Poemas Veneno
O veneno da suspeita
O Senhor odeia. . . aquele que semeia discórdia entre irmãos. - Provérbios 6: 16,19
Por 30 anos ele trabalhou como espião soviético, traindo segredos britânicos para a KGB. Para isso, HAR (Kim) Philby foi chamado de “o Napoleão do engano, o maior toupeira de todos”. Um editorial do New York Times dizia sobre Philby e seus colegas agentes duplos: “Além da informação, seu maior serviço a Moscou foi para espalhar o veneno da suspeita, colocando aliado contra o aliado.
O veneno da suspeita - poderia ser também uma descrição de fofocas súbitas e calculistas entre cristãos? Eu não estou me referindo a transmitir descaradamente falsos insucessos a outros crentes. Estou pensando em farpas divisivas que lançam dúvidas sobre a reputação ou integridade de uma pessoa por meio de uma sobrancelha levantada e um tom de voz questionador.
Uma das listas mais sérias da Bíblia é a descrição de Deus das sete coisas que Ele odeia, começando com “um olhar orgulhoso” e concluindo com “aquele que semeia discórdia entre irmãos” (Provérbios 6: 16-19). Entre esses dois são cinco outros atos de traição, cada um representado por partes do corpo: língua, mãos, coração, pés e lábios.
Senhor, ajude-nos a evitar espalhar o veneno da suspeita. Em vez disso, faça de nós Seus fiéis agentes de encorajamento e amor.
A língua pode espalhar suspeitas,
E as reputações roubam;
Mas quando o Senhor controla nossa língua,
Suas palavras vão acalmar e curar. —Sesper
O boato é uma coisa que fica mais espessa à medida que você a espalha.
David C. McCasland
Sete facas
Sete facas e um veneno,
Sete remédios e um punhal,
Sete palavras e um verbo sereno,
Sete anões e um gigante do mal.
O caminho é tortuoso,
A montanha muito grande,
Um mar gigante e tenebroso,
Faz esse medo ser tão gigante.
Vivo um dia de cada vez,
Acreditando e sempre tendo esperança,
Coração orgulhoso e cheio de altivez,
Porque maltratas uma criança?
Sete montanhas e um obstáculo,
Sou descobridor dos sete mares,
O pôr do sol e seu espetáculo,
Os passarinhos e seus cantares.
A guerra e o seu senhor,
A paz e a utopia,
O sofrimento e um jardim de flor,
Grandes mistérios e uma linda magia.
O universo conspira a favor,
Para àqueles que são puros,
A estrada poderá conter dor,
Mas é preciso transpor o muro.
Romper o grande mar,
Escalar a grande montanha,
Caminhar,lutar e não desanimar,
Realizar essa grande façanha.
O mundo e sua gente,
A poluição no coração,
A maldade lapidada na mente,
A mentira de uma ilusão.
Sete montes a subir,
Sete cavernas a explorar,
Um único amor à sentir,
Amor, que me faz sonhar.
Lourival Alves
Coração bobo
Essa tristeza no coração,
Que perturba como um eterno veneno,
Um turbilhão, fez aquela recordação,
Do tipo que nos deixa com o coração pequeno.
Coração bobo por confiar,
Cegamente na grandeza do amor,
Com cautela sem querer se machucar,
Nem tampouco causar uma grande dor.
A vida é um mistério,
De coisas lindas e fortes,
Prefiro a solidão de um monastério,
Do que do amor, sofrer uma morte.
O amor nos faz livres e leves,
Flutuar como brumas nas alturas,
É força que nos rejuvenesce,
Faz um coração ficar doce de tanta ternura.
O amor é fogo que arde,
É um caminho a construir,
Uma sensação doce e suave,
Um fogo que nos queima sem consumir.
O amor é como uma casa,
Que está sendo construída,
A paixão é como a massa,
Que preenche a coluna erguida.
Um tijolo de compreensão,
Um alicerce de pura lealdade,
Porta aberta ao fogo da paixão,
Piso revestido para toda a eternidade.
Janelas abertas e atentas ao tempo,
Luzes brancas iluminando o interior,
Preservando a pureza do sentimento,
Blindando sempre esse puro amor.
Um jardim com toda a sua beleza,
Perfumando todo o ambiente,
Onde o amor é peça chave, a realeza,
E a fidelidade, um princípio da mente.
Lourival Alves
O doce veneno de um escorpião.
O peito apertou, e a angústia bateu.
Encaro uma realidade que não estava preparada, e que nunca imaginei que fosse acontecer.
A Distância..
Não aquela que o Atlântico causou, mas a de saber que você está tão perto e tão longe...
Eu entendo e respeito o que você vive hoje, mas não compreendo a Distância...
Nossa amizade?!!!
Ela não nasceu ontem, mas há muitos anos atrás.
Você lembra do primeiro momento em que nós nos olhamos e tivemos o mesmo pensamento?
Pois é... achamos que não seria possível convivermos juntos, mas foi Totalmente ao contrário.
Um sempre pensava no outro
Um sempre rezava pelo outro
Um sempre ajudava o outro
Um sempre queria o melhor para o outro
Do remédio ao veneno
Da felicidade ao choro
De momentos a lembranças
O mesmo amor que te alimenta e faz querer viver
É o mesmo que te mata e corrói tirando sua vida
O que acelera seu coração e te da frio na barriga
É o mesmo que faz seu coração parar desejando nunca-o ter amado
Há uns que chamam de cura
Há outros que chamam de veneno
Mais a final, como sabe-res o que de fato é se vos nunca passa-tes por um amor que te levou ao seu próprio túmulo
-Nayara Rosa
APENAS UMA DOSE
Uma dose de veneno
Uma dose de dor
Uma dose de mentiras
Com apenas uma dose:
Criamos o amor
Teus enganos, teus deslizes
e o veneno dos teus lábios
legaram-me as cicatrizes
e a complacência dos sábios!!
[Senhora solidão!]
Senhora solidão
Veneno e ilusão não acalmam o coracão...
senhora solidão
Amor e compaixão são necessários alem do verão...
senhora solidão
O inverno é uma estação não congela o coracão...
senhora solidão, senhora solidão
cade você?
É ja foi!
rasgando paginas da alma
o feitiço é plano num veneno
a crueldade que sentimentos estão mortos...
num abraço no vazio...
cântico afirmam seu desatino...
" Destile veneno e morra envenenado, espalhe poesia e seja amado.
Dois caminhos e apenas uma felicidade, ser real e verdadeiro.
Sou e sempre serei apenas mais um sonhador."
A maior vítima do homem é ele mesmo, quando destila seu veneno fatal e esquece de que está mordendo o próprio rabo.
Nara Minervino
O veneno no cálice de barro espera por mim.
A morte era doce,
Com cheiro de morango e morfo,
Sua foice banhada em prata da lua,
Pingava em sangue escarlate.
Ergueu-se a faca em brasa.
A morte a esperava.
— Irá desistir? Venha! Venha comigo! Eu sou sua saída! Venha comigo e dance a valsa da morte...
Venha e...
MORRA! MORRA! MORRA!
Poesias de um bêbado
O malte da bebida
O amargo da língua
O veneno que destila
A inlucidez que domina
A lentidão dos sentidos
A docê ilusão,
de achar que tem domínio próprio
E dizer;"Esse é o último copo!"
a noite vai morrer
quando o dia for único
a morte será plena....
dentro de copo de veneno
suas lamentações são julgadas,
num instante a morte parece bela.
e quando sentir que tudo está perdido
será um novo amanhã.
dentro de novas expectativas
a morte será outro dia
melhor para você.
A cobra pode está sempre a te espreita.Sua picada não dói, mas sim o efeito do veneno.Algumas situações podem ater doer, mas não vão lhe matar ...
Bom-dia...
E agora você vai se sentir tão pequeno
E agora vai provar do próprio veneno
Seu feitiço agora acabou
Ficou claro quando um novo amor rolou
Chora, chora
Agora chora, chora
Seu feitiço virou contra e quebrou sua cara
Escolheu a pessoa errada para humilhar
veneno que alivia a dor,
entre os dias de tormento,
tantas vozes que suprime,
atos que virtua as melhores decisões...
mesmo assim respiramos...
nos maiores ideais são prescritos...
num ar da fumaça que draga...
seus valores e pensamentos
são detritos que num deposito de emoções.
As palavras amargas
As palavras que atacam e ferem
São como um copo de veneno
Escrito em seu interior beba-me
Mas é uma escolha consumir a morte
Ou deixar de lado o veneno das palavras
O VENENO
Vejo um menino,
Gritando em seu saber
Aberto seus pulmões
Acabara de nascer!
Percebo em seu olhar
Ao imenso perceber
Seu destino já é traçado
Para nunca se esquecer!
Menino que cresce aparenta ter,
Em um mundo entre guerras
Um mundo doloroso
Em que não pode reescrever
As páginas desse seu destino,
Esperança em analisar em uma festa
Uma obra que certamente deseja ter,
Outro menino a escrever.
Analisa a bela dama...
Dama que ele sofreu,sofreu para o ter...
Fugiu a belos campos.
Para não se entreter.
Cavalgava um eterno amor do saber!
A bela dama o deixou,
Mas não seu coração.
Em meio ao padre e seu plano então.
Percebe que nem um eterno beijo
Pode apagar a grande invocação...
De afastar o seu desejo:
Em ter a bela dama, em suas mãos!
O veneno já passivo,
Na alma da bela dama.
Menino enfurecido, por não saber-se o plano.
Nas suas mãos virado vidro
Com o veneno eterno em suas mãos!
Veneno ora mortal.
Efeito ora na alma fatal!
Mas veneno que falhou em sua missão...
Não soube destruir o amor eterno;
Que bela disputada dama
Carregava em seu puro coração!
Com uma lágrima enfincou em seu coração.
A eterna e dura dor que sentia nessa situação.
Assim vi morrendo o meu menino
Com o coração enfurecido...
Porém, completaram sua missão:
Uniram uma nação.
Nação separada por falta de união.
Tome seu veneno e faça a diferença.
Espero que meu menino ainda cresça.
E vejo que sua bela dama Julieta.
Estava ao seu lado aguardando o beijo!
O beijo que os colocaram nessa envenenação!''
De uma autora em prantos com seus pensamentos silenciosos...de Rebeca Tofanetto!
