Há um irmão cuja força rivaliza com a... KANGAL
Há um irmão cuja força rivaliza com a minha, mas que fez das sombras seu único refúgio. Não atravessa o caminho que leva até mim, não pronuncia meu nome, nem ousa romper o silêncio que ergueu entre nós. Ainda assim, sua voz encontra outra estrada: alcança os ouvidos de meu pai.
Ignoro quais palavras derrama. Talvez sejam preces, talvez veneno; talvez verdades mutiladas vestidas de luz. Apenas sei que, enquanto evita meus olhos, conversa com os fantasmas da minha ausência.
E nas noites em que o vento parece carregar segredos, pergunto-me se é a culpa que o oculta nas trevas... ou se as próprias trevas já aprenderam a chamá-lo de filho.
