Poemas sobre o Verão
Vocês sempre me verão rir o tempo todo a todo instante, nos meus melhores e piores dias, se tem algo que eu sei fazer de melhor é rir, e a forma como posso trasmitir felicidade para alguém me deixa ainda mais feliz.
O estado não quer que as pessoas pensem pois ao fazerem isso, verão que a existência do governo é irracional.
Tenho um caso extraconjugal com o Outono! Mas não contem pro verão, ele esquenta à toa, e é deveras ciumento.
Ouço o vento e rumores de pessoas resmungando que está frio e gelado, tudo o que sinto é o verão em meu coração e este é insuperável.
Pode até ser que uma andorinha só não faça verão; mas acredite, uma só pá que cava um poço, muitas bacias se enchem de água.
Um dia eles vão lá... Verão o que perderam, sentiram na pele o que me fizeram passar, e além de tudo isso... Iram perceber que as coisas não são como deveriam estar.
Ainda sinto falta da ponta do teu nariz frio mesmo em dias de verão, e do seu pescoço sempre quente e pronto para esquentar minhas pernas no inverno. As tardes ainda esperam as gargalhadas despreocupadas com sorvetes, e as noites aguardam ansiosas pelo cheiro da pizza de calabresa e a admiração como meninos bobos por céu estrelado
Minha mente de poeta que assim como a alva neve que desce no inverno e some no verão, não se conforma em saber tanto do amor e tão pouco como amar.
" Se você desistir no inverno, perderá as promessas da primavera, a beleza do verão, e a expectativas do outono, ou seja, jamais desista dos seus sonhos"
Queria ser amor, queria ser canção. Queria ser neve em pleno verão. Queria ser um beijo, Queria ser bondade. Mas sou apenas verdade.
Não quero viver uma paixão tórrida, mas rápida como tempestades de verão.
Quero um amor tranquilo, mas duradouro como o Sol: mesmo quando escondido aos nossos olhos, sabemos que está lá, brilhando acima das nuvens, iluminando outras partes do mundo ou refletindo sua luz através da Lua.
Não importa quantos corpos você tenha no verão, no inverno você sente falta da história, da alma, das manias. Vai ser ele por um bom tempo o dono das saudades bobas, das carências mais fortes, do carinho. (...) Você vai tentar substituir ele por outro, assim, como quem muda de manteiga no café da manhã. E pode dar muito certo por uns meses, depois o novo cara é só mais um anexo no arquivo de decepções e a saudade, de algum modo estranho, nem é do cara novo. (...) Não se cura um amor com um novo amor. Se cura com amor-próprio.
Calma! O choro esta acabando, o verão chegando o inverno passando o sorriso nascendo e a vida te provando, que suas raízes conseguiram suportar o mais tenebroso medo do inverno de mágoas.
No fim, ninguém saberá ao certo quais eram os teus sentimentos, talvez nem mesmo você, só verão seus atos. O problema é que nem sempre agimos de acordo com os nossos sentimentos, na maioria das vezes é a razão que fala mais alto. Mas isso de forma alguma faz do sentimento menos verdadeiro, apenas nos torna covardes por excelência. Por que somos o que sentimos e não o que pensamos.
Num dia quente de sol, eu vi nevar no verão e senti a cura da doença que nunca tive. Do chão eu pude ver o mundo como se estivesse na montanha mais alta. Bebi a água da fonte mais pura e me entreguei aos pensamentos soltos,perdendo-me dentro do meu próprio desejo. Todos meus instintos voltam e eu sei que os seus vieram também. Logo vão arder, misturando-se com o medo e a vontade de ver tudo acontecendo outra vez!
O tempo é como uma brisa que abranda o calor do verão. E a vaidade é passageira como tendência de estação.
Numa tarde de verão assim sozinho é que percebo que nem tudo que esta a minha volta é o que me favorece, assim como uma pequena gota de chuva que cai de uma tempestade, é minha cabeça quando eu não cultivo o certo, o que por muitas vezes esta minha frente mais não as enxergo, como uma noite escura e neblinosa, aqui estou eu prestee a ver s fim. Minha cabeça me trae meu coração desvanece e tudo o que eu posso sentir é a relidade, e nesse momento tudo se vai quando abro os meus olhos... de volta numa tarde de verão.
E o nosso amor é tão simples como uma gota de chuva no verão, mas é tão imenso quanto o número de gotas que caem em uma tempestade.
