Poesia de Boca
é na sua boca que provo do mais gostoso sabor.
boca tua que é fonte do meu ódio e do meu desejo,
do doce, do amargo
e da tua língua, que aos poucos me vicio e me embriago.
você é parasitária, me beija apenas na boca
mas percorre até o meu coração.
é por ela que me enlouqueço e me mato só pela sua paixão.
o céu sempre foi apenas de uma cor,
mas sempre me iludo com esse tal azul,
o seu também era assim, eu nunca notei:
fantasias sopradas por um vento do sul.
lá no fundo da garganta me via com cada ideia louca
sussurrada por essa voz rouca,
acho que eu ainda caibo na tua boca.
o contorno dos teus lábios,
os movimentos que fazem sem nem precisar falar, já me falta todo ar.
nossa seiva se mistura bem
porque a gente sabe que beijo não é contrato, é contato.
mastigo sua boca como se tivesse pedido o melhor prato.
espero que não tenha se arrependido do nosso trato
provando da nossa explosão de sabores.
é que meu gosto é ainda melhor na tua boca,
era como se fossemos feitos pelos melhores pintores
e agora só me resta saber se o que sai dela
são novas feridas ou a cura das minhas dores.
Que os lábios façam o mesmo que as mãos, e que esta boca mostre o caminho certo aos corações,
e não se mova, enquanto eu colho o fruto das minhas orações.
... A VERDADE é diferente da
sinceridade.
Pois a sinceridade está na boca de
qualquer um...
A VERDADE só há no Justo.
Infrassom
Se existe silêncio?
Sim, existe à boca fechada
na taciturnidade dos atos
E quanto ao silêncio da alma?
Quem pode responder?
O vento, no sutil movimento
desnudando a mudez
ao eriçar os pelos
da sua cútis rosada.
Meu amor por você é um acordo entre:
Os olhos que te acham linda.
Minha boca que ama seu beijo bom.
Minha mãos que adoram sua pele.
Meu coração que te ama.
Mieu cérebro que sabe que você pode me fazer feliz.
A questão é HUMANIDADE.
..
Esqueçais a política e vosso égo,pois a questão é humanidade
Tua boca profere palavras decoradas numa lápsa indelicadeza
Medicamentos hospitalares tantos,fantasiam a tua imunidade
E com atitudes preliminares e imaturas rege ao povo a incerteza.
As expressões ditas te protegem sobre os versículos bíblicos
A popularidade onde confundem até os de Allah escolhidos
Não sei até onde a incoerência apagará profecias e ditos
Nunca ví um verdadeiro Líder colocar seus liderados em perigos.
Enquanto te preocupas a esquerda,e a Eles a tua direita
Segue o povo no meio deste medíocre e evazivo Pilar.
Agora vos pergunto atlético que essa Nação governa
Quantos mais inocentes esta simples gripinha irá matar?
PENETRADO EM SEUS NEURÔNIOS
Ela quer Que eu morra
Porque a deixei
Com a boca diz que não me quer
Mais seus olhos me revela
No seu coração ainda moro
Você ainda me espera
Você liga demadrugada
Diz que estar assustada
Que teve um pesadelo
Você fala que sonhou comigo
Em pesadelo sem fim
Eu sei que você ainda lembra de mim
De todos os beijos que eu te dei
Disfarça não quer assumir
Que eu vivo todo dia em te
Embora separados
Do seu pensamento não saio não saio
Nem por um segundo
Estou penetrado em seus neurônios
Você me ama isso é estranho.
Estou penetrado em seus neurônios
Você me ama isso é estranho
Poeta Antonio Luis
ME BEIJA
Chega de brigar chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija
Saio do serviço
Vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber
Quem não gosta é minha amada
Derepente o telefone toca
É o meu bem na linha
Ela pergunta onde estou
Se estou com outra galinha
Quando chego em casa
A mulher vem brigar
Eu vi achando graça
E calado vou ficar
Chega de brigar chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija. Me beija.
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija. Me beija
Poeta Antonio Luís
20/06/2015
SUA BOCA NA MINHA
Cola Cola Cola
Cola Cola Cola
Sua boca na minha
Vem dançar a nova pisadinha
Vem dançar a nova pisadinha
Vem dançar a nova pisadinha
Nessa festa você Ta uma gatinha
Você sabe miar sabe miar
Sabe miar sabe miar
Se não soube pode me beijar
Cola Cola Cola
Cola Cola Cola
Sua boca na minha
Poeta Antonio Luís
5:32 AM 16 de julho de 2016
*É só dizer sim - 📝🎯
Eu acordei na fissura de beijar sua boca
Na lembrança de te ver tirando a roupa
Na hora de amar
Um dia é pouco uma noite é nada
Pra matar a saudade
que tanto me maltrata
Me viciei em você
Entro no meu quarto e sinto seu cheiro
Como conseguiu me deixar desse jeito
agora vê se aguenta as consequências
e vem por um fim nessa dependência que eu tenho de você
Refrão:
Já me sinto seu
Ninguém vai tomar
Jamais terá outra em seu lugar
Nunca amei ninguém
Mas quero te amar
É só dizer sim pra mim no altar
Poeta Antonio Luis
Karla Pinheiro
O que os pés dizem
Os pés falam quando a boca se cala.
Depois do êxtase, descansam sem culpa,
despreocupados como gato ao sol,
um sobre o outro, cruzados,
ou largados ao acaso—
o prazer não pede alinhamento.
Há quem estique os dedos,
como quem espreguiça o pensamento.
Outros os deixam pender de lado,
desarmados, esquecidos do chão.
A posição dos pés é confissão sem palavras:
se recolhidos, um restinho de pudor,
se soltos, um abandono feliz,
se entrelaçados, um desejo de demora.
No fim, não são os olhos que dizem tudo.
São os pés, descalços,
rendidos ao próprio silêncio.
Tentei calar a minha boca, a qual me disse,
Cala-te alma imunda e perecível tanto.
Sim, faz mesmo só e sempre isso!
Então me calei e isso realizei, portanto.
Mas dentro de mim as entranhas se revolveram,
e dando um grande clamor, calado, não fiquei,
e um novo cântico, de fresco eu entoei.
E dos poemas minhas musas não se calaram.
Ainda com mais força eu tanto gritei,
sou poeta de cânticos do além,
Isso eu já há muito que o sei!
Portanto não mais me calarei,
mas com a força que meu ser tem,
do bem eu muito e ainda falarei!
Ah, inveja,
boca sem dente,
amargo que se sente quando se engole o sorriso de lado e o olhar descrente.
Fale! Pois o passado é o veneno da memória, que precisa sair pela boca para
não envenenar nosso coração.
Às vezes eusinto o meu coração saltar pela boca...
Eu tento me acalmar
Porém não dá.
A boca não se cala,
Quando o meu coração está cheio de você.
Digo que te amo.
E não é da boca pra fora!
Te aperto
no abraço,
te afogo
nuns beijos,
tão quentes
quanto o sol no verão!
calo-me
diante
de tantos gritos
que ecoam
no meu coração,
boca fechada
não sai nada.
no fundo
o grito
em silêncio
“eu te amo"
somente eu escutei,
ela pega sua mochila
e vai embora,
nunca voltou!
correr na rua
embaixo da chuva
molhar o deserto da alma
tirar a secura da boca
matar a sede de ser feliz
e tirar o gosto amargo
que acompanha nossos dias.
Palavras dormentes.
Línguas ferventes.
Da mesma boca, maldição!
Da mesma fala, benção!
Eu grito contras as vozes na minha mente
Desejam meu mal de forma intransigente,
Perdido com pensamentos intrusivos
São tão abusivos,
Não posso deixar me dominar
Preciso parar de pensar
Não posso sucumbir
Preciso escrever para me distrair.
