Poesia de Mae para meu Filho Homem
SOU RÉU DE POESIA
Sou réu de poesia! Confesso a minha sina
Porém não me penalizo desse ditado fado
Sublime, o poetar é também feita contina
Jeito tão mais gostoso e tão quão amado
Por certo o que nos redime, nos faz alado
Arte! A quem quer ter a poética inquilina
Eu cedo, e está fortuna, assim, me defina
Se eu portar, por acaso, e for um sorteado
E nesta ação, tão incrível, embora fique
Meu poetizar espalhado em mil pedaços
Eu rogo que a inspiração tenha o clique
Sou réu de poesia, mas também indefeso
Na criação, da geração e dos teus passos
Assim mesmo, da prosa quero ser preso!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
22/08/2021, 05’58’ - Araguari, MG
O amor se faz poesia quando você consegue se ler nas minhas palavras, mas não só com os olhos, e sim com a alma.
Pois é lá que guardo o que tenho de mais precioso, meu amor por você.
Um pouco de poesia e vida
Minhas sinapses viajam velozmente.
Ora desembarca em momentos pensantes.
Como doce e fácil flertar:
Com um amigo gentil, alegre e bondoso.
Com a donzela perfeita como as águas que nasce no sul e sobe para o norte.
Com a família unida.
Confronto, pois a realidade é destoante.
Ignorar o mais feio, pobre e errante.
Desmerecer a árvore singela.
O lar conturbado.
Como somos desafiados.
Muitas vezes insignificantes.
O exemplo maior, foi capaz do tudo.
Assim, o sangue amoroso rege o mundo.
Mas a poesia humana é febril.
A mente insana, do ódio, da insensatez.
A bagagem da natureza pecaminosa é pesada.
Mas ainda assim, viver, conter, enxergar a luz.
Trilhar o caminho ordeiro, manso e ligeiro.
No livro, no coração, no despertar, a poesia da vida que escreveu a cruz.
Giovane Silva Santos
A poesia?
Não sei a quantas anda,
a tal infame
Da última vez fez tanta
desordem em mim
Que quando quis voltar,
envergonhou-se
de si mesma
Então saiu feito a louca
que sempre é.
Estórias-XV… O/um BILIÃO, a Matemática, a Poesia e a Verdade!
Tratar: um (2*) mil milhões, por bilião (5*) ;
é estar a insultar, a matemática…
tal como, a dar pontapé, na gramática;
por ser citar, não UNIVERSAL; senão...
Vejamos nesse: um com, tais milhões: (2*) vil;
quão rápido, a nós é, pois, contar tais;
dado a em esse haver, tão lhe faltar; mais...
novecentos ‘ noventa e nove mil!
Já o a dez (3*), ou o a cem (4*) mil milhões, contar;
começa a pôr-nos a orelha de lado;
por tais, não parecerem, ele; então...
Unifiquemos, por tal, seu tal ar;
em Portugal: (5*) na Terra, em todo o Estado;
pra que em tais só haja: a UM ver, BILIÃO!!!
1*- 1.000.000- (um milhão) - errado
2*- 1000.000.000- (mil milhões) - errado
3*- 10. 000.000.000- (dez mil milhões) - errado.
4*- 100.000.000.000- (cem mil milhões) - errado.
5*- 1.000.000.000.000- (um milhão de milhões) - CERTO!!!
As mais lindas e belas palavras de amor não são reveladas em uma poesia
São guardadas no profundo silêncio do coração
Cenário da poesia
Convidado para fazer uma peça.
Fui ao teatro,
Fiz tudo ao vivo e a cores.
Foram páginas lidas e esquecidas.
Outras foram rasgadas e jogadas.
Outras estão aqui camufladas.
Feliz pelo convite,
Foi a primeira vez que fiz isso.
Aquele momento,
está bem guardado em minha memória.
Foi como o primeiro beijo.
Foi como nos tempos de outrora.
Abordei em minha apresentação,
Todas as escritas na oportuna hora.
Contei um trecho da história da minha vida.
Mais não entreguei a ninguém, os meus segredos.
Apenas narrei,
Narrei tudo que vi,ouvi , vivi e pela vida escrevi...
Virando páginas ,marquei todos os versos doloridos.
Lendo,
Esperei eu não chorar,mais chorei..
Pensei,
Não importa o tempo que passarei nesse cenário,
Só sairei daqui,
Quando por completo,
me esvaziar....
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa.
Um pouco de poesia e vida
O devaneio da vida.
As grandes embarcações.
Cabral e antiguidades.
Mediterrâneo e ancestrais.
Tribos, povos, lugares e civilizações.
Quantas línguas falam o mundo.
Conceito desumano.
Um mistério profundo.
Que a luz divina, verdadeiramente arranque a escuridão.
A fé, as inúmeras estrelas de Abraão.
Adorne nosso suporte.
Meu Brasil escondido.
Ser um escravo subentendido.
Um povo sofrido.
Miscigenado, avivado, o que somos, quem somos.
A tua verdade diariamente, a cada segundo revelação.
Giovane Silva Santos
Dor
faca de dois gumes
que se transforma
arte
poesia
metamorfose
passado, presente, futuro
a mais benigna
maçã envenenada
Dor
uma palavra pequena
que carrega tanto
o ser
o renascer
quem fui
e quem serei
depois de ti?
Um pouco de poesia e vida.
A verdade que tenta fugir.
São vários caçadores.
Muitos enganadores.
Dores.
Fatores.
Vida e suas cores.
Como um tatu fugitivo.
Buracos na terra.
Tuneis que os cães não adentram.
E por dentro desses casebres de tatu.
O que teria, ora um dia de lá tem que sair.
Se come cupim e defuntos.
Relatos de raças diferentes.
A verdade de cada homem e cada animal.
Até onde o chip fala.
O sinal da lua.
O buraco é transparente.
A verdade nua e crua.
Deus coloca a nossa gente.
Giovane Silva Santos
CANTAR EM VERSO
Tenho sede de poesia, tua rima, de tua poética
e por essa via vou sedento, falante, esfaimado
me sacia cada verso, cada sensação que libera
busco o som, a quimera, as prosas de cada dia
Sou faminto da imaginação, teu sonho alado
de tua sintonia, tons, fantasia, isto ou aquilo
tenho fome de emoção de tuas unas alcunhas
quero devorar cada ato na minha inspiração
Quero a poesia alinhada em sua formosura
alvura no verso, tal qual o claro luar posto
quero beber a luz fugaz de tuas centelhas
E, sequioso venho e vou provando o gosto
das palavras, catando toda paixão da gente
os cheiros, sentimentos, no sedutor cerrado
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
28, agosto, 2021, 14’21’ - Araguari, MG
Eu acredito no amor como uma poesia paradoxa descrevendo o alvor, na mesma proporção de causa felicita ele contraditoriamente é avassalador.
Eu acredito no amor como uma manhã de brisa que beija meu rosto suave e uma tarde instável de calor, se ele não existe por quê tanto temor?
Eu acredito no amor sem sentir nenhum rancor, apenas o desejo imensurável de sentir frio e calor, desejo e dor, por onde será que anda você meu temido e aguardado amor?
Poesia
Lei do lupanar.
Feitas por meretrizes.
Se rouba é apanhar.
Em sua beleza uma companheira ajudar.
Assim como em dificuldades,
Muitas estão l.
Enganos, Brasil cala, poesia fala.
De repente um cidadão.
Corre desesperado.
Pede socorro, em vão.
Ao redor, um jogo de engano.
Quem está envolvido.
De que é movido.
Uma tremenda podridão.
De certa forma.
A nova maneira de escravização.
Manter o indivíduo refém.
O estado desgovernado nesse trem.
Dinheiro, poder, status social.
Ciência, tecnologia, religião, política e escambau.
Meu filho bate na porta da psicologia.
Vai mais afundo na psiquiatria.
Algemado pela química.
Argumento que o órgão não recebia.
Bom dia bom policial.
A prova, xarope, jogral.
Tenho que desenhar.
Ainda assim.
Sentir.
Conspiração em espiral.
Juízes, advogados.
Quantos e quais.
De ponta a ponta.
De todos os lados.
Gang Stalkings denunciados.
V2k, tecnologias em massas.
Leitura da mente.
Olhos invisíveis violando a gente.
A magia real, Brasil, os enganadores.
Conjunto e patente, inimigos parentes.
Sociedade corrupta e indecente.
Giovane Silva Santos
Voxê é a musa da melhor qualidade,😍❤️❤️
É poesia com rima, é uma bela obra-prima 😍❤️
Voxê é uma garota aprimorada na arte 😍❤️❤️
Meu coração roubastes 😍❤️❤️
De alguma forma vou em Marte 😍❤️
Para escupir a mais bela obra de arte 😍❤️
❤️❤️❤️❤️❤️❤️
Desabafo, ou poesia
Depois de uma perda grande em minha vida, saber lidar com a ausência, o adeus que queria dar no dia obrigatório do "adeus", da maior dor até então, aprendi a continuar...
As coisas, os sentimentos, momentos "pequenos", até mesmo os grandes, que causou algum desalento, aprendi a superar.
Não tenho medo das tempestades, porque aprendi na chuva dançar!
Reconhecer que sou forte, grandiosa, amada, é o suficiente pra não deixar me abalar.
Eu vivo, simplesmente vivo, porque a vida vai passar, mas hoje sei que não quero deixar a vida se esvaziar...
Talvez há pessoas lendo e pensando que coisa nada ver, porque sim, o ser humano julga assim...
Mas também tem os que sabem que um desabafo se torna uma poesia, bonita para a nossa alma, e o nosso coração!
E para aqueles que julgam superem, pois de vez enquanto expressarei mais amor e gratidão. 🌻
Uma triste poesia...
Eu gostava mais daquela época
Em que a vida era tão bonita
Que eu sentia prazer de viver
Eu só sorria por cada dia
Havia um motivo para viver
Mas agora
Eu conheço apenas essa amarga melancolia
Que atravessa o meu peito
Já não sei mais o que fazer
Tenho muitas perguntas
E nenhuma resposta
A existência?
Já não há mais sentido
Nada faz sentido
REMISSÃO
Como rejeitar-te? se na minha poesia
Deixou a sensação, o vigor dum amor
Teu cheiro, a saudade, a alma luzidia
Em prosa e verso tão cheios de dispor
Como rejeitar-te? se és sobeja quantia
Onde o desejo implora por dar-te flor
Cada menção tua é uma atraente via
Vem recordar-me deste afeto sedutor
Rejeitar-te? impossível. Por ti eu peno
Meu coração versou e verseja história
Se é para suportar, tomo deste veneno
Eu não espero uma poesia transitória
No olhar, quero afago não um escudo
Hão da razão ter e o perdão de tudo!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
2021, agosto, 01, 19’11” - Cerrado goiano
Um pouco de poesia e vida 11
Oh, quanta dor.
Quanto sangramento.
Cicatrizes de toda cor.
Perseguidos e feridos com vigor.
Vidas, vida, lamento.
Meu sangue é de uma terra de Santa Cruz.
Meu coração como de tantos mil.
Dolorido pranto.
Uma ilha de desencanto.
Santo.
Pau Brasil.
Herança conturbada.
Bíblia.
Espiritualidade arma perigosa.
A prisão do Egito.
A palavra que colocou o homem maldito.
Que dor eu sinto.
Como gemeram os ossos de Cristo.
Porque a lei grita.
Ignora a graça.
Torna beber a Terra em taça maldita.
Afinal.
Essa gente.
Esse povo.
Passe o pente.
De que galinha vem cada ovo.
Ordem cronológica.
Ordem científica e tecnológica.
Bata o martelo desse tribunal.
Revele senhor.
Quem é quem.
O que é a ordem mundial.
Giovane Silva Santos
ENVELHECEU COMIGO
Quando, à primeira vez, me vi na poesia
Que foi lá pros tempos da longe meninice
E quedei-me à paixão de quem sentisse
Sede n’alma, emoção e razão na grafia
E depois, fantasia e ilusão, a vê-la, disse:
É moço o poeta é enroupar-se de ousadia
O sentimento aceso, estro, sedução e cria
Hoje a sinto entre as sensações da velhice
Cá de caneta e papel, trancos e solavancos
Vejo-a idear as mãos em prosa, terno abrigo
De venturas e os hostis versos saltimbancos
E ao apreciá-lo assim, inteiramente, digo,
Vendo-a poetar com meus cabelos brancos
A poesia, realmente, envelheceu comigo...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 setembro, 2021, 17’07” – Araguari, MG
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