Poemas sobre quem Realmente eu sou
Hoje me fizeram Três pergunta, o que era amor, se existia amor, e o que eu achava sobre o amor, eu respondi resumidamente assim: ..............?
Para eu opinar sobre alguma coisa no mínimo o assunto deve ser da minha conta. Mas como geralmente não é...
Eu hoje gostaria de ter conversado sobre abstração, universo, ângulos ou visões... Mas so encontrei sacos vazios que insistem em ficar de pé.
Perguntaram-me sobre o que eu espero de um relacionamento.
- Eu busco em alguém um refugio, uma calma algo que não acabe quando eu for embora, alguém que eu posso fazer feliz estando eu feliz, que não queira de mim mudanças das quais não esta disposta a fazer ou que não me peça para realizar tarefas para provar o que sinto, porque uma vez que ela consiga mover em mim tal sentimento certamente sentira algo inesperado e de fato verdadeiro, único e inabalável.
Enquanto vocês estão ai falando de coração partido, eu estou gritando pros surdos ignorantes sobre os problemas dessa sociedade ridícula.
Eu não sei o que acontece comigo. Quando o assunto é sobre nós parece que tudo vira uma bagunça; do avesso. Observo você conversando com suas amigas e isso me dói. Porque quanto mais você fala com elas eu sinto que você está se afastando. E a cada hora sem nos falar, eu entro em pânico. Pois o que eu consigo distinguir é que você quer ficar distante. Pode parecer loucura, mas não é; você não entende a minha cabeça. Eu sei, eu ainda não consegui diferenciar que o que tu sentes por elas é totalmente diferente do que tu sentes por mim. Confesso que estou louca por você. Digo, apaixonada estou. Quando você sorri pra mim, o que consigo interpretar é que você nota a minha presença. Tenho vergonha de agir na sua frente, fico com medo de falar algo sem nexo e de ficar meio boba. Todos os restinhos de tarde me pego dormindo; sonhando. Já que é o único jeito que eu consigo para me transportar para o teu lado quando estamos longe. Imagino nós; sendo um casal. Porém, não aquele casal simples, sem vida. Posso aparentar não me importar, mas me importo com você mais do que as outras. Por mais que seja difícil ficar longe de ti, eu ainda me lembro daquele momento em que nos falamos pela primeira vez. Sabe, não somos semelhantes aos outros. Somos, simplesmente, do nosso jeito. Porém, um jeito comum… E sempre nos ajudamos, auxiliamo-nos. “Eu caio. Você me levanta. Eu enlouqueço. Você me acalma. Eu crio cicatrizes. Você às cura. Eu derramo lágrimas. Você às seca.” Tão perfeitos para ambos, mas tão modificados, desfigurados, tão imperfeitos para os demais. Entretanto, feitos um para o outro. Mas apenas no meu mundo; porque para ser bem sincera, eu não sei se o que tu sentes é amor ou um simples prazer, se é que tu sentes algo.
Porque insiste em me perturbar nos sonhos e me confundir sobre o que é real ou o que eu gostaria que fosse...
Eu não vou desistir.
Pode as estrelas cairem sobre mim, mas eu irei me levantar, mais forte do que o próprio sol.
É difícil para mim quando eu penso sobre as coisas que eu nunca tive, mais difícil ainda e pensar que nunca tive um verdadeiro AMOR.
Eu & eu numa conversa seria sobre a estabilidade de nossos/meus pensamentos: "-senhor já atingimos os 4000km/h, devemos subir pra velocidade de cruzeiro? -Nosso cérebro aguentará atingir tal velocidade em meio a essa neblina? -Os cálculos garantem que sim senhor! -Então vamos, estou cansado de
apreciar a paisagem desses pensamentos ordinários! "
Ah, como eu queria que tudo o que eu penso sobre nós dois acontecesse um dia… Eu tenho certeza de que você iria adorar dar vida aos meus pensamentos…
Sabe, meu conceito sobre a frase “deixa rolar” mudou. Antes eu detestava quando alguém me falava isso, porque eu não entendia que às vezes, deixar rolar é mais gratificante que forçar. Quando “deixamos rolar” conseguimos ver claramente como as coisas realmente são. Obviamente que não olharemos para alguém e vamos deixar que essa pessoa se vire para entender que nós a queremos, mas depois de um papo, de uns sorrisos mais demorados, uma fugidinha de olhar, essa pessoa vai entender. Quando você já está no meio de algo, “deixar rolar” também é bom, pois assim você percebe se vale à pena esperar por mais algum tempo, ou se é melhor partir para outra e deixar a pessoa ver que ela “deixou rolar” tempo demais e você foi viver sua vida, mesmo sem ela. Pois como já dizia Cazuza: O tempo não pára!
Viva o lado LET IT BE da vida.
Eu acho que a minha fase de descrença e questioamentos sobre a existência de "Deuses e Deusas" já se tornou um tanto quanto obsoleta. Em determinadas circuntâncias, podemos sentir de maneira clara que nós não somos apenas isso que vêmos ao nosso redor, não somos apenas o que a ciência descobriu até agora, não somos um emaranhado partículas disso e daquilo. Se vc obtiver a oportunidade de conseguir sentir, realmente a vida, verá que existe algo além disso, algo inefável e incompreensível, algo incalculável e transparente, mas tão vivo quanto vc.
Se você estivesse aqui, eu ouviria os comentários sobre meu egoísmo, concordaria com as mudanças, aceitaria as críticas, não me importaria com a verdade.
Eu gostaria de saber sobre o que escrever, é quase uma caça ao tesouro; sem mapa, dicas e ninguém pra ajudar. Porque conhecer a si mesmo é bem mais complicado do que imaginamos, e estar diariamente transbordando pensamentos é mais complicado ainda; não são todas as palavras que nos fazem formar frases concretas, não são todos os sentimentos que nos inspiram à concretizá-los. Os dias nem sempre são claros, há nuvens carregadas algumas vezes e a noite é pontual à sua chegada; a alegria não é infinita, até agradeço por isso, um coração quando está triste se torna mais compreensivo, mais delicado, porém, explosivo; e até gosto de explosões e da mistura de cores que elas causam, pura imaginação e essa é a graça. Escrever e não imaginar, é o mesmo que comer e não mastigar. Grosseria.
Um verdadeiro caçador sabe se expressar em meio a imensidão de palavras e derrubar os significados que dificultam o bom entender; sabe olhar profundamente as pequenas coisas e se entregar ao querer. E numa caça bem feita sempre há recompensa.
Eu poderia começar contando sobre o que me fez escrever sobre o impossível, mas acho desnecessário. O fato é que no mundo em que vivemos hoje, existem dois tipos de pessoas, as que sonham e as que tem medo. As pessoas que tem medo são as que não arriscam as que por já terem vivenciado algo ruim, desistem fácil, escolhem o caminho mais fácil e não o caminho que realmente queriam seguir, mas assim como existe o bem e o mal também existe o outro grupo, o das pessoas que sonham, são essas sim que movem o mundo, que descobrem coisas, que são felizes de verdade. Essas sim, escolhem aquilo que querem independentemente das conseqüências, essas sim lutam, sonham... São essas pessoas que tornam o impossível possível ou até mesmo realidade, são essas que não tem medo do que vão enfrentar. E são essas as que mais sofrem, sofrem por confiar de mais nas pessoas, por acreditar na mentira, por lutarem, mas também são essas que tem a consciência tranquila que podem dizer que tentaram, que lutaram até o final.
O IMPOSSÍVEL É SÓ QUESTÃO DE OPINIÃO !
“Se um dia me perguntarem o que eu acho sobre o julgamento das almas quando elas passam para o outro lado da vida, responderei que em casos extremos Deus é o juiz que detém o poder máximo da absolvição ou não das almas, Jesus Cristo é o advogado que irá defender e interceder perante a Deus por estas almas, e o Biabo será o promotor que acurará todas estas almas perante a Deus, mostrando tudo o que elas fizeram de errado ao longo de suas trajetórias de vida. Exemplo disso, se encontra nas escrituras sagradas, em Judas 9, que diz que o Arcanjo Miguel, que é o próprio Jesus Cristo em aparência e trajes militar e que adota o nome de guerra de São Miguel Arcanjo, disputava com o Biabo o corpo de Moisés.”
Todas as vezes que eu senti a necessidade de refletir sobre alguma coisa e, consequentemente, me senti estimulada a mudar a minha maneira de pensar e de agir, coincidentemente, foi depois de uma crítica ou de ter ouvido uma verdade ou uma informação que eu não conhecia.
Logo, concluo que: o elogio e a omissão dos que nos cercam, em algumas situações, jogam contra o nosso crescimento, paralisam o nosso aprendizado e promovem uma arbitrária acomodação no que já somos desencadeando uma rejeição, natural, na gente, diante do novo.
Queria eu estar voando, para sentir os ventos soprarem sobre a minha face e sentir a adrenalina do ar.
Eu tentaria voar o mais alto o possível, e se pudesse me repousaria sobre as nuvens.
Eu estava sendo arrastada por uma maré nostálgica, ondas furiosas vinham sobre mim querendo me afogar dentro de minhas próprias águas escuras, tentava a qualquer custo submergir-me de mim mesma, das margens que criei. Estava nadando contra a onda enorme de sentimentos sufocados que queriam engolir-me. Estava sendo indo cada vez mais fundo. Os braços já cansados, a vista já embaçada. Tentava alcançar a luz, e fugir dessa fúria que me pregava dores buscava insaciavelmente águas cristalinas e tranquilas. Tentava acalmar meus sentimentos, que assim como o mar estavam em fúria. Procurava fugir do desatino que me tornei. Deixei a maré me levar. Quis mergulhar e entregar-me aquelas ondas mortais que chamavam meu nome cada vez mais alto. As águas puras então lavaram minha alma, pegaram para si todas as minhas dores. Afogaram as minhas melancolias, levaram para o fundo do mar a solidão que me cercava. Comecei então a boiar de volta a terra firme. A leveza da brisa havia me carregado. Os ventos erraram de direção e me cochicharam coisas boas no ouvido, sussurrares rejuvenescedores que me trouxeram esperanças novinhas em folha. Essa brisa que o vento carrega me reacendeu o coração e levou consigo toda dor e desordem que me aplacavam, essa brisa boa me fez acreditar de novo. Submergi-me de meus medos e receios e do toda a escuridão que me agarrava às águas furiosas e me firmei em terra firme. Olho pro mar agora, e ele parece calmo, não, não digo o mar em si próprio, mas aquele que tenho dentro de mim. As ondas agora se formam em meu favor. A tempestade já não me faz tremer. Minhas lágrimas estão cravadas no fundo do mar. Ancoro-me na felicidade, e velejo em outras águas, águas que me levam ao meu melhor. Agora posso debruçar-me inteira no mar, porque não há raso, e se acaso eu me afogar, as águas iram me acolitar.
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