Poesia os Dedos da minha Mao
SENTENÇA
Minha sentença é viver sem o teu amor..
Sofrer essa dor,
Que é como um punhal que penetra minha alma,
Sem piedade e compaixão,
Sem culpa, me fere o coração...
O Homem é para a sentença,
A sentença é para o Homem,
O tempo todo somos vigiados,
Chegamos à ser julgados e até condenados.
Qual a culpa?
Qual o pecado?
Amar....
Minha sentença é a saudade,
O amargo de todo e qualquer sentimento...
Que dia a pós dia nos tortura,
Com sua rispidez e frieza,
Que é dura como uma rocha,
Insensível como,
O olhar de quem um dia dizia me amar...
Minha sentença é viver só....
No meio de uma multidão que corre
Para alcançar seus objetivos de pedra,
De queda....
Minha sentença é a indiferença...
Daqueles que me rodeiam,
Que me bajularam e, ou ainda bajulam
Quando é do seu interesse...
Quando os convêm..
Quando é para o seu bem.
Minha sentença é viver longe
Do abraço, dos braços.
Do laço ...
Minha sentença é chorar,
Deixar rolar a lágrima da sua ausência,
Transparecer por eles, a minha condição,
Que é viver esperando...
Por aquilo que talvez nunca virá..
Nunca chegará...
Mas com a certeza de que,
Jamais passará...
Nunca acabará.
Seria essa a pior de todas as Sentenças?
caminho na solidão chamando seu nome
minha paixão nos momentos mais cruéis
sinto seu coração bater no meu peito...
podem dizer que estou louco, por seu amor,
acredito nos anjos das escuridão...
que deixam uma mensagem de amor...
seu status esta no horizonte...
mesmo neste mundo de solidão vejo teus olhos
nessa escuridão meu coração.
Minha noite
Minha noite começa ao te encontrar.
Meu dia ao te ver.
Meu mundo ao te olhar.
Minha vida ao te beijar
Minhas horas são longas sem você.
Meus dias curtos ao te ter.
Meu amor.
Minha vida.
Minha paixão
Entro a noite sozinho sem razão.
Beijos de dias longos.
Noite escura sem noção.
Amor amor e amor.
Dos meus dias de minhas noites sempre meu amor (M.M)
Minha maior realização nunca foi algo visível aos olhos, nem sequer algo material...
Mas sim, o fato de ter me tornado um orgulho para minha mãe.
Jamais espere meu grito de socorro. Ele não virá...
Mas escute minha ausência de sorrisos...
Este é o sinal.
Você e minha inspiração
Você me faz escrever e pensar oque seria de mim sem você?
Você respira,inspira e me inspira
Bilhete de mãe
Eu nasci de nove meses.
Minha mãe me acariciava com o olhar.
Dizendo que eu estava pronta para confrontar com o mundo.
Eu respirava pequeno e pensava grande.
Mais tarde na puberdade em bom e baixo tom de voz dizia :_Caminha. Você não veio ao mundo à passeio.
Vou te Roubar...
Te jogar na minha cama
Te amarrar nos meus cabelos
Sequestrar teus devaneios
Te envolver,
Te enlouquecer
Te possuir,
Por inteiro.
Com as tintas coloridas de um
arco-iris,escrevo minha História.
Me emociono em excesso com os momentos corriqueiros
da vida.
Aqueles momentos simples que a a paz invade o coração.
Vivo de saudades,de lembranças...
E sempre tenho mente que o presente é onde estamos e do futuro nada sabemos.
Com esse sentimento poético que corre nas minhas veias,costuro meus dias só daquilo que me traz felicidade.
Quando pequeno, na inocência e criança minha mãe vivia me dizendo que no fim do arco-íris existia um pote de ouro, e eu sonhava em viver imensidões com o que aquele tesouro me proporcionaria. Mas, infelizmente, por mais que às vezes ao aparecer eu corresse ao seu encontro, mais se afastava. Fui crescendo, hoje com 22 anos fui tomado pela sensatez, característica que é erroneamente valorizada, pois foi ela quem destruiu minha inocência de acreditar em tal conto.
Daí, hoje, ao ir pra um dos plantões do Projeto IUPI (Projeto Integrantes da Unidade de Palhaçoterapia Intensiva) esse arco-íris ressurgiu em minha vida; Trouxe consigo, brincando de "escorregador" um anjo disfarçado de criança, uma situação pela qual eu jamais sonhara. Com isso eu aprendi que sorrisos mágicos são capazes e curar dores da alma e, desde então como diz o poeta José Carlos da Silva: "A vida não é para ser contada pelo número de respirações mas, pelo número de vezes que perdemos o fôlego".
Sou um gás nobre.
Não preciso me juntar a outro átomo para tentar alcançar a estabilidade na minha carga. Já sou equilibrado. Obrigada.
Eu sou a chave de todas as possibilidades em minha vida!
Eu abro todos os canais de amor, abundância e prosperidade em minha vida!
Eu aceito a luz que habita em mim!
Eu sou, eu sou, eu sou!
Você ficou falando e não parava, agora é minha vez de falar com você. Quero paz em minha vida e acho que você quer também! rs
Acabei deixando de lado valores e eu acabei me apegando, quando te encontrei, vamos ficar juntos pois eu tenho o amor que a satisfaz, não irei pedir nada em troca, só quero você e mais nada nessa vida, não tenho razões para fingir que não te quero e não te amo.
Esse é o momento certo para a gente ficar juntos definitivamente, darei o amor verdadeiro que você nunca teve, irei te mostrar todos os caminhos dessa vida, todo momento de paz e felicidade... o que você procurava você encontrou, a vida colocou isso na nossa frente.
Eu e você juntos iremos progredir para o bem, realizar nossos sonhos e sermos felizes, aproveitar "tudo" que a vida nós trás de bem...
Alguém podem até achar que isso não é amor, que seja passageiro, mas isso é o que pensam a verdade não será essa... será que alguém sabe a definição correta da palavra "amor"?
O que seria o amor então? Desconfio que amor é você, somos nós...
Quando eu nasci
Numa casinha singela, lá estava ela, minha santa madrinha-parteira, após passar por várias porteiras. Em sua benemérita carreira já havia parido muitos recém-nascidos, trazendo alegria àqueles maridos de tempos indos. Assim as mães se alegravam pelo tão esperado acontecido. Lá estava eu, segundo os relatos; de parto normal, um obeso e piloso quase fatal, tal qual lutador de sumô, assim relatava o meu querido avô. Então o rebento foi crescendo até que um dia a madrinha engordou sobremaneira, e teve a morte por companheira, fora acometida de barriga d’água, com a qual me senti muito magoado. Como pode uma santa daquelas ter padecido assim, fui ao jardim e desabafei com o meu pé de jasmim. Fiquei indignado com aquela maldade e não entendi o porquê duma morte tão mesquinha, já que a natureza é tão rica e dona de tudo o que tem e tinha, e, assim foi lhe dar tão pobre “sobretudo”. Nesta velha concentração lusófona do português vem à contraposição do corretivo da língua a me pedir para colocar uma vírgula antes do sobretudo, contudo, estou tratando de um substantivo-provérbio e não dum advérbio, que nada mais é do que o caixão de defunto qual vem para estragar o assunto. Agora se você não gostou do substantivo-atual, paciência meu irmão, eu também não gostei do que aconteceu com minha madrinha, porém, jamais vou fugir dessa rinha. A vida é uma arena qual somente agora eu entenda, após continuar obeso por décadas e mais décadas, parece que vou padecer indefeso, acima do peso, porém, vou além, não deixarei cair à peteca.
Sou bem idoso e vaidoso, um velhinho levado da breca...
Aí vem a lusofonia fremir ao meu ouvido: Levado a breca...
Ah... Vá se danar, não vê que estou tratando de minha madrinha.
De vida
vivida
já tenho mais
de meia vida...
Mas pretendo
viver
ainda muito
nesta minha
vida
a ser vivida...
mel - ((*_*))
O amor não me consulta
Não se importa com minha opinião
Não pergunta se eu gosto
Ou não gosto de senti-lo
Cumpre-me aceitá-lo
Tal como é
E consequentemente
Tudo o que dele resulta
MINHA MUSA ADORMECIDA
Ignora, meu bem, os meus sonhos
Dorme tranquila na noite fria
Mas sua alma passeia comigo
E dormindo você sorri, apenas
Beijo sua boca molhada em meu sonho
Beijo seus olhos cerrados de sono
E molho com meu desejo o seu corpo
Enquanto você sorri, apenas
Ignora, meu bem, o meu sofrimento
Cega como a noite está
Mas seus olhos nos guiam no amor
E eu me perco e me encontro
E me esqueço em seu colo
Já que você sorri, apenas
Por que me abandonaste minha querida mulher?
Por que não falaste mais com seu amor?
Oh quanta saudades do meu amor.
Que um dia preencheu com tanto amor a lacuna do meu coração.
Imprevista.
De sangue enxuto,
nasceste em minha visão.
Em luto, mútuo,
morreste sem salvação.
E quando disseram: pareces triste.
E o que fizeste, olhei, eu sei.
A quem mentistes?
Por proteção, pensei.
Não queres simplórios,
todos os que vêem
não leem os olhos.
Então não existe mais,
esperança por fazer,
o que resta é estar,
viva, por assim dizer.
Lutarei até a ultima gota do meu suor
até o último grito da minha voz
até o último soprar do vento
até ao rola da última lágrima
até o último milésimo do minuto
e sei que vou vencer, até ao invencível
porque Deus é comigo
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