Poemas sobre Virtude
A Virtude não está encerrada em uma pessoa.É preciso buscá-la,aprendê-la,exercitá-la.Assim como não se nasce amando,a virtude é conseguida por meio do aprendizado e esforço!
A competência é uma virtude que nos leva ao sucesso, mas, quando aliamo-la a promiscuidade, não passa de uma mera fantasia.
"A tolerância é a última virtude de uma sociedade depravada. Quando uma sociedade imoral violou descaradamente e orgulhosamente todos os mandamentos, ela insiste em uma última virtude, a tolerância com sua imoralidade. Não tolerará condenação de suas perversões. Ela cria um mundo totalmente novo, em que apenas o crítico intolerante do mal intolerável é mau."
A coragem, essa virtude sublime, desvenda-se como a própria essência da sabedoria, revelando-se apenas aos corações previdentes, que compreendem que a ousadia consciente é o fio de Ariadne que guia os destemidos pelos labirintos da existência.
Acredito que faça parte e nossa parte é a divisão sem prestação. A virtude e o prazer justificam a vida, até no isolamento, ainda que possa haver sofrimento no grego Epicuro (341-269 a.C.), que aperfeiçoou o átomo de Demócrito e precursor de Charles Darwin ao dar vida à matéria, se : "nada vem do nada, todo corpo é formado por corpúsculos indivisíveis, o átomo". Dito no seu Jardim, não naquele das Aflições de certo guru. Comer é um hábito, que todos merecem, para saciar a fome e sentir prazer na boca e mente, no gosto diferente nas papilas até passar pelo céu da boca, e ser engolido, após mastigar o número dos dentes até o siso, que tem juízo, mas não razão em sua divisão.
Quem grita virtude aos quatro ventos muitas vezes está apenas tentando abafar o próprio vazio. A moralidade real não precisa de plateia: ela se prova no silêncio das atitudes.
Reconhecer a própria ignorância e ser capaz de mudar de ideia é uma virtude da ciência, não uma falha.
O vicio regenerado posto sob o pedestal da virtude. O cálice abominável guardando um avental púbico exige que a noite ouça mais um desabafo das nossas bexigas, e as plantinhas recebam a chuva urinária daquilo que melhor soubemos preparar. Não podemos lavar as mãos, as torneiras não existem por aqui. Seca-se o rosto na vaga sensação da agonia. Vingar a intempérie do nosso juízo talvez fosse uma boa maneira de começar um auto de penitência. Seria uma “mea culpa”? Acho que está mais para uma “máxima culpa” e choramos depois de mijar na relva. Ainda bem! Torço pra não chegar o dia em que eu ouçamos o choro e sintamos o mijo.
Não se trata de virtude: a maioria das pessoas só não sai da linha porque nunca esteve diante de uma tentação à altura.
Segundo Aristóteles, a felicidade consiste em uma atividade da alma conforme a virtude. É o bem supremo, que tem um fim em si mesmo, sendo almejado por todos. O que constitui a felicidade são as ações virtuosas, e as atividades viciosas conduzem o contrário. Aristóteles sustenta que a função específica do homem é a eudaimonia. A felicidade é a meta da vida humana, ou seja, todas as ações têm como finalidade atingir essa fonte de realização suprema.
O pensador oculto é sempre refinado em seus sentimentos e sempre confiante em sua virtude, mas, quando se mistura com o mundo, quando pensa menos e age mais, logo encontra a necessidade de se acomodar aos costumes já estabelecidos e de seguir tranquilamente a trilha que já está traçada.
