Poemas sobre Cidadania
Não adianta sair do armário e continuar trancado dentro desse quartinho que você chama de mundo gay. Pensar que futilidade, promiscuidade, falsidade e quaisquer outros adjetivos pertencem a alguém só por ser gay é um preconceito que temos por nós mesmos. Todas as pessoas possuem defeitos e qualidades e isso é um aspecto humano, nunca esteve ligado a sexualidade. Existem casais gays que se amam e vivem relacionamentos lindos e duradouros, profissionais gays responsáveis, pais gays que são exemplos de família. O problema não é o mundo gay como um todo, o problema é a capacidade individual de selecionar boas companhias, o meio gay de cada um. Afinal, “cada um tem a visão da montanha que decide escalar”. Quem entende isso, certamente concorda comigo.
O autoritarismo muitas vezes usa o nome da pátria ,o nome da família, e, sobretudo o nome de Deus para enrustir sua face mais perversa que ameaça, persegue, secciona e desrespeita o direito de liberdade do ser humano, enquanto indivíduo e enquanto cidadão.
Para serem aceitas por grupos dominantes determinadas pessoas são capazes de negar a sua própria história.
Para não incorrer em atos como ofensa, humilhação e injúria a outrem, confundindo os limites e as especificidades do conceito de liberdade, é essencial que o indivíduo tenha aprendido os princípios básicos da cidadania.
Quem se interessa de verdade pelas Políticas Públicas, participa e vivencia as oportunidades de contribuir com a melhoria, sem condicionar ao recebimento de remuneração para o exercício dos deveres de cidadania.
Acima dos direitos e dos deveres, estão as pessoas, porque há coisas que são legais mas não são justas. São imorais.
NÃO DEMONIZE A POLÍTICA
É fato que temos políticos que agem como se fossem demônios da corrupção e da falta de respeito para com a coisa pública, no entanto temos demônios semelhantes em outras áreas de atuação na sociedade. Assim, separemos o joio do trigo e pratiquemos a boa e séria política, possível às pessoas de boa vontade.
Ser um bom cidadão nada mais é do que cumprir à risca o que sua avó ensinou, o que sua mãe ensinou, o que você ensinará:
como ser dominado e não se opor a esse absurdo.
Compartilhar informação não é apenas generosidade.
É exercitar um aspecto imprescindível de cidadania
Grave não é a censura fundamentalista. Grave mesmo é o não saber e o não ativismo correto da Cidadania Cultural.
Dias belos não são propriamente aqueles com sol intenso, dias de chuva podem ser maravilhosos, basta a você saber o que carrega em seu coração... Poderia dizer que o amor de Deus nos une, mas o querer fazer o bem em nossas mentes, fará com que esse amor seja por completo.
Tanta disputa por poder, tanta vaidade, tanto nariz empinado... Mas tenhamos conciencia que o que nos une é muito mais forte daquilo que nos separa... O amor de Deus... Não deveríamos lutar por placas, mas darmos as mãos e andarmos juntos, os time não são inimigos, somente adversários, empresas são somente concorrentes, igrejas não deveriam ser tão religiosas e sim de Cristo, as pessoas deveriam dar mais as mãos por acolhimento do que por cobrança... Somos criaturas vindas do pai e cheias de vida para dar vida e não ao contrário, escute mais, aconselhe mais, ame mais, seja gentil um nível a mais, seja presente... E ore e ensine mais...
Uma pessoa verdadeiramente civilizada acredita em todas as religiões, em todas as ideologias políticas, e em tudo o que se possa imaginar.
É aí que está a beleza de se ser civilizado, apesar de se apoiar alguma coisa, acredita-se em todas as outras opções para se criar harmonia e aceitação.
Histórias de bravura, de sucesso contaminam e suscitam na mente de um povo sofrente, que ainda há um futuro para vivências presentes. É sentido para um Povo para acreditar no que sente.
Cansados de buscar verdades e desculpas para justificar-se, os homens se entregam às mais variadas formas de mentiras. Entre todas, a mais ordinária é a da cidadania.
A classe dominante era constituída pelos senhores: a Constituição outorgada de 1824 denominava-os de "altos e poderosos". E eles eram assim altos e poderosos, senhores de terras e de escravos e de servos. A medida da riqueza estava no número de escravos e na extensão de terras possuídas"
A REPÚBLICA, pág. 14
Pela Constituição de 1824, os escravos não eram considerados brasileiros nem cidadãos; adiante, passaram a ser considerados brasileiros, quando aqui nascidos, mas nunca cidadãos. Nos amplos latifúndios, dispersava-se a classe dos servos, submetidos às condições feudais. Condições feudais que certa faixa da historiografia brasileira nega tenham existido aqui
A REPÚBLICA, pág. 14
Liberal education é, para resumir, a educação da mente para os debates culturais e cívicos mediante a leitura meditada dos clássicos. Acabo de escrever esta palavra, 'clássicos', e já vejo que não sou compreendido. A falta de uma liberal education dá a esse termo a acepção estrita de obras literárias famosas e antigas, lidas por lazer ou obrigação escolar. Um clássico, no sentido de Adler, não é sempre uma obra de literatura: entre os clássicos há livros sobre eletricidade e fisiologia animal, os milagres de Cristo e a constituição romana: coisas que ninguém hoje leria por lazer e que geralmente são deixadas aos especialistas. Mas um clássico não é um livro para especialistas. É um livro que deu origem aos termos, conceitos e valores que usamos na vida diária e nos debates públicos. É um livro para o homem comum que pretenda ser o cidadão consciente de uma democracia. Clássicos são livros que criaram as noções de realidade e fantasia, senso comum e extravagância, razão e irrazão, liberdade e tirania, absoluto e relativo – as noções que usamos diariamente para expressar nossos pontos de vista. Só que, quando o fazemos sem uma educação liberal, limitamo-nos a repetir um script que não compreendemos. Nossas palavras não têm fundo, não refletem uma longa experiência humana nem um sólido senso de realidade, apenas a superfície verbal do momento, as ilusões de um vocabulário prêt-à-porter. A educação liberal consiste não somente em dar esses livros a ler, mas em ensinar a lê-los segundo uma técnica de compreensão e interpretação que começa com os eruditos greco-romanos e atravessa, como um fio condutor, toda a história da consciência ocidental.
