Poemas sobre Livros
Isso é o que os escritores por séculos chamaram de “melancolia”, mas porque você não lê livros, sua linguagem é limitada...
Eu adorava amaneira como Harriett amava seus livros. Eles a transformaramem algo diferente, melhor...
A fome delespor livros poderia ensiná-los uma vida melhor, sem fome, mas sem comida eles nunca viveriam o suficiente ou teriam forças para encontrá-la.
A graça dos livros estava justamente em descobrir o final no virar de cada página, no viver de cada capítulo.
Se o conhecimento contido nos livros e a sabedoria acumulada nas experiências de outrem fossem capazes de formar uma pessoa, é provável que não haveria humano melhor que este.
A natureza nos ensina uma sabedoria que nem mesmo as lições de todos os livros do mundo poderiam dar.
O pior dos apegos que tenho é o que desenvolvo pelos meus livros. Doa-los, sempre, é uma necessidade do espaço, nunca, minha.
As vezes buscamos respostas em muitos e muitos livros, e no entanto, no final dessa busca só a encontraremos dentro de nós .
O amor está nos livros, quando o mocinho se apaixona pela personagem principal; o amor está no encaixe das mãos de um casal de idosos no metrô, claramente mostrando que anos depois do primeiro encontro, ainda contém sentimento ali; o amor está na felicidade de um cachorro quando seu dono chega do trabalho, trazendo alegria para aquela casa; o amor está no riso frouxo de uma criança, numa manhã de sol na praia e na calmaria das ondas; o amor está no peito de quem o cultiva, se proliferando em grande quantidade; o amor está nos seus olhos quando, de lá do palco, vê a multidão dançando com você; está num abraço apertado, aonde o que vale mesmo é a junção de duas almas através da sua voz; o amor está quando te sentimos perto de nós numa noite triste, tão perto de nós que, se quisermos, podemos te tocar; o amor também está no toque: seja da música, da brisa leve pela tarde, da vida se tornando amena, ou das digitais se fundindo uma na outra; o amor está naquela amizade, na gratidão que é ter alguém por você; está nos pequenos momentos do viver, na cantiga de roda ou no lanche que lembra a infância; o amor está nas composições sinceras de um peito apaixonado; está quando você sorri quase que fechando os olhos; quando sua risada preenche a distância entre seu coração e o meu; quando te vejo dançar e contar histórias; o amor está quando você fala por ele; quando te enxergo mais leve, mais graciosa, mais viva. O amor está entre todos nós e eu, tive uma sorte tremenda de achá-la em ti; sempre foi amor. Era amor, mesmo antes de ser. — O amor está em absolutamente tudo que envolve você.
Escrever os meus livros sem voz é o que eu faço todos os dias, mas a minha voz lá está presa à espera que os abram para a vida.
Os livros que eu escrevo é o meu passatempo preferido, além da pintura, para não sentir o tempo passar, pois não há nada pior que, esperar que o tempo passe, pensando apenas na única certeza que temos e de que não vale a pena pensar porque essa certeza não falha.
Todos estes livros, reparo, estão me mudando por dentro. Eu não podia imaginar que isso de ler era como viver.
É possível sim viver sem o amor aos livros, mas é ter a certeza de uma vida mais miserável e limitada.
Palavras para falar, frases para citar, poemas para escrever, textos enormes para entender e livros para ler.
Com o tempo percebemos que a paz encontramos em meio a livros, poesias e música. Aprendemos que nada vai ser mais gratificante que estar bem com sigo mesmo.
Quando eu era menina, eu sonhava em ter pilhas de livros à minha disposição – histórias para me perder, outros mundos para viver, pois o meu era muito desolador.
