Poesia Completa e Prosa
Quando olho para ti de forma unica e doce, sinto o mundo apaixonado e louco pelo que vê, quando sinto o teu bater do teu corpo e coração simplesmente diz, acima de tudo adoro a perspectiva de mudança e de novas conquistas e vitórias e glórias, porque és uma Duquesa indomável e simplesmente fascinante e unica minha duquesa.
A solidão nasce quando nascemos. E, com ela, temos que conviver toda uma vida. Quer estejamos acompanhados ou não, por alguém, algo, qualquer coisa. A melhor companhia é estar só, que é como somos; irredutivelmente sós. A solidão traz a vida consigo, mas há que saber rodeá-la com os enfeites da alma.
Via o vulto límpido da realidade se abrir lentamente. A morte é apenas uma linha que se precisa atravessar, o silêncio depois que a respiração cessa. Nada se pronunciava que não viesse eternizar o que havia em si de venerável. Mateve-se curioso. Não perdeu a capacidade de encontrar motivos.
Talvez tenha que rasgar a pele, para que lhe surjam as asas, para que haja uma revelação do que se escondeu no exterior das pedras e, só então, decodificar as nervuras, o olhar duro das magnólias, por não desconhecer as feridas geradas pelo aprendizado. E entender. Porque é preciso saber do solo antes de alcançar a amplidão absoluta do céu.
Escrevo drama, escrevo romance, escrevo paixão desenfreada, escrevo o amor imperfeito, escrevo sonhos perfeitos, sonhos, pois só lá säo reais, escrevo a sinceridade infeliz, escrevo os mais sinceros rascunhos, escrevo as palavras erradas que não deram certo, escrevo todas as vezes que não fui bem compreendido, escrevo o que restou mais uma vez de mim, escrevo o meu eu sem fim.
A história nos conta que os tempos difíceis são os tempos das mais difíceis escolhas. No entanto, se quisermos subsistir, é preciso insistir no ritmo da criação e lembrar que todo tempo é um tempo poético. Mais que nunca, nesses tempos em que vivemos, precisamos da esperança que brota da poesia e para isso é preciso lembrar que a poesia, ao casar-se com a vida, a acompanha sempre. Seja na alegria ou na tristeza, na paz ou na guerra, na saúde ou na doença, na abundância ou na indigência. Assim, é preciso crer que enquanto houver poetas no mundo os frutos da indigência podem tornar-se flores e a esperança sempre pode ressurgir aninhada em seus botões. (Porquê poesia em tempo de indigência? - Renata B R BARRETO, 2003)
A mocinha da fazenda corria livre e sem perceber encalços pelos caminhos. Seguia por musgos macios, beirando ribanceiras, arriscando-se a cair, mas loucamente prosseguia. Vestia suas asas de borboleta e voava sobre as paisagens, recolhendo a beleza que conseguia captar. Suas tranças eram velas ao mar em aventuras infantis ou seriam asas de um colibri em busca de néctar? Ela não percebia isso ainda, apenas voava em sua imaginação - ao sol cantava, as estrelas do céu apanhava e um colar fazia. Se enfeitava toda, não para aparecer, mas porque já viera ao mundo como poeta e assim seria, toda e qualquer poesia.
Não economizo amor, invisto. Não engulo amor, respiro. Não grito amor, silencio. Não guardo amor, demonstro. Não divido amor, unifico. Não nego amor, declaro. Não desprezo amor, abrigo. Não verbalizo amor, pratico. Não subtraio amor, multiplico. Não prendo amor, liberto. Não julgo amor, aceito. Não torturo amor, sinto. Não soletro amor, poetizo. Não espero amor, faço. Não cobro amor, eu amo.
Eu sei que já faz tanto tempo, tudo que a gente viveu, a nossa história linda que não teve um final feliz, por culpa minha, por culpa nossa... já se passaram quase 2 anos, mas quando eu vejo casais apaixonados eu ainda penso em você, quando assisto um filme romântico na Tv lembro da nossa história, quando à noite vem e eu perco meu sono eu fico me autoflagelando imaginando como seríamos se tudo fosse diferente sabe?! Se não houvesse tantas brigas, tantas decepções, se eu não tivesse errado tanto com você meu primeiro amor, como estaríamos agora? Eu não sei se ainda te amo mas também não sei porque ainda penso tanto em você!
Acho que o amor ja morreu a muito tempo, não cheguei a conhecer, mas oque me sobrou foram só exemplos que estão morrendo também, sei lá, de repente o amor ficou preso nas cartas, seladas com batom vermelho e cheiro de cereja, de repente nas margaridas, compradas ao fim de tarde de uma quinta feira, ou então nas prosas, escritas por um coração seduzido. Quem é de amar que ame, ainda que por uma noite ou por uma mensagem descartável.
Ser amigo é saber estar junto, mesmo sem estar perto. É falar sobre tudo e ao mesmo tempo saber ouvir, sem o objetivo de julgar. É ter a felicidade de encontrar alguém que não estávamos procurando, mas que o destino, de alguma forma, colocou em nosso caminho e que, com o tempo, aprendemos a amar.
É por este vasto mundo, que meus pequenos pés inseguros e já cansados, trémulos nos seus devaneios, cedem as milhas a percorrer, paisagens a contemplar, povos e culturas a conhecer às palavras que os visitam… essas pontes que reclamam virgulas, reticências, pontos de interrogação, exclamando de excitação por cada descoberta articulada entre frases que registam os Audazes…pois anseiam por dar mundos ao Mundo… salpicando cada viagem com poemas e versos feitos coragem…
A vida é feita de pequenos pedaços que um dia se chamarão - saudade - e colada num mosaico que construímos no coração. Amanhã teremos saudade desse hoje e amanhã teremos saudade do ontem, assim numa sucessão do que foi vivido ou ainda nem foi. É um sentimento indefinível, até podemos ter gosto nesse sentir, mas às vezes, dói !
Tem dias que a gente acorda com uma declaração de amor prontinha para confidenciar à vida, com uma vontade louca de tirar os sonhos da gaveta, mudar de vida, salvar o mundo, mas tudo que consegue é colocar um pouco de brilho nos olhos desbotados do tempo, adocicar a realidade com uma pitada de poesiae e tornar o dia mais leve.
O dia cai, mais uma noite agonizante. Perco as esperanças num instante, amor distante... Abro a janela e vejo o brilho do luar. Quantas noites vou ter que sonhar? Noite sem fim. Tanta dor causada em mim. Revolta, não volta! O pensamento sufoca. Por que você não volta? Revolta, a dúvida sufoca. Noite sombria, só busco harmonia, novo dia...
Um poema rabiscado pode parecer imperfeito, suas linhas tortuosas fugindo da simetria. Palavras fora do lugar, letras que se perdem na pressa de quem escreve. Mas, ainda assim, ele carrega a essência do que realmente importa: o sentimento. Não é a caligrafia limpa que toca a alma, mas a verdade cravada entre as linhas, por mais desordenadas que sejam. Cada rascunho, cada verso mal arranjado, guarda uma sinceridade bruta que, de alguma forma, encontra o caminho para o coração. Afinal, o que é um poema, senão uma expressão da alma? Mesmo rabiscado, ela (você) é poesia.
A música é a segunda mais bela e perfeita expressão artística — a primeira, é a vida. Podemos sentir amor, ódio, alegria, tristeza, uma vasta gama de sentimentos, e o que é a música —, se não um espelho para o que a alma grita? Ora, você já viu aquele cujo coração está repleto de ódio, compor uma letra de amor? Não, pois a música é o espelho da alma.
"Então, a névoa obscura, cuja densidade ofuscava a lua em meio às nuvens, se sobrepôs sobre sua cabeça enquanto contemplava o celestial, e o coração dele não se continha mais em seu peito, aquele sentimento de inquietude que pairava em seu interior como um beija-flor que arduamente sugava seu coração como o pólen de uma flor, exalavam reflexões contínuas sobre sua amada, tornando-o melindroso, e ele, sentindo-se imerso e submerso em sua própria introspecção, enxergava no horizonte o brilho das falsas estrelas da lucidez. E tomado pela tormenta dessa mistura, eis que percebeu que seu interior espelhava seu exterior, pois tudo que ali estava ao seu redor, continha um pedacinho de memória da sua amada, e mal terminou o raciocínio quando, de repente, o céu lhe pareceu melancólico: chorava a chuva, engasgava o trovão, suspirava o vento, e ele percebeu que tempestade ocorria naquele momento, não lá fora, mas ali dentro. E o algoz daquela brisa invasiva chamava-se: Saudade."
Esse tempo que voa, volta trazendo consigo algumas respostas que ficaram emergidas com grandes interrogações em perguntas que pensei nunca haver uma justificativa. Algumas delas vem dançando na rua, tirando o peso da alma de um dia estar perdida com perguntas por vezes incompreendidas. A alma se expande, e às vezes a vida responde. Mas tem respostas que podem permanecer perdidas. Uma vida inteira. O que resta é a espera. Buscar a espera, sem deixar pesar os ombros. Sem deixar a vida passar como vento sobre seus olhos. Que a vida seja bondosa ao ouvir minhas palavras que se atravessam entre si, cambaleando, tentando encontrar respostas até mesmo para o que nem mesmo vivi. Com o tempo que vem a de conter algumas respostas que um dia aguardei.
Meramente ilustrativo reconhecer as mudanças que são partidárias de dentro pra fora. As lacunas que sobrevivem a grandes marés de emoções carregadas consigo de solidão e cores perfurantes de um coração pequeno, mais grandemente enganoso, envenenado de ilusões. Tem dias que são carregados de um cinza frio, com chuvas em formas de lágrimas e o corpo pronto para aconchegar-se em uma poltrona quente. O aconchego do vazio transborda pela coberta que afaga a pele avermelhada, pronta e aberta para a esperança de que dias com céus azuis virão. Muito em breve.
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