...
Vai Causando em tua escrita...
Dores...
Ainda existem poeiras que cobrem tuas poesias...
Tuas nuvens...
Sempre te acompanharam...
Tu...
Oh escritor!...
És um Narrador de boca fechada...
Entre avenidas se embriaga...
Teu fardo é pesado...
Mas nunca quis deixar saudades...
E lamentavelmente deixou...
Não é ainda o suficiente....
Tuas escritas são muitas...
Umas falsas e outras verdadeiras...
É claro...
Disso também precisou....
Tua ganância nunca foi tão grande como na atualidade...
Sobre o véu do teu céu....
A poeira está baixando...
Janelas semiabertas...
Portas encostadas...
Frestas e brechas...
Sempre buscando o nascer e o pôr do Sol...
Do Oriente ao Ocidente...
Teu nome lapidou e quase se manchou...
Inteligente poema...
Básico...
Porém objetivo...
Enamoradas horas...
Chorou como criança...
Teu limite é desconhecido...
Teu timbre é talhar o verbo conhecido...
'Lapidar'
Vândalos de escritas....
Que afundas e não morre...
Pura ilusão...
Tuas aparências fogem de uma realidade...
Orgulhosamente falando....
Destilar é polir essas válvulas que me fazem ter inúmeras inspirações...
Que causam um impacto dentro de ti...
Cru e nu....
Ao ponto de te satisfazer...
Com essa explosão...
Vai descarregando e ficando leve...
Trajando-te com pano comum...
Assim...
Padronizado fico em teu silêncio...
Pois Ilimitada é...
O fim...
Dessa tua imaginação...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
AÇÃO DE GRAÇAS
Estimo a minha unção. Posso confiar,
Onde partilho com os entes queridos
Louvores e glórias dos anos já vividos.
E, na aprovação, rezemos algum pesar.
Brotam no peito, vivedouros, ungidos,
Bênçãos; assim, felizes, pomos a cantar,
Libertos do mal, e tão prontos pra amar.
Dádiva prometida aos olhos e ouvidos.
Amo cada um, irmão, plenitude celeste,
E tudo que nos cerca, ó Pai, o clamor.
Na posse, penso viver o que me reste:
— Paz e Bem! Sem na palavra ter rancor,
A virtude desejada, zelo que me deste,
Gratidão, Deus, perdão a este pecador!
Filha do norte
Sou o meu próprio Norte
Filha da Amazônia
E cria das lendas
que circundam a minha gente.
Cresci ouvindo muitas história
De Jurupari à Cobra Grande
Artifício dos antigos, talvez!
Freio para as crianças
Asas para imaginação.
Minha rede era a minha cama
Meu parque de diversão!
Nave que me levava
pra muito longe,
onde meus pés não tocavam o chão.
Sou viajante sem rumo
Que avistou um Belo Horizonte
E quis pousar.
Minha força vem da mãe natureza,
Das Amazonas,
Das caboclas ribeirinhas.
Nas minhas veias correm
sangue das guerreiras que,
como uma aranha em sua teia,
Prende o que a alimenta
e descarta o que lhe faz mal.
Quando eu descobri que tinha sido uma farsa tramada, foi possível anular aquilo na minha cabeça ao custo de muita dor, embora ainda arraste aquele traste no nome de uma certidão. E para amenizar o golpe financeiro, fui às calçadas do centro da cidade procurar aquelas pessoas com colete de "compra-se ouro".
Não bastava cobrir os rombos, mesmo vendendo por um valor simbólico uma peça tão cara, era necessário passar aquela falsa aliança com o nome dela no maçarico dos ourives do mercado, certo de que ao ser derretido por aqueles mascates para lhe render ainda mais, o seu nome andaria sem destino, espalhado pelo suor muitos corpos que usarão a peça derretida em seus pescoços, dedos e orelhas e se der sorte, até piercing em línguas, umbigos e partes íntimas.
Não haveria castigo maior a uma trambiqueira xenofóbica e sociopata...
Desejo as tuas mãos percorendo todo meu corpo, sua boca acariciando minha pele e eu acariciando o teu sorriso contagiante o teu corpo todo dentro do teu coração puro, todo meu e eu tdo teu!Comer devagar contigo ao pequeno almoço, almoço e jantar. Se arrumar ouvindo música com as estrelas por cima de nós meu anjo sem asas juntinhos aconchegados à beira mar ouvindo o som do silêncio e da natureza. Cantar.
Dançarmos sem cansar. Beijar com vontade e prazer de desfrutar a vida juntinho a ti. Abraçar apertado. Amar a noite inteira e o dia inteiro. Ler um livro juntinho a ti e dizer te o quanto és linda como o sol e charmosa como a lua e as estrelas. Copiar na agenda as frases mais lindas.
Minha triste hora inoportuna!
(Marcou o tempo em seu relógio frígido)
O vi e tu me viste.
Com loucura quis teu corpo
a mim proibido...
Placa.
Estacionado estou em minha procrastinação.
Preso em uma repetição astral.
Vivendo o mesmo dia consecutivamente.
Vendo passar tudo ao meu redor.
Envelhecendo em meio a dor.
Envelhecendo sem viver.
Existindo em um mundo afastado.
Pela qual as paredes do meu quarto conhece meu sofrer.
Às vezes saio e caminho sem rumo.
Onde quer que eu vá, me sinto só.
Uma placa, vibrando em meio ao movimento.
Ei, senhor. É por aqui e não por aí!
Não placa, meu caminho é por aqui!
Saiba meu senhor, conheço tal caminho.
É um caminho de dor.
Esteja avisado!
Tudo bem placa.
Se por acaso eu sofrer, não culparei você.
- PauloHSSantana -
Violeiro afoito.
Entre os acordes da minha viola,
Sombras de um poema insistem a me dizer,
Acreditar em tudo que se faz uma canção,
Até posso aceitar,
Mas entre um refrão e outro,
Ja se torna repetitivo,
E isso pra mim é totalmente fora da questão,
E faz eu cada vez mais,
Desse mundo afastar,
Estrelinhas ja me disseram,
Que alguém tramou contra mim,
Entenda de uma vez moça teimosa,
Esse mundo não é mole não,
Cabe olhar de fato o verbo do amor,
O que se fala nesse poema,
Nem todo querer nesse mundo é permitido,
Uma coisa é você chorar,
Outra coisa é saber o porquê,
Esse violeiro que faz essa viola tinir,
Ja sofreu e não é por você que ele vai parar de cantar,
São dez cordas que me esperam,
E um pedaço de pinho que ja está poluido de tanto me esperar,
E esse instrumento eu preciso repicar,
Vou entrar agora no palco,
Caso queira ouvir uma de minhas modas,
Faça o favor,
Compre o ingresso do camarote,
Pois os da arquibancada já estão pra se esgotar,
Autor:Ricardo Melo,
O Poeta que Voa.
Ela é linda. E não falo dos olhos que fazem brilhar o meu céu, nem dos cabelos que perfumam a minha alma.
Falo desse jeito único que ela tem de acreditar que não há luta que não possa ser vencida, que é possível ser forte e, ao mesmo tempo, delicada, e ser quantas ela queira ou precise ser.
Porque ela é incrível.
Ela é MULHER!
Nós vê todo dia nascer,
Minha vida completa a sua,
Se for da vontade de Deus
Nós segue e a vida continua.
Alma Eclética.
Em minha escrivaninha...
Vou escrevendo...
Poetisando...
Após escritas...
Elas divagam...
Dissipam pelo mundo...
Assim...
Outras Inspirações me vem...
E com elas...
As Frases vão amontoando em meu imaginário campo poético...
E saem voando pelo Ar...
Aves Inspiradoras as acompanham...
Momento de tensão única...
Calor em brasas...
Pessoas se aproximam...
Um aceno de minh'alma á todos...
Olhares ao meu redor...
Uns que ja me conhecem...
Outros que caem á choram....
A maioria...
Sentem um impacto...
Sou Eclético no que escrevo...
Eclético nos trajes...
Eclético na alimentação...
Arroz com ovo...
Para mim já é uma grande festa...
Eclético nas canções...
Uma alma eclética quase em tudo que faço..
Alma respeitadora aos gostos de todos...
E deixo a impressão digital do meu olhar pelo mundo...
Como tudo isso me faz bem...
A poesia se emerge e se faz...
Prevalece em mim...
Uma paz em que faço...
Por eu ser assim...
As toxínas se tornam resididos descartáveis diante de meu olhar....
Pois minha coragem de ser um Poeta...
Dá lugar as peçonhas incômodas que queiram me tirar minha arte de Voar...
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
Meu objetivo é:
ser uma profissional referência na minha cidade. Onde através de cuidados estéticos auxílio mulheres a elevarem sua autoestima, se sentirem mais belas e autoconfiantes!
“As Últimas Considerações”
Na água escrevi para notar a minha caligrafia
E em tudo o que notei pouco fez sentido
Porque foi como se eu tivesse colocado uma venda nos meus olhos
Tentando enxergar o que nunca existiu
As ilusões me iludiram
Quando acreditei que as estrelas levitavam no céu
Quando duvidei que o brilho do sol chegaria na terra
Ideias fixistas transformando-se em conspiração
Dizem que precisamos do oxigênio para respirar
Mas dele hoje consigo escutar o som da respiração
“No meio do inverno sombrio"
Últimopensador
Quero expressar minha gratidão, o meu carinho por tudo que foi compartilhado entre nós. Energia envolvida,que alimentou a alma despertando o desejo de fazer o melhor. Fizemos o que tinha que ser feito . Foi encantador,ousado.
Meu corpo,seu corpo.
Minha alegria, seu sorriso.
Minha fantasia, sua boca.
Meu delírio, seu beijo.
Meus gemidos, seu toque.
Meu prazer, sua pegada.
Minha loucura, sua voz.
Meu êxtase, seu prazer. Mas...
Agora tenho que ir me lembrarei do teu gosto, do teu cheiro, do teu suor escorrendo pelo meu corpo, ah sim fruto do meu prazer.
Eu me amo
Eu gosto de mim cuido de mim
Eu cuido da minha saúde, não bebo, não fumo.
Amo viver bem ...
Eu sei do que gosto e adoro satisfazer me
Isso me satisfaz ... Eu sou o que sou, vivo o que digo.
Eu continuo sendo apenas eu, mais aprendo com os valores da vida...
Eu sei o que quero, o que é importante para mim, já perdi e já ganhei.
Eu sei como fazer escolhas e tomar grandes decisões, impactantes ou não.
Eu posso eu consigo, a vida me ensinou ....
Minha pele depende do que faço, do que sou hoje ....
Adoro acordar cedo e dormir cedo,
Amo quem me ama, faço o que me atrai
Sou independente, vivo o que acredito.
Amo a imagem e a trato muito bem.
Eu sou meu espelho, gosto de mim ....
A vida passa e eu me cuido ...
Não só do físico, mas também da alma.
Eu só levo os fluidos bons comigo, deixo os ruins da vida ....
Eu sou eu ... eu sou feliz assim.
Espero ansioso pelo nascimento da minha filha. Deus sabe como sempre quis ser pai e como isso me transborda de emoção e felicidade! Só de imaginá-la meus olhos se embaçam de alegria.
Minha Filha, papai já te ama mais que tudo!
Minha casa combina certinho com o meu tamanho.
A casa do gatinho cabe em um abraço.
A casa da flor é toda a casa a varanda e o Terraço.
❤
A minha história a crescer e se expandir.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade nós somos a felicidade e somos a vida.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que tu tens e sê feliz.
Até o próximo verão, outono, inverno, até que tu estejas aposentado, até que a sua música toque, até que tu tenhas terminado o teu drink, até que tu estejas sóbrio de novo, até que tu morras, e decidas que não há hora melhor para seres feliz do que agora mesmo...
Lembra-te : Felicidade é uma viagem, não um destino. Porque tu é que fazes o teu destino.
Nova Fátima.
Minha terra minha infância,
Nova Fátima das Fátimas,
Minha terra legal,
Suave foi eu viver aí,
Foram dias e madrugadas,
Capa de neve no capim,
Lugar fresco de águas mansas,
Suave cheiro de jasmim,
De manhã cedo era o leite que eu tirava,
Montava no alazão e no lambari,
Cavalo branco sereno,
Suas redias eram de cetim,
De tardezinha era o potro preto,
Seu nome era guarani,
Égua tigela,
Seu irmão baião e o ventania,
Populares da redondeza,
Vinham pedir frutas no pomar,
Minha terra que eu não esqueço
Lá da minha terra eu saí,
Minha terra meu amor,
Vivi anos sem terror,
Terra vermelha e terra roxa,
A poeira não tinha estopim,
Era chão batido de piçarra,
Troncos de cercas de angelim,
Peroba sem defeitos,
Madeira de lei e com verniz,
Terra minha terra nossa,
Na palhoça sem cupim,
Era paz era vida,
Naquele lugar era tudo,
Que sonhei e que eu quis para mim...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
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