Poemas e poesias sobre dança
A vida é como uma dança, que deve ser dançada conforme a melódia. E como se, a cada novo dia se tornasse algo extremamente valioso. Mas em tese a vida não é apenas como contos de fadas, que ouvimos quando criança com aqueles finais felizes. Acho que todos devem se perguntar, e depois o que será que aconteceu com cada princesa? -Pois é, nem toda princesa terá sempre um final feliz para sempre.
Quem dera, eu ter o poder de mudar o destino, mas é como dizem. Nem tudo o que queremos podemos ter. Mas que graça teria se pudesemos ter tudo aquilo que queríamos.A vida seria muito chata. Pra conseguirmos algo, é sempre bom sentirmos um pouco de medo, viver aventuras, dar muitas risadas, chorar, gritar e até de vez em quando vale fazer algumas birras. Aprendemos a dar os nossos primeiros passos ainda quando crianças. Em meio a tantos tombos, mas no final perdemos o medo e seguimos adiante.
A vida é assim, Temos que conquistar os nossos sonhos sozinhos. Sem medo da vida e sem medo de errar.
Poderíamos ter-nos dado tão bem juntos
Poderíamos ter vivido esta dança para sempre
Mas agora quem é que vai dançar comigo?
“É só dizer que você entende desse amor,
Desse amor pela dança,
Que a gente vira amigo, irmã,
Clone, clã.”
Quem diz que para dançar precisa de um véu ou de sapatilhas, não entendeu o real sentido da dança.
A única coisa que se precisa é vontade. Dança vem de um sentimento, não de um objeto.
Dança é AMOR, é ARTE, é VERDADE.
E para encontrá-la não precisar ir a teatros ou escolas específicas do assunto. A dança está no povo, também no morro, dentro de você!
A verdade é Que sinto Que Este Amor não passa ea mim resta viver em Sonho Este ritmo de festa, Dançando ao som da musica Que me toca e diz te amo.
Essa é mas fuerte de un verdade Entre Tantas Que te falei ja!
Dança de amar.
Cuidado com essa mania de ficar distante!
Porque uma hora eu aprendo;
E não volto depois do teu arremesso;
Encontro outros braços;
Corto nossos laços.
Cuidado quando pisar!
Uma hora eu canso…
E aí;
Não há plano;
Choro, vela e nem tango,
Que me faça dançar.
Apenas danço.
Instinto seria um bom motivo
Danço ao som do seu sorriso
Uma dança pagã aritmada
Entre as elipses de suas formas
Arrefecido e febril eu danço
Insanidade seria um bom motivo
Pra saltar os precipícios adiante
Tomar impulso e partir
Retirar as vendas em queda livre
E sentir prazer ao cair
Sobrevivência um justo motivo
Para estar nu diante dos inquisidores
Sorrir apenas, sem intenções pensadas,
Cantar porque é vital
Ou seria medo o tal motivo?
Da solidão ensimesmada e presente
De me abandonar diante do espelho
De me confundir com alguém que nem conheço
Um motivo triste seria a fome
Seria biológico e rígido demais
Apenas o cumprimento de um ciclo
Encerrando numa noite fria
Penso por que eu danço
Ao som do seu sorriso
Por que me queima essa febre
E na ignorância pura dos infantes
Alucinadamente e dopado eu danço
E faço do amor o meu maior motivo.
Ela é preta, Ela é branca
È mulher e criança
Ela sorri e encanta, canta e dança
È mulher e guerreira não tem medo de cara feia
Chora e sangra é humana e Deusa
È filha, Mãe e Avó
Enfrenta secas e enchentes
É Filha Do Sol
Delicada e Operaria suporta a dupla jornada
a qual foi Destinada
Filha da terra, não foge a luta
Ela é negra, Ela é branca, Parda Nordestina!
"edu, eduardaaaaa..
rimaa, com empadaaa..
vem cá, faz a dança louca,
deixe de ser mocáaaa
venha me amaaaar..
que perna grossa, é bem maior que uma corça
ai minha nossa! não da pra prosseguir.
eu quero um carro. sério!! Não tem Valerio
é só dizer que siim!!!
Menina eduarda, jura que vai dar pra mim.
rebola duda
ela não sabe la bamba
fica com mojelo e banca
remexe dona duda, ahh"
Musiquinha que ele fez pra mim' kkkkkkkkk
CIGANA
Sidney Santos
Dança minha gitana
No sonho do baila comigo
Mostra beleza e gana
Deixa-me dançar contigo
Mulher sensualidade
Batidas dos pés e palma
Entoa o amor de verdade
Trazendo o reflexo d’alma
Baila ao som da guitarra
Solta teu lindo sorriso
Canta que é a vida é uma farra
É isso só que preciso
DANÇA
Sidney Santos
Palmas e sapateios
Vamos cantar amor
Vai-vens e volteios
Sensualidade e calor
Vamos nos abraçar
Vida de alegria
Sempre a exaltar
Tempos de magia
Feitiço da sedução
Encanto de carinho
Atrativos do coração
Onde a ternura é o ninho
A vida me deve uma dança.
O grande mistério me deve uma chave...
De um segredo qualquer.
Se o tempo pensou que me vencia
Encontrou um inimigo formidável.
Renasci do sorriso empalhado de Deus
Venho embebido de sorrisos e olhares de moças,
Que com ares tristonhos e esperanças vazias
Rompem espaços ideais.
E em minha ignorância trôpega,
Tal qual pedra figuro sólido no absurdo.
Fim.
" E de passo em passo, a nossa dança terminou
A música parou, todos foram embora e nós ficamos
O assunto acabou, as risadas simplesmente deixaram de existir e com isso, nós mudamos
Isso que "sentíamos" esfriou, talvez por desdém ou total desmazelo
Apagou, como luzes de Natal, em fevereiro
Acho que o amor foi embora, sem destino e sem data de volta."
Slá, só mais um café.
Primavera de Fevereiro
No ápice do desalento
Uma luz de esperança
Me convida para a dança
Traz à tona um novo sol
Fronteiras quebradas
Pelo piscar de uma tela
Aproveitando-se dela
Seduzindo meu olhar
Em milhões de desavenças
Nem em sonhos aguardava
Que um dia haveria de ser
A água que me faltava
A qual refresca minha alma
E me queima por dentro
Com o fogo do apreço
Com o fogo do desejo
O ar gélido da manhã
O ar quente de teu hálito
A sonoridade da tua voz
Tão suave como o aroma do hibisco
Puxando-me para seus beijos
Salvando-me do abismo
Acolha-me em seus braços
Faça-me tua, faça-me viva
Reprisando como um velho filme
Inquebráveis palavras de conquista
"Amo-te como tu me amas"
O eterno sopro de paixão
A dança do poeta
O poeta é uma incógnita
É um copo vazio, que espera ser preenchido
É também cheio de suas palavras mórbidas
Embasbacado por qualquer paixão pequena
À espera de uma nuvem
Para rechear seu rio carente, quase no fim
E, talvez, algum dia
Se tornar abundante enfim
Chego a acreditar que sou poeta
O diploma eu tenho
Um coração partido e arrasado
Mas afinal, quem não tem o sentimento machucado, definhado...
Mas do poeta para o ordinário
Fica a divergência no decifrar
O metafísico é o limite de suas frases
O universo do subjetivo usufruído para interpretar
O poeta se despede
Mas, com um grande pesar
Continua sendo poeta
Até sua nuvem encontrar
Aprendi tanto sobre
A dança da liberdade
Que nunca mas pus
Pássaros em gaiolas,
Peixes nos aquários
Ou cabretsos em cavalos.
"A terra seca anseia pela chuva
Chamando a garota para a dança das gotas
Haja felicidade, comtemple o vôo das águas
Una-se ao magnífico homem! e
Venha apenas apreciar a garota dançando
Assim como a água
Evoque sua criança,
Alivie o que ela pensa a respeito do seu ser.
Gruniu o céu com luz empoderando a beleza
Aprisionada de uma mulher, quebrou-se a
Restrição que abita teu corpo?
Ouve as gotas
Tocando o rosto dela? Olhe o seu sorriso, vai
Abraçar-la, se sentires que o cheiro da chuva salta daquele corpo parabéns, tu amas de verdade."
#Me #diga #uma #palavra...
Para que eu possa fazer os sinos dobrarem...
A dança das horas pararem...
O tempo não escoar...
Me diga uma palavra...
Para que o céu seja sempre azul...
Para que eu possa criar asas...
Brincar com o vento...
E nas auroras douradas moldar as nuvens...
Me diga uma palavra...
Para que as flores sejam sempre viçosas...
Os caminhos sejam sempre floridos...
Pássaros e cotovias cantem em uníssono...
Me diga uma palavra...
Para acalmar os rios...
Refrescar a terra...
Trazer a bonança...
Acabar com as guerras...
Me diga uma palavra...
Que contenha o universo...
Que o mistério da vida seja revelado...
Para que o verdadeiro amor seja um fato...
Para que eu possa dançar em meus sonhos...
Sandro Paschoal Nogueira
— em Valença (Rio de Janeiro).
