Poemas sobre Pássaros

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Pássaros


Pássaros morrem todo dia.


Não importa se ele cantou,
alto,
se foi feliz,
se voou,
voou,
voou sem destino.


Pássaros morrem todo dia.


Todo dia morre um pássaro.


Todo dia.
Todo dia.

PÁSSARO SELVAGEM
Por P. H. Amancio.




A quem eu pertenço? Para onde vou eu,
se quem eu escolhi jamais me escolheu?
Por onde caminho, o que me faz ser eu,
se tudo o que desejo só encontro nos braços de Morfeu?


Tira-me das amarras, deixa-me voar,
pássaro selvagem, só o vento sabe onde está.
Veja-me sem medo, com vontade de errar;
se um dia me quiser, precisará me alcançar.


Numa queda livre, encontro-me perdido,
as asas que eu tenho já nem fazem sentido.
Salto pelos muros, digo ao mundo: “Aí vou eu!”,
correndo atrás daquilo que um dia deveria ser meu.


Engano-me sempre naquele canto ao deitar,
inventando histórias de amor que minha história não terá.
Vento, ventania, na janela vem lembrar:
quem é natural não precisa se encontrar.


Talvez eu não pertença a lugar algum,
talvez meu destino seja não pertencer.
Talvez amar seja correr sem saber de onde,
e ser livre seja nunca precisar se prender.


E se um dia alguém me encontrar pelo caminho,
que não tente me mudar, nem me ensine a ficar.
Que apenas caminhe comigo por algum tempo,
porque pássaro selvagem não nasceu para pousar.

Vejo você admirando o céu! Tento imaginar o que você está à pensar...
Sera que é um passaro que não pode voar?
Se for assim, o que sera que te prende à terra?
o que apaga esse sorriso que ilumina toda uma hera?
sera um amor gasto? caro? fraco? sujo?
Quer subir ao céu? eu te ajudo.
Um passaropreso em uma gaiola de vidro, preso por um amor de vidro, à uma vida de vidro.
Gasto! Caro! Fraco! Sujo!
Há um mundo lá fora cheio de luz,
onde o seu sorriso seduz,
onde à um amor um anjo lhe conduzirá.
onde não a tempo,onde nada se compra;
Quer subir ao céu? eu te ajudo!
Vamos... quebre essa vidraça a apaga a luz do sol,
tira essa mascara que apaga a tua luz!

Quando o “você” morreu em mim…


Foi em uma tarde azul de nuvens-pássaro
Constantei, de repente,
Que morreu em mim aquela distância,
Aquela ânsia
E aquela saudade,
E o você que me torturava…


E eu sorri menino,
De um riso que se desprende em meio ao medo.
Escapa o sorriso, e o coração se vê livre
De qualquer algema que tenha um nome.


E a cabeça pergunta como, onde, quando e por quê,
E o corpo só quer dançar e voar nesses momentos,
Com aquelas nuvens-pássaro
A bailarem com o vento…

O PÁSSARO DE ASA QUEBRADA


Era noite de 29 de janeiro. Ele saiu do trabalho e resolveu ir até a cidade vizinha. Numa curva, a moto derrapou em algo espalhado no asfalto. Seu corpo foi arremessado contra o guarda-corpo. Ali ficou, desorientado, aguardando socorro.
O SAMU apareceu, estabilizou e o levou ao hospital da cidade vizinha. Dali, encaminharam-no para o hospital regional, mas no caminho foi preciso parar em outra unidade de saúde. Os sinais vitais diminuíam, a morte era iminente. Moveram céu, mar e terra para ele não partir. Ele parecia ter sede de viver.
Reanimado, seguiu para o HRSAJ. Os dias foram difíceis: intubação, dezenas de dias em coma. A morte insistia em ser sua maior companheira, tentando levá-lo a qualquer custo.
A comunidade, comovida, se uniu numa corrente de fé em oração, reza e preces pela sua recuperação.
A medicina, por várias vezes, já não era suficiente. Era necessário um milagre. Os dias longos e as noites intermináveis pareciam não passar.
De forma milagrosa, ele retornou do coma. As sequelas eram visíveis: fala limitada, sons inaudíveis, limitação motora e uma grave fratura num dos braços ainda o atormentava. Submeteu-se à cirurgia, colocando uma estrutura que em muito se assemelhava a uma antena externa de TV de antigamente.
Recebeu alta, adaptou-se em casa uma espécie de quarto-enfermaria e a luta continuou.
Sua reabilitação necessitou de fonoaudiologia e ainda continua com sessões de fisioterapia para restabelecer o movimento do braço.
Ele, que esteve muito perto de fazer a viagem rumo ao desconhecido, hoje está praticamente curado.
É um pássaro com uma asa em recuperação, pronto para, a qualquer momento, voar livre por aí.

No canto dos pássaros a magia que não lembramos mais pois estão extintos.
Eram tantos numa epoca de sonhos repleto de desejos imagináveis.
O canto dos pardais agora são espinhos dos velhos pertences tempos esquecidos.
As metáforas são lágrimas que são restos mortais.
E os pardais que dancavam nos ceus lágrimas secaram ou nem conhecem as andorinhas pois poluição cronica toma conta do ar.
Toda solitude de grãos no sangue carregamos e as lembranças se foram banidas pelo tempo.

Sorte minha ser poeta,
porque, se eu fosse pintor,
passaria a vida diante de uma tela em branco,
misturando tintas e procurando uma cor
capaz de reproduzir a beleza
que os meus olhos encontraram em você.

E, ainda assim, fracassaria.

Restou-me a poesia,
esse lugar onde as palavras
tentam alcançar
o que os pincéis não conseguem explicar.

Porque algumas obras de arte
não nasceram para ser pintadas.
Nasceram para inspirar poemas.

" O pássaro suspende o voo diante de tua presença,
como se encontrasse em teus olhos
a seiva que as pétalas não possuem.
O jardim floresce em redor, indiferente. "

"O pensamento
é uma uma obra do acaso
Diferente dos pássaros
Que foram feitos pra voar
E voam
Gente feita pra pensar
Destoa da multidão, quando pensa
E quando pensa
Pensa que voa"

Edson Ricardo Paiva.

Pássaros a cantar,
variações
de uma vida bela,
veloz,
certeira,
formada
ou não intencional;
Flor!
É com lágrimas
nos olhos
e aperto no coração
que me despeço
de ti,
tô tão disperso
sem esforço
por as vezes
me lembrar
que de você
esqueci.

Meu Passarinho
Já era o chegar do crepúsculo quando o passarinho que viaja decidiu explorar mais o lugar onde estava a cantar. Tudo era muito lindo e cheio de cores. Ele, com todo o seu entusiasmo, foi pulando em árvores grandes e cada vez mais altas. Pobre passarinho, nunca soubera o que era voar e pular longe da sua gaiola. Perguntava-se ele se era merecedor de viver tudo aquilo; seus olhos brilhavam sem saber como o mundo era grande e cheio de tantas coisas jamais vistas.


O passarinho, cheio de vida, estava feliz longe de sua gaiola, que um dia o prendera e o impedira de voar. Mas ele era sonhador, acreditava que um dia voaria tão alto que suas asas queimariam, assim como Ícaro ao voar tão perto do sol. Ele pensava: “Nenhuma grade gelada pode esfriar as batidas do meu coração.” Realmente, nada parava o passarinho. Bem alimentado, foi bem cuidado e bem admirado, mas jamais cantara para quem o prendeu.


Hoje, o passarinho, no meio da grande árvore, observa como a vida era bela e como era bom cantar. O passarinho conheceu outro passarinho; rodopiavam no ar transformando seus movimentos de tal forma que até o som do vento ajudava a sinfonia completar, e foi assim por horas. Ali, já não recordava mais da gélida jaula que um dia o impedira de voar.


Então, o outro passarinho voou e foi para longe. Assustado, sem saber o que fazer, o passarinho chorou. Sentira a mesma angústia de sua jaula. Pobre passarinho, não sabia que as piores jaulas são os amores de um beija-flor, que vem, pousa e vai embora.


O passarinho, triste e com aquele vazio gélido que lembrava sua jaula, decidiu fazer o que sempre sonhou: voou e voou o mais alto que podia. Sentia que queimaria e veria a chama incendiar o seu corpo. Pobre passarinho... Lá no alto, ele não esquentou, não incendiou. O pobre passarinho congelou e, em queda livre, despencou.


@prof.tonnyfeittosa

“A vida é como um passarinho dentro de uma gaiola sem grades: quem escolhe ser diferente e sair tem mais chance de ser bem-sucedido.”


A mensagem é sobre não ficar preso ao que todo mundo faz e ter coragem para buscar um caminho próprio.

Título:cantada dos pássaros
Meu amor!
Eu sou um simples louco,
tentando construir um futuro sem origens,
minha vida é imaginação dentro de um sonho de mau gosto,
então, por quê? porquê!...?
tentas amar esse caso perdido,
por sorte, queres mesmo que eu me torne o dono do seu coração?
o bandido?
Meu ninho e teu são construídos pela força do universo,
mas, minhas forças
está em te deixar sozinho,
estou tentando nos construir meu amor,
desista! Se você de magoar,
me magoei, se você chorar, chorei,
sem você para me completar...
não sou ninguém,
não importa s for com outro alguém
Então, meu amor.
Para não haver mais dores em mim, em você,
e no nosso Senhor,
por favor leva essa cantada no teu poder,
pois, assim saberei o que vem do Senhor,
realmente é amor.

⁠CLASSIFICAÇÃO DE PESSOA, PÁSSARO, PEIXE E MINHOCA QUANTO AO AMBIENTE E LOCOMOÇÃO

‎
‎Uma Pessoa é um Animal Aéreo quanto ao Ambiente e é um Animal Marchador quanto à Locomoção.


‎Um Pássaro é um Animal Aéreo quanto ao Ambiente e é um Animal Voador quanto à Locomoção.


‎Um Peixe é um Animal Aquático quanto ao Ambiente e é um Animal Nadador quanto à Locomoção.


‎Uma Minhoca é um Animal Solúmeo ou Solúmico quanto ao Ambiente e é um Animal Rastejante quanto à Locomoção.

⁠Como pássaros feridos, voamos sem direção, não temos abrigo, alguém que nos dê atenção. Estamos sem direção, voamos sem direção, nas asas da imaginação, nesse mundo cão... Encontramos um ninho, já tem ocupantes, continuamos voando sozinhos à procura de paz, um dia nos cansaremos, de voarmos contra os ventos, e as pedras que nos feriram, não mais nos atingirão...
Voltemos pra casa então, o paraíso é nosso ninho então, lá nos salvaremos da maldade então...
Deste mundo cão...

O Mundo de Petico ( Samuel)
Dentro do peito do Petico mora um passarinho bem pequenininho.
Na maioria dos dias, ele fica quietinho… dormindo no ninho.
E aí o peito do Petico fica calmo… como um lago parado.
Mas às vezes… vem um barulho.
Uma mudança. Um susto.
E o passarinho acha que é perigo.
E então…
flap, flap, flap…
Ele bate as asas rápido.
E o peito faz tum-tum-tum.
A barriga fica fria.
A respiração corre.
Não é birra.
Não é desobediência.
É um passarinho assustado… tentando fugir.


“E sabe o que muda tudo?
É quando o adulto para de mandar o passarinho calar…
e começa a acolher"
“A gente não briga com o passarinho.
A gente ensina ele a pousar.”


“Filho… parece que o passarinho acordou aí dentro.
Vamos ajudar ele a dormir?”
🍿 Pipoca na barriga → ansiedade
🧸 Alarme do ursinho → sistema de alerta sensível
“Crianças como o Petico não precisam que o mundo fique em silêncio.
Elas precisam que alguém as ajude a entender o barulho.
Porque, no fundo…
todo passarinho assustado só quer ter certeza de uma coisa:
que está seguro.”

E Se Um Passarinho Eu Fosse?

E se um passarinho eu fosse?
Se eu pudesse para longe voar,
Se eu sentisse o vento em meu rosto,
Enquanto estou no ar,
Se toda manhã ao acordar,
Eu pudesse simplesmente cantar,

Se eu pudesse desta gaiola me soltar,
E descobrir que nessa grande imensidão,
Há lugares em que não há escuridão,
Será que finalmente voltaria a ser feliz?

"Se compreendêssemos a importância da oração, não passaríamos um minuto sem orar."


Mickelve Santana

⁠Uma amostra da natureza
na beleza de um pássaro,
da liberdade de sua essência,
um simples momento agradável.

Apaixonante calmaria numa voz acolhedora, que ecoa pelo quarto, livre igual um belo pássaro que voa pelo céu, um cochicho carinhoso, um canto baixo, cantado com amor em harmonia profunda com a paixão, recebendo também a razão o seu valor

Como se fossem o esplendor da noite e do dia, do sol para o luar, um relacionamento afinado, num ciclo bastante inspirador, a emoção e a música conjugando o verbo cantar, juntas num mesmo tom, mas cada uma de um jeito particular

Cena simples e despretensiosa que consegue inspirar através de uma linda canção cantada de uma maneira branda, sincera com a doçura e a intensidade do coração, que atrai a atenção sem agressividade, provando a junção da sua alma com a musicalidade.