Poemas sobre Rios

Cerca de 814 poemas sobre Rios

Tantas rosas
Tantos rios
Tantas falas
Tantos risos
Calados,
Perdidos...
Tantas jogos
Tantas cartas
Marcadas
Tantos escondidos
Tantas jogadas
Tantas flores
Tantas cores
Nas ruas
Tantos passos
Tantas calçadas
Sem vindas
Sem voltas
Tantos, tantas...
Silêncios
Respostas
Tantas rezas
Proibidos...
Tantos nãos
Tantas músicas
Trocadas,
Tocadas no vento
No tempo
Tantos tudo
Tantas nada !
28/08/2017

Poema: O que há em Belém?

Amo-te, Belém!
Como te quero bem.

Seus rios, suas paisagens, sua floresta.
Fazem-me perceber como não posso ficar Tanto tempo assim longe de você.

Suas mangueiras são como adorno nos cabelos de uma bela moça.
Os rios que te envolvem são tão majestosos quanto a mais bela roupa.

Amo-Te Belém!
Como te quero bem.

As vezes, tantos carros por algum tempo me fazem esquecer.
Quanto verde há em você, mas na verdade quem é você?

Você é Belém!

Cidade das mangueiras,
Metrópole da Amazônia,
Capital do meu Pará,
E quem te visita sempre deseja voltar.

Belém, Capital do meu Pará!

Amo-Te, Belém!

Como te quero bem.

Quatrocentos anos de História.
Quatrocentos anos de beleza.

Quatrocentos de encanto e amor!

Parabéns, Belém que esses quatrocentos e quatro anos te façam tão bem
Quanto você tem feito a todos nós!

Guardiões da terra. Em um mundo que se desfaz,
Onde rios secam e florestas jaz,
Onde cidades sufocam e paisagens morrem,
É hora de sonhar, de respirar, de renascer.
Escute o grito da terra, o chamado do vento,
Plantemos a semente da esperança.
Fiquemos atentos ao cântico dos rios, que ainda fluem.
Escute a voz do universo que nos chama,
A cuidar da terra, a respeitar o tempo,
A mão que planta, que cultiva, que colhe,
O olhar que vê, que sente, que sonha.
Nós somos os guardiões da terra,
Os cuidadores do futuro,
Nós somos os sonhadores,
Que podem mudar o curso.
Vamos semear uma nova sociedade,
Em harmonia com a terra,
Vamos criar um mundo,
Onde todos possam viver.
Com poesia, vamos nutrir,
Novos caminhos, novas possibilidades,
Vamos erguer-nos, respirar,
E olhar para o horizonte.
O futuro se desdobra,
Com cada verso, cada linha,
Um novo mundo se cria.
Que seja este o nosso legado,
Um mundo vivo, um mundo sagrado,
Onde a humanidade possa florescer,
Em harmonia com a terra.

Acreditar

Acredite em você porque jesus fez a terra os rios ás matas os animais,fez a noite o dia.
Mais nós fomos os últimos a ser criados e não e atoa que somos imagem e semelhança do pai do céu.
Ele te fez para você ser grande,então pense nisto e seja grande pense grande,os obstáculos sempre vão existir mais você e maior,ás obras de deus jamais serão derrotadas.

Dia que vais escoando como os rios
e empalideces rostos e cabelos,
traze a palavra para a incerteza
dos que vagueiam à deriva;


Ó dia correndo e findando,
some-te lá no cimo da fraga
mas deixa que no teu rasto fique o sangue
anunciando a esperança noutro dia.

Sê como a onda que morre para outra começar.

A chuva

A chuva é essencial e bela,
Molha a terra e mata a sede,
Irriga rios e a ilha velha,
Contribui para que não falte peixes na rede.

A chuva é uma bênção,
Enviada pelas mãos do Criador,
Enche o alto mar da solidão,
Alegra os olhos sofridos do agricultor.

Chuva que molha a planta,
Como consequência gera a flor,
Chuva que tanto nos encanta,
Águas ricas de puro amor.

Os pássaros se alegram,
Com os temporais gelados,
Mas jamais se desesperam,
Por entenderem o significado.

Significado de mesa cheia,
Natureza feliz e se refazendo,
Alimentos para as baleias,
Todos os filhotes crescendo.

Águas que lavam a terra,
Que correm como cachoeira,
Derrubam morros e também serras,
Apagam o terror das fogueiras.

Fogueiras das maldosas queimadas,
Que fazem a natureza sangrar,
Lágrimas do João de barro e sua amada,
Do alto de sua casa à observar.

A tragédia anunciada de um ato,
A luta da água e do fogo,
Morte e destruição é um fato,
Consequência desse triste jogo.

A chuva é a heroína misteriosa,
Que salva muitas vidas inocentes,
Deixa as colinas mais formosas,
Fazem às pessoas mais contentes.


Lourival Alves

A gente vai passando...
Por jardins, praias
Cidades, florestas
Pelos rios e lagoas
Pelos campos cerrados também...
A gente vai passando por pessoas
Vai passando com os animaizinhos
Vai passando com amigos, familiares
E até com os estranhos...
A gente vai deixando algumas coisas
por onde passa, e levando outras...
A gente vai a pé, de carro
De trem, de ônibus e avião
Tem gente que vai de bicicleta
A gente vai indo e voltando
E do tempo a gente pensa
que é ele que está passando...
Mas se a gente para e observa
Sem medo do que vai ver...
Fica logo evidente que o tempo para,
que o sol demora, que a chuva lava
e o vento seca, que o tempo espera...
a gente envelhecer sem pressa
O corpo encolhe e a alma cresce...
A gente passa...

Em rios correntes
uma pedra
leva quase cem anos
para ter murmúrios

Demora
E de tanto que demora
Tem vezes que os rios secam
São coisas que não se explica
A gente apenas as aniquila
Enquanto isso
O Sol no Céu
Ele só desfila
Tem horas que ele faz isso
No mais, as flores se vão
Cada uma disse o que pensa
Em suma: tranqüila tonalidade
Seu credo, seu medo ou crença
A gente não sabe o que sente o Sol
É hora, tem horas que eu sei
Que a frase bonita passou
Vai chegar dezembro, conforme os planos
Mas a diferença é de tantos anos
Cá no meu canto
Planto prantos e poesias
Quem sabe um dia
Por tanto plantá-las
As uso
Num triste dialeto
de tantas falas
Mas não traduzo
Hoje eu já sei
Que nunca vai ser agora
Demora!

Edson Ricardo Paiva.

Se às vezes digo que as flores sorriem
E se eu disser que os rios cantam,
Não é porque eu julgue que há sorrisos nas flores
E cantos no correr dos rios...
É porque assim faço mais sentir aos homens falsos
A existência verdadeiramente real das flores e dos rios.

Porque escrevo para eles me lerem sacrifico-me às vezes
À sua estupidez de sentidos...
Não concordo comigo mas absolvo-me,
Porque só sou essa coisa séria, um intérprete da Natureza,
Porque há homens que não percebem a sua linguagem,
Por ela não ser linguagem nenhuma.

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa

NADA TRANSCENDE À REALIDADE:

Discorrer à morte...
Remete-nos às margens
Dos rios
Que se vão
Rumo ao mar longínquo
Com a fúria do vendaval
Arrebatando sonhos e ilusões.
Discorrer à morte...
Nos conduz ao epicentro
Das incertezas.
Encetando-me a nitidez de que
Nada tenho ou sou
Ou para aonde vou.
Que tudo é nada.
E a única inferência
É morrer.

As cinzas dos Dias Cinzas

O tempo nos dias cinzentos, fluem como rios no vales rasos, lentamente...
Mas como tudo, caminham para um final...
Hoje foi um dia cinzento, que bem próximo está de sua ultima hora...
Quem sabe amanhã, veremos ressurgir o cinza de novo;
Ou, um dia ensolarado, onde o cinza de hoje, será apenas uma cinza lembrança;

As cinzas dos dias cinzas,
Demoram mais a surgir que as dos dias ensolarados,
O relógio nos dias cinzentos, parecem que marcam lentamente o tempo...tal qual um rio descendo em vale raso rumo ao mar..

Meu peito está apertado
Meus pensamentos perdidos
Minha alma chora rios
No escuro daquele vazio
Não me acho quando olho
Tudo aqui é incolor
Esse sentimento me frustra
Meu coração grita em dor
Quero um espaço na vida
Ter chance de se mostrar
Observo o vasto mundo
Mas não acho meu lugar.

À latitude de 48º do final de Câncer,
Haverá uma seca devastadora.
Peixes no mar, rios e lagos boiarão,
Devido ao fogo no céu.

Nostradamus

Nota: Centúria V, Quadra 98, descrita no documentário "Nostradamus: 2012" do Canal História

Este céu passará e então
teu riso descerá dos montes pelos rios
até desaguar no nosso coração

QUADRAGÉSIMO PRIMEIRO HEXÁSTICO


Dou à tua nova carne sentido
Velhos e novos rios transportam
Verbos sacrílegos… parábolas…
ao poeta cabe encarná-los
dando-lhes luz às novas almas
sequiosas de novos saberes

PESCADOR DE CORAÇÕES

Navego nos rios da vida a procura de emoção
Solidão é companheira, pois não tenho um amor
Profissão: sou pescador de coração, e de coração sou pescador
São corações muito tristes, precisando de carinhos
Corações amargurados, às vezes sangrando de dor
Mas eu cuido com carinhos te devolvendo amor
E soltando outra vez nos rios, volto a ficar sozinho
Assim fico pescando mais coraçãozinhos,
E de tanto só pescar nunca pude com nenhum ficar!
Mas já estou muito cansado, e quero aposentar
A espera de alguém que venha o meu pescar.
CARLOS AUGUSTO.

Os rios deixaram de correr,
A morte veio me visitar ontem à noite.
Os sonhos se despedaçaram;
Como paredes de vidro.
A morte me visitou hoje pela manhã.
Acordei com um imenso gosto de sangue na boca;
Os lábios ressecaram e a saudade penetrou-me o coração,
Como se fosse uma lança.
A morte me visitará hoje à noite..

Que saudade de ser criança, jogar vídeo game a madrugada toda, dos rios, andar de bicicleta com um sentimento único, molhar na chuva sem medo de ser feliz, jogar bolinha de gude, andar de patins.
Tenho saudades até das brigas, mesmo do medo de chegar em casa e apanhar.
Vida que segue, só se vive uma vez, quem sabe se um dia não sentirei saudades do agora.

Outono

Outono
Planos
Folhas
Secas
Flores
Escassas.

Outono
Água
escorre
Pelos
Rios
Rasos.

Outono
Amores
Separações
Solidão
Aflição
e Sono.

Outono...

✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.

Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.

Entrar no canal do Whatsapp