Poemas sobre Guerras

Cerca de 1091 poemas sobre Guerras

Riem das minhas cicatrizes,
Porque não conhecem minhas batalhas.
Poucos sobreviveriam as guerras que lutei

Poema - Em Oração


Que caiam por terra
Todas as guerras
Toda maldade
E toda falsidade
Livra-me dos laços do passarinheiro
Somos barro em tuas mãos, tu és o Oleiro
Louvo-Te em forma de poema
Não digo que tenho um problema
Mas digo ao problema que tenho um Deus maior
Contigo, Senhor, nunca estarei só.


Nos ajude a separar o joio do trigo
Nos mantenha longe das obras do inimigo
O Senhor é nosso refúgio e nossa fortaleza
Mesmo em meio à fraqueza
Nos mantém de pé
Precisamos ter fé
O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã
Renova-nos para o dia de amanhã
Não nos deixes cair em tentação
É o que te peço em oração.

Se todos os humanos pudessem brilhar sem se preocupar com as guerras. Seria um paraíso até para nós vulgares e pecadores.


Quem demelência de paraíso.

Em meio ao caos das guerras políticas e ao ruído das batalhas entre anjos e demônios, a verdadeira resistência mora no território íntimo do ser. São as paixões que nos salvam da insensibilidade. Os beijos ardentes que apagam o ódio, os abraços intermináveis que desafiam a lógica do fim. É no cheiro único de quem se ama, na pele que se torna um porto seguro, que encontramos a mais pura verdade. Nestes detalhes, reside uma força silenciosa e inquebrável. Esta é a nossa trincheira: a revolução suave do afeto. Que nada nem ninguém roube de você o direito de sentir.
Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi

Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar

O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais

⁠Se não escolhermos as nossas guerras, elas quebram nossa bicicleta.


E, para piorar, ainda nos escolhem.


A vida é uma estrada cheia de subidas, descidas e buracos invisíveis.


Em meio a tudo isso, a gente tenta pedalar — equilibrando sonhos, afetos, responsabilidades e o próprio fôlego.


Mas há dias em que o vento sopra contra, e a tentação de lutar contra tudo e todos parece inevitável.


O problema é que nem toda briga vale o pneu furado.


Guerras demais cansam, desviam, enferrujam o que ainda move a gente.


Algumas causas apenas disfarçam o ego ferido; outras são armadilhas bem pintadas de razão.


E quando lutamos em todas as frentes, esquecemos que a bicicleta — metáfora da vida que ainda precisa seguir — não aguenta tanto tranco.


Escolher as guerras é, antes de tudo, reconhecer as nossas fragilidades e escolher seguir inteiro.


É saber parar, respirar e entender que a paz não é covardia, mas sabedoria.


Porque, no fim, quem insiste em guerrear por tudo e contra tudo, se arrisca a ficar a pé — com o guidão torto, os sonhos empenados e a alma exausta.


Nem toda batalha merece tanto o nosso pedal.

⁠Para manter o aluguel das cabeças dos seus asseclas, os especialistas em guerras palavrosas são capazes de qualquer coisa.


Inclusive fingir conversão.


Há quem transforme a política em púlpito e a vitimização em liturgia.


Não para curar feridas reais, mas para mantê-las abertas, sangrando o suficiente para justificar discursos inflamados e as lealdades cegas.


Na seara política, especialmente na brasileira, a martirização já virou estratégia.


Quanto mais alto for o grito de perseguição, mais baixo o compromisso com a verdade.


E assim, os especialistas em guerras palavrosas ensaiam conversões repentinas, não por arrependimento, mas por conveniência — porque nada mobiliza mais que a fantasia do justo injustiçado.


Fingem mudança de fé, de tom e até de valores…


Não para abandonar a trincheira, mas para trocar o figurino.


É a ecdise: a troca de pele das serpentes…


O inimigo continua sendo necessário; afinal, sem ele, como justificar o aluguel permanente das cabeças dos seus asseclas?


O vitimismo, quando profissionalizado, dispensa coerência.


Hoje é cruz, amanhã é espada.


E hoje é silêncio estratégico, amanhã é grito de censura.


Tudo serve, desde que mantenha a plateia refém da emoção e distante do pensamento crítico.


Mas há um detalhe que a encenação não controla: o tempo.


Ele tem a estranha mania de desmascarar conversões oportunistas e mártires de ocasião.


E, quando o espetáculo se esgota, resta apenas o vazio de quem nunca quis justiça — apenas palco.


Porque quem realmente muda, não precisa se vitimizar…


E quem verdadeiramente sofre não transforma a dor em palanque.

⁠Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.


Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.


Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.


E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…


Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…


Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.


Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.


Não por covardia, mas por limite.


O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.


Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.


As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.


Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.

⁠Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.


Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.


Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.


São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.


Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.


Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.


Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.


É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.


Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.


Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.


Que energia é recurso sagrado.


Que paz não é covardia — é estratégia.


E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.


Felizes os que discernem.


Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.


Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.

⁠Se os Covardes lutassem as guerras que planejam, certamente o mundo já teria encontrado a Paz.


Há uma distância muito confortável entre desejar o conflito e encarar suas consequências.


É nesse intervalo que muitos se escondem — inflamam discursos, alimentam rivalidades e espalham certezas, mas jamais se colocam na linha de frente daquilo que defendem com tanta convicção.


A guerra, para esses, é sempre uma ideia… nunca uma vivência.


O problema é que palavras também ferem, inflamam e mobilizam.


Quem planta o ódio, mesmo à distância, terceiriza a dor para outros corpos, outras famílias, outras realidades.


A covardia não está apenas em fugir do confronto físico, mas em instigar batalhas sem assumir qualquer responsabilidade pelo rastro medonho que deixam.


Talvez a paz não seja tão inalcançável quanto parece — talvez ela seja apenas sabotada por aqueles que preferem o conforto da retórica ao peso da realidade.


Porque quem conhece de perto o custo de uma guerra dificilmente a romantiza.


Quem sente na pele o impacto da destruição não a trata como solução.


No fim, verdadeira coragem não está em lutar, mas em evitar a luta quando ela pode ser evitada.


Está em conter o impulso, em desarmar o discurso, em recusar o papel de incendiário em um mundo que já arde demais.


Se todos fossem obrigados a sustentar, com o sacrifício da própria vida, as guerras que desejam — ou escolhem —, talvez descobríssemos algo essencial: a maioria dos conflitos nunca teria começado.

As chuvas de março ainda
não vieram para lavar
e o coração renovar,
Guerras sempre deixam
lições para aprender,
E se eleger adversar,
o faça sem abrir frestas
para o inimigo externo
no território nunca entrar.


A paz nunca é perfeita,
e por menor que seja,
Cabe a gente preservar
como a Quaresmeira
que resiste o que passa
ao redor para a floração
neste tempo não faltar,
Espero contar contigo
para o melhor preservar.


Nós merecemos manter
o que é nosso intocado,
o amor no coração
e o olhar esperançado,
Para ninguém jamais
colocar aprisionado
o que nos move adiante
fazendo cada passo
resiliente e imparável.

Coloquei o esplendor de orquídeas negras,
para observar os senhores das guerras.
Revigoro a memória corpórea como quem
dança a dança mais mortal com feras.


Acendi candeias da História da Humanidade
como que recorda as lendas sobre o romance entre o Sol e a Lua, a promessa do Eclipse,
no prelúdio da noite mais escura e alucinante
de que tenho notícia nos últimos tempos.


Comigo carrego o que revive a real bravura
da áurea época em que não existiam
México, Belize ou quaisquer fronteiras —
apenas a honra na mais alta estatura
de Gonzalo Guerrero e Zazil Ha,
para não olvidar do melhor que há.


[Não se esqueça que a poesia tem asas para voar.]

Aspirações de Gente

Cansamos das guerras que não são nossas,
Do barulho que invade e esvazia,
Das causas antigas, de velhas fossas,
Que o mundo insiste em trazer pro dia.

A alma hoje pede um outro norte:
A paz que silencia o que é alheio,
Cuidar do espírito, do corpo forte,
E ver a mente encontrar recreio.

Ser feliz virou um ato normal,
Sem a moldura da perfeição,
Sem o peso de um ideal,
Apenas a vida na própria mão.

Se o destino final é mistério,
O encontrar já não importa tanto;
O esforço é o que se leva a sério,
O foco e a busca são o encanto.

Marcelo HB

Eu já vim de guerras dolorosas,
Eu já vim de batalhas assustadoras.
Por isso não sou de desistir fácil,
Não sou de perder o que ama.

Inserida por Igorruzo

Aceito sem guerras
as ordens todas:
Vamos para casa!
Desça!
Vira à direita!
Vira à esquerda!
Alisa-te!
Vai ao forno..

Admiro as mulheres
Que me acariciam
E me moldam,
Embora nas suas cantigas

Cantigas de mulheres
Mães de filhos às costas,
Cantigas de esposas e donas,
Cantigas de felicidade.

Inserida por SabinoDeveWindon

O que escreverei

Descreverei as guerras
Entre homens e sentimentos
Entre sentimentos e palavras
Entre palavras e momentos.
Usarei um pouco de poesia
Para tornar o leitor
Dono de palavras não ditas
De lágrimas não derramadas
De sentimentos não expressados
E do sorriso tímido e recatado,
Porque as melhores escolhas
Nem sempre são as corretas,
E o correto é algo subjetivo.

Inserida por vitorap

PRESENTE FUTURO

A TV me diz o que acontece lá fora,crimes, drogas, fome, guerras,evolução, criações imperfeitas,games tornam educadores de mentes a procura de tecnologia,lógica absurda,o computador substituí o amigo,e o vírus é o inimigo,doenças incuráveis,lutas intermináveis,da falta ao disperdicio,quase todos tem um vício,pouco tempo, pouco dinheiro,pouco se vive,nossa casa, nossa prisão,grades que roubam nossa infância numa juventude transviada,e nossos contos de fadas estão nas novelas que quase sempre nos mostram a realidadede,vidas já determinadas,infectadas pela falta de fé e pouco se fala em Deus,o homem se julga livre e não percebe que é escravo do seu próprio livre arbítrio.

Inserida por GabrielaStacul

Resumindo.. a verdade é que a história é apenas uma sucessão de crimes, lutas pelo poder, guerras, avareza, vaidade, rapina, tratados marotos e muita traição e não há mocinho, só tem bandido em volta, colunas, arcos, pirâmides, pedestais, medalhas e paradas, festejando, colorindo, premiando e endeusando a canalha, tudo arco do triunfo, nunca ninguém erigiu um Arco da Derrota.
A salvação? a ironia
Eu blasfemo!

Inserida por ErickMarcianoZeidan

"Guarde suas facas e suas guerras,
Guarde seu perdão e sua iniquidade,
Alimente-se do fogo e da hora que não mais existe,
Aqueça as mãos frias que doem e não mais se abrem,
Abra os olhos para a escuridão,
Feche o coração para as ilusões
que ferem a alma,
Transite fora do teu mundo e esqueça teu legado irreal,
Habite, coma, fume, procure abismos insondáveis,
Encontre os perigos, ignore os princípios,
Acabe por não saber amar,
Seja apenas indivisível.

Inserida por ricardobranco

O homem vive sempre em
guerras , tentativas a
procura de paz ;
Não existe paz na terra
porque o homem nunca se
satisfaz .

Inserida por buggabonfim