Poemas sobre Velhice
CRENDICE
Quem me disse fui eu...
Achava que jamais iria envelhecer
Mas a gente reconhece a velhice
Na esquisitice de ver a mãe da gente morrer
E continuar a viver em nós.
Pensar é transbordar!
E o que seria de nós sem o desprezo da velhice, o sentido da vida realmente possa ser a morte, é onde os sofismos e as cavilações se dissipam diante da comparação irrelevante do ser. Viver, é ousar-se ir alem, é transcender o brilho demasiadamente belo, dado a nós, por talvez sem merecermos. Mas que nesta brevidade, possamos "brilhar" como se num instante a eternidade nos fosse simultânea a morte, e como um super-herói, nosso maior e único super-poder seja apenas a de nos resilirmos diante da vida.
Seja você, o sol que necessita para irradiar a nobreza, a singela nobreza, que nos torna pequenos diante da vida, e que nessa pequenitude, possamos transcender o melhor de nós.
Sempre.....e sempre...
Vi a chegada da velhice de quem escolheu ser egoísta e narcisista.
Culpa e arrependimento corroem de fora pra dentro, o agora triste e envelhecido corpo, na companhia do vazio interior, ao longo da vida, narcisicamente esculpido.
O que importa é quem fica em nossas vidas, nos momentos fáceis e difíceis?
Sobre a reflexão acima, a quem dirá motivos extremos para manifestar uma dor que algun grupo sofre, vai lá, eu incentivo!
De grandes atos estão cheias as melhores e piores interpretações.
Narcisistas são capazes de qualquer teatro por suas intenções egoístas, e vão perceber que estão te manipulando, e isso será o jogo de dilema moral dele, você...
_ele se perguntará: _O quanto não te destruir em seu prazer?
Alguns estão despertando mais cedo com a nova era da informação instantânea e encarando mais rápido seu inferno particular.
A felicidade está em ser constante no que desejas viver a longo prazo.
Seja realista, justo e verdadeiro, pois muitas pessoas estão sonhando de verdade.
"Quando Não Posso Andar, Tu Me Carregas"
Mesmo na velhice, quando tiver cabelos brancos, eu o carregarei. Eu o fiz e eu o levarei; eu o carregarei e o salvarei.”
— Isaías 46:4
Tem duas coisas que são implacáveis e não tem como reverter.
O que?
- A velhice e a morte.
E o resto?
- A gente desapega e liberta!
A velhice é uma estação da vida,
De rugas, sabedoria e experiência,
O tempo passa, a jornada é cumprida,
E o sábio coração enche-se de paciência.
Os cabelos brancos contam histórias,
De amor, de perdas, de batalhas vencidas,
As marcas da vida são como glórias,
E a sabedoria é a grande recompensa da vida.
Os passos podem ser mais lentos agora,
Mas a mente segue ágil e viva,
As lembranças são como tesouros,
E a vida é vista de uma perspectiva mais ampla.
A velhice é um tempo para refletir,
Sobre as escolhas feitas ao longo da jornada,
E cada ruga pode nos fazer sorrir,
Pois são marcas de uma vida bem vivida.
Que possamos respeitar e honrar,
Aqueles que já passaram por essa estrada,
E que possamos aprender a amar,
Toda a beleza e a sabedoria da velhice consagrada.
A juventude quer divertir-se, a velhice, trabalhar. Ninguém se casa só para ter filhos, mas, uma vez que os tem, eles o modificam e, no fim, ele percebe que tudo, com efeito, acontecera somente em função deles. Isso prende-se ao fato de que a juventude, sem dúvida, gosta de falar da morte, mas nunca pensa nela. Com os velhos, dá-se o contrário. Os jovens julgam que vão viver eternamente; daí, poderem reportar a si mesmos todos os seus desejos e pensamentos. Ao contrário, os velhos já perceberam que, num ponto qualquer, existe um fim e que tudo o que alguém tem ou faz só para si mesmo, acaba por cair no vazio e por ter acontecido em vão. Assim, necessitam de outra eternidade, bem como da crença de que não estão trabalhando unicamente para os vermes. Para isso existem mulher e filhos, atividades e cargos e pátria: para saber-se por quem é, afinal de contas, que suportamos a lida e o desgaste e as aflições cotidianas.
Meus castigos de infância se tornaram minhas metas: ir pra cama cedo, não sair da minha casa, não ir a nenhuma festa.
Tem fotografias que não foram publicadas porque as câmeras não conseguiram captar. Foram registradas no coração, na memória e arrancam um riso largo. Elas serão flores da nossa velhice.
Não é ao jovem que se deve considerar feliz e invejável, mas ao ancião que viveu uma bela vida. O jovem na flor da juventude é instável e é arrastado em todas as direções pela fortuna; pelo contrário, o velho ancorou na velhice como em um porto seguro e os bens que antes esperou cheio de ansiedade e de dúvida os possui agora cingidos com firme e agradecida lembrança.
Acione o espelho real da sua vida!
Nele, você não enxerga fios a mais de cabelos brancos, mas os anos de experiências que você adquiriu durante o tempo percorrido. Nele, você não irá prestar atenção nas rugas que possui, mas entenderá o quanto você se tornou sábio, a despeito da sua formação. Nesse espelho, você não sente as suas forças indo embora, mas sabe o quanto foi forte pra chegar até aqui e, no futuro, será muito mais. Nesse espelho tão sincero, você compreendeu que o melhor da vida é sentir, mesmo que a razão, por tantas vezes, queira-o encobrir. Nele, você cuida e valoriza da sua curta visão, mesmo gostando de ouvir mais a voz do coração. E, ainda que a velhice te tome de súbito; em que você despreze o contar dos dias e anos, agradecer a Deus pela vida e elevar a fé, você aprendeu que são esses preceitos que te mantém, realmente, de pé.
A atenção que as crianças querem de seus pais na infância é a mesma que os pais querem de seus filhos na velhice. A justificativa é a mesma: falta de tempo. E o motivo da falta de tempo é o mesmo: trabalho para ter dinheiro para sustentar a família. Será que pessoas que já possuem uma quantia em dinheiro suficiente para seu sustento e de várias gerações padecem do mesmo mal?
Durante toda a minha vida fui ensinado a morrer, mas ninguém nunca me ensinou a envelhecer.
Feliz e sábio é aquele que vive a vida de tal forma que o passar dos anos não lhe tira outra coisa, senão o frescor da pele.
Quem não tem ou não tira tempo para seus filhos não espere notícias boas, dias felizes, ajuda e paciência na velhice, mas somente a mesma ausência somada ao desprezo!
Esta palavra, “velha”, bem, deveriam inventar outra porque ela já vem contaminada de coisas como a decadência, a finitude. Os velhos são produtivos, apesar de terem uma sociedade que só cultua o novo.
Um rostinho bonito, logo terá rugas, marcas, expressão. O corpinho perfeito, vai mudar, vai ter estrias, celulite, flacidez. os cabelos, tão bem cuidados vão ralear, ficar brancos. Tudo é passageiro, exceto o que aprendermos e fizermos de melhor, de bom..... não levaremos nada conosco. Importante nos aceitarmos como somos e sermos gratos, e cuidar em ter um bom coração, bons pensamentos, boas atitudes, boas ações. E que quando formos dessa vida, nossos queridos tenham coisas boas, engraçadas e leves pra lembrar de nós. Que olhem para nós e digam: seu coração é bom, sua alma é bonita, você age bem, você é correto, é feliz, agradavel. Isso sim vale a pena. O resto é só o resto, e o resto muda. Que cuidemos das pessoas que estão nas nossas vidas, e sejamos bons.
Cuidar de uma criança é melhorar a hipótese de ser bem cuidado, quando a idade te tornar novamente criança.
Envelhecer é a coisa mais poética do mundo: até os olhos ficam entre aspas. Deve ser porque entre a infância e a velhice há um instante chamado vida.
