Poesia eu sou Asim sim Serei

Cerca de 239877 frases e pensamentos: Poesia eu sou Asim sim Serei

⁠No começo eu não queria ...
Mas fui aprendendo querer ..e de tanto querer querendo ...hoje quero tanto, que não sei mais viver sem você...

⁠Como dói não ser o seu pra sempre...
Como dói saber que outro alguém te pertence e não eu te pertenço...
Como dói ter saudade, sentir sua falta e no fim do dia não poder te dar um abraço, um beijo, um afago...
Eu sigo aqui te amando loucamente ... Eu sigo aqui com a certeza que não mais poderás ser meu como um dia foi ..

É um privilégio olhar para uma rotina cansativa e, em vez de reclamar, agradecer. Porque um dia eu pedi a Deus exatamente isso: motivos para me ocupar, oportunidades para crescer, responsabilidades que um dia pareciam distantes. Nem todo cansaço é castigo; às vezes, é a resposta de uma oração.


Que eu nunca fique tão cansado a ponto de esquecer o quanto pedi para viver aquilo que hoje me faz correr. Há bênçãos que chegam disfarçadas de rotina.


@gmajordeus

Eu não escrevi nenhum poema sobre ti que tu goste ler. Porque não existe palavras, rimas, figura de estilo, métrica, verso o estrofe que substitui tua presença, palavras não chegam para descrever o conjunto de emoções e sensações que eu sinto só de olhar em seus olhos.


Você é minha tentação perfeita, minha história predileta
Meu sorriso encantado sabes é um grande prazer ser teu namorado.

O para sempre começa com você


Quando eu menos esperava,
quando menos eu procurava,
quanto mais eu me isolava,
perdido por aí… você apareceu.


Trocamos olhares recíprocos,
estávamos lado a lado;
busquei coragem no fundo da alma
e, entre as primeiras palavras,
você me fez sorrir.


Naquele instante tão breve,
havia alegria no ar.
As conversas se afinavam,
um sentimento nascia,
e nossos olhos insistiam em se encontrar.


E os dias vieram,
uma esperança nasceu;
eu ansiava te ver de novo…
e tudo aconteceu.


Nossos destinos se cruzaram,
antes distantes,
agora caminhando juntos.


Confiamos novas palavras,
novos sorrisos surgiram,
novos sentimentos floresceram —
como era bom estar com você.


O tempo foi fluindo
como água no curso do rio;
a cada momento,
mais unidos,
e sem perceber…
já éramos nós.


Do coração vieram as palavras,
declarei-me a ti;
e tão feliz eu fiquei
quando você disse sim.


Namoramos, casamos,
trocamos confidências,
selamos nossos votos de amor;
juramos eternidade.
Para sempre juntos —
já era certeza.
Você era minha,
e eu era seu.

Talvez chegue o dia em que eu simplesmente deixe de elogiar uma mulher, não por falta de admiração, mas por medo. Medo de que uma palavra sincera seja distorcida, que uma gentileza seja vista como uma ameaça e que uma atitude inocente se transforme em um problema sério. É triste pensar que estamos chegando a um ponto em que até um elogio precisa ser pensado, medido e calculado. Se continuarmos assim, talvez o maior prejuízo não seja deixar de elogiar, mas perdermos, aos poucos, a liberdade de sermos espontâneos uns com os outros.


Ivo Mendes Morais

Gritei em silêncio,
sonhei acordado,
eu parei correndo
e corri parado...
Pra você que leu,
o meu muito obrigado!

Um sonho!
Um sonho de um dia tornar-me alguém, mas e então, quem será eu?



Confusão dentro de MIM

Sentir minha dor, meu eu, minhas conquistas, meus deveres e meus entender


Sentir a Si Mesmo


O primeiro passo para a evolução da nossa alma é voltar o olhar para dentro e aprender a nos escutar com honestidade. Sentir o próprio eu significa acolher as nossas dores sem julgamento, reconhecer o valor das nossas conquistas com gratidão e encarar os nossos deveres com maturidade. Quando nos permitimos sentir e decifrar o que se passa na nossa intimidade, alcançamos o verdadeiro entender da vida. Não fuja de quem você é. Olhar para o próprio espelho da alma é a única forma de pacificar o coração e encontrar a força necessária para continuar caminhando em direção à nossa luz.

Naquela mesa você não estava,
Naquele restaurante seu cheiro eu não sentia,
Mas meu peito, mesmo assim, palpitava,
Por alguém que eu ainda nem via.
Na minha mente você não sai,
Ocupou cada canto, cada lugar,
No coração nem preciso dizer mais,
Só cabe você, e é só você que cabe amar.
Fico a pensar no tempo perdido,
Nos dias que vivi sem te conhecer,
E no tanto que ainda terei de sentido,
Pra aprender o que faz seu sangue ferver.


Já sonhei com amores de cinema,
Roteiro perfeito, cena decorada a rir,
Mas a nossa história foge do esquema,
Porque com você é melhor que nos filmes, é melhor que existir.

"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade.
Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade.
Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde.
Eu achava que só sentiria falta de você no fim de tarde.
Mas olha eu aqui, pela madrugada, lembrando você, minha beldade.
Já disse que te amo, já disse te quero, já disse que almejo você como mãe dos meus filhos, me chame de tolo a sábio, mas nunca covarde.
Dizem que incomensurável é o amor, então por que o meu para ti nada vale?
Meu coração pertence a ti, o desavergonhado, sarnento, algoz deste que lhe escreve, não bate.
Ele ladra, late.
Jogado na rua, tentando apagar toda memória sua, umas e outras rogando-me pragas, “cafajeste”, “traste”.
Deus, que fase!
É uma miríade de sensações, sinto seu cheiro ao vento, o apertar do abraço, te vejo em cada penumbra que envolve meu eu no fim de tarde.
Te sinto em todo perfume, te vejo em todo rosto, que parecem-me ser um todo de sua face.
Sinto você no frio da chuva, e no Sol do meio-dia, que me assola a fronte, também esta la você, minha beldade.
Eu sinto tanto ao lhe sentir, descrever-lhe, escrever-te, que chega a faltar-me ao âmago serenidade.
Amada minha, sinto tanto sua falta, indago-me: Será saudade?"

"É o que faço, amor, eu escrevo.
Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo.
Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo.
É o que faço, amor, eu bebo.
Para cada verso, um gole, e a cada gole eu te vejo.
Eu sou ninguém, e quando sou alguém, sou de um todo seu amor, aos céus, agradeço.
Por ser capaz de amar, mesmo ferido, amargurado, ébrio, em devaneio.
Agradeço.
Obrigado, Pai, pela tal dádiva do amor, obrigado pela não correspondência, o rancor, a indiferença, o anseio.
É o que faço, amor, eu escrevo.
Pois quando tu fores de mim, serão minha companhia a solidão, a pena e o tinteiro.
Penso em você o dia inteiro.
Eu queria tanto um abraço, o doce do beijo.
Caso não, que seja somente do abraço o aconchego.
Sem ar eu voo, e mesmo sem mar, em ti, meu amor, eu velejo.
E quando as lágrimas, que afogam minha existência, me permitem enxergar, nem que seja um pouco, amor, acerca de ti, eu escrevo..."

Entre Ruínas e Recomeços

Uma vida feita de histórias ruins,
mas sem desistir — eu sigo até o fim.
Quebrar pra curar corpo, mente e alma,
no meio do caos, tentando achar calma.
Onde a história insiste em te destruir,
eu viro o jogo, escolho construir.
Cicatriz vira força, dor vira visão,
do fundo do poço eu faço direção.

Escritor Caio Vinícius Dos Santos Costa

"Amaldiçoar o maldito.
Amar-te, daqui ao infinito.
Eu grito, eu xingo.
Eu finjo.
Eu minto.
Largado na rua, eu rosno, ladro à Lua coisas sem sentido.
Sou o crime, a lei, sou o bandido.
Sou o que rouba o coração, por ter o meu ferido.
É mais fácil te odiar do que admitir: ainda te amo, ainda te preciso.
Difícil admitir que também errei, queria poder fazer voltar tudo o que fora cuspido e dizer o que deveria ter sido dito.
Tudo aquilo.
Que consome, que dentro mata, externalizado, faz vivo.
Cansei de esperar o cupido.
Ser sem alma? Sou; eter, espírito.
Sou a razão e a loucura em uma frase sem sentido.
Será a vida um sonho? Delírio?
Se sim, invejo-os por viver em sonho onde o meu eu sobrevive em um pesadelo infinito.
Sou a linha tortuosa em que Deus ousou ter escrito.
Cansei de olhar-me no espelho e amaldiçoar o maldito..."

"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar.
Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar.
Odiá-la é como odiar o ar.
E dia após dia, viver sabendo que posso odiar, mas não posso parar de vivê-la, parar de lhe adorar.
Eu te odeio, pois em cada beijo, em cada abraço, até mesmo no castanho do outono, seus olhos estão lá.
Quando o Sol se põe e a noite vem me abraçar.
Você está lá.
Quando rogo para a escuridão me abandonar e a Lua vem me iluminar.
Eu te odeio, pois até mesmo no brilho dela e na pálida tez, você está lá.
Pela ida eu relevo, posso lhe desculpar, mas essa insistência na permanência, isso não posso perdoar.
Até quando me prostro e me ponho a orar.
Te odeio, e por sobre os céus, odeio ao Deus, por outra de ti, para meu eu egoísta, não criar.
Odeio ele por me fazer amar.
E eu te odeio, não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar..."

Eu quero começar o dia de hoje com uma pergunta bem sincera: o que você está fazendo agora para mudar a sua vida? Pergunto isso porque, se pararmos para pensar, a maioria de nós já entrou no segundo tempo da própria jornada. E o tempo é o recurso mais persistente que existe: ele só segue em frente. Não há botão de retroceder. Então, por que insistimos em viver no automático? Do jeito que está, não dá mais. É hora de apertar o botão de play e mudar o rumo do jogo. É sobre isso que vamos falar hoje.
Se a vida fosse um jogo de futebol, em qual minuto você estaria agora? A verdade é que muitos de nós já cruzamos a linha do intervalo e estamos jogando o segundo tempo. O cronômetro não para. O tempo não aceita desculpas, não dá voltas e não aceita retornos. Se você sente que está parado, assistindo aos minutos passarem, eu vim te fazer um convite: aperte o play. Mude o ritmo.
Porque, do jeito que está, não dá mais para ficar. 😉
Bom dia, com muita Fé e alegria. ☕ 🪻☘️

Olhei no fundo dos olhos dela e disse:


"Não quero me ferir de novo, eu já me feri tanto... Sabe?, quero que seja uma rosa para mim, mas que não tenha espinhos."


E no outro dia...
-Ela me abraçou com seu perfume.

Eu fui te entregar rosas e chocolate.


Parei em frente à sua casa.


Pensei por alguns segundos...
Depois pensei mais um pouco...
E mais um pouco ainda.


A garganta travou.


Sua janela estava aberta.


De repente, começou a chover.


Fiquei ali, parado na chuva.


Seu vizinho me observava e ria.


Ouvi um comentário ao longe:


"Que brega..."


Não respondi.


Apenas dei meia-volta e fui embora.


Você nunca saberá que, um dia, alguém te esperou diante da sua porta com rosas nas mãos.


E que, naquele dia, o céu chorou comigo.


L**

Por vezes, ponho duas refeições sobre a mesa, embora eu viva só.
É um pequeno engano que concedo ao coração: por alguns instantes, imagino que há alguém comigo, e a solidão se torna menos severa.


Com o passar dos dias, o gesto tornou-se hábito; ainda assim, toda vez que o repito, algo em mim se comove.


Talvez esta seja minha única maldição: preparar um lugar para quem jamais há de vir.

Noite do dia 20.


Eu dormi com a consciência pesada.


Você não dormiu, com o coração partido.


Eu a conquistei e a deixei.


Eu machuquei você, te furei com agulhas; te queimei com fósforos; fiz cortes em sua pele e joguei álcool por cima de cada uma dessas feridas.


Elas doiam tanto, sangravam tanto e você chorava mais um tanto.


Dor que não se esquece, saudade não desaparece.


Nas noites geladas; noites caladas, esse sentimento se fazia mais presente. As lágrimas mais realistas e os cortes mais ardentes.


Te feri com a minha confusão e indecisão.


Perdão.


Seu quarto era bagunçado, escuro e gelado. A porta sempre trancada e as janelas sempre escancaradas.


Bitucas de cigarro em sua escrivaninha, eram várias. Várias como as garrafas de bebida quebradas; vazias e espalhadas, como suas roupas todas jogadas.


Os olhos inchados; olheiras escuras; descabelada; roupa amarrotada; amassada; toda suada; lágrimas obviamente molhadas.


As janelas permanecem sempre abertas.


A ventania lá fora que agora bagunça tudo, só não tão bagunçada quanto sua mente e o asfalto, definitivamente não tão rachado quanto seu coração.


Tarde do dia 20, meses depois.


"Me ligue quando puder, se quiser. Saudades."