Poemas sobre violência que geram reflexão
" No Lar da intolerância, moram também a falta de amor, o desrespeito, a violência e a perseguição."
Violência não é força. Quando chegar sua vez de retaliar, faça-os lembrar, não desaparecer. A morte encerra a história; a consequência, escreve uma nova.
Chegará um tempo em que o silêncio dos sensatos será visto como violência, e o grito dos tolos, como virtude.
A violência, que jamais foi até hoje, na história, deflagrada pelos oprimidos. Como poderiam os oprimidos dar início à violência, se eles são o resultado de uma violência? Como poderiam ser os promotores de algo que, ao instaurar-se objetivamente, os constitui?
Enquanto a violência dos opressores faz dos oprimidos homens proibidos de ser, a resposta destes à violência daqueles se encontra infundida do anseio de busca do direito de ser.
A interação Pulicidade/mídia enriquece promovendo o risco, a violência, a polarização e até a morte (airton senna, Steve Irwin etc). Ganham ainda mais dinheiro cobrindo com ar de "tristeza" os trágicos resultados e, por fim, faturam ainda mais apontando falsos culpados.
A violência é mais comum do que imaginamos. Ela deriva de violar ou profanar nossa expressão do amor.
Ao cuidarmos da nossa história e das nossas dores, estamos quebrando um ciclo de violência instalado na sociedade há milhares de anos.
Hoje, a violência é tanta que depois de certas horas ninguém mais para pra ajudar alguém na rua. Ser egoísta é tão comum, que está se tornando quase uma condição necessária à sobrevivência. Em certos locais, é quase impossível sair de casa à noite e quem se atreve a sair é quase impossível fazer isso sem colocar a vida em risco. Indecorosa a violência vai minando a maior de todas as expressões humanas, a liberdade.
Hoje uma manipulação disfarçada de preocupação; uma violência velada; depois uma mentira boba, justificada por proteção; uma proibição inocente aqui, outra ali; recorrentes crises fofas de ciúmes; incontáveis pequenas traições, seguidas de um "eu te amo"; amanhã a confirmação do óbvio, a certeza de que os sinais estavam por toda parte e a gente que não quis enxergar.
No Brasil, a síntese da maldade, da violência, da tortura, da desonestidade e do desprezo à vida ganhou status ideológico e chegou ao poder.
Dizer que a violência é uma forma de defender valores, pessoas e dignidade é uma falácia, pois a violência é força destruidora que devasta até o que diz defender.
O que é mais curioso: a maior parte das religiões condenam a violência e idolatrar homens. Os supostos religiosos faziam o que alguns chamam de “customização da religião”: sou religioso, mas somente sigo o que concordo, o que me interesse. Tenho o meu Jesus, que é meu, e eu digo quais são as regras.
O racismo está tão arraigado na mente das pessoas que até quando manifestam pesar por uma violência sofrida por uma criança ele é evidenciado. “Que judiação! era linda! loirinha de olhos azuis”.
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