Poemas sobre Livros
Se as Escrituras de nada adiantassem para transformar a vida dos homens e reparar todos os seus fracassos e as suas dificuldades, eu já as teria substituído por outros livros faz de contas.
O pessimista enxerga o problema; O otimista enxerga a solução; Mas o realista é quem de fato resolve toda a questão.
Reconhecemos a importância de um livro quando entramos nele por uma porta estreita e, com o término da sua leitura, saímos por uma porta espaçosa.
Nas entrelinhas da literatura infantil, encontram-se as mais puras práticas educacionais de desenvolvimento cognitivo para crianças. Nelas, há valiosa oferta de estímulos favorecedores do amadurecimento psicólogo perene.
As ideologias mudam por conformidades e discordâncias da sociedade em seu tempo mas os conceitos históricos e filosóficos, não. Nem mesmo se queimarem todos os livros do mundo sobre os assuntos.
Sonhar é bem melhor que viver enquanto não consegue se falar por não saber quem e que de fato, é você. A vida nos cobra respostas absurdas e fica surda diante das tentativas de nossas tímidas respostas. Onde estão as portas se vivo espiando me no mundo debruçado na minha janela.
Sempre fui mais a favor de espalhar idéias e promover novas reflexões pelos caminhos do que escrever livros com capas comercialmente atrativas.
Diante de tantas imagens retocadas e de tantos artificiais movimentos, o silencio e o escuro são os principais aliados da verdade e do natural pensamento.
Qualquer pessoa que lê um bom livro, pode até adquirir conhecimentos que jamais porá em prática, más como um legado de esclarecimentos para benefício de alguém, sempre poderá passar adiante os conhecimentos obtidos com tal leitura.
Espaço e tempo são determinantes na continuidade, ou não, das amizades. As que resistirem são de fato profundas, preecherão livros e livros de histórias. Enquanto as demais, essas não merecem nem mais uma linha neste pensamento.
Proust afirma que os objetos têm a capacidade de preservar nossas lembranças. Quando nos conectamos com esses objetos em um certo momento, o passado se torna predominante no presente, integrando-se à nossa realidade de forma mais intensa do que o momento atual. O autor francês acredita que o passado é uma entidade viva que se modifica, se reconfigura e adquire novos elementos, lembranças e significados. Essa dinâmica também se aplica aos livros.
O tempo é um editor impiedoso, cortando cenas, apagando personagens e nos obrigando a seguir em frente.
Algumas pessoas vivem como se fossem prefácios: sempre se apresentando, mas sem nunca começar a história.
Um livro não se torna seu quando você põe seu nome nele, mas quando você pratica o que aprendeu nele.
"Que Deus nos conceda, a cada dia, uma centelha de luz para que sejamos capazes de iluminar os corações nublados."
Escrever é como montar um cubo mágico. Só que, além de usar o cérebro e as cores, você também usa o coração e as palavras.
