Poemas sobre quem Realmente eu sou

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⁠SOBRE O AJUDAR

Ajude com respeito.
Cuide para não ferir o Livre Arbítrio e ir contra a vontade da pessoa.
O fato de alguém estar passando por uma situação desfavorável não significa que ela seja inferior.
O respeito e o bom senso devem ser preponderantes.
Nao faça imposições.
O direito de escolha deve ser preservado.
O Livre Arbítrio não pode ser ferido.
A pessoa tem o direito de dizer não.
Lembre-se que ela não está sob o seu domínio e não é submissa.
Ser ajudado não significa estar em inferioridade mas em uma situação de anormalidade contingêncial.
Ajude com critérios cuide para não Machucar.

PAZ!
Em meio à agitação do mundo, queremos dedicar um momento para celebrar e refletir sobre a essência que todos nós buscamos: a paz. A paz não é apenas a ausência de conflitos, mas a presença de equilíbrio, compreensão e harmonia em nossas vidas.
Numa sinfonia de diversidade, cada um de nós é uma nota única, contribuindo para a melodia da existência. A paz surge quando aceitamos e valorizamos essas diferenças, reconhecendo a humanidade que compartilhamos. Ela floresce nos pequenos gestos de bondade, na compaixão que estendemos aos outros e na capacidade de perdoar.
Hoje, convidamos vocês a cultivarem a paz em seus corações e a compartilhá-la com o mundo ao seu redor. Sejamos agentes de mudança positiva, construindo pontes em vez de muros, estendendo a mão em vez de apontar o dedo. Juntos, podemos criar um oásis de serenidade em meio às adversidades.
Que a paz esteja sempre presente em nossas vidas, guiando-nos na jornada da compreensão mútua, respeito e amor.

Inserida por EltonIsraelTon

Que o chão desabe sobre meus pés
E que não sobre nada ao meu redor
Que o céu nublado desabe em uma torrencial tempestade
E arrefeça a já não existente planície

Que a neblina cubra todo o meu entorno
Para que eu não veja mais o abismo abaixo de mim
Nem o céu escurecido
E unicamente sinta os pingos de chuva sobre meu corpo

Levitando no vazio do nada.

Inserida por JonatasAlmeida

⁠O VIOLENCELO DE JIDDÚ

Vesgo de espadas recalcadas sobre o mar de dúvidas
Já suspira diante do ouvido de quem fala,
Veste a alça suspendendo o que sobra do bolo –
Não delira, não cospe, não questiona, não escarra.

Finda em superfície plana do braço pulsante
Refazendo a íris – gosma de luar ausente –
Quebra o vidro da moldura inerte do centro,
Juvenilia em nuvens cheias dos que rezam crentes.

Desaba morro abaixo levando o brinquedo consigo,
O caminho realiza sonhos da velhice inata:
Gota destroçada do olho milagroso errante
Enxugam clarividências sem danar a casca.

Ah! Que crueldade em ti aflora
De um instante em que minha guia é prdida
E que meu vôo se transfere para o alterno
Em que os arcos de cor traduzem da megera
Alteza esparsa e passageira de uma possível
Rosa regada a esmo.

Então que fluis sobre a Guanabara fevereira
Paulistália desértica de areia fina –
Riscaste a boléia eterna do deus cão andarilho,
Perdeste o trilho reto da menina cajuína.

Reina qual monge das alturas frias,
Governa gentil por todos os cantos de Creta,
Assim saberei da veracidade da luz dormida
Durante a palestra sobre as cartas a um jovem poeta.

Inserida por DIONISIONETO

⁠Quando estava morrendo sobre o madeiro, há mais de 2 mil anos, disse algo surpreendente: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!" (Lucas 23:34). Uma análise não religiosa, mas psicológica e sociológica, demonstra que a afirmação carrega um altruísmo sem precedente. Mas, ao mesmo tempo, parece inaceitável sua atitude de proteger os carrascos.
Os soldados romanos sabiam o que faziam, cumpriu peça condenatória de Pilatos. Entretanto, para o Mestre dos Mestres, os pensamentos que eles construíram eram, por um lado, fruto da livre escolha e, por outro, refém da base de dados da sua memória, da cultura tirânica do império romano. Cumpriam ordens, não eram completamente autônomos nem donos do próprio destino. Eram prisioneiros do seu passado "escravos" de sua cultura.
A cultura é fundamental para a identidade de um povo, mas, se ela nos impedir de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galileia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida. Isso não resolvia o problema dos seus opositores, mas resolvia o problema dele. Protegia a sua mente. Seu Eu não carregava as loucuras e agressividades que não lhe pertenciam. Sua tolerância o aliviava, mesmo quando o mundo desabava sobre ele

Inserida por dominici01

⁠Meus Amados Leitores,

Hoje, convido vocês a refletirem sobre uma bela metáfora: "Deixe a vida fluir como um rio." Assim como a água que corre livremente, enfrentando obstáculos, contornando pedras e desbravando novos caminhos, nossa vida também deve seguir seu curso natural. Enfrentaremos desafios, mas é importante manter a serenidade e a confiança de que, assim como o rio encontra seu destino, nós também alcançaremos nossos objetivos e sonhos.

Com carinho,
Psicóloga Adriana Matos

Inserida por adrianamatos_psi

⁠Reflexão sobre a Reciprocidade por Aline Kayra.

A vida é um sopro, leve e fugaz.
Buscamos na essência, uma conexão.
Expectativa de dar e receber,
Mas a cegueira emocional nos cega.
Pessoas caladas, surdas ao amor,
Escondendo riquezas de afeto profundo.
Sentimentos surgem, confusos e inseguros.
Como um campo minado, evitamos nos aproximar.
Sentindo-nos indesejados, em nossa dor.
O joio cresce, confundindo a alma.
E o amor se torna um terreno estranho.
Mas não devemos aceitar essa sombra.
Convivemos com o mal, ao nosso redor.
Normalizar o sofrimento não é a opção.
Devemos lutar pelo cultivo do amor.
E nunca esquecer que somos filhos de Deus.
A luz deve brilhar, dissipa a treva.
Que a reciprocidade resplandeça novamente.

Inserida por AlineCairaG

⁠Ninguém deseja sobre si a desgraça
Mesmo que seja punitiva
Ainda mais,se não sejamos injustos e impenitentes, mas obedientes

Trecho do poema Sofrimento Redentivo

Inserida por SamaraFernandesLeite

⁠Sobre o que vou falar?
Não tenho nenhuma inspiração.

Após centenas de versos dedicados a ti, parece que escrevo em vão.

Procurei em tantos outros olhares algo que me lembre o teu,
algum que me fizesse imaginar se quer uma possível paixão.

Sobre o que vou falar? Não tenho nenhuma inspiração.

Amores antigos? Não...

Inserida por PQT

⁠É difícil escrever sobre o vazio, afinal, não tem muita coisa lá.

Um vão no peito ou na mente? Não acho que seja físico, eu o sinto de outro jeito.

Talvez eu devesse escrever sobre outra coisa, ou talvez eu nem devesse escrever.

“Talvez” Gosto da palavra, a certeza da incerteza.
Ela vem acompanhada com um encosto, solidão emaranhada entre suas 6 letras. Desta não sou muito fã, eu me deparo com ela toda manhã.

Ela afunda meus pensamentos em um mar agitado, me fazer cair no esquecimento, esquecido até pelo tempo.

Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei,
meus olhos só se fecham às seis.

Mas enquanto as estrelas brilham no céu, eu penso no efêmero, um som alto que ecoa no vazio. Quando tudo ficou tão sombrio?

Inserida por PQT

⁠"Remorso"
Tentei nunca escrever sobre isso. Preocupava-me com o que outras pessoas iriam "achar".
Julgariam que eu ainda sentiria algo por você. Mas não é verdade! Não sinto mais como sentia. Aliás, do que sentia, não sinto mais nada.
Os sentimentos mudaram. Hoje, tenho remorso.
Remorso de não ter corrido atrás. Remorso de não ter dado outra chance. Agora, quando vejo suas publicações, não sinto amor, não sinto paixão.
Fico é feliz. Feliz por você parecer bem.
Mas o ser humano é naturalmente egoísta, e, sendo assim, tudo o que eu sinto é o desgraçado do remorço!
Ah!.. esse sentimento às vezes machuca mais que uma ferida. Sim! porque sinto as consequências de um caminho que eu não deveria ter tomado.
Já critiquei Drumont de Andrade por sua pedra no caminho. "Por quê ele simplesmente não contornou? Por quê não voltou?" Hoje eu sei que o remorço é minha pedra no caminho, que lembrarei pra sempre. Esteja bem!

Inserida por GustavoAndrade3

⁠Porque?

Sabe, vivemos nossa toda vida em meio a questionamento sobre absolututamente tudo assim como um bebê, olhamos para o desconhecido assustados porem curiosos e nos questionamos, “O que é isso?” “Porque isso existe?” “Como isso funciona?” entre outras milhares de questões mas a questão é, vivemos toda nossa vida em meio a questionamentos, questionando toda existência ate mesmo a nossa, questionamos de onde viemos, para onde vamos e ate se somos livres.

Livres? Nos somos livres? Onde esta minha liberdade eu te questiono.
Nós, humanos poderíamos ser considerado livres para seguir nossas vontades e instintos ate que começamos a viver em uma grande sociedade e definir regras para uma melhor convivência, mas eu te questiono, isso realmente muda algo? Afinal se você realmente quer algo você apenas busca, vai atrás e consegue aquilo que tanto clama.

Isso nos deixa menos primitivos? Na fome ficamos nervosos e as vezes violentos, na raiva ficamos explosivos, quando ficamos com medo ficamos impulsivos assim como na ansiedade, quando algo ou alguém importante para nos é comprometido por um terceiro ficamos violentos, com raiva, algo não tão diferente de pequenos primatas, territorialistas e primitivos, as vezes brincalhões mas também brutais.

Sabe, depois de toda essa baboseira ainda não sabemos o porque e talvez nunca iremos saber, apenas nascemos, vivemos e morremos como os demais, pode se dizer que somos como formigas, apenas formigas caminhando e trabalhando por ai para sustentar as formigas maiores, sem muita lógicas ou motivo para nosso existencialismo apenas percorremos nosso caminho para o fim, e no fim ainda não sabemos o porquê.

A vida é horrível, a felicidade por muitas vezes é vinda de uma distração de nossos problemas, mas tudo bem, faz parte da vida...

Inserida por srpaiaco

⁠*O ARBITRIO E A NOÇÃO DOS SENTIDOS*
*"A cegueira humana sobre a realidade atual é decorrente da pouca importância que ela dá aos sentidos.* *Essa cegueira é como uma culpa recorrente dos resultado dos erros; e ela acende quando a percepção tardia "sente" o mal acontecido ou acontecendo.* *Se a humanidade conhecesse de fato o poder dos sentidos e os explorasse com apreço e respeito, esse mal diuturno, que afasta a plenitude do gozo dos sentidos, seria abolido.* *Paradoxalmente, não são os desejos nem as paixões doidivanas na exploração dos sentidos que tornam a humanidade refém do mal, senão o desconhecimento dessa regência. **O mal de que falo, portanto, e que nos aflige - qualquer mal - é apenas a absurda consequência da pessima regência e exploração dos sentidos.*
*Talvez, o primeiro passo a sanidade, o degrau para conhece-los e controlá-los, seja aceitar e ver a grandiosidade perigosa do maior de todos os poderes que comandam os sentidos: o arbítrio.*
*Na medida em que a humanidade mergulhar na consciência do exercício equilibrado do poder do arbítrio, todos os sentidos serão avaliados; e as consequências e repercussões da exploração dos sentidos serão antecipadamente percebidas; e por corolário os sentidos não serão mais sub-utilizados nem hipervalorizados no excesso; nem se culparão os desejos.* *Daí, o que dantes levava a humanidade a deriva, terá fim.*
*O conhecimento sobre os limites do arbítrio, portanto, traz a noção plena dos sentidos; e a noção, como espécie de introspecção que é, afetará todas as determinações da mente, impedindo que o mal, qualquer mal, opere ou se estabeleça. Isso, decerto trará o fim de toda nossa arrogância, e acabará com o mal da estupidez.* (Victor Antunes)

Inserida por VictorAntunes

O RAPTO DAS FLORES⁠
A salsa sobre o arroz branco
refogado a teu gosto
adereço em teu prato
e aquela toalha fina
sempre dormindo num canto
que ponho só no Natal
fazem da mesa um quadro
são regalos ao teu amor,
do que em te amo, Lepanto

o copo d’ água espera
a flor bela que não trago
pois deu-se de um apaixonado
em pranto deixar órfão
de borboletas e perfume
o jardim que tem teu nome,
encanto

Jovina Benigno

Inserida por jovinabenigno

Passei uma hora com a alergia, conversamos por todo o caminho e mal me lembro sobre o que falamos.

Passei uma hora com a tristeza, ela não disse nenhuma palavra, mas de tudo o que aprendi naquele dia é que a tristeza estava em mim.

Inserida por dextter

Sobre Chuva:

Gosto dos dias chuvosos, quando as nuvens se entrelaçam e se fundem em um único manto, formando um véu acinzentado e melancólico, que logo desaba em um pranto incontido. Em dias assim, visto minha roupa de corrida e saio para desbravar as ruas, enquanto as minúsculas gotas de água acariciam minha pele e purificam cada cicatriz de minha alma. Aprecio a chuva porque ela é autêntica, porque infunde vida, mesmo quando parece que o céu está em desolação. Amo a chuva, pois nela posso ocultar minhas lágrimas, misturando-as com sua água.

Inserida por marcoantonio04

⁠“A minha compreensão sobre um conceito torna-se disruptiva quando minha cosmovisão amplia a interpretação e compreensão do ambiente e do contexto em que estou inserido. Essa visão de mundo permite identificar e explorar oportunidades ao reconhecer lacunas ou necessidades existentes. Em outras palavras, uma cosmovisão clara ajuda a criar soluções inovadoras ao revelar como preencher esses vazios e atender às necessidades específicas.”

Rafael Serradura, 2024

Inserida por Serradura

⁠"Seja os olhos do cego, a boca do mudo
E os ouvidos do surdo.
E ensina-me sobre mim,
E sobre mim, tu ensinas."

Inserida por Fabianery

⁠Se quer escrever, escreva sobre o vazio.
Escreva sobre não sentir nada.
Como as coisas mudaram,
mudaram você e seu mundo.

Escreva sobre o calor não ser mais quente como antes,
sobre a cama ficando mais dura
e o travesseiro mais pesado.
Como as noites são mais longas agora.
E como o silêncio se tornou música

Escreva como as coisas pararam de ser tão simples.
De como ir em algum lugar ou fazer alguma coisa
se tornou tão cansativo
Sobre como a comida ficou sem sal
E o ritmo daquela música começou a te incomodar

Sobre as lágrimas ficarem mais raras.
Escreva sobre aquela antiga perda que ainda te rasga o peito.
Escreve sobre a aquela velha história que ainda te faz chorar.
Sobre aquele amor que não era tão amor assim.

Escreva sobre o que vier e sobre o que não vier,
mas não se esqueça de escrever sobre o que ainda te mantem aqui.
Sobre o que te faz escrever.

Inserida por MariaFernandaRufini

⁠"A vida não é sobre encontrar respostas, mas sobre viver as perguntas. E talvez, algum dia, você viva até a resposta."

(@marcellodesouza_oficial)

Inserida por marcellodesouza