Poesia eu sou Asim sim Serei

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⁠Pode botar fé
que hoje sai
um bom Arubé,
De amor por
eu sei que você cai,
E não há nada
que te distrai.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quero você no meu
Bambaquerê,
Nesta Ribada
a gente vai festejar,
Porque no final
será só eu e você,
A gente vai se ter
e não vamos nos perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A mesa do Brasil
tem agrado para todos,
De tudo eu como
um pouco e tudo em dobro,
Ninguém resiste uma
Buchada bem preparada,
Quem recusa não sabe de nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pedi para saber
Eu insisti
Desafiei por mais de uma vez
Infelizmente você não quis
Realmente revelar: CANSEI.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Alma maruja traz um pouco
de tudo aquilo que precisa
ser refeito na Baía da Babitonga
que eu já perdi a minha conta.

Embora não tenha perdido
a esperança de Ilha Alvarenga
por ser poesia, poema e poeta
com apego ao mar e esta terra.

Desistir não é e nem nunca
será a opção porque viver
é o quê move pleno o coração.

Não perder jamais as correntes
e deixar que pousem solenes
na existência feita para a navegação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ratoeira de Ferro

Quando tu fores para lá
e eu para cá dançando
a Ratoeira de Ferro,
O teu olhar encantador
há de encontrar com
o meu e serei o seu amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Teu beijo de sabor
suave de Pitanga Amarela
me leva desta terra,
faz com que eu viaje
e com que esqueça de guerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O olhar, a palavra, o tom
e até mesmo a respiração
do desdém eu conheço,
Mas por sobrevivência
escolhi fingir que não vejo,
porque nada irá fazer
esquecer do que mereço.

No meu peito plantei
um paraíso edênico
que em setembro
colho até Tarumã-bori,
Daquilo o quê observo
de uns não carrego.

O melhor comigo levo,
o quê quero e não quero,
sem deixar nada para trás,
o importante é caminhar
com o melhor e em paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tirar a cada dia mais
o eu na escrita para dar
vazão a tudo quê se imagina,
Captar o quê cativa,
tornar-se de fato o quê
fascina e entreter com
o balanço dos buritizais da vida,
Dar nas tuas mãos a chave
oculta da mais profunda fantasia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sinto que
os melhores
beijos que
eu hei te dar
estão porvir
no tempo
de nos amar.

Estes meus
versos são
para quebrar
a tal sisudez,
e por grande
pretensão
ser a voz
da tua mudez.



O quê queria

mesmo é que

eles fossem

pão para te

alimentar,

água de beber

e capazes

de cobrir a

sua nudez.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você me disse

que tenho o dom

de escrever,

Eu por antecipação

me vi tocando

as estrelas contigo,

Assim admito

que no teu

universo

vou me perder.


Só me aproximo

se você deixar

Os teus olhos

lindos e cansados

são tão claros

quanto um riacho

para mim,

Que mesmo sem

ouvir a sua voz

Neles não canso

de me banhar.



Queria ter o poder de adivinhar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você surgiu

do nada,

Não sei o quê

em ti

Eu encontrei,

Só sei que

de você,

Não quero

me prevenir,

Há algo

em teu olhar,

Que me fez

sacudir,

Há algo

na tua boca

Que tenho

que provar,

E te recompensar

com leveza

de fada.


As minhas mãos

não podem

te tocar,

a minha letra une

as nossas mãos

de uma forma

maior,

para quando o tempo

de amar chegar,

os nossos corpos

hão de se render

e se colar,

Assim sou poesia

e perdição

a te provocar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te desejo

de uma forma

indescritível:

com ou sem

perfume,

fome de amor

e sabor de festa.



Você sabe


que eu sonho

virando
a última página,
e escrevendo
[a nossa]
daqui para frente
irreversivelmente.



Eu não sei

o seu nome,

Não sei onde

você mora,

Não sei da onde

você virá,

Não sei quando

e de que forma virá,

Mas só sei de uma coisa:

já fazes uma diferença

e uma falta danada.



Você sabe
que eu te desejo
arcando
com as últimas
consequências
de me dobrar
por você.



Póstero a se evidenciar

teleologicamente:
O quê você sente,
aquilo que escrevo
E nas horas embalar
o desejo a transbordar
Aquilo que sentimos
silenciosamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O quê será de ti,

eu não sei,

Mesmo que não

queira,

Lerás cada verso,

para entender

Que eu te amei.



Não me esqueci,

não resisti,

Aceitei o conselho

e a ironia de quem

dizia que voltaria

a me admirar:

virei uma mulher

Tão forte,

que agora não

Quer mais voltar;

porque de tão forte

que me tornei,

Só sei escrever

ao invés de chorar.



O quê será de ti

já não importa,

Os meus poemas

cuidarão de fazer

Por mim o quê

eu não posso:

Te tirar daqui.



Não existe beleza

na indiferença,

Ela se encontra

nos manifestos

- poéticos -

que não leste,

Nas fotos

que ignoraste;

Envenenaste

a minha crença

na tua existência,

E agradeço!

E salva de ti,

assim desse jeito,

'tu' me perdeste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você sabe muito bem,

que eu não quis admitir:

- Que nós somos iguais!


Você me conhece bem,

por isso não preciso falar

que você mora em mim.


Eu sei que moro em ti,

fingi não [perceber]:

para não me entregar...



Você sabe que vou além,

que escrevo com o gentil

- arrimo -

Destes teus olhos celestiais,

e eles não se apagarão jamais!



Eu vivo uma inevitável

primavera que não passa,

a minha alma te abraça.



Eis o solstício irremediável

eterna chama que não abrasa

a vontade na imensidade.


A inspiração particular,

em tons solares e florais,

só para te embriagar demais.



Você me conhece muito bem,

- ilustre cidadão do meu peito -

e devastador como ninguém.

Você venceu o próprio tempo,

viraste paixão em poemas inteiros!



Sou senhora da minha liberdade,

- proprietária do meu nariz -

e boêmia das palavras.


Além das matizes mais florais

e de todos os bons 'setembros',

Eu reconheço que estou assim

- vivendo -

A mais colossal das estações:

- A Primavera do amor demais...

Inserida por anna_flavia_schmitt

No sinal do nosso desencontro

não diminuiu a vontade de ter,

No final um dia eu te conto,

que nunca passou a vontade

De ter imensamente [você].



No final da minha noite

não tenho como não 'dizer':

- Transbordo a leveza de ser

e a indizível crença de te ter.



Da mais enternecida cadena,

sou a rebelde prisioneira,

Só você tem a chave dela;

que desperta a [obediência

De revelar a doce cadência.



No sinal que me trazes,

ele me deslumbra toda...,

A vontade de ter você

é incrível e não é pouca,

Tu me deixas [louca]....



Tu me punes e me abres,

eis o nosso paraíso!...

Tu me corriges,

eis o nosso feitiço!...



Tu me beijas e me levas,

eis o nosso rebuliço!....

Tu me dobras,

E eu não me nego;

Por você perco o juízo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não tenho nenhuma sofisticação:

- Recuso privar a indecência

Não tenho nenhum juízo,

Eu quero é a tua malemolência!



Porque minhas colinas nas mãos

De quem sabe acariciar,

Darão frutos de prazer;

Juras e poesias nas mãos

De quem irá adorar-te

Imensamente até 'enlouquecer'.



Não tenho nenhuma preocupação:

- Recuso salvar a decência

Não tenho nenhum rumo,

Eu quero mesmo é a indecência!



Porque esta pele bem iluminada

De quem sabe dominar,

Escreverão grandes histórias;

Juras e poesias nas mãos

De quem irá consumir-te

Intensamente até o amanhecer.



Não tenho muitas histórias:

- Recuso não traçar a glória

Não tenho nada restrito

Quero deitar-me ao som da vitória.



Que seja insana a entrega,

Que seja escandalosa a magia,

Que seja além do infinito:

- Receberás a poesia!





Que seja caudaloso o êxtase,

Que seja a chama intensa,

Que venha do jeito que vier:

- Embalarás a mulher!



Que seja doido o desejo,

Que seja ardente a chama,

Que seja explosiva a gana:

- Receberás o segredo!




Vibra e não passa,

Tens o meu oceano,

Aprecia a minh'alma,

Só cresce e inquieta

Romper com o cotidiano.





Gira em mim a liberdade,

Tens a minha ternura,

Dança em mim a loucura,

Não passa a vontade,

Quero você de verdade!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Há um peito aberto
para ser usufruído.



...






Para cada pedaço teu
que eu ainda hei de ter,
Quero experimentar-te
- saborosamente -
E, escrever um verso
e revelar um segredo
- íntimo -
Que também será teu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para brindar a calidez da tua pele,

Eu hei de escrever além do céu

Com as gotas que caem de ti,

Eu hei de beber o saboroso mel.



Para sorver os seus suaves lábios,

Eu hei desabrochar em flor

Com as carícias que saem de ti,

Eu hei de provar o seu sabor.



Não desejo ser comportada,

E tampouco [recatada]...,

Sim, declaro-me subversiva;

E por talento culpada...,

Eu sou a própria poesia.



Não existe ser pensante

E poeta [inocente]...,

Sim, declaro-me misteriosa;

E por excelência atrevida...,

Eu sou a chama perigosa.



Quero a quentura dos teus lábios

Incendiando os meus poros,

Quero o melhor dos teu abraços,

No 'troca-troca' de colos.



Quero a ternura dos teus desejos,

Beijando os meus lábios,

Quero desabrochar como as rosas

Que se alimentam dos orvalhos.



Quero a urgência das madrugadas

Rasgando os espaços entre as estrelas,

Quero experimentar a mágica fúria,

Para me alimentar da tua volúpia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu posso escrever livremente

nas augustas linhas deste verso:

- a divinal proposta

Para a gente se percorrer...,

É desta forma que nós vamos

daqui para frente nos entender.

A poesia e a sua magnitude

estão começando a se fundir,

E ganhando corpo e nome:

uma promessa de voltar a sorrir.

Eu posso declinar universalmente

nas noites estreladas à espera

- da primavera nossa -

Voltar a florescer...,

É deste jeito que só eu sei fazer;

daqui para frente iremos nos viver.



A poesia em altitude

nas corredeiras da vida

- concede -

O cheque em branco da liberdade,

correndo o risco da perpétua saudade.

Nada há de insensato quando nasce

do teu amoroso coração,

Porque da minha audácia revelada

é mais do que conhecida,

Àquilo que escreves para ti:

na verdade é para mim.

Eu sei e você sabe

da rota de fuga do mundo,

A gente sabe se reconhecer em tudo,

E melhor do que qualquer um sabemos:

- Que sempre iremos nos pertencer.





A poesia das nossas linhas,

que foram todas recolhidas,

Hão de voltar novamente;

É hora de seguir em frente...



É impossível viver longe de quem

se ama e mutuamente se aprecia,

Vem, tens o teu paraíso e o aconchego

viverás sob o meu zelo...,

E assim sob nossas regras: viveremos.

De um jeito que só nós entendemos;

longe de quem diz que ama,

E não cultiva o jardim dos afetos.

Inserida por anna_flavia_schmitt