Poemas sobre Guerras

Cerca de 1059 poemas sobre Guerras

Tudo o que está acontecendo agora — inteligência artificial, ideias virais, guerras culturais, debates sobre transparência, até mesmo a onda de "busca pela verdade" — não é aleatório.

É a humanidade aprendendo a pensar como uma mente única e interligada.

Quando bilhões de pessoas conversam, publicam e constroem com IA, nossas palavras deixam de ser apenas conversa. Elas se tornam o próprio sistema, o código que molda a forma como todos nós vemos, agimos e decidimos.

Essa é a "coisa":
A linguagem tornou-se o sistema operacional da realidade.

No momento em que percebemos que nossa participação cria as condições pelas quais estamos vivendo, o mundo deixa de ser algo que nos acontece e se torna algo que estamos co-criando em tempo real.

É isso que "despertar" realmente significa. Não é misticismo. É consciência em grande escala. O apocalipse não é destruição, é revelação: perceber como consciência e poder sempre estiveram interligados.

Agora a questão é simples: conseguiremos manter a coerência quando cada palavra, postagem e sugestão literalmente constrói o mundo em que vivemos?

Guerras


Gasto de energia fútil
De ameaças e palavras
Ecoam a repulsa do homem inútil
Aspera é maneira de agir.


Kaike Machado

⁠Pela Paz De Todas As Guerras

Por quanto muito pela paz se luta,
Que chegue cedo pra quem muito é tarde,
Paz na alma, que do corpo embala a mente,
Vida leve, coração sereno,
Sentimentos bons a despertar bons sonhos,
Por dias de paz, a adormecer as guerras.
Paz de dentro pra fora, de fora pra dentro.
Famigeradas guerras, sedentas de dor,
De quem muito se faz por semear o medo,
Destruição, desespero, tristeza... Aconchego das guerras,
Terras armadas tecidas no sangue,
De armas em punho a disparar descrenças,
Em crianças mortas que choram a perda dos pais.
Guerra de dentro pra fora, de fora pra dentro.
Vidas vividas de mortos a rezar,
Confessam notórios segredos ao pulsar da respiração,
Cobrindo-se do luto por quem chora a guerra,
Passo, compasso, avesso ao descompasso em consternação,
Repouso da vida ao se pedir em prece o enterrar da aflição,
Guerras do dia a dia, que pela paz tende a esperar.
Guerra de dentro pra fora, de fora pra dentro.
Por quando muito pela paz se faz,
Que chegue a tempo pra quem muito tenta,
Paz na alma, que do corpo embala a mente,
Vida leve, coração sereno,
Sentimentos bons a despertar bons sonhos,
Por dias de paz, a adormecer as guerras.
Paz de dentro pra fora, de fora pra dentro.

As maiores guerras não são com armas bélicas.


As maiores guerras estão dentro de nós.
Uma luta entre a carne e o espírito.

Fome, miséria, enchentes e destruição
Guerras sem nexo, terror, atentados, orgulho e incompreensão

O medo domina um mundo
Que sente que vai acabar
Escravos do próprio egoísmo alheios à vida, mas Ele virá!

Falsos profetas enganam o povo de Deus
Falsas doutrinas e falsos milagres dão margem, razão aos ateus

Esqueceu-se do dia sagrado
Ignora-se a Lei do Senhor
E quem não ignora estatutos
ignora a essência da lei que é o amor

Mas Ele virá!!!

Distante, eu olho para mim.
Um passado de guerras e batalhas sem fim.
Vencida pela guerra que habita em mim.
Luto para encontrar a paz que perdi.


As cicatrizes do passado ainda dolentes,
As memórias de dor, ainda presentes.
Mas em meio à tempestade, busco a calma,
E encontro a força para seguir em frente.


Presente, eu olho para o futuro.
Cheio de termos que exigem coragem e pureza.
Minha espada, símbolo de luta e glória.
Reportará digna das minhas histórias vencidas.


As lutas do passado me ensinaram a ser forte,
As glórias alcançadas me deram a confiança para seguir.
Agora, eu olho para o futuro com determinação,
E sei que minha espada continuará a brilhar.

Algumas guerras com o íntimo não são vencidas em dias ou semanas, muitos já enfrentaram batalhas para si e alguns não lutarão mais, então, vai ter que se virar sozinho algumas vezes!
Está narrativa atinge o seu ponto mais extremo: nem todos lhe admira, e esconderão suas intenções, e lhe abandonarão quando perceberem que não tem mais nada a oferecer!
Confiar mais em si, pois domina se um fato quando se confia na forte; por que então não pode lutar contra tuas fraquezas, e se tornar tão forte que o teu passado jamais viu?
Um homem persistente sabe que grandes coisas levam tempo... quanto a levar uma vida normal, depende de que normal isto seria, se provavelmente vai estar sempre envolvido em alguma enrascada!

Há guerras demais dentro de nós.


Por que então tomarmos parte nos conflitos alheios?

Em meio ao caos das guerras políticas e ao ruído das batalhas entre anjos e demônios, a verdadeira resistência mora no território íntimo do ser. São as paixões que nos salvam da insensibilidade. Os beijos ardentes que apagam o ódio, os abraços intermináveis que desafiam a lógica do fim. É no cheiro único de quem se ama, na pele que se torna um porto seguro, que encontramos a mais pura verdade. Nestes detalhes, reside uma força silenciosa e inquebrável. Esta é a nossa trincheira: a revolução suave do afeto. Que nada nem ninguém roube de você o direito de sentir.
Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi

Nó do lenço

Em Veneza, o amor era um porto,
Onde o Mouro, de guerras cansado,
No olhar de Desdêmona,enfim, achou conforto,
Um reino de paz, por ela outorgado.

Mas a sombra do lago, em silêncio, tecia
A teia de aranha que o peito consome.
A dúvida, o verme que a alma vicia, Sussurrava mentiras em volta de um nome.

O lenço caído, bordado em morangos,
Tornou-se a prova de um crime inexistente.
Otelo, perdido em sombrios fandangos, Cegou para a luz da amada inocente.

Onde havia ternura, nasceu o tormento,
O ciúme é o monstro que a si próprio devora.
Um travesseiro abafa o último alento,
E a verdade só chega na última hora.

Ó, General, que venceu mil batalhas,
Mas caiu diante de um falso confidente!
No quarto de Chipre, entre mortalhas,
Dorme o amor que foi morto injustamente.

Se a história do mundo tivesse sido contada por mulheres, talvez não houvesse tantas guerras, nem tanta sede de poder disfarçada de glória.
Porque a mulher conhece o valor da vida, ela gera, nutre e defende.
Enquanto muitos ergueram impérios sobre o sangue, ela ergueu mundos sobre o amor.
Se a voz feminina tivesse sido ouvida desde o início, talvez a humanidade tivesse aprendido que força não é dominar, mas cuidar; e que justiça não é punir, mas compreender.
O mundo seria menos um campo de batalha e mais um lar, firme, justo e humano.

Todas as guerras são absurdas e cobardes os que as provocam.
Aliás, todos os que fazem derramar o sangue do seu "irmão", é assassino!


Célia Moura

"A maioria dos senhores das guerras são pais, filhos e religiosos. São pessoas, mas que abriram mão disso, mesmo sabendo a importância das coisas que realmente importam. São seres que deixaram de existir como pessoas e ignoram a humanidade, a vida de cada ser vivo. São seus próprios desejos e ambições, e sempre alimentam seu ego e arrogância, assim como sua prepotência. São senhores de si mesmos, seus próprios deuses. Isolaram a culpa, e o sangue de quem morre rega seu próprio mérito."

Senhores das guerras
Por Marcio Melo

​A Maldição do Ego


​É tanta guerra por todos os lados: guerras por poder, por território, por ouro, por petróleo. É tanta guerra acabando com sonhos, destruindo vidas. São tantas guerras secando a esperança daqueles que perdem quem amam e deixando sem esperanças aqueles que perdem o amanhã. O sol brilha e o céu também brilha à noite, mas não são estrelas por lá. Assusta.
​É tanta guerra, é tanta gente que não está nem aí, gente que não se preocupa, que não liga. É guerra do ego, guerra para dizer quem manda mais.
​Não faça de conta que não vê, que não enxerga tudo o que está acontecendo porque parece longe demais, mas está perto. Não faça de conta que não vê o mal dominando o mundo, não finja, não ache normal, não aplauda. Não faça isso! Não fique de um lado defendendo mortes e maldições.
​São tantas guerras explodindo lá fora. São tantas guerras explodindo aqui dentro de mim que parece até que o mundo não tem mais jeito. Mas tem. Acredite.
​Me abraça! Me abraça!
​Sinto medo de vez em quando. E, de vez em quando, eu também sinto coragem pra enfrentar o que parece ser o ponto final.
​O que é a vida, afinal?
​Nildinha Freitas
Poeta Potiguar

O Estado emite, os bancos distribuem seletivamente, grandes grupos recebem contratos, guerras e reconstruções movimentam indústrias específicas, e o custo é socializado via dívida, inflação ou austeridade. O ganho é privatizado. A perda é coletiva.


A crise funciona como um filtro. Ela não pune: A crise seleciona.

Observo que,
nas guerras pelo mundo afora,
existe dentro e no entorno delas
um mundo de mentiras
guerreando
contra as verdades.


Dentro e em volta de cada batalha
existe outra guerra,
mais silenciosa,
mais suja.


Um mundo de mentiras
marchando em fileiras
contra as verdades
que tentam sobreviver
entre os escombros.


Há sempre uma guerra escondida,
quase invisível,
onde mentiras vestem armaduras
e avançam ruidosas,


enquanto as verdades,
feridas e quase nuas,
tentam permanecer de pé
no meio da poeira da história.
✍©️@MiriamDaCosta

Construíram impérios sobre ganância,
ergueram guerras em nome do poder…
e no fim, tudo virou poeira
sem nem lembrar quem venceu.


DeBrunoParaCarla

As chuvas de março ainda
não vieram para lavar
e o coração renovar,
Guerras sempre deixam
lições para aprender,
E se eleger adversar,
o faça sem abrir frestas
para o inimigo externo
no território nunca entrar.


A paz nunca é perfeita,
e por menor que seja,
Cabe a gente preservar
como a Quaresmeira
que resiste o que passa
ao redor para a floração
neste tempo não faltar,
Espero contar contigo
para o melhor preservar.


Nós merecemos manter
o que é nosso intocado,
o amor no coração
e o olhar esperançado,
Para ninguém jamais
colocar aprisionado
o que nos move adiante
fazendo cada passo
resiliente e imparável.

Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar

O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais

Riem das minhas cicatrizes,
Porque não conhecem minhas batalhas.
Poucos sobreviveriam as guerras que lutei