Poemas Sociais
"Não há modelo viável de medidas econômicas e sociais que dispense a utilidade da ciência como promotora do desenvolvimento tecnológico. A linguagem, enquanto ferramenta essencial, e a tecnologia, enquanto instrumento de transformação, são imprescindíveis para a adequação humana. É na ruptura de tradições ultrapassadas que se abrem caminhos para novos parâmetros de liberdade e igualdade."
O desprezo pelas ciências sociais como a sociologia exemplo de uma, revela uma ignorância sobre a complexidade da vida em comunidade.
O desprezo e o desrespeito pelas ciências sociais se manifestam na crença de que "todos têm o direito de dar palpite", como se a complexidade do saber social não exigisse estudo e rigor.
Uma justiça que não é plural — ou seja, que não contempla as múltiplas realidades sociais, culturais e econômicas —, e que não é irrestrita — ou seja, livre de amarras ideológicas, políticas ou econômicas —, é uma justiça falha.
Também existe aquelas paranóias, nas redes sociais, em que a gente tem medo de tudo, até daqueles que não nos fez mal algum!
“Mal tivemos tempo para aproveitar o fim da guerra fria e vieram as mídias sociais para nos trazer a guerra fria digital”
(...) Nossa! Basta abrir as redes sociais para perceber que o mundo vive um caos sem precedentes. Não existem mais postagens, senão de sofrimentos, angústias, mágoas, decepções, derrotas, frustrações, dores, feridas, cicatrizes, culpa, etc... É o colapso da melancolia, depressão e autocomiseração . Parece-me que perdemos o poder de ser resistente e, não mais sentimos a satisfação e a leveza incrível de viver em nós mesmos.
O uso exacerbado das redes sociais tem causado solidão e tristeza, embora tenha muitos amigos virtuais.
'Se cada mentira contada nas redes sociais fosse monetizada, não existiria mais pobreza na Terra'. (Ralf Clark Jones Still).
Acordar para os privilégios que certos grupos sociais têm e praticar pequenos exercícios de percepção pode transformar situações de violência que antes do processo de conscientização não seriam questionadas.
A zona de conforto dos involuídos é viver dentro de "panelinhas" sociais ou familiares, não vê nada fora da caixa.
Somos criaturas sociais e a importância disso fica clara quando comparamos a satisfação que as pessoas sentem nos relacionamentos com sua satisfação geral com a vida.
No Brasil todas as situações sociais têm algum “dono”. Se este não é uma pessoa concreta, é um santo. Se não é um herói, é algum domínio. Sempre – e este é o ponto-chave – existe uma necessidade de impor um código qualquer, de modo que a situação possa ser hierarquizada.
