Poemas sobre quem Realmente eu sou
Sou rosa sensível pétala de rosa
Essência sem igual, sublime
Natural que aroma sobe
Marca e deixa rastros
Sou uma carta escrita
Mal compreendida, e interpretada
Sou complexa e intensa
Um paradoxo da mente desejada!
Sou culpado pela divergência...
Dentro de tais fonemas...
Vogais se desprende...
Na prévia do manhã.
Meu algoz é minha agonia....
"Invoco esta noite a ordem cósmica. Sou como filho pródigo, que pede para receber a energia da sorte, o sol é o meu pai, a lua a sua mãe, trazido pelo vento que comece a sua viagem e venha até mim, que penetre o meu espírito e o melhor de mim".
Obrigado.
Sou falante,exagerada,livre,romântica,selvagem,expansiva,não sou uma sou várias e nem tente colocar rótulos.
O que hoje para mim é uma grande verdade, amanhã já não faz sentido.
Isso está no meu DNA
o que não muda em mim é a força para seguir sem perder o sorriso.
Liberdade não significa ser insensível
Não mesmo!
Sou só quem sempre sonhei, eu mesma.
Eu sou eu e você é você e ninguém é melhor ou pior, apenas reflita:
Se minha felicidade te encomoda procure um tratamento, porque você está precisando achar o seu caminho para ser feliz.
MCH
Sei que sou bem sonhadora
Às estrelas quero ir
Ver quasares e cometas
Sair um pouco daqui
Mas da Terra não me afasto
Porque ela é meu astro
Que pra amar eu escolhi
(Lua)
Moro num poema…
Entre muitas estrofes…
Sou apenas uma palavrinha,
das bem pequenas…
Não sou começo, nem fim de verso,
nem rima importante…
Uma palavrinha apenas, mas não importa.
Aqui me sinto livre,
onde todas as palavras têm asas…
Dentro do poema eu sou feliz…
Estou em casa.
Prazer! Sou sim o desgraçado, como o engravatado tinha me falado
É, mas ele ficou impressionado, porque além de ser negro drama também sou um negro estudado
E eu sei que tenho muito a estudar
Porém na academia da hipocrisia, a matéria que eu não entendia eles querem tirar
Sou essa dança louca e estranha, que acorda no meio da noite, pedindo para ser ouvida, e dançada, e rodopiada.
Sou o movimento e a pausa.
Sou nuvem, ora colorida, ora acinzentada...
Sou quem sou, e não canso de ser.
GRATIDÃO ...
Te sou grato, no que a mim foi a cura
O alento que foste à emoção, poesia!
Encheste a solidão de cor e de doçura
E com poética a sensação que falecia
De choro e lamento lacrimejava o dia
O horizonte do cerrado era só lonjura
O desejo desventura então pressentia
E tu poesia: me trouxe a boa ternura!
Tenho gratidão, nada toda a vida dura
Do teu tempo a qualidade é a melodia
Se boa ou ruim, o que vale é a leitura
Então, vou agradecer a casta fidelidade
Das prosas nas tristuras que eu recebia
No falto, assim, pra mim, trovaste piedade! ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
12/02/2021, 05’55” – Triângulo Mineiro
Não me condenes...
Não sou mal como todos pensam,o meu papel na vida
é muito árduo
Todos que passam por mim precisam me sentir,para conhecer o amor fraternal ao próximo e a si mesmos
Como viajor da vida abro portas e janelas de corações fechados pelas asperezas e que através de mim são vencidas pelo cansaço,até que possa me despedir
mais uma vez
E assim vou lapidando os corações até transformá-los
em jóias de profundo amor
Eu sou a dor... não me condenes,pois é através de mim
que todos aprendem a amar.
Ivânia D.Farias
Não sou de reclamar, de ficar se doendo pela vida. Sei que nada é fácil, que nada cai do céu.
A vida não tem sido fácil, o sofrimento as vezes e inevitável. Mas com tudo isso ainda digo que é maravilhoso viver.
Sempre terá algo de bom, por mais pequeno que seja, que fará a vida ser bela e gostosa de viver.
solidão
Sou o próprio tormento
A propria maldade
Sou, e não sou seu amigo,
Pois te levarei a caminhos bons e ruins
Sou o proprio mal esperando o bem me mudar
Sou aquele que briga com a razão,
E na maioria das vezes sempre venço
Venço mesmo querendo te deixar em ruínas
Sou você mesmo
Sendo a felicidade
uma questão de estar e não de ser
quando afirmo que
sou feliz
nego a minha característica de ser,
quanto espécie humana,
que estar sempre mudando,
transformando-se por influência
do meio, das relações e da ações externas
ao próprio ser.
Qual a importância existente
numa imagem que construo
na mera necessidade de mostrar
o que não sou?
Se o meu espelho mostra o que eu realmente sou,
se a verdade falseada não consegue
transformar-me, de verdade, no que não sou
e eu nunca serei o que digo que sou.
Estou onde estou mas
não onde quero estar
falo o que digo sem falar
Sou a indecisa que dissidio ficar
no silencio a observar
Cada dia que passa
passa mais um dia
A noite fica mais fria
e o dia mais quente
mas aquela do canto
nunca será consciente
Os minutos passam a correr
os segundos a voar
mas a menina do canto
apenas os vê a passar
Será isto justo?
ou a injustiça disfarça´
Que a menina do canto
faz parte da minha farsa
De fases
Sou como você me vê
Não como imagina
Ando nua como a lua
Transparência é minha sina
Já minguei para caber em mim mesma
Cresci até quando doeu muito
Me descabelei cheia de tudo
Mas, na loucura do meu universo
Sempre espero uma nova fase
Sou como você me vê
Às vezes triste, às vezes inquieta
Às vezes rindo à toa, às vezes brava
Mas sempre recomeçando,
cada vez que me vi em fragmentos
Independente do chuvisco
A vida é de fases e momentos
Às vezes me perco em mim.
Sou tantas que é difícil encontrar, em meio tempestades intensas, qual devo ser.
Oscilo. Vacilo. Titubeio. Chove forte.
Quem sou eu?
Quem devo ser?
As águas torrenciais não me deixam enxergar, talvez, o óbvio.
No fim, no raiar da Aurora, no cessar da tempestade, serei essência.
Qual delas?
Não sei. Ainda chove.
Serei essência necessária para ser paz depois da tormenta.
FAZE DE CONTA ...
Faze de conta que hoje sou um bardo
Que soneta para te expressar o amor
Faze de conta que, nada é tão tardo
Neste puro sentimento, o puro valor
Quero te frechar, serei um felizardo
Se com este arremesso, o êxito for
O caminho, sem que seja um fardo
E, pra nos dois um significado maior
Você está impregnado no meu olhar
Em cada verso que eu possa te dar
É paixão que no coração desponta
Embora saiba que sou arrebatado
Por ti. E sempre estarei enamorado
Para este bardo, não faze de conta! ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/02/2021, 17’21” – Triângulo Mineiro
sou como vento
Vou e venho de todo lugar
Cruzei mares e montanhas
Mas nunca com um destino
A me guiar só um sentimento de ir até onde de para eu encontra a paz para meu coração.
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