Poemas sobre Cidadania
Ninguém pratica cidadania esperando algo em troca. Por outro lado é sempre estimulante perceber algum reconhecimento.
Agradecer não leva segundos e as vezes um simples sorriso já é o suficiente.
"A cidadania de um indivíduo alerta seus sentidos para a participação efetiva na sociedade. A educação amplia horizontes do conhecimento e da competência, mas é a consciência social de um povo que liberta da subserviência e consolida a dignidade. A cidadania é seu espelho interior e no coletivo representa a liberdade e o desenvolvimento de uma nação." Luiza Gosuen
"Não importa o que aconteça na sociedade, faça a sua parte da cidadania e semeia a cortesia respeitando a liberdade de seu próximo."
A cidadania vai sendo sufocada e colocada em software, e já há duas categorias de seres humanos: os digitais e tecnológicos e os que não se preocupam tanto com a nova
realidade, boa ou ruim.
As noções de cidadania e de ser humano ficam confusas com a influência dessas novas tecnologias de comunicação, pois há uma vontade de que a máquina exerça a cidadania e de que o robô seja cidadão, coisas que,
politicamente, são impossíveis de acontecer.
A linguagem imperialista dos meios para se exercer esta cidadania virtual pode esfumaçar a própria questão da democracia, como já
vimos em capitulo anterior sobre o sindicato virtual, que por exemplo, não mobilizaria massa nenhuma.
A literatura tem cidadania e capacidade social. Há outros escritores para quem o umbigo é o mais importante, mas para mim o mais importante é refletir uma sociedade, neste caso a cubana, para falar sobre os conflitos, contradições e esperanças do povo através da literatura.
Consciência política é: a capacidade do exercício da cidadania usando o que lhe confere a Constituição Federal, na plenitude dos seus direitos e deveres, moldados no comportamento ético e moral, com compromisso social e democrático.
Cabe aos Conselhos Municipais de Cultura e Cidadania funcionarem como meio de registro, estudo, resgate e documentação de toda cultura artística e artesanal regional. A cultura nada mais é que o registro do modo de fazer que gera a oportunidade de repetir o feito para frente indeterminadamente. O conselho deve promover a criação de uma biblioteca cultural e que nela tenha os registros de tudo que caracteriza a cultura popular da especifica tradição regional. Assim como a cultura da gastronomia dos pratos típicos locais, doces, bolos, biscoitos e tudo que comemos e apreciamos por serem deliciosos, a cultura das bebidas artesanais, das aguardentes, cachaças e licores. A cultura vestuário das roupas celebrativas das festas populares, dos mantos, das toalhas e dos enfeites e adornos das linhas, das fibras e dos tecidos. A cultura da marcenaria que artisticamente gera objetos utilitários, imagens e pequenos moveis em arte primaria no uso das madeiras. A cultura da musica, cantigas dos folguedos e os cantos das romarias. Sendo assim todos os conselhos municipais de cultura e cidadania devem ser por excelência o grande biblioteca cultural local, o local cidadão de guarda e registro de cada identidade regional e ter a difícil tarefa de promoção e apoio incondicional da cultura local e da permanência futura dos modos de fazer. Acredito no convite dos mestres das culturas populares locais como participantes entre os membros acadêmicos e sociais comunitários eleitos para cada gestão. Mas todos sempre em uma unica direção e sentido de ser o repositório de toda cultura local, municipal e regional que tanto fortalece nossa soberana e impar identidade na diversidade cultural brasileira.
O grande desafio social na contemporânea democracia é fomentar o civismo, a cidadania, o patriotismo cultural e a identidade incomum dos diferentes em pleno gozo legal e constitucional da liberdade.
A cidadania sacia se na própria fonte onde o povo mitiga a sede de saber, de cultuar a própria história é de honrar seus heróis.
O medo e a insegurança são sentimentos que impedem o indivíduo de exercer sua cidadania plenamente. Além disso, são sentimentos que costumam se espalhar entre uma mesma comunidade a medida que uns comentam com os outros sobre seus temores.
A real face da cidadania aparece quando; um movimento negro adentra um espaço ocupado por brancos...
A CIDADANIA NO BRASIL
No Brasil, estamos gestando a nossa cidadania. Damos passos importantes com o processo de redemocratização e a Constituição de 1988. Mas, muito temos que andar. Ainda predomina uma visão reducionista da cidadania (votar, e de forma obrigatória, pagar os impostos... ou seja, fazer coisas que nos são impostas) e encontramos muitas barreiras culturais e históricas para a vivência da cidadania. Somos filhos e filhas de uma nação nascida sob o signo da cruz e da espada, acostumados a apanhar calados, a dizer sempre “sim senho?, a «engolir sapos”, a achar “normal” as injustiças, a termos um “jeitinho’ para tudo, a não levar a sério a coisa pública, a pensar que direitos são privilégios e exigi-los é ser boçal e metido, a pensar que Deus é brasileiro e se as coisas estão como estão é por vontade Dele.
Construir cidadania é também construir novas relações e consciências. A cidadania é algo que não se aprende com os livros, mas com a convivência, na vida social e pública. É no convívio do dia-a-dia que exercitamos a nossa cidadania, através das relações que estabelecemos com os outros, com a coisa pública e o próprio meio ambiente. A cidadania deve ser perpassada por temáticas como a solidariedade, a democracia, os direitos humanos, a ecologia, a ética.
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