Poesia do meio Ambiente

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⁠O atum e muito diferente
da sardinha, porém, os dois peixes vivem no mesmo ambiente, saiba ser diferente.

Inserida por Luizdavi

O tempo é o nosso escultor
O ambiente e as circunstâncias são as ferramentas que dão formas.Formatos perfeito ou imperfeito; essa é a nossa escultura que o senhor do tempo esculpiu.

Nunca fomos senhores de nós mesmos, mas suditos do acaso.

Inserida por joaoeudesdeana

⁠... escrever,
de certo modo, é semear
argumentosnum ambiente apinhado
de conteúdos e opiniões diversas -
em que, você poderá ser ocausador
de uma formidável ideia - no
entanto,jamais sua última
palavra!

Inserida por maurotoledo

⁠... num
ambiente já saturado
por insistentes cobranças
e agravos -da mesma forma,
padecerá a natural fluidez
agraciando nossas vidas...
Logo, a ninguém cobre;
tampouco se cobre:
simplesmente
viva!

Inserida por maurotoledo

⁠Para o Brasil ter futuro é preciso que cultivemos um ambiente que proporcione pensamentos saudáveis
e uma convivência estável.
Não necessitamos de nada
o contrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Visto-me com a tua pele,

Não estou mais nua,

No ambiente fúcsia,

Só a tua voz amaina,

A nossa rima se insinua;

A luxúria não enrubesce,

Sou inteiramente tua,

A carícia amacia,

Emana a fantasia,

A fragrância de ternura.

O teu domínio aquece,

A noite é uma criança,

A brincadeira atiça,

Somos uma prece profana,

Carinhosos numa só volúpia,

A chama que não se esquece,

Sinfonia que se sussurra,

A tua virilidade, estimula;

No ar a fragrância que excita,

Urgente em plena fervura,

Nada nos fenece,

Nos teus contornos submersa,

O Sol se entrega à Lua,

Num baile de fúria mágica,

O teu charme comanda, manipula.

Quando existe amor, nada perece,

O nosso toque é perene, enfeitiça,

A tua presença eriça;

O nosso giramundo, doce primícia.

O nosso amor enobrece,

Tomados por nossa lúcida loucura,

A nossa aspiração é nada contida,

A nossa ginga passa da hora,

Eroticamente corretos

- nada mais nos importa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O AMOR DA TERRA


Se o eu não reclamar
Soltar a minha voz
Tá claro...sou culpado
Sou mais um a ver
O seu azul morrer
Seu verde rarear
É claro! Sou culpado!

Sou só um "mano", vendo
O futuro derreter e sangrar
Em minhas mãos
Vendo, o cheiro
Da algoz em vários nós
Espalhada pelo chão .(mar)

Eu quero é viver!
Não quero guerra com o planeta
Terra
Eu quero mergulhar
Boiar num mar azul de eras
Terra...Somos inquilinos

A poderosa mãe
Sempre a nos perdoar
Com o doce do rio
Cascatas, imensidão azul

O solo fértil ou não
Motivos de canção
Que ecoam no divino que há nos corações

Amor! Venha!
Seja a nossa redenção
Nossos filhos estão crescendo

Ventres, ventos
Pedem mais um bilhão
Clamam mais uma canção

Queremos renascer!
Queremos recriar a terra!
Queremos mergulhar
Voar no azul do céu de eras
Mãe terra..

Somos inquilinos
Somos os meninos
Somos as crianças
Somos as florestas
Somos oceanos

Somos a esperança!
O Amor da Terra.

Luciano Calazans. 29/07/2017

Hoje é o dia da água.
Aquela que nós desperdiçamos, sujamos e depois culpamos por inundar nossas cidades e ceifar vidas...

Se existe um culpado, por tudo o que acontece de ruim no planeta, este é o SER HUMANO.
Todos somos culpados... Exploramos, poluímos, não reciclamos.
Nada do que fazemos é de forma sustentável. Não temos essa educação e consciência.
Mas eu acredito na força e no poder do Criador e Sua natureza. Apesar de tudo, ela se regenera, se transforma e ela mesmo cobra! E antes de acabarmos com ela, "ela acabará" com a gente.
Nenhuma espécie prejudica mais o ser humano, do que o próprio ser humano.

Uma gota d'água não parece nada
Na verdade, parece uma piada
Mas uma piada que se desperdiçada
Perde totalmente a graça
Damos tanto valor a bens materiais
E os recursos naturais...
Desperdiçamos por motivos banais
O ecossistema é maravilhoso
Faz com que um seja dependente do outro
Então por que não amar? Por que não cuidar?
Devemos agora mais do que nunca, o ambiente preservar!

Pratique o TBC – Tire o Bumbum da Cadeira do escritório,
levante‑se e aja! Não deixe seu conhecimento no sofá da sua
casa.

A sociedade está preocupada com, o progresso e a tecnologia, sem se preocupar com o meio.
Mas pra quem irá herdar o avanço da tecnologia?
Quem irá usufruir do progresso?
Não haverá nem mesmo a sociedade, se não haver um meio que a sustente.

A fantasia é a mãe da satisfação, do humor, da arte de viver. Apenas floresce alicerçada num íntimo entendimento entre o ser humano e aquilo que objetivamente o rodeia. Esse ambiente envolvente não tem de ser belo, singular ou sequer encantador. Basta que tenhamos tempo para a ele nos habituarmos, e é sobretudo isso que hoje em dia nos falta.
(A respeito do devaneio)

SALVE MINHA TERRA!!

Tudo me faz lembrar!
O samba lembra o carnaval;
A chuva repentina, a roupa no varal;
A terra arada e a labuta do capiau.
E jamais hei de olvidar...
A mata e a moto serra;
Da poluição e o planeta Terra;
Nossos mártires ambientais e suas iníquas guerras...
Faço por lembrar!
Chico Mendes pelo Amazonas de meu Brasil;
Zé da Castanha e sua esposa Maria, mulher gentil;
Irmã Dorothy Stang, cheia de fé viril.
Fica para meditar!
O que vem engarrafada vinha da bica;
Do apanhar da árvore, dentro da lata na prateleira fica;
O verde da minha terra, só a bandeira identifica...

Ter ido de surpresa em surpresa ao descobrir a degradação que pode haver no ser humano que, movido pelo Capital, conspurca os mais lindos sonhos que a humanidade já viveu ou vive sobre a conservação da vida sobre o planeta Terra, também leva à degradação dos sonhos a respeito de quem os possui.

(Tese de Doutoramento, 2014)

URUBU...muita gente não gosta desta ave.
Talvez porque, ao contrário de muitos humanos, prestam um grande serviço contribuindo, e muito, na limpeza do Planeta. Aliás, todos que procuram fazer alguma coisa para o bem do Planeta são discriminados! ¨

O último espetáculo


Estamos nos preparando para assistirmos ao mais esplendoroso
espetáculo.
Espetáculo que nunca fora visto... nem mesmo no teatro.
Homem!
Anjo ou demônio?!
Não sei.
Apenas serei poeta.
Ao descrever a última destruição.
Criação...
Descobertas miraculosas, desvendando os mistérios da natureza.
Anos e anos...
Sendo empregados na busca de vacinas para doenças...
Tecnologia para melhorar a vida do povo...
Salvando-os das possíveis tragédias naturais.
O homem agindo com muita destreza.
Reinvenção.
Guerras e destruição.
Bombas ceifando a vida de milhões em segundos.
Homem?
Anjo ou demônio?!
Não sei.
É apenas um ser cuja capacidade é inesgotável.
Tudo faz parte da imaginação.
De que adianta buscar novos conhecimentos no espaço sideral?
Se o estamos empregando de forma fatal.
Parece que estou vendo:
Armas nucleares projetadas, seus protótipos revendidos.
E a paz armada... tornou-se cada vez mais procurada.
É o que mais lucro rende!
Isto não me surpreende...
“O Fim”, é nosso caminho.
Total depredação...
Homem?
Anjo ou demônio?!
Não sei.
O ecossistema azul que nos envolve numa névoa vitalícia e
maravilhosa.
A cada dia que passa está sendo destruída.
O homem será um ser em extinção?
A humanidade será esquecida.
Justiça?
Talvez...
Só assim o Universo estará livre de todo o “mal”.
A paz reinará sem igual.
No espaço haverá um imenso vazio...
Onde antes existia o PLANETA AZUL.
E na poeira cósmica da explosão terráquea ressurgirá um novo
planeta.
E desta forma o fim se torna o começo.
E as cortinas encerrarão mais um Divino Espetáculo da Criação.
Homem?
Anjo ou demônio?!
Não sei.
Talvez um pouco dos dois.

VIDA MONÓTONA OU TRISTE
Profª Lourdes Duarte.
Você já chegou a se questionar: Porque a minha vida se tornou tão monótona ou triste?
Quando criança os seus sonhos eram os mais incríveis que podiam existir, hoje são apenas incertezas se um dia serão concretizados, pois a vida é uma constante mudança e querendo ou não se tornou sua parceira fiel. Somos todos viajantes no tempo. O futuro de cada um está escrito no seu próprio passado. Ou seja, cada um encontra na vida exatamente aquilo que traz dentro de si mesmo. O ambiente, o presente e o futuro somos nós que criamos e isso só depende de nós.
Então, continue sonhando com os pés no chão e não sonhos mirabolantes como os de criança e com dignidade, lute para que os mesmos se realizem.

⁠Águas poluídas.


Rios que fluem sem parar...
Peixes que morrem em qualquer lugar...
Oceanos poluídos...
Navios naufragados no fundo dos mares....
As bandeiras que eram velas rasgaram-se...
Mantos brancos que ficaram flutuando junto as marés...
As Velas cairam.......
Os mastros mergulharam.......
Se corroeram com sal marinho...
A ferrugem de metais pesados la em baixo fizeram um bordel....
O breu que era petróleo espalhou e denegriu...
Gosto de sal que virou metal...
Instinto de nadador...
Como poeta indignado....
Tento não passar mal...
Baleias que se encalham...
Plásticos e papéis que flutuam e que afundam...
Nas profundezas oceânicas...
Algas e salsas vão se murchando....
Águas vivas e tubarões....
Que na realidade estão mortos demandando a poluição....
Rezar, orar e clamar...?
Resolverá...?
Ah coração navegante....
Tu és feito de bomba e não tem coordenação....
Paraíso perdido...
Somos uma espécie que permite a devastação...
Cabe a cada um contribuir....
Senão em breve as águas..
Deixarão apenas recordações...
Cuidemos então...?
Pegando nas mãos....?
Será...?
Isso não é o suficiente...?
Enquanto tiver mil bloqueando a entrada de resíduos tóxicos...
Terão cem mil jogando lixo e poluindo..
E aí...?
Isso é poema que se escreva com prazer...?
Ou me atrevo e dou um grito e faço ecoar...?
Vão ouvir...?
Não...!
Oremos então...
Pois nessa esfera que não para de rodar...
Um dia sei lá...
Será uma terra letal...


Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.

⁠Fraternal, Polivalente:
Opondo-me a fúria dos rivais
Arrisco-me exercer a cidadania
A ter voz e vez, com democracia
Ajudando prover direitos sociais.
Exorar por deveres fundamentais
Havendo saúde pública universal
A sociedade sendo plena e plural
Ávida por ações socioambientais.
A comunidade lutando consciente
Sendo digna, solidária e preparada
Jamais omissa, nem indiferente.
A empatia social seja alcançada
O amor ao próximo seja evidente
Sendo humano fraternal polivalente.
(por Virgílio Alcides de Farias
Advogado ambientalista
28 de abril de 2021)