Poemas Sombrios

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Nas sombras do desconhecido somos apenas fagulhas de ideias...
Para os quais de repente obtemos o conhecimento quando compartilhamos ideias e formamos ideais.
Nas virtudes mais obscuras desvendamos que a escuridão também tem vários caminhos...
Nas tais escaladas os degraus não dificuldades, e sim são vitórias no vácuo vazio,
A matéria escura é simplicidade das teorias do desconhecido...
A virtude julgada deste mundo é apenas é um pássaro num céu azul,
Para o qual devemos pensar no puro sentimento humano e transceder diante as dificuldades

Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...

Voz altiva clama e faz leis das gravidade caírem no esquecimento...
Neros fantoches de sombras
Alimente o fogo mas deixei um gole de cachaça para lembrar que um dia foi bom...
Os gritos dos animais são expostos pois declínio do luar tras vida a noite fria...
Somos desconhecidos para floresta...
Mais famintos....
Nos braços da existência apenas olhares ao fundo...

A sombras da almas
Resquícios do coração.
Espírito irriqueito...
Paira nas mortalhas do espírito clama o frio...
Anestesia dos sentimentos
Seja maravilhoso a sepultura.
O corvo consome a alma e leva espírito.
No fogo da vela jas a vida... um dia foste viva..
Olhares profundos em seres enigmáticos.
Voz fria no ador da noite calida...
As asas batem o ar sombrio e temeros abita nossos pensamentos...
Fragmentos da madrugada serena a brumas do sereno clamam o frio...
Angústia das almas que berram seus pecados numa tumba qualquer...
Meros arficios tocam sinos da capela e a fumaça branca denúncia o dia dos mortos.

Meros olhares futeis.
Meros arficios atrozes
Sentimentos que viaja no abismo,
Sombras que me acompanham.
No isolamento intelectual de alegorias
No profundo sentimento as gotas de realidade são expostos por um poema.
E abnegação destes fatos deixam a marca registrada do instante exato que deserto dentro deste mundo complexo cheio de paradoxos diz seletivo seja.
Bem aventurados aqueles o criticam.
O sentimento que é pássaro que voa num mundo destopico.
Com seres alienígenas de suas próprias convicções.
Aprendi que silêncio arco de pensamento livre de degradação.
Ser inerte atônito devenda próprio deserto nas virtudes mais baixas
Então Alienação intelectual venceu?
Dentro si alegoria vazia quem quiser seja seu eu pois ignorância é um dádiva, para muitos? Dentro deste contexto vies da fisolofia é claro homem deve questionar o impensável mais compreender diante os fatos não aceitação.... apenas o tempo para refletir sobre atos impensável.

Nas sombras do infinito e avante.
Somos objeto diante da imensidão da ignorância.
Portanto todo ser pujante floresce num deserto avança sobre as areias do infinito.
Mesmo nos vãos da existência alienada passamos entre frestas de pensamentos,
E entre vulgo das chamas somos bruxas em praça publica...
Somos objeto para ser julgado e condenado...
Suba na vassoura se voar sera declrado bruxa as leis da inquisição te condena a afogamento por questionar o sistema da nova apologia. Gregos Somos Roma no início e no fim, neros negócio de família...

No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.

QUANDO O TEMPO

Quando o tempo embalar minhas sombras
Entre as madrugadas frias
e chuva fina caindo...
Na memória percorrendo o tempo vivido
Como flash num
circuito muito veloz...
Quando o vento soprar novamente
Meu rosto sombrio, feito estátua
Meus olhos já não vertem lágrimas
Somente o vazio percorrendo o horizonte
Por momentos o coração parece parar
Fixado corpo sem nenhum movimento
Sem emoções que possam me envolver
Somente o vazio pairando no ar
Fecho meus olhos entre paredes vazias
Entrego meu corpo esparramado no chão
Deixando para trás as paixões tão sofridas
E sucumbir por latrinas da própria sorte
Quando o tempo soprar calado ao vento
Eu possa estar flutuando outro espaço
Entre lacunas que já foram transcritas
No destino passado que já fora vivido!

⁠"Os defeitos são sombras passageiras diante da luz eterna de um coração bondoso."


EduardoSantiago

"A cada golpe das sombras aumenta o som do aço sobre mim. A lâmina que me corta, me afia mais e mais."


- Insistência, Vida e Poesia

"O guerreiro que vive nas sombras"
Consigo, carrega duas espadas: uma de ferro e outra de prata.
A de ferro para caçar as feras que espreitam na escuridão; a de prata para enfrentar os homens que carregam monstros no coração.
Mas existe uma terceira espada, mais valiosa do que as outras duas.
Ela não é feita para ferir, mas para curar.
Forjada em ouro, é composta por palavras que levam esperança ao coração dos oprimidos e força aos que já não conseguem lutar.
Pois um verdadeiro guerreiro não é aquele que apenas vence batalhas, mas aquele que também ilumina caminhos na escuridão

⁠Sempre há alguém nas sombras
de um desânimo que sufoca,
que engana,
então, podemos ser a luz
que emana,
que socorre numa hora oportuna
pra que o ânimo se renove,
a ajuda um dia volta,
isto é um fato,
hoje, iluminamos,
amanhã, talvez, sejamos
os iluminados.

Alma🍃

Cantei e encantei às sombras, versifiquei as lágrimas.
E por causa de um amor flori os acordes, sequei, não os lenços que levei, mas pétalas orvalhadas em teu jardim...vagabundeei pelas vielas do tempo a procurar rastros de mim, e foi no brilho da chuva, filtrado em meu corpo, que tua alma eu beijei... 

Já caminhei por dentro das minhas próprias sombras e quase me perdi nelas. Mas escolhi renascer. Hoje sou uma mulher de coragem silenciosa, de sorriso leve e alma indomável.


Feita para proteger, amar e enfrentar o que vier.

Há um irmão cuja força rivaliza com a minha, mas que fez das sombras seu único refúgio. Não atravessa o caminho que leva até mim, não pronuncia meu nome, nem ousa romper o silêncio que ergueu entre nós. Ainda assim, sua voz encontra outra estrada: alcança os ouvidos de meu pai.


Ignoro quais palavras derrama. Talvez sejam preces, talvez veneno; talvez verdades mutiladas vestidas de luz. Apenas sei que, enquanto evita meus olhos, conversa com os fantasmas da minha ausência.


E nas noites em que o vento parece carregar segredos, pergunto-me se é a culpa que o oculta nas trevas... ou se as próprias trevas já aprenderam a chamá-lo de filho.

Luz nos Meus Passos
​Devagar eu vou subindo,
mas não ando nas sombras.
Preciso da luz que vem do Alto
para não tropeçar nas pedras.
​O mundo fala de força própria,
eu falo da força de Quem me fez.
A cada degrau dessa vida,
é a mão do Criador que me sustenta outra vez.
​Sem a Tua luz, eu me perderia;
com a Tua luz, até a subida é vitória.

Amigos falsos são como sombras...
Somem quando a luz se vai.
Mas quem é verdadeiro permanece,
Mesmo quando o mundo inteiro cai.

ESMERALDAS DE SOMBRAS.

Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.

Ah… teus olhos.
Teus olhos esmeraldinos — não simples gemas, mas abismos translúcidos onde a razão vacila e o verbo morre. Como desejaria eu colhê-los, não com a volúpia do desejo vulgar, mas com a devoção de um monge alquebrado que recolhe as relíquias de sua santa. Tê-los… não em meu peito, mas suspensos num relicário de silêncios, entre as páginas que ainda choram por ti.

Mas tu sabes…
Sabes que eu te amo — e em mim esse amor é um espólio de lâminas cravadas por deuses mudos. Ser atravessado por mil espadas seria um refrigério frente ao que sinto ao ouvir teu nome no mármore frio do esquecimento. O teu nome, Camille, dilacera-me com a precisão de uma nota errada no adágio final de um maestro enlouquecido.

É mister, sim, dormir — dormir não para esquecer, mas para habitar os interstícios oníricos onde tu ainda existes sem dor. Nessas infinitas noites de ti e em ti, faço do teu perfume um incenso que queima devagar nos altares escurecidos da minha alma.

Porque tu sabes —
Sabes que meus olhos só foram feitos para contemplar o teu universo pairante, esse cosmos que se verte do teu semblante com a serenidade trágica de uma musa condenada a existir apenas nas entrelinhas. Viver, criar e pairar sobre mim — pobre poeta das sombras, órfão de sol e exilado da tua claridade.

E eu permaneço — espectro lírico e infecundo, sobrevivente do teu último olhar, compondo com palavras rarefeitas a sinfonia muda da tua ausência.

Joseph Bevoiur.

O último estro do Esquecido.
Nas sombras frias do destino, tombado,
Fiquei na estrada, só, abandonado;
E os olhos pálidos, sem luz, sem claridade,
Negaram ver minha última verdade.
Chamaram silêncio aquilo que era pranto;
Vestiram de gelo o mais sincero encanto.
Quem tanto amei passou indiferente,
Como se eu nunca houvesse sido gente.
Sob lápides erguidas de ingratidão,
Sepultaram meu nome e minha afeição;
Restou-me apenas o abraço da memória,
Última vela da esquecida história.
As flores murcham sobre o peito inerte,
Enquanto ri, triunfante, a falsa sorte;
Mas toda cinza que o desprezo espalha
É semente oculta da divina batalha.
Ó ingratos! Vossos olhos já sem brilho
Perderam para sempre o antigo trilho;
Quem abandona um coração leal
Constrói, em si, o próprio funeral.
Quando a noite vestir o mundo de neblina,
E a consciência romper vossa cortina,
O eco da minha dor vos chamará,
E nenhum esquecimento vos salvará.
Dormirei, enfim, na paz dos esquecidos,
Longe dos falsos, frios e fingidos;
Pois quem morre fiel ao próprio amor
Jamais é vencido pelo desamor.
E, se um dia chorardes sobre minha ausência,
Será tardia a vossa penitência;
Porque o túmulo fecha, em seu negror,
O que não ressuscita: a confiança e o amor.

O SILÊNCIO NÃO TRANSMITE SOMBRAS.
Referente em apoio a questão 459 de O Livro Dos Espíritos

Dizem que o umbral infiltra-se nos fios invisíveis da tecnologia, que percorre o ar como um sussurro maligno, que atravessa o Wi-Fi como se este fosse um portal aberto às trevas. Mas tal ideia não resiste ao exame da razão serena.
O mal não necessita de antenas, tampouco de roteadores. Ele se aloja onde sempre habitou: na consciência indisciplinada, no pensamento viciado, na inclinação moral que se desvia de si mesma. Transferir à matéria o poder que pertence ao espírito é apenas um modo elegante de fugir à responsabilidade íntima.
O Wi-Fi transmite dados, não intenções. Propaga sinais, não consciências. Não há frequência tecnológica capaz de substituir a sintonia moral, pois esta não se mede em hertz, mas em escolhas.
Se algo atravessa o invisível, não são entidades conduzidas por ondas digitais, mas pensamentos que se afinam por afinidade. E essa lei não depende de dispositivos humanos, mas da estrutura profunda da própria alma.
Atribuir ao umbral o uso de ferramentas materiais é reduzir o espiritual ao mecânico, o que constitui um equívoco conceitual grave. O espírito não precisa de meios físicos para influenciar, assim como a luz não precisa pedir licença à escuridão para existir.
Portanto, não é o Wi-Fi que abre portas ao invisível, mas a mente que se abre ao que cultiva. Quem disciplina o pensamento não teme redes, sinais ou conexões. Pois a verdadeira conexão, esta sim inevitável, é aquela que cada ser estabelece com aquilo que escolhe sustentar dentro de si.
E é nessa soberania silenciosa da consciência que se decide, sem ruído e sem cabos, o destino das próprias influências.