Poemas Sobre Céu
ITACIMIRIM
Talvez com o abraço teu
Meu mundo finalmente
Levite e encontre
Aquele rasgo azul no céu
Por sobre o mar
Inundar de ti
Esse sonho, enfim
E a paz de Itacimirim
Pois tu tens de mim
Mesmo tom que ali
Soou
Deixarem os grãos da areia, os pés
Sermos um mais, em cada um
Nós dois, na tez do céu azul, do mar
Rasgo na imensidão da voz
Que agora se eleva a permitir
Aquela imagem que fincou
Itacimirim.
Nossos ancestrais conheciam a sabedoria e a verdade que se expressam nas forças da Natureza.
Sabiam que:
O fluxo das marés nos revela que tudo na existência é cíclico, por isso, as nossas emoções vêm e vão, temos altos e baixos. Tudo o que um dia veio, um dia partirá!
O sol nos mostra que a nossa vida está ligada à força da luz e tudo é energia!
O vento nos recorda da leveza que nos habita e de nosso anseio por voar!
O céu que nos abriga, sob o qual tantas eras, acontecimentos, seres e povos passaram, nos remete que, diante de sua imensidão e grandeza, somos pequenos e precisamos conservar a humildade, pois a nossa existência, na face da Terra, é passageira e finita!
As estrelas sinalizam, com o seu brilho e numerosidade, que existe muita vida e muitos mistérios que não compreendemos e alcançamos!
Olhe
Olhe para o céu.
Para a imensidão celeste.
A natureza é um Sim à vida.
É uma visão aconchegante quando a alma pede calma.
É como um abraço,
como ter um pedaço de Deus assim tão perto de nós.
CÉU NUBLADO
A tarde assim fria
céu nublado mostra o recato,
Um baypass do tempo.
E a sonolência vem
A moleza se instala,
Sem querer sair.
Balanço de rede
Silêncio no quarto,
Só ouço a neblina.
Neste hiato temporal
Entrete-se com a web,
Watssap, facebook enfim, a internet.
Relato por gostar
De ver o céu de qualquer jeito,
Tudo nele me inspira,
Nunca encontro defeito.
E a vida pra mim
E como o céu que vejo
Horas é de recato
Outras de festejo.
CIRIA LIMA(17.02.2015 Áàs 16:51h)
Procuro o meu céu em qualquer lugar,
Mas sem você aqui, sem você ao meu lado.
É difícil de achar!
Em todo caso, carregando esse fardo,
Continuarei a procurar!
Sob O Céu de Janeiro
Eu já nem sei
Quando tempo faz
Que ali cheguei
Procurando a minha paz
Mas ainda tenho as canções
Criadas naquelas situações.
Foi tudo tão intenso e diverso
O mar, a brisa... os luais
Num imenso noturno universo
Sem mais antigos rituais
Já haviam chegado os dias
Das longas libertas alegrias
Um leve vento passava faceiro
E te trouxe a meu encontro
Sob aquele céu de janeiro
Que jamais haverá outro
Pelo menos enquanto a distância
Impedir essa nova experiência.
Eu só posso dizer
Quanta falta faz
Que até vou reconhecer
Preciso de você, rapaz
Para seguir nas direções
Perdidas ao fim dos verões.
Sim, é renovada a chance
Do nosso universo parceiro
E todo prazer em alcance
Estamos sob o céu de janeiro.
Se você mora no alto e tem a vista para a montanha, não esqueça de apreciar o topo da montanha.
Se você mora perto do mar, não esqueça de apreciar a linha do horizonte.
Se você mora em qualquer outro lugar, não esqueça de apreciar o céu cheio de estrelas que se encontra acima.
Nos céus...
Nos céus voam meus sonhos
Sonhos que me levam
Sonhos que me elevam
Nos céus ficam meus pensamentos
Pensamentos que me são especiais
Pensamentos mais que especiais
Que meus pensamentos se tornem meu rumo
Que meu rumo me leve a ti
Assim como a ti levo meus pensamentos
Céu trovoou, tremeu o chão, a vibração do meu tambor encantador de coração.
Sou tocador da natureza, o som da minha alfaia é uma beleza.
Toca esse baque pra todo mundo dançar, e distribui muito amor nesse lugar.
Esse terreiro que emana tanta luz, vai dividindo o peso de cada cruz.
Trovão da Mata abençoa cada ser e faça sempre o amor prevalecer.
Hélices do ventilador rompem o silêncio.
Esteira rolante numa velocidade de 8.5 km/h.
Pés, esquerdo e direito, intercalam-se em movimento acelerado.
Através dos vidros da janela, o céu negro.
Ventilador. Esteira. Pés. Escuro.
Cinco minutos no relógio digital.
Ideias. Lembranças. Emoções.
Pensamentos volitando no tempo/espaço.
Ventilador. Esteira. Pés.
Vinte minutos no relógio digital.
Porta aberta, brisa suave.
Através dos vidros da janela, uma linha cor de rosa define o horizonte.
Ventilador. Esteira.
Pés ansiosos em abandonar a esteira.
Olhos vibrantes diante tamanha beleza
Vinte e cinco minutos no relógio digital. Faltam cinco.
Ventilador e esteira desligados.
Avenida. Carros. Edifícios.
Por entre palmeiras, as cores suaves de rosa e azul claro sorriem entrecortadas por nuvens brancas.
Paz. Silêncio. Natureza.
O cantar dos pássaros insinua-se aos ouvidos.
A suave brisa da manhã infiltra-se pelas narinas.
O esplendor de cores no céu desfila aos olhos.
Paz interior. Recomeço. Vida. Alegria.
Priscilla de Carvalho
"Eu me lembro daquele pedaço de terra
E daquela gota d'água
Que me deixou voltar para casa
Mas ficou com o meu coração.
Que lindo céu
Aquele colorido e estrelado
Parece uma obra de arte
Que exala a perfeição. "
Você é um anjo que caiu do céu
e fez alegrar meus olhos tristonhos
com seus lindos olhos cor de mel
toda noite aparece em meus sonhos
por um bosque caminhamos lado a lado
olho pra você e seu lindo rosto vejo
então você me da um abraço apertado
e eu lhe puxo para dar lhe um longo beijo
de repente desaparece minha amada dama
e eu acordo sozinho em minha cama
pena que sonhos não são de verdade
mas toda noite rezo pra este tronar-se realidade.
Céu
O céu de cores,amores,valores
O céu azul de nuvens brancas,mantas que cobrem no ar
O céu do sol que queima, que brilha nascente da brisa,onde o faz cair,velejar
céu que voa,que faz voar
céu que clareia e escurece , levando da gente que esquece,
Problemas que nascem no outro dia.
Música é meu vício,
Ela me acalma,
Me compreende,
Lê meus pensamentos,
Me dá conselhos,
Me leva a refletir,
Me tira do comodismo,
Me faz sentir o infinito
E me faz ir ao céu.
O céu sorri sem vergonha
A mãe chora, o filho sonha
E minha alma transborda
Ao ver sua boca risonha.
O Banquete
Meu
impensado amor
derramei em tua
boca faminta
toda minha
seiva doce
matei
tua fome
em tempos de secura
e miséria
fui o manjar dos deuses,
a mesa farta, quando não
tinha ninguém, nada!
Te saciei neném.
Sedento...
colheste
todo meu mel
Saciado
foste
ao céu
Lá estava eu, exato, real, pleno, fugitivo da mim, cheio de você
Eu olhava, com os teus olhos gratos, quando desviei o olhar, e dirigi ao céu, percebi umas nuvens carregadas de chuva que
Começavam a tremer, pressagiando tempestades,
tal como os meus olhos e o meu coração.
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