Poemas sobre Frio
PRECISO DE VOCÊ
Sem vcocê a madrugada faz frio, sem você me sinto sozinho...
Sem você nada faz sentido,
sem você eu não existo...
Eu preciso, preciso do seu sorriso, preciso do seu abrigo, preciso de você aquii comiigo...
Eu não posso, não posso deixar de te amar,, não posso deixar de te querer, pois a minha vidah só faz sentido com você...
Ouço com a chuva em seus pingos um canto,
E sinto que o frio que o frio do inverno tem seu encanto...
São feitos do Senhor, para produzir os frutos aos homens que habitam na terra desde a sua criação.
Letras Em Versos de Edna
03/07
O frio da manhã intensifica a mudança libertária destes tempos, acostumado às raízes densas do lar.
Lembrete dos corações amáveis que saúdam a cada volta e a angústia a cada partida.
Prefiro pensar que a tempo de ir e vir de forma leve e madura.
Voo ao conquistar o mundo com pensamentos de otimismo.
Com aquela cabocla deixei a certeza do regresso e a pureza de ser diferente.
Acalmo-me vagarosamente como a folha ao cair da árvore.
A força vem dos pés para cima.
Sedimento essa energia e deixo fluir.
Fecho os olhos, conforto-me com a humildade de um pescador que às vezes nada pega, mas continua a esperar.
Alegro-me ao ver o quanto algodão doce existe neste céu.
Oh, meu Deus, por que tamanha doçura não cobre os homens como cobre esse céu!
E na intuição, o recado:
Das dádivas, o tempo é a maestria superior.
O recanto dos sonhadores e a ferramenta dos benfeitores.
Hoje, ainda é tempo de vir ao encontro das novas mudanças.
Hoje, ainda é tempo de ir de encontro ao que não mudará.
Só quem voa desperta o valor da mudança em sua consciência.
Flutua a vontade de assoprar em seus ouvidos:
Obrigado por me libertar.
Agora é tempo de ir.
SURFE DE SENTIMENTO
Seu moço... E esse frio!
Que esta assim como gelo
treme o queixo e o pescoço
... Navalha cortando osso
em padecer com o medo.
Ah seu moço, eu preferia...
Aquele velho calor,
que com ele...
Eu se atirava nas águas!
Nadava que nem piaba
surfaria, pelas areias da praia
e esqueceria, aquela dor.
Antonio Montes
Que pena o Brasil ser
Como relógio de mendigo.
Atrasar e parar justo quando
O frio e a desgraça começa
A apertar.
Hoje uma brisa que soprava pela rua,não me passou despercebido.
Senti o frio que se encontrava nela e logo em mim,notei uma certa semelhança.
A brisa era suave,mas cautelosa em suas curvas,passava de um lado ao outro só para ser adorada no seu esplendor.
A brisa me transportou de volta pra minha infância e lembrou-me de um tempo onde tudo era belo,e nada tinha defeito.
O tempo que ainda me era digno brincar de ser piloto,bombeiro e policial.
O tempo em que nada e ninguem era mau, e que a ignorância não existia.
O tempo que a angústia passava com o derramar de algumas lágrimas,e logo se esquecia de tudo.
O tempo em que brincar era toda riqueza necessária,e ser feliz era toda a rotina.
Me aceite, está frio...
tenho frio..
Eu quero me enrolar em você..
Permita-me esconder-me em sua cama..
Tapar-me em teus braços...
Trançar minhas pernas no teu corpo,
E, perder-me me teus beijos..
..
As vezes acontece de novo, aquele frio na barriga....
Um milhão de borboletas no estomago.
Será que é verdade?
Me lembro de Alice no Pais das Maravilhas.
No frio, descoberto,
chuva fina caindo,
dias rápidos, dias felizes
lugares singulares
e estranhos ares
me relembram do desafio.
Talvez abdique um pouco mais
Talvez eu volte atrás
ou siga por um caminho
que eu mesmo fiz.
Pausa para o café
jaqueta que usei faz tempo
está chovendo, estou de pé
mas, vou viver o que vier
pois cansei de existir
pensando estar vivendo!
Sentinela imortal
nunca dorme,
nunca descansa,
sempre ativo
na lembrança,
na previsão
no descompasso
e no meu passo,
nosso chão
no pensamento
no coração.
ideias surgem na madrugada
mistura de desejos, lembranças
e solidão, transcrevo meu simples apelo
em palavras, rabiscos e com jeito,
despreocupado se vai trazer comoção.
No mesmo frio me despeço
de mais um dia eu confesso
que voem, que cheguem, que cheirem
que beijem e que se entreguem
aos bons pensamentos,
que nem a alma interfere!
Esse frio que agora sinto desassossega minha alma.
Não sei como ela está, mas sei de mim.
Estou com falta de alento daquela mulher que aquecia meu viver.
Não chegue muito perto
tenho medo de você se perde.
È muito frio e escuro aqui dentro
e eu não quero te envolver nisso.
De que lugar você veio?
Essa é a única pergunta
que eu consigo me faze agora.
Eu quero saber de coisas
sobre você.
Mas não me faça perguntas
que eu não posso responde.
É difícil tenta explica
oque todos querem sabe.
Um dia você está andando sozinho
e no outro você se sente dois.
Você me olha com cara de assustada
como se eu fosse te fazer alguma coisa.
Essas pessoas são tão desnecessárias
quando você esta aqui.
SOU METADE
A solidão vem logo com a noite, rasteira e silenciosa. Quando começa a fazer frio eu penso em você e no espaço sobrando em minha cama e se você estiver sentindo frio também, tendo a chorar, pois sei que não é é pelo mesmo motivo que o meu. Sou dramática demais, mas não exagero quando digo que levantar da cama só vale a pena quando já passei um bom tempo com os olhos fixados ao teu rosto, contemplando cada detalhe, cada curva que é impossível olhar e não perder os sentidos.
PRIMEIRA PARTE
Sabe de uma? Eu quero mais é respirar e sentir calor ou frio, pulsar com as alegrias e refletir com as tristezas, ganhar das madrugadas o segredo do silêncio, perder noites escrevendo minhas esquisitices, ganhar ou perder. Eu quero é que a chuva caia no meu corpo, que o sol acompanhe meu caminhar, eu quero me permitir sentir teu corpo, beijar tua boca, viver cada segundo, abraçar tua cintura e te ouvir falando de amor. Eu quero mais é viver esse amor, cultivar nossos sonhos, aprender a viver, vivendo; aprender a andar, andando; aprender a respeitar, respeitando; aprender a brincar, brincando; falar sério, falando. E se tiver de ser, chorar, lavar a alma, treinar a calma, mergulhar no mar, no rio, no vazio, mergulhar... Eu quero mais ir equilibrando; caindo e levantando; anoitecendo e amanhecendo, junto com os astros. E ir quebrando, concertando, refazendo, adaptando, ajustando, ir... E, ser for necessário, recomeçar...
o coração,
impulsivamente gela o rosto
bombeando o frio de desgosto
quando ferido por saber
que mergulhei nessa paixão
sem ao menos ter você.
Não me faça cara de inocente
Não mente,
por trás desse homem frio
esconde explosões,
vulcões...
fogo de amor !
Gabriela é tão bela
Me faz sentir um frio na barriga
Que congela até as minhas costelas
Gabriela, não me deixa passar da porta se você não vai me deixar assistir o filme sem pensar no crime que é gostar de você
Gabriela, decide
Se você me põe no bolso ou me deixa no cabide
Mas não me tortura assim
Sabe quando faz sol, vejo voce,
Quando faz frio, sinto voce,
Quando é tarde sinto saudades,
E quando amanhece, aí que saudades!
Um pouco de transparência
Longas patas de verdades
Um fundo para decoração
Chão frio...
O velho instrumento em sua perfeição
E o silêncio do pergaminho.
A esfera gelada,
O cabelo comprido...
No longo caminho
'Safira" a cobra peregrina
Na estrada
Atropelada.
Por Kadu Costa - Anos 90
Alguma novidade no plantio?
Depois que se rega, cultiva, cuida, protege do calor e frio excessivo, arranca as ervas daninhas, só resta esperar brotar, florir, dar frutos.
É...
Às vezes cansa esperar um "eu te amo".
Será mesmo que funciona como disse o eterno Exupéry que, "O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca"?
Pois é.
Vejo que no meu plantio, não sou imortal.
COMPLEXO INDÔMITO
Não reconheço mais a ponte...
Nem a dimensão dos sinais
Translocados no frio
Permeado em meus ossos,
Instalado no estalo
Dos dedos, dos passos
Trôpegos nas ruas anuviadas.
A razão estoura seus desígnios
Em poça d'água lamacenta,
Resvalando a placa de saída
Que insinua-se descaradamente...
Mas você não vê!
Não entende!
Não crê!
Desfaz asas de papel
Em chuva de sentenças
Inexistentes.
Tua carranca imersa
Em teimosia,
Prefere ladrar em campo abstruso,
Ignorando anseios
Em minhas mãos estendidas.
O lago congelou...
Travas enferrujaram
Tantas flores secaram...
A árvore renegou o fruto!
Um borrão consolidou o nada...
O silêncio castiga os isolados.
Pessoas temerosas se encondem
Do bicho homem,
Em suas cadeias residenciais.
Somente os lobos avançam...
Tomam de assalto a cidade,
Buscando sangue para
Grafar heresias em muros calcificados.
E você...
Preso a insistência de morar no escuro,
Tropeçando em musgos e raízes
Remotas da natureza esquecida.
No vórtice de palavras,
Tudo que sinto é exposto,
Como se pudesse abarcar
Teu inextricável oculto.
Sentimentos enclausurados
Nos cacos da noite,
Transitórios em teus olhos duros
Relutam - lutam - relutam!
Todos os augúrios da língua,
Sumida a sombra
De demônios despertos,
Agigantados ao som da meia-noite,
Tentam me afugentar
Diuturnamente.
Eu não temo!...
Não vou recuar!
Conheço bem a essência
Embutida as defesas
De tua casca dura,
Posso ler as entrelinhas doridas
Nos lábios sombrios, confusos
No riso forçado, intermitente.
Enxergo perfeitamente
A flor branda no esmalte
Dos teus dentes.
